#Assédio #Sado #Traições

Cap 20 O Casamento

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CassDS

Olá mais uma vez, caros leitores! Estavam pensando que eu iria entrar em um novo hiato e deixar vocês órfãos de putaria? Claro que não, os melhores contos sobre minhas aventuras sexuais estão apenas começando. Então já coloca a mão na cabeça do pau e os dedos na bucetinha, que hoje quero ver vocês gozando comigo.

Pois bem, no conto anterior eu reencontrei Blanca, a garota dos cabelos verdes e da minha vida. Sim, após nosso encontro na casa da Poli, ela pegou meu número com Mel, e continuamos a nos falar. Oficialmente, ela ainda estava namorando. Mas mesmo assim trocamos mensagens via WhatsApp, e até chegamos a fazer algumas chamadas safadinhas.

E algo estranho estava acontecendo comigo: caralho, eu tava gamado nela. Blanca foi meu amor da adolescência, foi com ela que eu tinha perdido a virgindade na varanda da casa de praia. Enfim, esse conto de hoje se passa no ano de 2022, mais ou menos 2 anos após meu reencontro com Blanca. Eu estava com 29 anos, com 1,72 m, pardo de cabelo cacheado e com um cavanhaque bem-feito. Entre 2020 e 2022 eu consegui um emprego e voltei a ter um alívio financeiro; inclusive até abri uma empresa própria na época da pandemia, comecei a implantar sistemas em redes de hotéis.

Ocasionalmente eu me encontrava com Blanca, e sim, transávamos muito: ou no meu carro — que consegui comprar de novo, eu estava com um Onix —, ou no meu apê, às vezes em motéis. E sim, tudo isso com ela ainda namorando. Ela não tinha coragem de terminar ainda com o namorado dela, e pra mim isso não era um problema. Ele era muito de viajar a trabalho e aparentemente também vivia traindo Blanca. Ah, dane-se ele.

Certa vez, depois de transarmos gostoso no meu carro em uma rua deserta próxima à casa de Blanca, enquanto nos vestíamos recebi uma mensagem no meu celular:

“Você está convidado para nosso casamento, com carinho: Mel e Gustavo”

- Uau, fui convidado pro casamento de Mel e Gustavo. - Falei mostrando o celular pra Blanca.

- Ahh, nem tinha te falado, ela me convidou pra ser madrinha com o André.

- Esse cuzão vai? Quando vocês vão terminar mesmo? - Falei puto. Não sou de ter ciúmes, mas caralho, naquele momento eu tinha certeza: Blanca era com quem eu queria passar o resto da minha vida, e olhe que nem tinha comido o cuzinho dela ainda kkkkk.

- Qual é? Vai ficar de ciuminhos agora? Aposto que quero ver sua carinha quando eu estiver entrando com ele. - Ela falou isso fazendo uma cara de safada, de quem gostava daquele jogo.

Deixei Blanca na esquina da casa dela. Ela desceu do carro com aquela raba dela balançando como quem tinha conquistado o mundo. Caralho, ela estava muito gostosa, muito mais do que na época da escola. Com os cabelos num tom verde-escuro, os braços todos fechados de tatuagem e seus peitos como sempre fartos. É, leitores, eu estava apaixonado. Eu não estava ficando com ninguém além dela. Ignorando até mensagens de Rayanne.

Alguns meses se passaram e estávamos na segunda metade do ano. Era o dia do casamento de Mel e lá estava eu, sentado em um banco de madeira no meio de um jardim verde, junto com vários outros convidados. Vi todos entrarem pelo tapete até o altar. O noivo de Mel foi logo o primeiro a entrar, em seguida os pais, e então começaram a entrar os padrinhos. E lá estava Blanca, com um vestido vermelho de alça e um decote que deixava aqueles seios dela mais suculentos, seu cabelo verde caindo apenas para um lado, deixando um lado do seu pescoço totalmente livre, uma pele branca que eu via quase como um quadro onde eu desenharia um belo de um chupão.

Ela entrou junto com seu namorado André. Quando me viu, instantaneamente deu uma piscadinha de um olho só, apenas como forma de provocação. Após entrarem, sentaram-se na frente do altar, e em seguida Mel entrou vestida de noiva. Perto do fim da tarde o padre declarou Mel e Gustavo marido e mulher, e assim seguimos para o salão de festas.

Eu basicamente não conhecia quase ninguém naquela festa, apenas Mel; inclusive mal conhecia seu agora marido. Poli e seu marido também estavam lá, mas ela estava na mesa da família.

E tinha Blanca com seu namorado, que estavam na mesa dos padrinhos. Fiquei em uma mesa com um monte de gente sem graça. Quando o DJ começou a tocar as músicas de baixaria, o povo começou a ir pro meio da pista dançar, e nessa a Blanca me puxou pra dançar também.

A gente nem disfarçava que estávamos nos comendo com os olhos. Eu tentava evitar contato com Blanca para não dar bandeira, mas ela tava pouco se fodendo pros outros e pro namorado dela, que inclusive ela comentou que eles estavam brigados.

- Ele que se foda! - Falou Blanca enquanto dançávamos.

- O que aconteceu, brigaram? - Perguntei tentando entender.

- Aquele idiota acha que não sei que ele, quando viaja, sai com um monte de raparigas!

- Então você e ele estão quites! - Falei colocando um sorriso de safado pra ela.

- Vai se foder! - Falou ela devolvendo o sorriso de puta; ela sabia que estava fazendo o mesmo.

- Você tá um tesão, sabia? A vontade que eu tô aqui é a gente sair daqui pra te foder. - Falei já planejando foder com Blanca pós a festa.

- E se a gente fodesse aqui mesmo? - Caralho, quando escutei isso, me veio um misto de sentimentos, tanto de perigo quanto de vontade.

- Cê não tem coragem. - Falei querendo saber qual é a dela.

- Você ainda duvida da minha coragem, Cass? - Falou ela colocando um drink na boca.

- Vi que atrás do salão tem pouca movimentação. Se eu for lá primeiro, você vai?

- Sim! - Falou ela de bate-pronto.

Nem demorei muito: saí da pista de dança em direção ao jardim, para ir pra trás do salão de festas. Blanca ficou na pista de dança e tínhamos combinado de eu ver se a área estava livre. Enquanto caminhava para sair do salão, uma pessoa tocou minha mão, e quando olhei pra ver, era uma jovem. Aparentava ter 17 a 18 anos, cabelos pretos até os ombros, usava óculos redondos, estava de vestido, mas dava pra ver que tinha uma puta cintura definida. Mas uma coisa já me intrigou de cara: tanto nos ombros quanto no rosto tinha sardas.

- Tio Cass? - Falou ela, surpresa.

- Tio, eu? Que isso, menina! - Falei indignado por ser chamado de tio pela garota.

- Desculpa! - Falou ela toda sem graça. - Sou eu, Ariel!

- Ariel? - Ainda sem entender quem era.

- Sim, Ariel, filha de Sofia! - Puta que pariu, que mundo pequeno era esse. Sofia foi uma vizinha ninfomaníaca com quem eu tive um relacionamento conturbado quando mais jovem.

- Nossa, Ariel, você cresceu, garota. Cadê sua mãe? Como ela está? - Perguntei, de fato curioso.

- Ela está ali sentada. Acabou que não conseguimos chegar a tempo para a cerimônia, então só viemos para a festa. - Quando eu olhei para onde ela estava apontando, lá estava Sofia: cabelos agora mais crescidos, ainda usando óculos, um pouco mais velha (já que quando eu a conheci ela tinha 39 anos). E ela me fitava. Apenas acenou com a cabeça, com um sorriso que eu lembrava bem o que significava. De longe deu pra ver ela sussurrando: “Oi, papai!”.

Até pensei em ir até ela, mas recebi uma mensagem de Blanca: “Cadê você? Eu já tô por aqui e tá tudo limpo”. Me despedi de Ariel (que não vou negar, leitores, tava bem crescidinha) e fui me encontrar com Blanca.

Então me encontrei com Blanca. Sem perder muito tempo, caí de boca naquele pescoço dela; queria muito deixar minha marca. Blanca, que era gulosa, abriu meu cinto e enfiou a mão por dentro da minha calça. Caralho, o medo de ser visto tava foda! Mas o bom era que a área era um pouco escura, e dava para escutar os passos.

Então baixei uma das alças do vestido de Blanca e caí de boca naqueles seus seios; ela gemia baixinho. Mas, enquanto eu mamava, só vinham na minha cabeça as minhas transas com Sofia. Então coloquei Blanca de costas pra mim, fazendo a bunda dela por cima do vestido sarrar no meu pau por debaixo da cueca enquanto segurava sua cintura e seu pescoço com a outra mão. Comecei a beijar aquelas costas dela, que tinham uma tatuagem de lua. A cada beijo ou chupão dava pra ver que ficavam pequenas marcas.

- Sobe esse vestido pra mim! - Falei já dando uma ordem. Blanca, como obediente que era, subiu seu vestido abaixando um pouco a calcinha; ela já tava toda babada. Eu abaixei a cueca colocando o pau pra fora, e comecei a roçar naquela raba dela, pra cima e para baixo, passando a cabecinha no cuzinho dela.

- Ai, não! - Falou Blanca com um meio sorriso. Ela não gostava de dar o cu, mesmo já tendo feito algumas vezes, como ela mesma disse.

- Tava só te testando. - Falei com uma satisfação no rosto.

Então, desci um pouco mais meu pau e sem muito esforço enfiei a cabeça na bucetinha dela toda molhada. Ela na hora deu um gemidinho gostoso. E comecei a foder ela. Eu estava encostado na parede e ela de costas pra mim. Eu segurava sua cintura com força e apertava ainda mais seu pescoço. Naquele momento, enquanto fodia ela ali, só vinha na cabeça Sofia. E cada vez que eu socava Blanca, me empolgava e apertava seu pescoço e sua cintura. Blanca não reclamava; pelo contrário, parecia gostar ainda mais daquilo. Em um determinado momento, ela se virou pra me olhar enquanto eu a fodia.

- Ain, não sabia que você era assim! - Falou ela, pois eu não era muito de partir para tapa ou algo do tipo quando transávamos.

- Você gosta, sua safada? - Perguntei pra escutar a resposta dela.

- Sim, eu adoro! - Quando escutei isso dela, foi então que me empolguei mais ainda: comecei a dar uns tapas em sua bunda, apertei com gosto seus peitos. Virei ela então contra a parede e comecei a foder com mais força. Ela começou a gemer mais alto, então tapei a boca dela e fodia mais forte ainda. Depois de mais algumas socadas já não estava resistindo e, como tínhamos combinado, não gozei dentro; quando tava pra gozar, tirei meu pau e gozei na sua bunda. Inclusive melei até o seu vestido de gozada.

- Porra, que gozada gostosa! Parece que ainda somos dois adolescentes. - Falei pra Blanca, que tava um pouco apreensiva, já que estava descabelada e ainda por cima com o vestido melado.

- Preciso ir ao banheiro me limpar urgente. - Ela me deu um beijo e saiu em direção ao banheiro. Me organizei ainda lá por trás e voltei pro salão. Quando voltei, dei de cara com André, o namorado da Blanca.

- Você viu a Blanca? - Falou ele com uma cara desconfiada pra mim.

- Pra ser sincero, não. A última vez que a vi ela tava dançando na pista. - Falei com a cara mais lavada do mundo.

- Ok, ok. - Ele saiu, claramente não acreditando em mim.

Fui então para minha mesa. Já queria ir embora, mas antes também queria me despedir da Blanca; foi então que outra pessoa sentou na mesa comigo.

- Você já tá um homenzinho, papai! - Gelei. Era Sofia. Nem tive reação, apenas olhei com um sorriso sem graça. Ela tinha esse poder comigo de me desconfigurar. - Não precisa ficar nervoso, não. Passei só para me despedir. - Ela falou me dando um beijo no rosto e deixando um guardanapo com o número dela. Aquela coroa, puta que pariu... E ainda tava cheirosa pra caralho.

Assim que Sofia saiu, vi que André e Blanca estavam em uma discussão séria fora do jardim. Sem nem pensar muito fui até lá, peguei na mão de Blanca e puxei ela comigo. André ficou sem entender porra nenhuma, com cara de otário. Blanca, com um sorriso, apenas veio.

Seguimos até meu carro e, assim que entramos, falei: “A partir de hoje você vai morar comigo!”

E foi assim que eu e Blanca passamos a morar juntos no meu apartamento.

É isso, caros leitores, ainda tenho boas histórias para contar sobre minha vida e experiências.

Até uma próxima!

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Comentários (4)

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  • Maluzinharsk: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado T Maluzinharsk

    Responder↴ • uid:mujc2gd9d
  • danilo: Parabéns pela criatividade!

    Responder↴ • uid:t1ihosj44
  • CassDS: A moça é a Blana! :D

    Responder↴ • uid:41ih47bzb0d
  • diogo: Vc tem talento pra escrever, continua!

    Responder↴ • uid:2xm3g02a43