Descoberto e consumado - 06
No dia seguinte, eu me sentia a pessoa mais "suja" do mundo. Enquanto Marco acreditava que eu estava sendo um corno manso deixando ele foder minha mulher, eu iria sair escondido com a mulher dele, e enquanto Gabi achava que eu estava querendo apimentar nossa relação e manter o Marco como nosso comedor fixo eu estava na verdade me livrando da presença dela para poder ir ao motel com outra, e o mais engraçado disso tudo é que Andréia iria me dar sem fazer ideia de que o marido dela estaria fodendo minha namorada, é complexo, mas na minha cabeça isso era uma putaria deliciosa.
A noite, Gabi só me avisou que estava indo e prometeu gravar parte da transa pra eu ver.
Em seguida, Andreia e eu nos encontramos e fomos pro meu apartamento.
Uma foda mais leve, com beijos, carinhos, tudo muito gostoso, depois de transarmos, ficamos deitados na casa aos carinhos, apenas com roupas íntimas, já faziam umas quatro horas que ela estava comigo, e eu estava despreocupado, afinal, Gabi iria embora direto para a casa dela, mas fui surpreendido com a campainha tocando.
Acreditei que fosse algum vizinho pois ninguém interfonou, me vesti desleixadamente e atendi, era Gabi e Marco.
Gabi foi entrando, se jogando no sofá, Marco me cumprimentou e entrou também, meu coração acelerou pra caramba.
- O que vocês vieram fazer aqui?
Marco: Vim devolver sua mulher! Obrigado por deixar ela comigo essa noite, tava precisando desestressar, minha mulher tá um saco, brigando comigo todo dia
Gabi: Que foi? Parece que você viu um fantasma.
Eu: Não, é que... que... eu... eu fiquei desconfortável com vocês chegando junto
Marco: Achei que já tivesse superado o ciúmes
Eu: Não... ainda é estranho, mas eu achei que você ia pra sua casa depois de lá, Gabi, eu nem preparei nada
Gabi: Nem precisa, to exausta, só quero ir pro quarto deitar
Eu: Pro quarto? Não... vamos ficar aqui conversando um pouco, como foi lá?
Marco: Uma delícia, comi até o cuzinho dela hoje, fizemos uns vídeos
Eu: Sério que teve anal?
Gabi: Teve, mas não foi planejado, eu sei que você vai ficar bravo, mas eu vou te recompensar
Eu: Não to bravo não, to de boa, tá tudo bem
Marco: Cara, você tá bem mesmo?
Eu: Claro, to bem sim.
Marco: Bom, eu vou indo, a minha esposa já já chega e se eu não estiver em casa ela vai desconfiar
Eu: Beleza, vai lá
Gabi: Acompanha ele
Eu: Não! Quero dizer... eu tava cochilando já, sair com o corpo quente na friagem não é bom
Marco: Eu desço, pode deixar
Marco saiu, e eu suava frio em como tiraria a Andreia do quarto sem Gabi ver.
Gabi: Você tá bem mesmo amor?
Eu: Na verdade não, eu to com caganeira, você conseguiria correr ali no mercadinho e comprar um isotônico pra mim?
Gabi: Isso explica porque você tava tão estranho, tá, eu vou lá, já volto
Assim que Gabi saiu eu abri a porta do quarto, Andreia estava vestida com a bolsa no ombro, pálida, porém brava.
- Então o Marco tava com sua namorada?
- Outro dia a gente conversa sobre isso, agora dá um jeito de não ser vista por aqui
- E onde eu espero meu uber?
- Não sei, não sei... tem uma farmácia aqui na frente, chama de lá
- Você me deve uma boa explicação.
Ela saiu de fininho, eu torcia para que ela e Gabi não se esbarrarem, andava de um lado para o outro da sala, e nem vi Gabi entrar.
- Aqui!
- Aaaaaa! Que susto! Caralho, nem te vi entrando, o que é isso?
- O que você pediu pra eu comprar?
- Ah, obrigado amor.
- Não vai beber?
- Vou, vou...
- Eu hein... se isso for por eu ter ficado com o Marco, me desculpa, foi bom ficar com ele sozinha, mas ele não é amoroso
- Espera ai amor, deixa eu correr no banheiro
Corri abraçando a barriga, fingindo que estava me cagando, tranquei a porta e comecei a perguntar para Andreia se ela já tinha chegado.
- To no uber
- Beleza, amanhã conversamos, não me manda nada hoje
- Certo
Respirei fundo, tentando encontrar a calma de novo, saí do banheiro e Gabi estava deitada, me esperando.
Deitei do lado dela, e então disse:
- Me mostra os vídeos
Ela sorriu, pegou o celular e me mostrou, eram 4 vídeos, 1 dela mamando, 1 cavalgando, 1 do Marco socando nela de quatro, e outro era ela gemendo fraca com a pica dele afundada no cuzinho dela, meu pau ficou muito duro, comecei a acariciar sua calcinha enquanto assistíamos, e logo subi em cima dela puxando sua calcinha pro lado e comecei a foder, a sensação daquela bucetinha usada, inchada, me deixava louco, aumentei o ritmo aos poucos enquanto ela sussurrava em meu ouvido o que Marco fez com ela, depois a coloquei de quatro, olhando bem seu cuzinho um pouco aberto, de quem tinha acabado de fazer anal com um dotado.
Entrei em seu cuzinho, ela reclamou de dor, mas senti que meu pau acomodou mais fácil, comecei a bombar com força até gozar dentro do cuzinho dela.
No dia seguinte, a situação que eu tanto corria precisava ser encarada, Andreia me mandou mensagem, e começamos a conversar, contei toda verdade a ela (menos de que Marco e eu já transamos, contei apenas sobre o Menage), ela ficou desapontada comigo, mas disse que a essa altura tinha se apegado em ficar comigo, que perdoaria essa mentira.
E na mesma hora, Marco me mandou mensagem, eu já comecei a me preocupar, achando que ele tinha descoberto, mas ele foi direto:
- Valeu por me emprestar a Gabi, que dia você tá sozinho pra eu dar atenção só pra você?
Eu me via entrando cada vez em situações mais delicadas, já estava me envolvendo com Andreia, agora me envolver com o Marco seria muita canalhice, e minha mente insistia em dizer: - Aproveita! Chances assim não voltam.
Respirei fundo, e decidi fazer o certo, pelo menos em uma situação, falei com a Gabi:
- O Marco tá me perguntando que dia eu to sozinho pra ele vir aqui
- Ele me disse mesmo que iria te dar uma atenção, você quem sabe, o dia que você quiser
Respirei aliviado da Gabi já saber, e então disse pra ele:
- To sozinho hoje
- To indo pra aí
Tomei um banho, e fiquei esperando, Marco chegou e sem muita enrolação me beijou, um beijo faminto, cheio de vontade, fomos pro quarto tirando a roupa, comecei a chupá-lo e ele dizia:
- Chupa a rola que passou na bucetinha da sua mulher, issooo, ela gemeu com essa pica no cuzinho dela, seu corninho do caralho!
Ao mesmo tempo que isso me dava tesão, eu não estava me agradando do jeito machão de Marco, me levantei, segurei minha pica e disse:
- Vem chupar!
Ele começou a chupar, com calma, chupando com vontade, lambendo e até batendo na língua, eu fechei os olhos e minha vontade era de repetir as mesmas palavras pra ele, mas me calei, pelo menos tentei, até ele dizer:
- Você tem um pau gostoso, mas sua mulher prefere o meu.
- E a sua o meu
Respondi sem pensar, ele parou, me encarou por alguns segundos e disse:
- Repete essa porra aí!
- Você já ouviu
- Você tá comendo minha mulher?
- Onde você acha que ela tava ontem?
Marco sentou na cama, colocou a mão na cabeça, eu senti meu rosto queimando de vergonha, de quem tinha estragado tudo, e até imaginei que ele iria querer sair no soco, mas Marco nesse estado começou a falar:
- Isso explica porque você tava estranho, ela tava aqui, não é?
- Sim, ela tava
- Porra meu, que porra, mas que porra! Caraaalho Wesley, puta que pariu!
- Vai ficar só xingando?
- Pior que eu sabia que ela ia me trair... menos mal que foi com você
- Então você não tá bravo?
- Bravo eu to... mas sei lá, é melhor que seja com você do que com um qualquer
- Não vamos falar disso agora, to com tesão ainda
- Tá... vamos continuar de onde paramos.
Me virei e Marco começou a me foder, com calma, sem a urgência e a dominância de sempre, parecia que ele estava mais triste, mas seu pau continuava me preenchendo todo e com vontade, eu gemia e comecei a pedir:
- Me castiga vai! Me castiga por ter comido sua mulher
- Ela te deu gostoso?
- Sim, ela gemeu muito no meu pau
- É? E vocês de beijaram?
- Uhummm, aiii
- Enfiou a piroca com vontade na bucetinha dela?
- Enfiei
- Caralho, que delicia
- Não vai me xingar?
- Não, você é o comedor da minha mulher, você merece meu respeito
- Não quero respeito, quero que você me foda! Demonstra sua raiva, soca firme, caralho, me puna!
Marco começou a bombar mais firme, sorrindo:
- Assim? Assim que você quer? Seu puto! Filho da puta! Se fingiu de amigo pra comer minha mulher, né? Agora aguenta minha rola, desgraçado.
- Issoooo, aiiii, fooode, isssooo
- Caralho, isso tá gostoso hein? A gente dividindo as mulheres... e eu te comendo
- É...
Marco continuava com força, porém calado, eu não conseguia fazer muita coisa porque as estocadas eram rápidas e firmes, ele me fodeu com tanta vontade que gozou fartamente.
- Aaaaa, isso foi uma delícia!
- Foi... mas te achei muito calado
- Tava pensando umas coisas
- O que?
- Nada não, coisas minhas
- Tá bom...
Marco ficou deitado ao meu lado, eu via seu pau descansar e ele continuava ali sem pressa nenhuma de ir embora.
Depois de longos minutos em silêncio, Marco se virou e me beijou, um beijo lento, gostoso, com um carinho que eu nunca senti nele, meu pau endureceu de novo, e o dele também, ele segurou, me punhetando devagar, desceu e começou a chupar, chupou por alguns segundos e disse:
- Tá, sua vez, me pune aí por ter comido sua mulher.
- Como?
- Não sei, fala alguma coisa.
Marco voltou a me chupar enquanto eu pensava com calma e disse:
- Você paga de machão mas tá aí pedindo punição? Viadinho, você adorou saber que eu fodi sua mulher, não foi?
Ele sorriu enquanto me chupava, e eu continuei:
- To vendo que você tá gostando da minha rola, vou te fazer perder a pose de marrento, você já deu o cuzinho?
- Não, nunca dei
- Vai dar hoje, fica de quatro
Marco obedeceu, sem resistir ou questionar, pincelei meu pau na bunda dele e comecei a forçar a entrada, ele gemeu:
- Ai caralho, devagar, devagar!
Comecei a entrar bem devagar, enquanto ele respirava pesado tentando me aguentar, enquanto eu o fodia, comecei a acariciar sua bunda, ele foi relaxando, e em alguns minutos meu pau o invadia com facilidade, Marco jogava a bunda contra minha cintura com vontade e dizia:
- Vai caralho, fode! Fodeu minha mulher, faz igual comigo, mostra como fez com ela, vai...
- Assim seu corno do caralho! Assim que eu comi ela!
- Não me chama de corno, porra
- Quer que eu te chame como? De amor?
- Não né, aiii
- Isso putinha, geme
- Hummmm
- Geme sua puta!
- Aiiii
- Cachorra!
- Isso
- Vagabunda! Que cuzinho apertado da porra!
Gozei dentro do cuzinho dele, caímos exaustos na cama, sorrimos e nos beijamos, Marco olhou em meus olhos e disse:
- Desculpa ter te tratado mal
- Não se preocupa, eu gostei
- Não, não goste disso não, vou te tratar melhor daqui pra frente, prometo.
Ele se levantou, se arrumou e eu o acompanhei até a porta, na porta nós beijamos uma última vez, eu não entendia como as coisas tinham mudado tanto, mas fiquei sorrindo, feliz, sentindo que Marco e eu agora eramos mais do que um par de cornos.
Ele se levantou, se arrumou e eu o acompanhei até a porta, na porta nós beijamos uma última vez, eu não entendia como as coisas tinham mudado tanto, mas fiquei sorrindo, feliz, sentindo que Marco e eu agora eramos mais do que um par de cornos.
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Comentários (1)
PA22: Está faltando o capítulo 5
Responder↴ • uid:5h68mdv0