Os segredos de um gooner: Grupinho pervo no telegram
Depois que meu irmão me passou o Tele do meu priminho, batemos uma bem safada e acabamos criando um grupo dos 3 tarados pra trocar putaria.
Parte 1: /2026/09/conto-135361
Parte 2: /2026/09/conto-135515
O domingo amanheceu lento. Eu ainda sentia o cheiro da porra da madrugada anterior no lençol quando abri o Telegram. O número que o João tinha me passado estava ali, salvo só como “novinho”. Sem foto de perfil, sem nome. Do jeito que tinha que ser.
Mandei a primeira mensagem quase ao meio-dia, só pra testar:
“Ainda tá vivo depois de ontem?”
A resposta demorou. Veio no meio da tarde:
“To. Meu primo falou que você ia me chamar. Sigilo, né?”
“Sempre. Só corpo.”
Ele não respondeu com texto. Mandou uma foto. Luz natural entrando pela janela. Ele deitado de barriga pra cima, só de cueca cinza clara, a marca do pauzinho já aparecendo um pouco do lado. Pele lisa, bronzeada, sem um único fio visível na barriga ou nas coxas. A legenda era curta:
“Não é de agora, mas tá valendo?”
Meu pau mexeu dentro da calça. Respondi com outra foto, tirada no espelho do banheiro: toalha na cintura, ainda úmida, a marca grossa aparecendo na frente, a mão segurando por cima do tecido. Sem rosto, claro.
“Muito. Manda mais.”
Ele mandou. A mão puxando a cueca pra baixo só o suficiente pra mostrar a base do pauzinho rosado, completamente liso, a pele ainda cobrindo a cabeça. Dedos finos, unhas curtas.
“E essa?”
Mandei a minha: puxei a cueca preta, o pau grosso saltou, veias já marcadas, o pentelho preto e denso na base. Segurei e puxei a pele bem devagar, só uma vez.
A conversa virou troca. Ele mandava uma de costas, a cueca enfiada no meio da bunda, o desenho do cuzinho lisinho quase aparecendo. Eu mandava o rego, a mão só abrindo um pouco, os pelos pretos visíveis. Ele mandava o pauzinho já mais duro, um fiozinho transparente escorrendo. Eu mandava o sovaco, braço levantado, pelos úmidos de suor depois do treino.
Ficamos quase duas horas só nisso. Mensagens curtas, sem nome, sem contexto de quem era quem.
“Quero ver você abrindo”
“Manda o cu de novo”
“Esse pentelho me deixa doido”
“Você demora pra gozar?”
“Demoro. Gosto de segurar”
Ele mandou um áudio. Voz baixa, quase colada no microfone:
“Eu não consigo segurar muito… meu primo fala que eu gozo fácil porque não sai leite. Mas meu piupiu não baixa depois. Fico duro mesmo depois de gozar seco.”
Mandei:
“Quer fazer agora por video?”
“Pode ser. Me dá cinco minutos.”
Às onze e pouco da noite a casa já estava morta. Tranquei o quarto, apaguei a luz principal, deixei só o abajur fraco. Abri a chamada com a câmera bem baixa, só do peito pra baixo. Cueca preta ainda vestida.
A tela dele acendeu. Mesma cama, luz do celular. Ele deitado de lado, já sem camisa, a cueca cinza marcada. Pele lisa brilhando um pouco.
Ele falou primeiro, voz baixa:
— No outro dia você gozou me olhando… meu primo contou.
— Gozei. Você é muito gostoso.
Ele riu curto e puxou a cueca. O pauzinho rosado apareceu inteiro, fino, a pele ainda cobrindo metade da cabeça. Começou a masturbar bem devagar, só com a ponta dos dedos, quase sem apertar.
— Mostra o seu, brother.
Puxei a cueca. O pau grosso caiu pesado, já semi-duro. Segurei na base e puxei a pele uma vez, bem lento, pra ele ver o caminho das veias.
Ele abriu mais as pernas. A câmera desceu um pouco e pegou o cuzinho lisinho, rosado, sem nenhum pelo ao redor. Ele passou o dedo indicador em volta, só molhando com saliva.
— Ontem você meteu dedo… e o cu é bem peludo. Mostra de novo.
Abri as pernas de verdade. O rego apareceu inteiro: pelos pretos e grossos descendo, rodeando o buraco. Cuspi nos dedos e rodeei o anel. Depois enfiei só a ponta do médio. O músculo cedeu fácil, ainda um pouco sensível.
Ele soltou um gemido fino e acelerou um pouco a mão no pauzinho.
— Isso… engole. Quero ver ele engolindo o dedo. Quero meteu meu piru.
Enfiei até a segunda falange. O barulho molhado vazou no microfone. Levantei o braço de propósito e mostrei o sovaco escuro, pelos pretos grudados. Passei a língua no dedo e depois nos pelos, bem devagar.
Matheus gemeu mais alto e virou de costas, empinando. Abriu as nádegas com as duas mãos. O cuzinho se abriu um pouco. Ele cuspiu e meteu o próprio dedo até a junta, enquanto a outra mão batia o pauzinho com movimentos curtos.
— Meu primo fala que você é igual ele… sabe? Que fica louco por um muci de 14.
— Sim... eu sou... pedófilo também.
A frase saiu leve, quase sem peso. Meu pau latejou mais forte. Enfiei o segundo dedo e comecei a foder meu próprio cu na câmera, olhando o dele engolir o dedo. Eu ia devagar de propósito, segurando, apertando a base quando o tesão subia demais.
Ele ficou ofegante bem rápido:
— Continua… eu já vou…
A mão dele ia mais rápido. O pauzinho rosado latejava, a cabeça descoberta, um fio constante de pré-gozo. Ele meteu o segundo dedo também, o corpo inteiro tremendo.
Gozo seco. O corpo se contraiu forte, o cu apertou os dedos, a respiração ficou presa. Nenhum jato. Só espasmos longos. Mas o pauzinho não baixou. Continuou duro, latejando, e ele nem parou de bater.
— Porra… já foi uma… continua, brother, não para.
Ele seguiu. Em menos de dois minutos aquele corpinho de menino tremeu de novo. Segundo gozo seco, ainda mais forte, o pauzinho latejando no vazio sem baixar nada. Ele gemia fino, ofegante, e já estava na terceira pouco depois, os dedos ainda no cu, a mão apertando a cabeça rosada.
Eu segurava. Apertava a base, diminuía o ritmo, respirava fundo. Dois dedos no meu cu, suor escorrendo, mas sem deixar subir até o fim. A imagem dele gozando seco três, quatro vezes seguidas, o piupiu lisinho sempre duro, era demais.
Na quinta vez ele quase gritou baixo. O corpo inteiro se contorceu, o cu latejou em volta dos dedos, e ainda assim o pauzinho continuou em pé, pingando só aquele fio transparente.
— Agora você… goza pra mim, brother. Eu já perdi a conta.
Só então acelerei. Os dedos faziam vai e vem molhado. A mão no pau apertava na base e subia até a cabeça. Gozei olhando direto pro cuzinho dele ainda aberto e pro pauzinho que não tinha baixado nenhuma vez. Jatos grossos bateram no peito e escorreram pelos dedos enquanto eu repetia na minha cabeça "você é pedófilo, Ricardo".
Ficamos só respirando. Ele tirou os dedos devagar, mostrou o buraco se contraindo e o pauzinho ainda semi-duro, e falou, voz rouca:
— Sessão foda. Eu gozei umas cinco vezes antes do pinto cansar. Quero de novo outro dia. Só nós dois…
— Quero. Qualquer madrugada.
Ele sorriu de lado, ainda pelado, o corpo só com suor:
— Fechado. Vou criar um lugar pra gente. Boa noite, brother.
Desligou.
Cinco minutos depois a notificação chegou. Ele tinha criado um grupo: "Os putos". Só três participantes. A primeira mensagem foi dele:
“Adicionei o cara do flingster. Batemos agora. Ele gozou me olhando de novo. Eu gozei umas cinco vezes seco e o piupiu não baixou kkk”
O João respondeu rápido:
“Sabia que ia rolar. Manda o que ele te mandou, primo.”
Matheus encaminhou algumas das fotos: meu pau grosso, o cu peludo com os dedos, o sovaco. O João mandou um áudio baixo, já ofegante:
“Porra… esse cu. Esse pentelho. Ele é do mesmo jeito que a gente, brother.”
Eu entrei no grupo sem falar nada no começo. Só li tudo. Depois mandei uma figurinha de edge e uma foto nova: o pau ainda meio duro, a porra secando no peito e nos dedos.
O João:
“Ainda tá sujo. Manda mais do cu, brother.”
Os dias seguintes foram só aquilo. Madrugada após madrugada o grupo ficava ativo. Matheus mandava o pauzinho lisinho sempre duro, às vezes deitado de costas com as pernas abertas, o cuzinho à mostra, legendas tipo “já gozei seco duas vezes só olhando as fotos de vocês e ele não baixa”. O João mandava o pau grande já pingando, ou prints de vídeos longos, e falava que estava segurando. Eu mandava o corpo depois do treino, o rego peludo, o sovaco molhado, dedos entrando devagar, e respondia que também estava segurando pra não gozar fácil.
As mensagens eram sempre no mesmo tom:
“Ontem fiquei quase duas horas só com as fotos de vocês. O primo já gozou seco umas quatro vezes e o piupiu continua em pé”
“Esse piupiu lisinho do meu primo me deixa maluco”
“O cu peludo do brother é viciante”
“Vocês dois ficam iguais quando o novinho aparece na tela kkk”
De vez em quando o João usava a palavra. Não ficava martelando, só soltava:
“Dois pedófilos de merda olhando o mesmo novinho de 14”
Matheus às vezes repetia rindo, quase sem perceber. Eu não puxava o assunto, mas quando a palavra aparecia o pau endurecia mais rápido.
Na quinta Matheus mandou um vídeo de vinte segundos: deitado, pernas bem abertas, dois dedos no cu, a outra mão no pauzinho, gemendo baixo enquanto o corpo tremia. Legenda: “Já foi a terceira seca e ele não baixa. Quero vocês dois me vendo”. O João respondeu com outro: batendo o pau grosso bem devagar, segurando, legenda “Tô segurando pra caralho só com isso, brother”. Eu mandei um de mim com três dedos, o barulho molhado bem audível, também segurando, legenda “amanhã a gente faz os três”.
Eles confirmaram na hora.
Sexta, quase três da manhã. A casa inteira dormindo. Cada um no seu celular, câmera baixa, fone no ouvido. Eu iniciei a chamada de vídeo pelo grupo. As duas telas abriram quase ao mesmo tempo.
O João estava no quarto dele, deitado de lado, short preto já puxado na frente. O pau grande semi-duro na mão. Matheus no quarto escuro, luz só do celular, completamente pelado, pernas abertas, o pauzinho rosado já duro e com um fio transparente.
O João falou primeiro, voz baixa e rouca:
— Semana inteira só de foto e áudio. Hoje a gente goza junto de verdade, brother. Mas a gente segura. O primo que goza quantas vezes quiser.
Matheus sorriu de canto:
— Eu já tô no limite só de esperar vocês entrarem. Ele não baixa nunca.
Começamos devagar. Eu mostrei o pau grosso, puxando a pele com calma, segurando o ritmo. O João bateu no mesmo ritmo lento. Matheus já ia mais rápido, passando o dedo em volta da cabeça do pauzinho, gemendo fino.
Em poucos minutos o corpo dele tremeu. Primeiro gozo seco. O cu se contraiu, a respiração prendeu, o pauzinho latejou forte… e continuou duro. Ele nem parou.
— Uma… continua, brother.
O João mandou no chat da chamada:
“Mostra o cu, os dois.”
Matheus virou e empinou mesmo depois de gozar. O cuzinho lisinho apareceu inteiro. Eu abri as pernas e mostrei o rego peludo. O João cuspiu na mão e seguiu devagar, segurando.
— Mete dedo, brother. Quero ver esse cu peludo engolindo de novo como se fosse o piruzinho do meu primo.
Enfiei dois. O barulho molhado saiu claro. Matheus meteu os dele também e em menos de um minuto gozou seco de novo. Segundo. O corpo inteiro se contorceu, mas o pauzinho seguiu em pé, latejando.
— Duas… porra…
O João falou pra ele, ainda baixo e controlado:
— Abre mais, primo. Mostra pra ele como você engole fundo. A gente tá segurando só pra ver isso.
Matheus abriu as nádegas. O dedo sumiu até a junta. Eu enfiei o terceiro. O suor escorria. Matheus gozou a terceira vez seco, gemendo mais alto, o pauzinho ainda duro pra caralho. Depois a quarta, quase em seguida, os espasmos mais longos, o corpo tremendo sem parar.
Eu e o João segurávamos. Apertávamos a base, diminuíamos o ritmo, respirávamos fundo. Cada gozo seco do Matheus, cada vez que o piupiu lisinho latejava sem baixar, fazia a gente segurar mais forte.
Ele chegou na sexta vez ofegante, quase sem voz, o pauzinho ainda em pé, o cu se contraindo sozinho.
— Vocês dois… agora… eu não aguento mais só olhando.
Só então aceleramos. Eu gozei segundo, jatos grossos batendo no peito, olhando o Matheus ainda aberto e o pauzinho que não tinha baixado nenhuma das vezes. O João gozou por último, jatos longos escorrendo pelos dedos, a respiração bem presa.
Ficamos só ofegantes um tempo, cada um na sua tela. Matheus ainda com o pauzinho semi-duro, eu e o João moles e sujos de porra.
O João falou, voz ainda rouca:
— Sessão foda. Melhor que qualquer punheta no Flingster. O primo gozou quantas? Perdi a conta.
Matheus riu baixo, ainda deitado:
— Umas seis… Meu pinto já tá inchado e não baixou haha. A gente podia fazer isso toda semana…
Desligamos a chamada pouco depois. O grupo ficou em silêncio por uns minutos. Depois as mensagens começaram de novo, mais calmas, de quem já tinha gozado.
João:
“Ainda tô sujo aqui. Valeu demais, gostosos.”
Matheus:
“Eu também. gozei seco umas seis vezes e o piupiu só baixou agora kkk foi foda. Tá doendo até.”
Eu mandei:
“Melhor madrugada em tempos. Ver o priminho aí gozar seco várias vezes enquanto a gente segura é outro nível”.
Ficamos trocando mais umas fotos rápidas do depois: pau mole, barriga suja, dedos ainda úmidos. Papo leve, cansado, sem pressa.
Quase meia hora depois o João mandou:
“E se a gente mostrasse o rosto?”
O silêncio no grupo durou alguns segundos.
Ele continuou:
“A gente já gozou junto várias vezes. Já mandou tudo. A gente já até sabe que o outro é pedófilo. Se quiser eu me arrisco antes” ele disse sem imaginar que eu sabia perfeitamente quem ele era.
A foto chegou. Rosto dele, cabelo escuro ainda úmido, olhos cansados de madrugada, aquele sorriso de canto que eu conhecia de sobra. Sem filtro, luz fraca do quarto.
Matheus demorou quase um minuto. Depois a foto dele apareceu: rosto limpo, pele bronzeada, cabelo bagunçado, olhar um pouco envergonhado e ao mesmo tempo ainda excitado.
Os dois ficaram online, esperando.
Eu fiquei olhando as duas fotos por um tempo longo. O pau ainda latejava de leve, mole, sujo. Respirei fundo, levantei o celular e tirei a foto. Cabelo escuro, a barba de alguns dias, os olhos, a boca. Tudo aparecendo pela primeira vez.
Mandei no grupo.
A mensagem foi entregue.
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Comentários (1)
Ro: Continua Please
Responder↴ • uid:1dyztn1hj3ia