#Bissexual #Gay

Descoberto e consumado - 02

1.9k palavras | 4 | 4.67 | 👁️
Lopedrinhofm

No dia seguinte, trabalhei super feliz por ter sido fodido pelo Marco, passei o dia pensando em como seria dar pra ele de novo, me preparei melhor psicologicamente e fisicamente, até que mandei mensagem para ele:
- Que horas te vejo hoje?
Demorou muito tempo para ele me responder, até que chegou a resposta:
- Oi, aqui é a esposa dele. Pra que quer ver ele?
Gelei na hora, mas levei na esportiva, fingindo acreditar, como ele era casado se falei com ele por dias no Grindr até mesmo de madrugada? Fora que na noite anterior ele me macetou com vontade e como uma pessoa experiente...
- Ah sim, esposa do Marco, pergunta pra ele se nós vamos jogar hoje
- Ele disse que hoje não dá pra jogar
- Tá bom então, se não gostou é só falar, não precisa ficar de joguinhos comigo.
- Gostou do que?
- Nada não.
Respondi seco, com raiva dele, achando que tudo isso era uma desculpa para eu não o procurar.
Foi quando ao chegar em meu prédio, esbarrei com Marco no corredor, junto com aquela novinha baixinha que o vi chegando outro dia.
- Wesley, deixa eu te apresentar, essa aqui é a Ana, minha esposa
- Ah, oi... oi Ana
Fiquei todo sem graça, ela me cumprimentou sorrindo e entraram, eu entrei em meu apartamento com essa informação rodando na minha mente, me senti mal, triste, não por ter dado pro Marco, mas por ele ser casado, foi gostoso e eu tinha aquele apego de primeira experiência, mas isso ia totalmente contra meus princípios.
Não falei com ele por dias, até que um dia ele me chamou no WhatsApp:
- Caralho, quase estragou tudo contando pra minha mulher!
- Eu não sabia que você era casado
- Não tinha pra que falar, ela não tá hoje, quer vir aqui?
- Onde ela tá?
- Pra que isso importa?
- Só curiosidade
- No hospital, a mãe dela tá na uti e ela tá acompanhando
- Desculpa, não me sinto bem assim, sua mulher está num momento difícil e você me levando aí, é desconfortável pra mim...
Eu esperava que ele me compreende-se, ou até que tentasse argumentar algo, confesso que estava morrendo de vontade de ir, mas Marco me respondeu com um:
- Foda-se então, vou achar outro viadinho
E me bloqueou.
Desde esse dia, eu o via nos corredores, elevadores, e não dava um bom dia.
Me senti tão constrangido que em dois meses mudei de novo, eu sentia saudades de ficar com um homem, mas coloquei na cabeça que esse mudo bissexual não era pra mim, até que no meu trabalho entrou um rapaz, um novinho, 19 anos, tatuado, mas super gente boa, chamado Fernando, viramos amigos facilmente, conversávamos sobre tudo, e depois de meses de empresa numa conversa informal ele me disse:
- Tem uma mina que eu to conversando que o fetiche dela é dar pra dois, topa?
- Topo!
Ele me mostrou a foto dela, e eu animei na hora, era uma loirinha baixinha, peituda, com a bundinha redondinha. Combinamos certinho e então, no dia marcado eu encontrei com ele, logo ela chegou na casa dele, era meu primeiro menage, estava um pouco nervoso mas sem desespero, nós dois já tínhamos feito oral na garota, e enquanto ela me chupava, Fernando se juntou a ela, eu me assustei, mas meu pau ficou mais duro do que estava.
Eles ficaram cada um de um lado, Fernando a esquerda e ela a direita, revezando em quem me abocanhava ou se juntando nas passadas das línguas, eu simplesmente ignorei o fato dele trabalhar comigo, segurei sua cabeça com tesão e o deixei chupar com vontade.
Começamos a revezar a bucetinha dela, era carnuda, melada, ela se dedilhava enquanto eu a fodia, e Fernando metia o pau na boca dela, aquilo tudo me deu um tesão enorme, eu estava encantado em ver a rola dele na boca dela, conforme a dividíamos eu notei que ele metia bem, mas olhando para Fernando, eu não via nele uma aparência de ativo... ele tinha o pau bonito, mas a minha vontade estava em socar minha rola nele, então eu ousei encostar nele por trás enquanto ele metia nela, pra minha surpresa ele não me xingou, só me disse:
- Hoje não, hoje eu não to preparado
Ficamos apenas nela, finalizamos juntos, e não comentamos nada disso por semanas, até que em dia, com muito tesão, mandei mensagem pra Fernando, já era tarde, umas 22h30.
- Fernando, tá acordado?
- To sim...
- Cara, eu não sei como te falar, mas tava lembrando da sua chupada
- Gostou?
- Sim, uma delícia, me surpreendeu você ter chupado na frente dela
- Ela sabe que eu sou bi, todo mundo sabe
- Eu não sabia...
- Sério? Achei que tivesse percebido
- Percebi depois, você é passivo?
- Versátil, curto dar e comer
- Entendi...
- Tá querendo me foder, é?
- É... e talvez dar também
- Demoro, amanhã depois do expediente a gente vai pra minha casa
- Combinado.
Fui trabalhar no dia seguinte rindo, olhava pro Fernando e ficava bobo com um sorriso travado e saber que tínhamos um segredo, saímos juntos como dois amigos, chegamos na casa dele, e a amizade deixou tudo mais leve, nos beijamos, nos pegamos, nossas mãos percorram o corpo um do outro, e nos chupamos, o pau dele era longo, fino, mas bem gostoso, cabecinha rosa, eu lambia das bolas até a cabeça, Fernando gemia intensamente, depois ele me chupou, e bem melhor do que da primeira vez, logo eu comecei a fodê-lo, ele não reclamava, pelo contrário, jogava a bunda contra minha cintura, minha pica entrava toda em seu cuzinho apertado e ele gemia:
- Isssso Weslleeey, me fooode, vaaai, forteeee, isssoooo, aiiii, aiiii
Eu deitei e ele veio cavalgar, quando ele se acomodou eu achei estranho a sensação de seu saco batendo em mim nas quicadas, mas logo estava gostoso, o punhetei enquanto ele sentava, e por um instante esqueci que havia pedido para ser passivo, foi quando Fernando disse:
- Minha vez agora, começou a doer um pouquinho, deixa eu te foder
Fiquei travado, mas deixei, me virei com vergonha, Fernando pincelou o pau em mim com cuidado e foi entrando devagar, eu arfei, e ele tirou, começou a me foder apenas com a cabecinha, e na medida que eu me acostumava ele enfiava mais, não demorou muito para eu me acostumar, mas confesso que não gostei tanto, senti prazer, mas percebi que eu tinha mais prazer sendo ativo, deixei mesmo assim, Fernando encheu meu cuzinho de porra, tomamos banho juntos e rimos felizes pela nossa transa.
- Isso é gostoso, mas tenho vergonha de alguém descobrir
- De boa, eu não vou contar pra ninguém, você não é o único da empresa que eu saio
- Não? Quem é o outro?
- Aí é segredo!
- Conta, por favor
- Não...
- Conta, vai!
- Tá, mas guarda entre nós, eu saio com o Samuel.
- Com o Samuel? O Samuel... o Samuel é... é gay?
- Não... ele é "hétero"
- Porra, mas o Samuel é velho
- Velho não, maduro, e bem gostoso, peludo, do jeito que eu gosto.
- Caralho, que nojo
- Nojo por que?
- Ele é feio pra porra
- Se você visse a piroca dele não falaria isso
Samuel era meu supervisor, um cara de uns 45 anos, cabelos levemente grisalho, ele não tinha corpo em forma, tinha era uma pequena pança, nada atrativo, fui embora pra casa pensando nisso, ao passar do tempo, Fernando abria minha mente sobre o mundo liberal em si, transei com ele umas 5x, e para mim, transar com alguém do mesmo sexo já não era mais motivo de vergonha, pelo menos não era, até eu começar a namorar com a Gabriela, uma morena linda, corpo perfeito, Gabriela tinha minha idade e nos conhecemos justamente na empresa, assim que comecei a namorar me afastei de Fernando naturalmente, foi chato ter que deixar ele de lado, mas Gabriela era incrível, nós estávamos bem, por uns 6 meses namorando já tínhamos uma conexão absurda, certo dia, estávamos em um happy hour após o expediente, e um de nossos amigos disse:
- O Fernando é chato pra caralho, odeio viadinho, tudo fresco.
Gabi: Geralmente quem fala assim come viadinho no sigilo
Leandro: Não como não, meu negócio é buceta
Tati: O Fernanda é chatinho mesmo, desconfio que ele tem um caso com o Samuel
Gabi: E se tiver não é problema nosso, né?
Leandro: Já pensou? O Leandro fodendo o Fernando? Que nojo!
Gabi: Ai gente, deixa ele, o cu é dele, ele dá pra quem quer.
Tati: Vixi, tá defendendo muito o Fernando.
Gabi: Ele é legal comigo, não acho certo eu falar mal dele por ele ser bi, e prefiro até que ele seja assumido do que esses caras que pagam de machão e dão o rabo por aí.
Eu fazia cara de bobo ouvindo aquilo, terminamos nossas bebidas e fui pra casa, Gabi foi comigo, transamos gostoso naquela noite, pela manhã de sábado, um número me chamou no WhatsApp, ela viu a mensagem e me perguntou:
- Que porra é essa?
- O que?
- Esse cara aqui, quem é?
Ela me mostrou a foto e eu disse:
- É o rapaz que era meu vizinho, por que?
- Por que ele tá te mandando: "To sentindo saudades desse cuzinho?"
- Acho que ele mandou errado
- É? Você nunca deu pra ele?
- Eu não, sai fora! Sou homem!
- Então responde! Fala aí na minha frente que ele mandou errado.
Peguei o celular com a mão suando e disse:
- Oi Marco, acho que você mandou errado.
Fazia meses que ele e eu não nos falávamos, justo agora ele me mandava mensagem, e ele me respondeu:
- Saquei, foi mal pelo que aconteceu entre a gente, eu fui escroto, quando tiver afim, to por aqui.
Inventei mil desculpas para a Gabi, ela acabou aceitando, não acreditando... mas pelo menos não houve uma discussão pesada.
Passamos o fim de semana bem, tranquilos, até na segunda-feira Marco mandar outra mensagem, e meu pensamento começar a se dividir.

Comentários (4)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Beto: Sou bi também. E amei seu conto comer um cu é gostoso e dar o cuzinho é muito mais ainda.

    Responder↴ • uid:g62bi2fv1
  • Neymar28: Olá, Pedro. Estou gostando dessa nova saga, também concordo com a Julinha, estou acostumado com seus contos serem mais longos, parece que o ritmo dos personagens mudou completamente neste, hein?! Continue.

    Responder↴ • uid:1dxunkcpnkl7
    • CasadaSafadinha: 👍😜😜

      • uid:fi04io20a
  • Julinha: Pedro, o conto está interessante, mas achei muito curtinho, queria ver mais ação

    Responder↴ • uid:mt97506i9