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Os cunhados - por Sabrina - parte 9

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lasabrinafm

Felipe me pôs de quatro, abrindo minha bunda e olhando como meu cuzinho tinha sido aberto por Gabriel e Pedro, ele beijou minhas nádegas e deu um tapa forte.
Ele lambuzou o pau com o lubrificante enquanto eu já sofria por antecedência, sem ele nem sequer ter me fodido, quando ele começou a entrar eu agarrava o lençol tentando aguentar, ele colocou um pouco e ficou no vai e vem enquanto eu me contorcia tentando suportar aquela tora grossa em mim, aos poucos eu me laceei, mas a cada centímetro que entrava parecia que nunca chegaria ao fim, quando finalmente senti sua pele eu tremia as pernas, Felipe pegou o celular para gravar meu sofrimento, ele tirava e colocava devagar, e eu gemia fino, tremendo a voz, enquanto ele me abria eu conseguia acostumar, e passei a gemer com vontade pedindo para socar mais forte.
Felipe me destruiu aquele dia, revemos o vídeo diversas vezes e apagamos, para não correr o risco de vazar.
No dia seguinte, um domingo, eu fui embora pra fazenda, aproveitei o vale ambientação do Felipe e passei no mercado e fiz uma baita compra para meus pais, eu estava feliz, era um dia gostoso, mas assim que eu cheguei com muitas sacolas de mercado, meu pai me perguntou:
- De onde você tirou dinheiro pra isso tudo?
- O Felipe me deu o vale alimentação dele
- Sabrina, não quero viver de esmolas, minha aposentadoria caí dia 30, fala pro Felipe que a gente não passa necessidade, e devolve esse cartão pra ele
Eu fiquei calada vendo a ingratidão do meu pai, não respondi, mas fiquei muito chateada dele não ter falado um obrigado pelo menos, minha mãe já tinha a mente mais aberta, na segunda eu saí cedo de casa, fiquei o dia todo na casa do Felipe sozinha, lá passou a ser um refúgio pra mim, e aos poucos eu vivia mais lá do que na minha casa, continuei ajudando e visitando meus pais, mas naturalmente acabei indo morar com o Felipe, sem planejar, e a vida era leve, até o dia em que ele chegou em casa e me disse:
- Amor, eu vou precisar ficar 3 semanas fora
- 3 semanas? Pra onde você vai?
- Canadá, eu preciso ir amanhã, outro diretor ia, mas o visto dele foi negado, e eu só fui avisado hoje
- Felipe... amanhã? Não tem como você não ir?
Ele suspirou, triste, e disse:
- Vai me ajudar muito ir, a empresa vai me acertar um valor alto, e é uma oportunidade boa, quem sabe eu não consiga pegar uma vaga nas relações exteriores
- Você tá querendo sair do Brasil de vez? Logo agora que eu comecei minha faculdade?
- Não... talvez, se eu receber uma boa proposta, quem sabe? Podemos arriscar a vida fora daqui
- Felipe, eu preciso viver com os pés no chão, essa vida de hoje aqui, amanhã ali, não é pra mim, vai pra sua viagem e vamos viver um dia de cada vez.
- Tá bom...
- Quem vai viajar com você?
- Vou com... com... com a Nayara
- Puta que pariu! Só tem ela pra te acompanhar?
- Ela e eu somos os únicos que falam outro idioma na filial de Campinas
- Tá... tá...
Respirei fundo tentando não surtar com o fato dele passar 3 semanas andando pelas ruas de Canadá com a Nayara.
Felipe me assegurou de que não aprontaria nada, e só me restava acreditar na palavra dele.
No dia seguinte, o levei até o aeroporto, nos despedimos com o coração apertado, quando voltei pra casa a saudade fazia parecer que já haviam se passado meses, e a insegurança batia na minha mente.
Passei dias sozinha, conversando com ele por mensagens, às vezes eu passeava para espairecer e até cogitei arrumar um emprego, aliás, meus pais acreditavam que eu já estava trabalhando, menti para eles para não ficarem brigando comigo por eu estar sendo sustentada pelo Fe.
No primeiro fim de semana, a campainha tocou, fui atender e era Gabriel e Bruna.
- Oi gente, o Felipe não voltou ainda
Bruna: Eu sei, a gente veio te ver
Deixei eles entrarem, a companhia deles poderiam me animar, e foi o que aconteceu, conversamos bem, ignorei algumas merdas que o Gabriel falou, mas tudo começou a perder o equilíbrio quando Bruna me disse:
- Será que a Fernanda e o Pedro aceitam uma suruba hoje?
Eu: Acho que sim, vocês vão trocar?
Bruna: Pensei em a gente vir pra cá a noite, todo mundo...
Eu: O Fe não tá... não acho justo
Bruna: E você acha que ele tá lá com a Nayara só conversando? 3 semanas conversando? Os dois sozinhos, em outro país e você acreditando na fidelidade do Felipe?
Eu: Sim... eu acredito no Felipe
Bruna: Você ainda não conhece o Felipe
Eu: O que eu ainda não sei?
Gabriel: Ele já comeu essa Nayara
Bruna o encarou por ele ter soltado assim do nada.
Eu: Não... eu vi ela dizendo que ainda daria pra ele na mesa dele, que ele estava fugindo dela... eles não transaram
Gabriel: Na empresa não, mas nessas viagens ele fodia ela direto, a Marina sempre desconfiou, ele mesmo me contou
Bruna: Gabriel... cala a boca
Eu: Mas será que ele vai me trair com ela?
Gabriel: Vai não, já deve ter traído, se ele não comeu a Nayara nessa viagem ele é viado
Bruna mudou de assunto, e logo foram embora, eu fiquei com isso martelando minha mente, mas tentando confiar em Felipe, acreditando que isso era apenas uma chatice de Gabriel, então por puro tédio eu mexi no notebook do Felipe, e pra minha surpresa o WhatsApp dele estava conectado, não pensei 2x em ver as conversas recentes, e principalmente a conversa com Nayara, a conversa era simples, seca, corporativa e tudo indicava que estavam realmente em quartos diferentes, mas uma coisa me chamou atenção, não foi nenhuma conversa, foi uma ligação... Felipe atendeu uma ligação de Marina e ficaram cerca de 15 minutos em chamada.
Eu não tinha pistas do que falaram, e ele não me contou nada. Então joguei verde, mandei mensagem imediatamente:
- Amor, tá tudo bem?
- Sim, e por aí?
- Tá... só sentindo sua falta.
- Deve estar chato aí, né? Conversou com alguém hoje? O Gabriel, a Bruna...? Alguém?
- Não, não falei com eles hoje
- Hum... nenhuma novidade?
- Não amor
Conversei por alguns minutos e ele nem se quer mencionou a ligação com Marina, então a paranoia bateu forma, larguei o notebook aberto e acompanhava toda e qualquer mensagem que ele mandava e recebia.
Era até entediante a formalidade com que o tratavam, mas as coisas esquentaram quando ele recebeu uma mensagem de Pedro, e o assunto da conversa era eu.
(...)
Pedro: Ela é muito gostosa, o cu dela apertou minha pica dum jeito delicioso
Felipe: Quando eu voltar marcamos uma bagunça sem o Gabriel
Pedro: O Gabriel estraga a foda
Felipe: A Bruna é gostosa, vale a pena, mas o Gabriel irrita pra caralho
Pedro: E a Sabrina sabe do que rolou no banheiro?
Felipe: Não, não sabe, ela surtaria se soubesse
Pedro: Não conta, tenho vergonha
Felipe: Pode confiar em mim, não vou contar
Pedro: Tá... mas foi gostoso
Felipe: Eu gostei também
Eu fiquei de boca aberta... os dois se pegaram no banheiro, não sabia como, mas isso era um tanto quanto estranho, nunca imaginei que o Felipe faria isso com um homem, ele não tinha pinta... mas fiquei curiosa em saber o que fizeram, foi aí que a alguns dias depois a oportunidade bateu na porta.
Pedro tocou a campainha...
- Oi, Pedro
- Oi, Sabrina, a Fernanda pediu pra eu ver se você tem um liquidificador pra emprestar, o nosso quebrou
- Tenho, entra aqui pra pegar
- Não... o Fe não tá em casa... vai que alguém me vê entrando
Fiz uma cara de safada e pedi com carinho:
- Entra vai...
Ele entrou, suando frio, me acompanhou até a cozinha e eu peguei o liquidificador dizendo:
- É tão gostoso transar com você
Ele ficou vermelho, sorriu e timidamente respondeu:
- Eu também gosto de transar com você
- Vamos falar baixo por causa das câmeras... você pode me acompanhar até os fundos?
- Po-posso...
Fomos andando e eu já percebia o volume na calça de Pedro, mas de todos os joguinhos que eu podia fazer, optei por falar a verdade, quando chegamos na área gourmet, o único lugar sem câmeras na parte térrea da casa, falei:
- Pedro, eu vi sua conversa com o Felipe... o que aconteceu no banheiro?
- No banheiro? Nada... não aconteceu nada
- Eu não quero mentiras, Pedro, e eu já sei a verdade, só quero confirmar - eu não sabia de nada.
Pedro olhou pro chão e disse envergonhado.
- Eu pedi pra mamar o Felipe, ele que te contou?
- Não... eu vi o WhatsApp dele
- Vai falar pra Fernanda?
- Não... não vou falar, e o Felipe? Ele chupou você?
- Não... ele só me deixou mamar mesmo
- Hum, tá bom
- Estraguei as coisas entre a gente né?
- Jamais. Eu respeito sua curiosidade, e ele disse, quando voltar a gente vai brincar de novo
- Confesso que to louco de vontade
- To vendo...
- Não podemos só uma rapidinha?
- Eu não me sentiria bem em esconder isso de todo mundo
- Ninguém vai saber
- Melhor não, eu sou péssima mentindo, e odeio mentiras
- Ah vai, por favor, olha como você me deixou...
O pau dele marcava toda a calça, eu estava cheia de vontades e falei:
- Tá... eu aceito, mas pelo menos o Felipe vai saber
- Não, melhor não
- Tem medo dele brigar?
- Claro... mais ainda da Fernanda ficar sabendo
- Tá certo, então vamos esperar ele voltar.
Pedro saiu, e eu fiquei ali sentada no sofá me masturbando, pensando se eu deveria ou não trair o Felipe, afinal, eu já estava convencida de que estava sendo corna.
E então vi mais uma notificação, dessa vez era Tiago, abri a conversa deles e vi Tiago falando todo formal.
- Senhor Felipe, a sua esposa precisa de companhia?
- Não, obrigado
- Se precisar de mim, estou disponível para cuidar dela
- Ela está bem, vamos dar uma parada com isso, ok?
- Certo. De qualquer forma, fico ansioso para a próxima vez.
Eu ri, parecia uma conversa de negócios.
Os dias foram passando e então Felipe voltou, eu fui busca-lo no aeroporto e ele estava lá com Nayara, uma mulher alta, cabelos ondulados, uma aparência e jeito que exala poder e luxúria, ela me mediu de cima abaixo e Felipe disse:
- Amor, vamos levar a Nayara, ela está sem carro e o uber não está encontrando
Fechei os punhos e abri um sorriso simpático: - Claro, amor, vamos leva-la.
Felipe dirigia, e no banco de trás Nayara não parava de falar 1 minuto de como foi a melhor viagem da carreira dela.
Deixamos ela em um bairro nobre de São Paulo, ela desceu dizendo:
- Me convida qualquer dia para conhecer sua casa, Fe
- Vou chamar sim
Assim que saímos, eu questionei:
- Por que ela é a única que não te chama de senhor Felipe?
- Nós nos conhecemos a anos, ela me conhece desde a época que eu ainda era analista, e a informalidade ficou
- Por isso ou por que já tiveram um caso?
Pensei que ele iria fugir de responder, mas ele se manteve calmo, respirou fundo e falou:
- Você tem que confiar mais em mim, a Nayara e eu ficamos algumas vezes, mas isso tá no passado.
- Eu não gosto dessa mulher! Se eu sonhar que você me traiu durante essa viagem...
- Eu vou pedir transferência
- O que?
- Vou pedir pro Sr. Medeiros me mandar pra matriz, se a Nayara te faz duvidar do meu caráter, vou me afastar dela
- Não... não precisa se transferir, eu confio em você
- Mesmo?
- Na verdade, não
- O que foi agora?
- Eu peguei seu notebook para fazer minha aula, seu WhatsApp estava conectado
- E?
- E eu vi que rolou algo entre você e o Pedro no banheiro
- Foi na suruba, ele pediu pra chupar e eu deixei, você pegou as meninas também, ele só tinha curiosidade, foi nada demais, acha que isso foi uma traição?
- Não... mas eu não gostei de saber que você se envolveu com outro homem
- Só deixei o cara mamar, mas beleza, não faço de novo
- Da próxima vez eu quero ver, não quero nada escondido
- Não vai ter próxima
- Por que?
- Essa suruba já tá começando a causar brigas, melhor parar
- Tá... se você prefere assim
Chegamos em casa, e a discussão caiu no esquecimento, nos agarramos e matamos toda a saudade, Felipe e eu transamos intensamente.
Pela manhã, era 6h da manhã e a campainha tocava sem parar, Felipe desceu despenteado, bagunçado e foi atender, eu cochilava leve esperando ele voltar, até eu ouvir a voz de Cristiano.

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