#Gay #Teen #Virgem

Aprendiz de alfaiataria

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Alberto

Ainda novinho consegui um emprego de ajudante geral na loja do Sr. Kalil, um quarentão de corpo atlético, narigudo e olhar penetrante. Assim que fui contratado pela esposa do proprietário, fui encaminhado ao costureiro que prestava serviços ali mesmo ajustando as roupas que eram vendidas na imensa loja. Assim que entrei na cômodo que era chamado de alfaiataria, Sr. João, um sessentão com traços de indígena mandou eu ficar só de cueca e ficar com os braços levantados. O bugre começou medindo meus punhos, meus braços e já quando foi medir meu tórax encostou seu corpo atrevidamente no meu e pude sentir seu ventre encostado na minha bunda, fiquei meio receoso, pois não podia protestar e me arriscar a perder o emprego mesmo antes de começar a trabalhar e quando mediu minha cintura, o fez por trás, e me seguida, mediu minha bunda e atrevidamente alisou meu rego, naquele instante meu libido já foi ao máximo, fechei os olhos e quando abri, vi pelo espelho que o sacana estava vendo minha cara de tesudo, então ele passou a medir minhas pernas e constatou minha ereção e sem qualquer cerimônia, puxou meu cacete de dentro da minha cueca e pude experimentar pela primeira vez os prazeres de uma chupeta. O alfaiate devia ter muitos anos de putaria, pois sua boca chupou minha rola de tal forma que parecia uma pena puxando com os lábios a pele de meu pau e em movimento coordenado levava de volta a pele para a posição normal com os dentes. Senti-me no céu e quando dei por conta, ele estava se masturbando com uma mão e a ponta dedo indicador da outra cutucava deliciosamente meu rabinho. Gozamos juntos. Comecei a trabalhar no dia seguinte. No final do dia, a esposa do seu Kalil me avisou que meu uniforme estava pronto e que eu devia me dirigir à alfaiataria para experimenta-lo. Fui o mais rápido que pude, certo de que receberia uma nova chupeta. Chegando lá o Sr. João mandou eu tirar tudo, inclusive a cueca e colocar a camisa primeiro, eu o fiz . Assim que acabei de colocar a camisa, o alfaiate me abraçou por trás, me imprensou contra a mesa, levou a mão a meu cacete que já estava duro e passou a me masturbar, enquanto com a outra mão passou a esfregar seu pau no meu rego. Nossa que delícia que foi, gozamos abundantemente juntos. João muito maliciosamente limpou toda a porra que estava entre minhas nádegas com a língua e foi baixando, até que enfiou aquela língua áspera em forma de cunha no meu cuzinho, não resisti e enquanto me deliciava com aquela língua me masturbei, gozando forte. João me dispensou e mandou eu voltar no fim do dia seguinte para experimentar a calça que ainda não tinha ficado pronta, instruindo-me a vir trabalhar com a camisa da firma, calça jeans, sem cueca e com o tênis que me forneceu enquanto me instruía. No fim do expediente do dia seguinte, já excitado, lá fui eu pronto para dar mais uma daquelas gozadas. Entrei na alfaiataria, recebi ordens de João para tirar o tênis e a calça, o que fiz de bom grado, já com o pinto animadinho, mas logo me vi embaraçado, pois o Sr. Kalil entrou no cômodo e trancou a porta, comendo-me com os olhos. Senti que a situação tinha mudado, tentei virar a bunda para o outro lado e vi Kalil continuava vendo minha bundinha gordinha, diferente do resto do meu corpo que é bem magrinho, através do espelho e para minha surpresa, João ajoelhou na frente do patrão que puxou da própria braguilha uma tora enorme dando para João chupar, deixando-me completamente atônito. Vendo aquele mestre das chupetas engolir quase a metade daquela mangueira fui puxado por Kalil que já levou uma das mãos a minha nádega e beijou minha boca enquanto João sem tirar sem tirar a piroca de Kalil da boca esticou a mão e passou a me masturbar, confesso, naquele instante além de confuso, fiquei com medo, mas encantando com a ferramenta que estava sendo chupada e com aquela mão alisando deliciosamente meu bumbum, sentindo aquele dedo tentava invadir meu cuzinho virgem. Os gemidos de João e de Kalil me excitaram e eu acabei facilitando a invasão do dedo grosso e meu anel passou a morder o invasor e gozei deliciosamente. Saí dali sentindo um vazio no rabo mas já vestindo a calça nova e levando nas mãos uma segunda camisa da firma. Ao passar pelo escritório, a chifruda, esposa de Kalil elogiou minha elegância. No dia seguinte a esposa do Sr. Kalil me avisou que eu deveria fazer hora extra, ficando no sábado a tarde para ajudar seu marido a arrumar o estoque, tremi ao ouvi-la falar pois sabia que Kalil ia tentar algum atrevimento comigo e "brincar" com aquele pirocão não seria muito perigoso, mas ao chegar em casa, entrei no chuveiro e lembrando daquela pica linda, me masturbei com o dedo no cu. No sábado pela manhã eu estava super ansioso e vi os funcionários saírem um a um e quando ia para os fundos com minha marmita na mão, a esposa do Kalil me chamou para almoçar no escritório com eles e naquele momento achei que a coroa que era até gostosa participaria da brincadeira que eu já estava considerando certa, mas ao final do almoço, ela juntou suas coisas e Kalil a levou à porta, nos trancando por dentro. Nos dirigimos ao estoque, enquanto eu arrumava umas peças que estavam mal empilhada, meu patrão entrou entre duas prateleira e logo me chamou, quando entrei no corredor vi uma cama de armar aberta e me aproximei dele devagarinho sendo abraçado carinhosamente por aquele macho de mais de um metro e oitenta, braços fortes e ali longe de qualquer pessoa que poderia nos recriminar, senti aquela vara dura crescer entre minha barriga e o ventre do macho . Ao ter a boca invadida por sua língua a chupei com muito prazer e senti os primeiros espasmos musculares, logo estávamos os dois completamente nus, em pé nos alisando como um casal de namorados e já muito excitados. Senti a pressão no ombro e entendi, ajoelhei e lá estava aquela estaca dura na minha frente, abocanhei a cabeçorra tentando fazer como João e ouvi meu patrão gemer enquanto alisava meus cabelos, naquele instante descobri que também tinha o dão para chupar rola e me empolguei mordiscando a lateral da piroca, masturbando-a, tentando engolir o máximo que conseguia sem me engasgar até que Kalil me puxou, tirando-me do chão, colocou-me ajoelhado na cama, me apavorei, pois aquele cacetão jamais caberia no meu cuzinho virgem. Kalil bom fodedor, que com certeza já tinha comido alguns dos outros que trabalhavam ali, alisou meu rego com o cacete. Nossa, cada passada daquela cabeça entre minhas nádegas era um novo arrepio que percorria todo meu corpo e mais um gemido que eu não conseguia controlar. Meu cuzinho passou a piscar nervosamente, foi então que Kalil esticou a mão e pegou na prateleira uma bisnaga de gel, encheu a mão com o conteúdo untou aquele mastro enorme e enfiou o dedo no meu buraquinho, lubrificando-o. Mesmo com o medo do que estava prestes a acontecer, sentia meu rabinho morder aquele dedo, um prazer enorme, deixei-me levar por aquela sensação gostosa e instintivamente rebolei com o dedo entrando saindo, quase gozando, antes mesmo de experimentar o principal estava uma delícia, pelo primeira vez me senti completo. Logo a piroca parou em no meu anel e senti a pressão, de um segundo para o outro, aquele prazer indescritível foi substituído por uma dor terrível, tentei levar meu corpo para frente, mas o empalador ao mesmo tempo que impediu segurando meu quadril, me puxou e aquela linguiça abriu um pouco mais meu canal anal e o tesudo me avisou que a cabeça já tinha entrado e que a dor sumiria em pouco tempo, parou por um tempinho e com voz tesuda observou que meu cu estava sugando sua pica e realmente senti que minha musculatura anal fazia um movimento involuntário e naquele instante me convenci que eu era realmente um viadinho capaz de dar muito prazer a meus parceiros e aos pouquinho empurrei meu rabinho para trás, me deliciando com a piroca entrando centímetro por centímetro em mim e assim que meu comedor fez os primeiros movimentos, senti jatos e mais jatos bem lá no fundo e gozei como uma gazela gemendo de prazer como uma puta, entendendo que não poderia mais viver sem tomar rolas no cu. Seguindo as orientações de Kalil sentei no vaso sanitário e com muita dor expulsei o que tinha no canal ouvindo o patrão dizer que a partir daquela segunda feira eu passaria a trabalhar como aprendiz na alfaiataria da loja, onde ele me visitaria sempre que tivesse com vontade de comer um cuzinho apertado.

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