A disputa pelo nerd – parte 1
Voltei para mais um relato, dessa vez envolvendo três garotos. Separei em duas partes porque estava muito longo
Voltei para mais um relato, dessa vez envolvendo três meninos...
Meu nome é Marcos e sou vigia de um colégio aqui em BH, aquele funcionário que todo mundo gosta, e a história de hoje começa na escola, mas termina em um passeio inesquecível, é sobre três garotos: Artur, Tomás e Samuel.
Artur e Tomás estudavam lá desde pequenos, e na verdade, se conheciam de fora do colégio, se não me engano eram vizinhos. Chegavam e iam embora juntos, comemoravam vitórias na quadra juntos (e ai de quem tentasse colocá-los em times separados), os trabalhos em dupla eram sempre juntos, e até quando aprontavam iam pra diretoria juntos. Mas diferente dos meninos do outro relato, nunca senti ou desconfiei de alguma homossexualidade de nenhum dos dois, enxergava muito mais como um afeto fraterno, como se fossem realmente irmãos de alma.
Samuel, por sua vez, entrou mais tarde no colégio, e por mais que fosse o tipo de garoto nerd e tímido, não teve nenhum problema em se misturar, criando uma forte amizade com os outros dois meninos. Ao contrário deles, Samuel deixava sim dúvidas sobre sua sexualidade, não sabia até que ponto sua timidez poderia ser confundida com seu desejo, mas era um fato que ele só era tímido em torno de homens, como quando veio falar comigo um dia que eu estava trabalhando de bermuda, e ele gaguejava e tremia, mas não tirava os olhos das minhas coxas. Ele tinha muita sorte que eu tenho um grande autocontrole, porque Samuel era um garoto muito desejável, seus olhos de jabuticaba, seu cabelo ondulado mas sempre aparado, magrinho o suficiente pra que marcassem as maçãs do rosto mas com lábios carnudos que nos fazem imaginar as coisas mais safadas.
Artur era um garoto bronzeadinho como um indío, muito atraente também, o mais definido e alto dos três porque fazia natação. Seu sorriso chamava atenção por onde passava junto aos seus cabelos pretos e lisos que ele ajeitava a cada minuto em uma franja que não parava no lugar. Por último, Tomás era o típico garoto estilo surfistinha, um cabelo loiro mais pro dourado do que pro amarelo, sua pele era bronzeada até mesmo no inverno e apesar de um pouco mais baixo, também era definido, mas aonde Artur ganhava nos braços e peitoral, Tomás ganhava nas suas coxas grossas e sua bunda redondinha. Todos os três eram muito atraentes.
Samuel entrou no colégio no sexto ano, logo fez amizade com os meninos e os três se tornaram inseparáveis até o nono ano. Eu não sabia exatamente o que tinha acontecido, mas havia um clima estranho entre Artur e Tomás. Começaram a se separar nos times da educação física, nos trabalhos em dupla, e às vezes até iam embora separados, embora eu não soubesse o motivo, havia um fator comum: Samuel. Eles discutiam para ver qual dos dois iam pro time do Samuel, quem faria o trabalho com o Samuel, quem sentaria mais perto do Samuel aquele dia... não sei que feitiço aquele menino jogou pra dois irmãos estarem discutindo tanto assim.
Até que um dia, me deu uma vontade absurda de ir ao banheiro, tentei a cabine de funcionários mas estava ocupada, e simplesmente não dava pra esperar, fui ao banheiro dos alunos mesmo, me fechei em uma das cabines e me aliviei. Fiquei ali sentado, matando um tempo de trabalho, até que escuto duas vozes entrando no banheiro: eram Tomás e Samuel.
– Aula chata da porra – disse Tomás.
– Até a professora sabe que é chata, tanto que ela libera qualquer um pra ir ao banheiro.
Os dois riram. Continuei em silêncio na minha cabine.
– Pior que eu precisava mijar mesmo, peraí – Tomás continuou.
Ouvi os passos de Tomás se direcionando aos mictórios, que ficavam de frente pras cabines, e no silêncio que se seguiu conseguia até ouvir o jato dele mijando. Samuel não falava nada, queria poder abrir a porta e ver com meus olhos essa cena, mas não poderia.
– O seu é bem grosso né, Tom?
Tomás parou de mijar, conseguia imaginar a cena: ele pegando em sua rola e sacudindo, passando a mão de cima pra baixo enquanto Samuel engolia ela com os olhos.
– É o mais grosso da sala.
– Como você sabe? – perguntou Samuel.
– É só reparar nas bermudas, nas cuecas do vestiário, no mictório... – respondeu Tomás.
– E você fica reparando na rola deles??
– Diz o cara que tava secando meu pau enquanto eu mijava.
Eu via, pelas sombras por baixo da porta, que Tomás tinha se virado para Samuel, era difícil de ver a sombra de seu pau pelo ângulo da luz, mas eu simplesmente acreditava em Samuel.
– Desculpa, ehr... é que o meu... não sei, não acho o meu especial e não vi muitos pintos na vida... e fiquei surpreso, só isso – conseguia imaginar suas bochechas brancas corando.
– Mostra aí – disse Tomás.
Silêncio.
– Aqui?
– Não tem mais ninguém. E homem faz isso mesmo, compara rola o tempo todo.
– Sério?
– Uhum.
– Você já comparou com alguém da sala?
– Alguns, por quê?
– Comparou com o Artur? – seguiu-se um silêncio, parecia que Samuel havia feito uma pergunta proibida.
– Sim, mas faz tempo. Foi lá no sétimo ano.
– E quem...
– Tô esperando mostrar o seu. Cê tá vendo o meu maior tempão – eu entendi o que Samuel ia perguntar, e parece que Tomás não estava afim de responder, se o dele era tão grosso, será que o do Artur era maior ainda?
– Peraí.
Ouvi enquanto Samuel abria seu zíper e sua sombra no chão mexia os braços. Os dois ficaram em silêncio enquanto Tomás analisava o pau do colega.
– Eu tô com vergonha então tá meio encolhido... – justificou Samuel.
– É um tamanho ok.
– Tá mole, também...
– Aham – Tomás riu – Você tá se controlando pra não ficar duro, mas tá meia bomba só de olhar pro meu pau.
– N-não tô...
– Olha só, todo vermelhinho só porque viu um pau grande, – Tomás se aproximou de Samuel – sabe, Samuca. No mundo tem quem goza e tem quem engole...
– Como assim?
– Os paus grandes, como esse aqui – ouvi o som dele batendo a rola na própria mão, – são os que gozam, e os pequenos como o seu – imagino que ele deva ter pegado na rola de Samuel nesse momento – engolem tudinho.
– Eu não tô entendendo...
Nesse momento, Tomás puxou Samuel pra cabine ao lado da minha, ouvi ele se sentando no vaso e fechando a porta, suas calças caíram completamente no chão.
– Ajoelha e me chupa.
Vi pela divisão do mármore Samuel ajoelhando nos azulejos do banheiro, levantei meu pés e coloquei pra cima do vaso para que não me vissem ali.
– Eu não sei... eu nunca...
– Você vai ver que sabe, é natural.
– Eu não sei se cabe...
– Chupa essa porra! Olha sua boca, foi feita pra isso. Mama quietinho.
Ouvi o barulho molhado de uma rola entrando numa boca gulosa. Imaginei a cena na minha cabeça, os lábios carnudos de Samuel engolindo centímetro por centímetro do pau grosso de Tomás. Ouvi suspiros vindo da cabine e mais estalos molhados, ritmados e lentos.
– Te falei que você sabia, é instinto isso – disse Tomás, entre gemidos baixos. Samuel não respondeu nada, ocupado com aquele órgão ocupando toda sua boca. – Põe tudo, até o talo, vai.
Imaginei Tomás empurrando a cabeça de Samuel devagarzinho, empurrando seu pau na garganta do menor. Logo ouvi Samuel tossindo e um barulho que indicava que tirou o pau do outro da boca.
– Não cabe tudo. Desculpa – disse ele, meio triste.
– Cabe sim, você tava indo bem. Tenta de novo, respira devagar.
Samuel botou o pau na boca de novo. Prosseguiram os barulhos molhados e gemidos de Tomás, até que ouvi um gemido mais alto que os outros.
– Issooo, porra. Cê mama melhor que mulher. Põe até o talo de novo, vai.
Peguei na minha rola e comecei a me masturbar, imaginando o pau grosso de Tomás empurrando fundo na garganta de Samuel.
– Que boquinha gostosa. Chupa, puta, vai – ordenava Tomás entre gemidos.
Pelas sombras, notei Samuel se masturbando enquanto chupava, o que me deu mais tesão ainda. Tomás também notou.
– A putinha gostou, é? Eu falei. Você foi feito pra mam-arr...
Samuel deve ter dado uma bela chupada nessa hora, pois foi a primeira vez que Tomás não se conteve e gemeu alto. Os barulhos molhados aumentavam, agora somados ao som da punheta de Samuel, e da minha, que eles nem estavam ouvindo.
– Ah, vou gozar! – disse Tomás.
E então começou a meter freneticamente na boca de Samuel, que fazia barulhos engasgados e molhados que reverberavam no banheiro todo, a tampa do vaso estalava conforme Tomás mexia seus quadris. Samuel também aumentou o ritmo da sua punheta, e eu não fiquei pra trás. De repente, Tomás soltou um grunhido e seus movimentos pararam, eu gozei num papel que coloquei na cabeça da minha rola, e depois de um curto silêncio, Samuel ejaculou no chão. Apenas a respiração dos dois era ouvida naquele banheiro, eu mordia minha boca para que nenhum grunhido escapasse.
Agora estava numa sinuca de bico, não podia sair antes deles, senão iriam me ouvir. E também não poderia sair logo depois senão também notariam.
Ouvi o som molhado de um pau meia bomba saindo de uma boca salivante, enquanto os dois ainda respiravam pesado.
– Engoliu tudo, continua de boca aberta até – Tomás riu e deu um tapinha no rosto de Samuel – eu falei, eu falei...
– Eu nunca tinha feito... nada assim.
– Todo vermelhinho... gostou, não gostou?
– Gostei. Eu gostei.
De repente escuto um som que se assemelhava ao de um beijo, molhado, lento e com certeza com gosto de porra.
– Você é meu agora, quando eu quiser – disse Tomás. Conseguia imaginar Samuel corando mais por causa dessa frase. – Agora vai lavar essa boca pra gente voltar pra aula, não vai falar com a professora com bafo de gozo, né?
– Com certeza não – respondeu ele rindo.
Ouvi os dois se levantando, a cabine sendo aberta, a torneira sendo ligada e Samuel fazendo um bochecho. Tomás se levantou e ergueu suas calças do chão, foi atrás do outro e deu um tapa em sua bunda. Samuel cuspiu a água e disse:
– Por enquanto não... não tô pronto pra isso ainda.
– Eu nem pedi nada ainda – disse Tomás rindo.
– É sério. Não sei se eu aguento.
– Se você dá tão bem quanto mama, você tá feito – deu mais um tapa. – Vamos, já demoramos muito.
E saíram. Esperei mais um pouco e saí também, o banheiro cheirava a suor e sêmen, e eu já estava quase ficando duro de novo só de pensar nos lábios de Samuel engolindo aquele pau grosso. Lavei minhas próprias mãos e saí, inventei para as faxineiras que tive uma dor de barriga e por isso sumi, elas nem se preocuparam muito. Segui o resto do meu dia com aquela cena na cabeça, mas eu mal sabia o que me esperava no dia seguinte.
A manhã seguiu normal como qualquer outra, tentava me controlar para não ficar encarando Samuel e Tomás. Tomás conseguia agir como se nada tivesse acontecido, mas Samuel passou o dia corado e ansioso, seus amigos até achavam que ele estava passando mal.
Tudo estava bem até o final da hora do lanche, fui checar o pátio mandando a galera subir, mas ouvi vozes vindo do ginásio do colégio, então me encaminhei até lá. A entrada do ginásio era por baixo das arquibancadas, alguns meninos costumavam ir jogar bola lá no intervalo, enquanto outros ficavam na arquibancada assistindo os jogos ou só batendo papo. Chegando lá ouvi as vozes de Samuel e Artur:
– Nem se preocupa, vão demorar até notar que a gente não voltou – disse Artur.
– Não sei. Não queria perder essa aula...
– Deixa de ser nerd. É só ler a apostila depois.
– E se ligarem pros nossos pais?
– Você se preocupa demais – respondeu Artur, com um tom raivoso. Ele se soltou no assento, esticando suas pernas pras costas da cadeira inferior, Samuel estava ao lado dele sentado de pernas cruzadas, de onde eu estava não conseguiam me ver.
– Cê ficou sabendo de ontem? – perguntou Artur, quebrando o silêncio.
– O quê?!
– Do banheiro, soube não?
– Não... o que é? – Samuel parecia assustado.
– Algum safado não se aguentou ontem e bateu uma no banheiro da escola.
– E como sabem disso? – Samuel parecia tremer, até eu estava preocupado.
– O punheteiro deixou a porra toda no chão, nem limpou.
– Será que... vão descobrir q-quem foi... – Samuel estava vermelho, gaguejando e tremendo.
– Difícil né, não vão fazer exame de DNA com todos os caras da escola. Ninguém ia aceitar participar... – Artur olhou para o lado. – Nossa cê não tá bem hoje mesmo né, Samuel? Quer que eu vá pegar uma água?
– Não precisa não, já vai passar.
– O que você tem?
– Não deve ser nada demais, já vai passar... mas que loucura né, bater uma no banheiro da escola... tem que estar muito doido.
Artur ficou em silêncio e encarando o chão por um breve momento, dava pra escutar o coração de Samuel batendo rápido.
– Sabe que eu sempre quis fazer uma coisa assim na escola, não sei, deve ser fetiche – disse Artur.
– Suspeito isso.
– Idiota – riu – punheta não tem graça, quis dizer fazer uma safadeza.
– Só chamar uma das suas minas, ué.
– Eu não tenho "minhas minas", eu tenho uma mina. E ela é toda cri cri.
– Como assim?
– Ai, sabe como é, tem medo de sexo – explicou Artur – já falei pra ela que eu posso usar camisinha, que eu pago os remédios, mas ela diz que não tá pronta. É só boquete e olhe lá, raro também. Faz meses que ela aceitou bater uma pra mim e nem cheguei a gozar, imagina se ela ia aceitar fazer algo na escola – conforme ele ia falando, era visível seu volume aumentando no seu short.
– Vai ter que achar outra – Samuel também notou a ereção de Artur, e gostou do que viu.
– Quem dera fosse fácil... sabe, o que custava ela dar só uma mãozinha? Do jeito que eu tô, eu gozava rapidinho.
– Tá muito tempo sem gozar?
– Ah, eu bato punheta em casa, mas já tá sem graça. Nada daquela gozada boa, farta, sabe? Faz tempo... e você?
Samuel engoliu em seco, sua única opção era mentir.
– Ah-h eu... nunca fiz nada, na verdade.
– Nenhuma mina nunca tocou umazinha pra você não?
Samuel fez que não com a cabeça.
– Eu nunca tinha beijad... eu nunca nem beijei, na verdade.
– Caralho, Samuca. Como você aguenta, só na mão? – Samuel assentiu – Não sei como eu aguentaria, olha só, já tô todo duro só de pensar.
– E tá mesmo... quer dizer, desculpa olhar, é que não deu.
– De boa – Artur riu – não dá pra esconder mesmo.
Seguiu‐se um silêncio, Samuel não tirava os olhos do pau pulsante de Artur.
– Samuca, e se a gente se ajudasse?
– Como assim?
– Mão amiga sabe, de amigo mesmo. Você pra mim e eu pra você.
– Ah sim... quando? – eu sabia que esse sedento não recusaria a oportunidade de segurar um pau, ainda mais o de Artur, que parecia ser grande.
– Agora – Artur respondeu, Samuel riu, mas olhou para o amigo e ele parecia sério.
– Agora? Aqui?
– Onde mais? Aproveita que não tem ninguém. Já resolve minha fantasia de fazer algo na escola, e você que nunca fez nada com ninguém.
– Não sei Artur...
– Ninguém vai vir agora. Baixa essa calça logo e vem aqui.
Samuel obedeceu, nervoso. Descruzou as pernas e sentou mais perto de Artur, desabotoou sua calça e puxou o zíper, seu amigo ia abaixando o short. Os dois já estavam com suas cuecas visíveis e suas ereções também. Artur tomou o primeiro passo e puxou a cueca preta de Samuel, revelando um pau normal, devia ter uns 14 ou 15 cm, cabeçudinho e depilado. Samuel levou suas mãos trêmulas a cueca vermelha de Artur, que já tinha uma mancha de pré gozo, seu pau levantou como uma torre após se livrar do tecido que o apertava, Artur devia ter facilmente 20 centímetros de rola, era grossa na base e tinha a cabeça mais fina, tinha pelos, mas dava pra ver que eram aparados.
– Caralho, é maior que a do... – Samuel começou, mas parou de falar.
– Maior que quem? – perguntou Artur.
– Que o meu! Maior que o meu – disfarçou.
– Sou grandão mesmo... vamos logo.
Artur fechou sua mão em torno da cabeça do pau de Samuel, que gemeu alto. Samuel não sabia nem por onde começar, sua mão fina pegou lentamente na rola de Artur e deu leves apertadas, fascinado pelo tamanho, um sinal de que era sim maior que a de Tomás. Artur começou a mexer seus quadris pra frente, implorando por alguma fricção, enquanto seu braço forte arrancava suspiros de Samuel, que finalmente começou a descer e subir sua mão ao longo de toda a extensão daquele pau grande.
– Isso, Samuquinha...
O jeito que Artur se mexia fazia parecer que não era a primeira vez que fazia uma mão amiga, o completo oposto da vergonha de Samuel, que estava novamente corado, mas dessa vez, de tesão. Ele começou a admirar o corpo de Artur, seus olhos se movimentavam sedentos por aquele corpo definido, admirou seu pau grande escorrendo pré gozo, suas bolas cheias saltando, seus quadris ossudos, suas coxas grossas, olhou seu bíceps, que se mexia conforme ele o masturbava, Samuel concluiu que Artur era um grande gostoso.
Artur estava de olhos fechados, só curtindo o trabalho de Samuel, que se mexia timidamente, nesse ponto, ele já estava quase babando só de olhar. Foi aí que Samuel rapidamente se desvencilhou da mão de Artur, botou sua segunda mão na rola dele, baixou a cabeça e engoliu.
– Que? Ahn... – Artur mal teve tempo de reagir, só sentiu seu pau totalmente coberto, duas mãos o mexendo e uma boca o chupando – Samuca... ahn... o que você tá...
– Fica quieto – Samuel tirou o pau da boca com um estalo, e então o engoliu de novo.
Artur só gemia conforme Samuel se movimentava, usando tudo que havia aprendido no dia anterior. Tentou engolir tudo, mas dessa vez era grande demais pra levar até sua garganta. Ele se preocupou em chupar, saiu do lado de Artur e se ajoelhou na frente dele, proporcionando a mim uma bela visão do seu rabo escapando por baixo da calça. Dessa vez, Samuel não batia uma em si mesmo, estava preocupado somente com Artur.
– Samuca! – gemeu Artur – Tá vindo! – ele deu tapinhas na cabeça do outro como quem não quisesse que ele engolisse, mas Samuel nem se mexeu.
Artur se contorceu ao despejar toda a porra acumulada na boca de Samuel, que engoliu caladinho e ficou ajoelhado na sua frente, esperando ele se recuperar.
– Caralho Samuca. Nunca gozei tão rápido, você é bom nisso – Samuel apenas riu. – Agora preciso retribuir, fica de pé.
Samuel levantou-se sem entender, seu pau duro na frente de Artur, que o colocou na boca sem hesitar. Samuel jamais imaginaria que Artur, o galã das meninas, estaria ali com seu pau na boca. Ele soltou um gemido quando seu pau foi chupado pela primeira vez, o outro baixou o resto da sua calça jeans e cueca, agora eu conseguia ver o rabo de Samuel por completo, branco, lisinho e redondo, só faltava uma pica dentro pra completar. Artur colocou uma mão na coxa do colega e outra em seu quadril, puxando seu corpo pra frente e para trás, Samuel apoiou suas mãos nos ombros largos de Artur para se segurar, provavelmente experienciando o maior prazer que já havia sentido na vida.
Artur subiu sua mão da coxa dele e começou a apalpar suas bolas, logo depois, estava já se aventurando com seus dedos na entrada de Samuel, que só sabia gemer. Sem nenhuma resposta negativa, Artur enfiou um dedo no cu de Samuel enquanto o chupava, arrancando um gemido alto, depois enfiou outro, e ficou tirando e colocando.
– Artur, não... – disse Samuel, entre gemidos.
– Relaxa, é só pra ser mais gostoso – Artur colocou de novo o pau do amigo na boca e desceu até a base, batendo a rola de Samuel na sua garganta.
Samuel começou a se contorcer e apertou o ombro de Artur com força. Ele tentava tirar seu quadril pra trás mas Artur o segurou e enfiou seus dedos de novo, arrancando mais gemidos.
– Artur, tira, eu vou... – alertou Samuel.
Artur respondeu dedando ele mais uma vez, que não resistiu , jogou sua cabeça para trás e gemeu, esporrando a boca do seu amigo, que engoliu tudo devagar e tirou o pau meia bomba de Samuel da boca, o seu continuava em riste mesmo depois de gozar.
– Até que porra não é tão ruim – disse Artur, lambendo os lábios.
– Sua primeira vez tomando? – notei que Artur continuava mexendo seus dedos na entrada de Samuel.
– Não exatamente... foi a sua? – Samuel corou na hora, não sabia o que responder.
– Ehr... f-foi sim... quer dizer... além da minha.
– Não acredito não... vai me fala, quem você mamou? Esse seu boquete não é primeira vez não... – provocava Artur, enquanto colocava e tirava seus dedos devagar do rabo de Samuel.
– É sério... só provei a minha própria...
– Uhum... sabe, sua boca pode já ser experiente, mas esse rabo...
Artur pegou Samuel pelas costas com seu outro braço, fazendo ele cair de joelhos no seu colo e dando uma visão de sua bunda redonda, sua outra mão se divertia na entrada do amigo.
– Artur...
– Tão apertadinho....
– Artur, não... ahn....
– Viu, você fica todo doidinho – Artur desceu sua outra mão e começou a apalpar as nádegas de Samuel. – Se a boca faz maravilhas imagina esse cu... deixa eu por só a cabecinha, vai...
– Não... ahn... vai doer muito Artur.
– Só a cabecinha, por favor, eu tô tão duro que dói.
– É muito grande Artur, eu nunca fiz isso.
– Só uma roçadinha, Samuca. Eu nunca pedi nada, quebra essa pra mim vai.
Nenhum dos dois falou nada, o silêncio só era quebrado pelos gemidos de Samuel.
– Promete ser só a cabeça?
– Prometo. Juro.
– Mesmo mesmo?
– Sério. De dedinho – ele estendeu o dedo.
Samuel se virou e se apoiou nas suas próprias pernas, Artur ficou de pé atrás dele, cuspiu no próprio pênis e começou a forçar entrada.
– Ai, para! – pediu Samuel.
– Calma. É que você é muito apertado – respondeu, empurrando mais.
– Não põe mais! Só isso, dói muito.
– Já foi. Só a cabeça. Eu prometi.
– Cabeça grande da porra.
Artur começou a sarrar lentamente em Samuel, levando seus quadris pra frente e pra trás. Ali eu notei que já havia passado quase vinte minutos do fim do recreio, logo alguém viria em busca deles, e era melhor que eu parasse aquilo antes que outra pessoa os pegasse no flagra, afinal, eu não queria estragar tudo. Me retirei até a entrada do ginásio, abri novamento o portão, mas com força para fazer barulho e falei alto:
– Alguém por aqui?
Ouvi passos apressados e Artur cochichando um "fodeu". Em alguns segundos os dois apareceram na minha frente, vestidos e vermelhos, a calça jeans de Samuel estava vestida na pressa, seu cinto estava completamente torto. Artur tentava esconder com a camiseta sua enorme ereção no short fino.
– O que fazem aqui, meninos? A aula começou já! – Tentei me fazer tanto de sonso, quanto de bravo. Nenhum dos dois me respondeu – Vou ter que avisar a coordenação...
– Desculpa seu Marcos... – disse Samuel
– Não vai acontecer de novo... só não fala pra coordenação, por favor...
Olhei para os dois com uma cara séria, é claro que eu não iria falar pra coordenação. Caso o fizesse, olhariam o que eles estavam fazendo nas câmeras, e eu não queria que isso acontecesse.
– Eu vou deixar passar dessa vez, mas que sirva de aviso! Imagina se eu tranco o ginásio e vocês ficam presos aí dentro!
– Desculpa... desculpa mesmo...
– Subam agora. Falem pro professor que estavam na secretaria.
Os dois assentiram e saíram andando, desajeitados. Artur com uma ereção enorme e um desejo não saciado, e Samuel com o leve desconforto do rompimento da sua entrada. Voltei para minha sala e apaguei as filmagens das câmeras do ginásio para que ninguém descobrisse. Eu sabia que aquela história não acabaria por ali.
Continua...
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Comentários (1)
Lucas666: Eu queria muito que o Arthur tirasse a virgindade do Samuel ele até teve a vontade de proporcionar um boquete prá ele
Responder↴ • uid:1dis5pjhvg3l