Brindei meus chifres com champanhe
Naquele sabadão cheio de sol, cheguei na praia no horário habitual, por cerca de nove e trinta, dei a sorte de encontrar uma vaguinha e estacionei a menos de cinquenta metros da barraca, peguei cinquentão e entoquei a carteira embaixo do banco do carro, vestindo só minha sunguinha, óculos escuros e chapéu, corri aquela distancia e ao passar pela barraca, deixei com o barraqueiro a chave do carro e os cinquenta reais indo diretamente para a rede jogar vôlei. Joguei três partidas seguidas, suado dos pés a cabeça, sentei em uma cadeira na sombra da barraca e logo o barraqueiro trouxe minha coca cola. Já no primeiro gole, fui beijado por Lucy, uma bi deliciosa com quem já passei horas maravilhosas, quando vejo sua acompanhante, Suzi, uma Morena de 1,78m, seios empinados, abdômen de atleta, bumbum tipo fatia de abacate, que nasce nas coxas se avoluma sem dobras, coxas torneadas, dentes perfeitos, cabelos sedosos e sorriso encantador, quase tenho uma ereção, mas logo compreendi que a gata era muita areia para meu caminhão. Ao ser apresentado a Suzi por Lucy, peguei sua mão e troquei com ela beijinho no rosto, a gostosa levanta os óculos escuros exibindo seus maravilhosos olhos verdes, aumentando minha fascinação e diz: "Coca cola?". Ainda inebriado com aquela beleza toda, afirmo que não sou adepto do álcool, só tomando champanhe em ocasiões especiais em companhia como a dela. Para minha surpresa, ela senta-se a meu lado com seu sorriso encantador enquanto Lucy se afastou para conversar com outros amigos. Conversamos por bom tempo e quando ela falou que precisaria ir, lhe ofereci carona que ela aceitou. Embarcamos em meu carro e rodamos, ao chegarmos em frente de seu prédio , por desencargo de consciência, a convidei para jantarmos e ela aceitou. Naquela noite foram só beijinho comportados, no meio da semana, liguei algumas vezes para ela. No domingo ela me acompanhou ao estádio e assistimos uma partida de futebol profissional, naquela altura, eu já estava apaixonado, no meio da semana seguinte, fomos a uma baladinha, onde a convidei para tomarmos aquela champanhe no sábado, claro que ela entendeu e para minha completa euforia, aceitou. Reservei a melhor suíte do motel de um truta meu. No sábado eu estava com uma taça de cristal mão e com os braços entrelaçados com aquela mulher magnifica em pé no meio da suíte com o cacete estalando de duro. Demos algumas goles no champanhe e trocamos carinhos até ficarmos completamente nus, coloquei-me entre suas pernas e olhando dentro daqueles olhos maravilhosos pressionei meu pau que entrou exprimido naquela bucetinha excitada e a mulher deu um show de cama fazendo-me perder a cabeça em sucessivos gozos espetaculares. Seis meses depois, casamos. Por meses, comi aquele monumento como um louco e não percebia o quanto eu gostava de exibi-la, me deliciava ao ver meus amigos e desconhecidos babarem ao ver minha deusa em seus minúsculos biquinis ou usando aqueles vestidos coladinhos, até minhas amigas bi não conseguiam esconder seus desejos por minha mulher, até que certa noite, em uma balada, percebi que ela trocou alguns olhares com Marcão, meu velho amigo, tido como grande comedor. Olhando dentro dos olhos dela perguntei se ela estava impressionada com o macho, ela sorriu maliciosamente e desconversou, passei a semana imaginando ela sendo traçada por outro homem, o que me dava medo, mas uma tesão incontrolável. Como o destino é cruel, em uma tarde que ela foi me visitar no escritório, saímos para tomar um café no shopping e lá encontramos o garanhão, conversa vai, conversa vem, o convidamos para ir a nossa casa naquela noite e o safado aceitou na hora. Suzi estava em seu vestidinho curto agarradinho valorizando aquele bumbum maravilhoso e com a metade dos peitinhos a mostra quando nossa visita chegou. Banquei o garçom vendo aquele clima de sedução no ar, me convencendo de que meu amor seria comida. Não demorou muito, Suzi pediu para eu pegar algo na cozinha e quando voltei a sala, lá estavam os dois em um beijo espetacular e o macho alisando aqueles peitinhos enquanto ela alisava a caceta ainda por cima das calças, assim que os dois levantaram, vi o tamanho da ferramenta e tremi, pois conhecia o tamanha da bucetinha e algo com aquela grossura ia faze-la sofrer, mas ela parecia muito excitada e os acompanhei à suíte e assim que Suzi só de calcinha ajoelhou e abocanhou aquela serpente passei a filmar com meu celular, registrando as expressões de prazer estampada em seu rosto, o que quase me fez gozar. A danada mostrou toda sua prática em garganta profundo, dava para ver a marca da cabeçorra indo fundo e voltando na garganta de Suzi, enquanto "meu amigo" fazia caras e bocas. Malandro, Marcão percebeu que não poderia resistir por muito tempo sendo chupado e levou minha amada para a cama e a deitou delicadamente, abrindo-lhe as pernas, percebi que o espertalhão se encantou ao ver a grutinha e enfiou a cabeça entre as pernas de minha esposa que eu tinha convicção que até então só tinha deitado comigo. Logo a fêmea estava gemendo desavergonhadamente em desespero até que seu corpo se debateu indicando que ela estava gozando em outra boca que não a minha provocando em mim um misto de ciúmes e tesão. Voltaram a se alisar e o matreiro comedor, levantou as duas pernas da gostosa, travando-as com seus braços e empurrou a trolha buceta a dentro, Suzi arregalou os olhos e produziu um som maravilhoso, sentindo por certo a diferença de grossura do que estava acostumada a engolir com a buceta e eu gozei sem tirar o cacete de dentro da calça jeans. Suzi tentando acomodar a mangueira que a tinha arrombado, mexendo o quadril de um lado para o outro, abraçando com força o tronco do comedor, logo começaram os movimentos e aquele som inebriante do pulmão de minha esposa sendo esvaziado a cada empurrada que o touro dava associada com os movimentos dos olhos tesudos de Suzi a cada cabeçada que ela tomava na entrada do útero, me levaram a uma punheta nervosa. Gozamos os três no mesmo instante em uma sinfonia de gemidos tesudos. Corri para o banheiro e preparei a banheira enquanto os dois curtiam os momentos pós gozada. Dei a mão para Suzi entrar na banheira e recebi dela um apaixonado beijo na boca e passamos os dois a acariciar minha tesouro naquela agua morna. Fui a cozinha e voltei com um balde de gelo e um champanhe, estourando-a imerso na banheira sorvi a bebida com os braços entrelaçado com minha mulher, brindando mentalmente o par de chifres que passei a ter e como se adivinhasse meus pensamentos, Suzi cochichou no meu ouvido que me queria dentro dela "também", entendendo o recado, fomos os três para a cama e vi minha mulher ajoelhar e engolir com a buceta aquele obelisco. Assim que ela olhou para mim com aqueles olhinhos pidões, eu penetrei seu cuzinho apertadinho em sua primeira dupla penetração. Minha esposinha se contorcia entre nós como uma cobra e eu sentia através de seu canal anal, em meu cacete a movimentação do outro caralho em sua buceta, foi um dos momentos mais esplendorosos que vivi em uma cama, aquele em que dividi a minha gostosa com outro homem. Depois da saída do felizardo, Suzi toda meiga com aquela voz aveludada falou: "Em agradecimento a Lucy por nos ter apresentado, vamos convida-la para passar o fim de semana em nossa cama?".
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