Segunda época
Naquele fim de novembro incrivelmente quente, eu já estava me considerando de segunda época em matemática, exatamente na matéria que meu avô tinha sido professor a vida toda. Minha mãe ligou para ele pedindo ajuda e ele viajou da cidade dele até a nossa onde deveria ficar até minha prova. Ele é um tipão grandão, praticante de vários esportes e adora fumar charutos, diferente de mim, que sou baixinho e magrinho, minha mãe costuma dizer que só tenho cabeça e bunda. Na manhã que ele chegou, deitou um pouco para se recuperar da viagem e entrou no chuveiro, exatamente no horário que eu cheguei do colégio com a bexiga estourando e entrei no banheiro correndo para me aliviar. De frente para o vaso, sentindo aquele arrepio que se tem quando se consegue urinar forte, olhei para dentro do box de vidro transparente e vi aquela imensa pica dura, certamente antes de ser interrompido, meu avô estava tocando uma. Meus olhos grudaram naquela piroca linda, o que não passou desapercebido à aquele macho experiente. Saí do banheiro impressionado com a ereção do cinquentão e assim que ele acabou de tomar banho, saiu e eu entrei para também me refrescar antes do almoço, para minha completa desgraça meu avô tinha deixado um daqueles dispositivos de alumínio de transportar charutos em cima do banquinho que temos ao lado do vaso sanitário e enquanto eu me ensaboava, aquela imagem da piroca de vovô veio a minha mente e como fazia diariamente, comecei a me masturbar, olhando para aquele cilindro, veio então a ideia de introduzir aquilo no meu rabo, não deu outra, flexionei os joelhos e com algum sacrifício e jeitinho, enfiei mais da metade do tubo em meu rabinho virgem e tive um gozo forte com minha argolinha mordendo o transportador de charutos. Almoçamos e logo depois meu avô sentou-se a meu lado e começamos a aula, assim que ele acendeu o charuto, aquele aroma me inebriou e tive uma ereção repentina, mas como meu pau é pequeno, a bermuda disfarçou bem, mas aquelas passadas de mão sem maldade que vovô dava a todo os instante em minha perna, estavam me deixando louco, mesmo nunca tendo tido relações sexuais, sempre soube de minha preferencia e vovô é o tipo de macho que mexe com a cabeça de qualquer um. Estudamos a tarde toda e aguentei firma aquele tesão que estava sentindo. Como em casa só temos duas camas, a minha em meu quarto e a de casal, que desde que papai saiu de casa, mamãe dorme nela sozinha, resolvemos que ela dormiria na minha cama e que eu e vovô dormiríamos na cama de casal. Coloquei minha bermudinha apertadinha e meu avô seu shorts largo e curto. Dormimos cedo e lá pelas tantas, acordei, fui à cozinha tomar agua e na volta graças a luz que entrava pela janela, me encantei com a visão daquele gigante adormecido que saia da perna do shorts. Deitei com aquela tesãozinha. Demorei mas adormeci, não deve ter passado muito tempo e senti o corpo daquele macho encostado no meu e a piroca encostada na minha bunda, nossa que tesão louca, meu cuzinho não parava de piscar e não dormi mais. Pela manhã tomei rapidamente meu café e fui para escola, quando voltei aquele cheiro de charuto na casa logo me fez lembrar do cilindro de alumínio e corri para o banheiro, constatando que não estava mais lá, voltei a sala e vi que o tubo estava sobre a mesa, disfarcei, peguei o cilindro, levei para o banheiro e novamente introduzi o dispositivo no meu cu e me masturbei como um louco embaixo do chuveiro. Nova tarde de aula, mas aquela mão na minha perna, não parecia mais ocasional, tão pouco inocente, meu avô estava deliberadamente me alisando e nos encaramos. O cinquentão com expressão de tarado não teve o menor pudor em aproveitar o fato de estarmos sem camisa e alisou meu mamilo deixando-o pontudo como os de uma menina, vendo meu sofrimento, o experiente pegou minha mão e a colocou em seu pau, nossa que delícia segurar aquela ferramenta que já estava endurecida e eu alisei com carinho, sentindo a caceta pulsar e crescer saindo pela perna do shorts e beijei aqueles lábios entre abertos, mas estava quase na hora de minha mãe chegar e apenas trocamos eu longo e demorado beijo, quando tive minha língua chupada e chupei uma língua pela primeira vez, o que até me deixou com dor no saco de tão duro que ficou meu pintinho. As horas se arrastaram e logo depois do jornal, minha mãe tomou seu remédio para dormir e se trancou em meu quarto, eu e velho tarado nos trancamos no nosso e apagamos a luz, logo mesmo na penumbra vi que meu avô estava pelado e tirei também minha bermuda e segurei naquela piroca grossa, longa e dura enquanto nos beijávamos. Que delícia segurar aquela cobra rígida e vagarosamente puxei a pele para cima e para baixo, vendo a cabeça sumir e aparecer, quando meu avô colocou seu dedo na minha argola que não parava de piscar e passei a morder aquela pontinha de dedo até que implorei para vovô atolar seu grosso dedo médio no meu cu guloso, o que ele fez com muito jeitinho, deixando-me sentir o canal anal preenchidinho e no instante que aquela cobra cuspiu, com meu avô produzindo aquele som encantador, gozei sem precisar me masturbar. Corri no armário, peguei uma toalhinha de mão e nos limpamos. Deitei de costas para o macho, encaixando sua pica que continuava dura no meu rego e passei a esfregar meu corpo nele, aquele contato com a pirocona não parava de me provocar tremedeira em todo meu corpo e comecei a me masturbar e assim que gozei, vovô melecou todo meu rego repetindo aquela sinfonia de prazer, voltamos a nos limpar melecando de vez a toalhinha e dormimos de conchinha com o garanhão atracado nas minhas costas. Acordei e levei a toalha para o chuveiro, lavando-a enquanto tomava banho. Naquela tarde, apesar de toda didática do professor, eu não conseguia me concentrar na matemática, só no sexo dele que eu não conseguia parar de segurar, até que inclinei meu corpo e abocanhei aquela delícia, enchi minha boca de rola, levantei a perna, travando meu pé na cadeira e recebi o dedo que parecia perfeito para meu rabinho. Usando uma das mãos para não deixar a pica entrar na minha boca mais do que eu conseguia engolir, com a outra me masturbei desesperadamente . Sozinhos em casa, não poupamos nossos gemidos de prazer e gozamos juntinhos. Tomamos um banho juntos, meu macho, cutucou varias vezes meu rabinho com sua estaca, mas a desproporção entre a grossura da pica e meu anelzinho, não permitiu a penetração mas nos deixou extremamente excitado e eu ajoelhei chupando a pica novamente até receber porra na minha boca. O jornal na TV parecia que não terminaria nunca e assim que mamãe levantou para tomar seu remédio para dormir, olhei para o cinquentão gostoso com aquela cara de putinha pensando que naquela noite eu o faria arrebentar minhas pregas. Levei para o quarto o pote de creme para o corpo inteiro que mamãe usa fiz o empalador deitar com a piroca apontada para o teto, untei o obelisco e meu cuzinho e me coloquei de cócoras na posição para ser empalado e baixei um pouquinho, imediatamente meu corpo inteiro travou, a dor tomou conta de meu corpo e vovó cochichou no meu ouvido: "Como você é apertado, seu cuzinho está moendo meu pau, caralho, que delicia". Aquelas palavras me encheram de tesão e eu soltei um pouco mais o peso, sentindo meu canal anal ser alargado centímetro por centímetro enquanto meu corpo se contorcia, mais pica entrava dentro de mim, mais pica eu queria, até que cheguei ao limite da elasticidade do meu anel e passei a usar a musculatura anal para puxar para dentro do meu cu dolorido aquela delicia que o invadia e com quase a metade da estaca dentro de mim, senti a primeira esporrada dentro de meu canal e mau toquei no pau, lambuzei toda a barriga de meu macho. Sentindo a linguiça pulsar dentro de mim, voltei a me masturbar, gozando mais uma vez enquanto a piroca ia amolecendo e acabou por sair da toca. Fui então para a prova e ao final, tive certeza que acabara de garantir que avó me daria aulas durante todo o mês de janeiro inteiro, pois estava de segunda época em matemática e que em fevereiro, estaria bem arrombadinho.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (1)
Coroa: Que delicia, todo mundo deveria ter um avô assim que ensina matemática, ahahahahshaha.
Responder↴ • uid:1d68d5tvmhli