#Incesto #Teen #Virgem #Voyeur

Pais 2

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Maquik

Na manhã seguinte fui o primeiro a acordar.
A Paty dormia virada para mim. A Amanda ainda estava de costas, do outro lado da cama. Levantei devagar e fui para o banheiro tomar banho. Enquanto a água escorria pelo corpo, a mente não parava de reviver a loucura da madrugada anterior.
Saí do banheiro ainda pensando nisso. Olhei para a cama: as duas continuavam deitadas. A Paty estava de lado, a bunda descoberta, a buceta bem à mostra. Por um segundo pensei em ir até ela e comer ali mesmo, mas as duas começaram a se mexer. Em poucos minutos estavam se arrumando.
Quando a Amanda entrou no banheiro, não perdi tempo. Agarrei a Paty pela cintura. Ela riu baixinho.
— Tá com fogo ainda?
— Sim. E muito.
— Você é safado…
— E você é uma doida.
Ela riu de novo.
— Eu?
— Gostou?
— Sim.
— Vai querer de novo?
— Queria… mas acho que não vai rolar.
Ela só me olhou de lado, deu aquele sorrisinho safado e disse:
— Será?
Depois saiu rindo.
Quando todos estavam prontos, descemos para o café. A Amanda agia normalmente comigo, como se nada tivesse acontecido. Passamos o dia na piscina. À noite saímos para jantar, tomamos vinho. A Amanda bebeu uma taça.
Por volta das onze voltamos para o quarto. Os três deitamos na cama de casal e ficamos conversando. Em determinado momento, enquanto a Amanda estava concentrada no celular, a Paty deslizou a mão por dentro do meu short e começou a apertar meu pau devagar. Fiquei tenso no começo, mas depois relaxei.
Não demorou para a Amanda se levantar.
— Vou trocar de roupa… — disse, entrando no banheiro.
Assim que a porta fechou, a Paty tirou meu pau para fora e me engoliu. A sensação de poder ser pego a qualquer segundo só aumentava o tesão.
— Tira o short — sussurrou ela.
Olhei para a porta do banheiro e apontei. Ela riu e repetiu:
— Tira.
Com a ajuda dela, tirei e me cobri com o lençol.
A Amanda saiu do banheiro.
— Apaga a luz, filha — pediu a Paty.
A luz se apagou. A Paty se aconchegou em mim e me puxou para abraçá-la. Senti a cabeça do meu pau encostar na entrada da buceta dela.
A Amanda deitou logo atrás de mim e, em tom de brincadeira, disse:
— Ahhh, eu também quero um abraço…
Ouvi a Paty rindo.
— Daqui a pouco — respondi.
— Daqui a pouco ele te abraça — reforçou a Paty.
Nesse instante meu pau escorregou para dentro dela. A Paty respirou fundo e começou a mexer a bunda devagar. Apertei o peito dela.
— Tá… vou ficar esperando — murmurou a Amanda.
Fiquei ali, encaixado, enquanto a Paty se movia lentamente. Meu pau latejava dentro dela. Passaram-se alguns minutos. Então ela tirou meu pau, apertou-o com a mão e se virou de frente para mim. Olhou por cima do meu ombro e sussurrou no meu ouvido:
— Vai abraçar ela.
Balancei a cabeça, negando. Ela insistiu. Acabei cedendo.
Me virei e levantei o lençol. A Amanda não estava mais de babydoll. Usava um camisão. Não consegui ver se tinha calcinha ou não.
Abracei-a como na noite anterior, tentando manter o pau afastado. Não deu. Assim que a envolvi, ela se ajeitou, veio ao meu encontro e empinou levemente a bunda. Meu pau acabou encostando nela.
Ficamos quietos por um tempo. Depois ela apertou meu braço contra os peitos. Comecei a esfregar o pau devagar naquele corpo. Ela soltou meu braço. Aproveitei, segurei o pau e alinhei-o na fenda dela, esfregando.
O movimento foi lento. Em determinado momento a cabeça do meu pau ficou bem na entrada da bucetinha dela. Ela parou de se mexer. Soltei o pau, segurei a cintura dela e puxei-a com cuidado. A cabeça entrou. Não forcei mais do que isso.
Ela segurou minha mão que estava na cintura e voltou a mexer a bunda. A cada movimento eu entrava um pouco mais. Ela apertava minha mão com força.
Olhei rapidamente por cima do ombro. As pernas da Paty estavam abertas e a mão dela trabalhava entre elas. Ela se tocava sem nenhuma vergonha.
Voltei a atenção para a Amanda. A cada enfiada ela ficava mais molhada. Meu pau já ia bem fundo. Soltei a cintura, passei a mão por dentro do camisão e apertei o peito dela. A respiração ofegante dela só me deixava mais louco.
Desci a mão até a buceta. Senti os pelinhos. O clitóris estava duro, quase saltando. Massageei. Ela não se segurou. Gozou se contorcendo, ainda com meu pau dentro.
Foi incrível. Queria gozar junto, mas me contive. Assim que o orgasmo dela passou, tirei o pau e comecei a bater uma. Para minha surpresa, ela se virou, segurou meu pau e assumiu a punheta. Encostou a cabeça no meu peito e não parou até eu gozar.
Abracei-a com força. Quando terminei, ela olhou para mim e sorriu. Soltou meu pau e se virou de costas novamente.
Logo em seguida a Paty me abraçou por trás.
E ali eu dormi

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