Café da tarde com amigos
As coisas inesperadas , tendem a ser mais gostosas, que as planejadas...
Olá a o todos, sou a Josy!! Venho aqui dividir com vocês, algo que ocorreu comigo a um tempo atrás!! Trabalhava em um posto de combustível e como as demais meninas, usava roupas provocantes, coladas ao corpo, descaradamente, para atrair o público masculino, embora o gerente, falasse que era apenas marketing!! O uniforme era calça leggin e uma blusa colada. Eu era muito assediada e até gostava. Dentre os clientes, havia um deles que se chamava Marcio!! Era um homem de uns quarenta e anos, porém, já grisalho e com uma barriguinha saliente. O Marcio era conveniado do posto, pois, tinha uma empresa de entrega de encomendas e seus furgões, abasteciam, trocavam óleo e também eram lavados e lubrificados no posto. O Marcio não me dava sossego, sempre estava fazendo gracinhas e me chamando para sair. Embora sabendo que ele era casado, não descartava a possibilidade, devido a sua esposa, ser um poço de arrogância e antipatia. Ele chegava a falar coisas absurdas no meu ouvido. Coisas do tipo, que se me pegasse de jeito, eu nao conseguiria andar por dias ; que o meu rabo não aguentaria metade da chibata dele; que ainda iria me virar do avesso, etc. Coisas assim, bem românticas e carinhosas...rs. As vezes, conversava coisas sérias também, como , assuntos de família, dívidas, o casamento...mas a maioria do tempo, era falando obscenidades no meu ouvido. Todos me chamavam de Josy, menos ele, que só me chamava de baixinha. Eu sou loira( tingida...rs), cabelos nos ombros, 1,52m, 53kg, meio fofinha, seios pequenos e bumbum grande. Adoro calcinhas fio dental, sendo assim, a calça do uniforme, ficava muito enfiada no meu bumbum, deixando os clientes doidos. Falavam, que eu tinha cara de safada, mas ninguém imaginava , que eu só havia ficado com o meu ex namorado. Em uma tarde, após sair do serviço, estava no ponto de ônibus, indo para casa, quando um carro parou, me oferecendo carona. Era o Marcio, com mais três rapazes, que trabalhavam na sua empresa. Eu os conhecia de vista, pois, sempre abasteciam os furgões no posto. De cara, recusei, pois, não fazia sentido eu pegar aquela carona, porém, o Marcio insistiu tanto, que, se eu não tivesse aceitado, estaria lá, até agora...rs. Um dos rapazes que estava sentado no banco de trás, desceu para eu entrar, então, fui sentada entre os dois. O Marcio falou que estavam indo jogar bola, mas, como ainda estava cedo, poderia me levar em casa antes. No meio do caminho começaram as gracinhas e os rapazes só riam. Eu estava com um vestido curto, tomara que caia, soltinho no corpo, de um tecido bem leve e maleável, então o Marcio falou:
_ Baixinha, como vc anda com um vestidinho desses dentro do buzão cheio? É capaz de quando vc chegar na sua casa, alguém ja tenha te engravidado.
Todos riram. Durante o trajeto, percebi, que os dois moços, ao meu lado, insistiam em roçar suas pernas nas minhas, mesmo o carro sendo bem espaçoso. Ao passo que eles encostavam em mim, o vestido subia e a minha calcinha quase aparecia, sendo que, discretamente, eu , o puxava para baixo.
Logo em seguida, o Marcio se ofereceu para tomar um café na minha casa, porém, eu falei, que embora morasse sozinha, era no quintal da dona do imóvel, uma idosa que não permitia , que levasse homens na casa. Em momento algum, eu imaginei, que o Marcio, quisesse ficar comigo naquele dia, pois, estava com os rapazes,mas em meio a conversa, um deles falou:
_ Por isso não, se quiserem tomar um café, eu moro próximo daquí e lá em casa é tranquilo, só mora eu e meu irmão! O Marcio logo concordou e falou:
_ Bora baixinha, tomar um café na casa do Vander?
Eu recusei, alegando ter coisas pra fazer e pedi, para me deixarem em casa antes e depois, eles tomariam o café a vontade e sem pressa.
Mas o Marcio insistiu, alegando que eu estava com frescura , que não aceitaria tal desfeita e que se eu não fosse, ele e os meninos, ficariam de mal comigo.
E todos riram novamente. Por muito, ele insistir, concordei, mas disse que não iria demorar. Eu estava na dúvida: Será que ele queria me pegar, naquele dia? Na frente dos outros? Juntamente com os outros?Ou era apenas um café e a maldade estava na minha cabeça? Assim que chegamos, nos deparamos com um prédio comercial fechado, com um portão lateral, que dava acesso a um corredor, que seguia até os fundos, dando acesso a uma edicula, onde o rapaz, de nome ,Vander morava com o irmão. Assim que chegamos, o moço, demorou um pouco para abrir a porta. Ao nos receber, estava com uma cara de sono, pois, acordou com a bagunça que os rapazes fizeram. Mas assim que me viu, eu senti, ele me comer, da cabeça aos pés, com os olhos. Com certeza não entendeu nada. Eu por outro lado , ainda na dúvida, não sabia oque estava por vir. Quando entramos, achei a casa bem arrumada, para dois rapazes solteiros. O Vander foi se prontificando a fazer o café, porém, o Marcio perguntou se ele tinha alguma bebida. Pelo irmão do Vander, lhe foi entregue uma garrafa de whisky. O Marcio encheu um copo e todos tomaram um gole. Eu tentei recusar, mas a insistência foi tamanha, que eu acabei, bebendo mais do que devia, ficando um pouco lenta. Ja havia bebido whisky, mas nunca puro, sempre com água de coco ou energético. Fiquei meio zonza e os caras perceberam. Alí , já começaram as conversas fiadas e depravadas. Eu não tenho nenhuma restrição em falar ou ouvir besteiras, mas o Marcio, pegava pesado e os rapazes, começaram a ir no embalo. Em um determinado momento, eu me levantei para ir ao banheiro, mas como havia bebido e estava sentada, ao ficar de pé, me deu uma leve tontura. Assim, que dei uma inclinada, já senti uma mão na minha cintura e outra na minha bunda, por baixo do vestido. As mãos eram dos rapazes, que estavam mais próximos de mim, alegando, estarem me ajudando, para que eu não caísse. Entendi a ajuda fui ao banheiro, antes de sair, lavei o rosto para melhorar a tontura. Ao retornar à sala, passei direto, indo até a copa, para tomar um café, esperando que me ajudasse a despertar, pois, mesmo lavando o rosto, ainda estava meio aérea. Imediatamente, todos me seguiram, ocupando, o mesmo espaço pequeno e inevitavelmente, passaram a esbarrar em mim. Claro, que propositadamente. Com a desculpa de se servirem com o café, me cercaram no pequeno espaço. Eu, tentando não encostar em um, acabava encostando em outro. Logo pude perceber o volume por baixo dos calções de cada um deles, me dando ao mesmo tempo, um sentimento de medo e tesão. Comecei a sentir a minha calcinha ficar molhada. Não percebi, mas fui avisada pelo Marcio que os meus faróis estavam ascesos. Fiquei sem graça e senti o meu rosto esquentar, minha boca secar e comecei a suar. Nunca havia sentido aquilo e provavelmente, tenha ficado tão evidente, a ponto de todos perceberem o meu estado, que para eles serviu, como um sinal verde, para iniciarem as abordagens. Ainda por um instinto de defesa, tentei sair daquele espaço, onde já estava sendo encoxada e apalpada, mas não consegui. Um rapaz que estava atrás de mim, alisou os meus cabelos, os levantou e beijou o meu pescoço, fazendo meu corpo inteiro arrepiar. Eu ainda, fazia força para me desvencilhar deles, mas era inútil o meu esforço. As mãos, começaram a percorrer por todo o meu corpo. Com os meu olhos fechados, não vi, quem colocou os meus seios pra fora, passando a mamá-los com força. Senti a disputa de várias mãos invadindo o meu bumbum e a minha buceta. A minha calcinha foi rasgada como um papel, os dedos entravam de maneira desordenada, na minha buceta, no meu cú e eram levados à minha boca. Em um impulso instintivo, eu chupava e lambia aqueles dedos que invadiam a minha boca, com o sabor misturado das minhas partes íntimas...e estava gostando. Fui arrastada de volta à sala, ainda de pé, agora com os olhos abertos, fiquei de frente para um dos rapazes, que, segurando a minha cabeça, a conduziu até a sua rola, que estava dura e apontada para cima. A rola foi colocada na minha boca e eu não me fiz de rogada. Passei a lamber, chupar e engolir, como se fosse a única, mas não era e eu iria dar a mesma atenção e empenho, a todas. Estava quase sem ar, com aquele pau na minha garganta, momento em que fui puxada pela cintura, pelo meu amigo Marcio, que sentou no sofá, me fazendo ajoelhar e mamar a sua rola enorme. Um outro rapaz, veio por trás e me colocou de quatro, penetrando minha buceta e socando fundo com muita força, chegando a causar uma leve dor. Após eu ter sido comida de quatro, subi sobre o Marcio e fui encaixando a minha buceta na sua rola, que estava toda babada, facilitando a penetraçao. Eu estava cavalgando aquele safado, quando um outro amigo, foi se achegando por trás, para me penetrar o meu cuzinho. Antes que eu me opusesse, o Marcio abraçou forte a minha cintura, travando meus movimentos, facilitando a vida do amigo, que agora, só precisou posicionar a rola, na entrada do meu rabo e empurrar para dentro. Quando os dois estavam literalmente enterrados dentro de mim, começaram os movimentos de vai e vem, que provocavam dor e prazer simultaneamente, não obstante me levando ao primeiro de vários orgasmos que eu tive naquela tarde. Nesta posição, eu permaneci. De frente para Marcio, cavalgando-o e com o rabo, sendo revezado pelos outros. Depois mudamos e eu sentei de costas sobre o Marcio, agora com o meu cuzinho, já amaciado e os outros se alternando, na minha buceta. Passamos o final tarde e adentramos a noite em meio aquela sacanagem gostosa. No final, todos gozaram na minha boca, pois, amo o sabor de esperma. Temi, pelos dias subsequentes, como seria após o ocorrido, como me tratariam, se falariam para outras pessoas...enfim. Para a minha surpresa e sorte, as coisas não mudaram e chegamos a repetir o feito por mais algumas vezes. Hoje, moro em outro estado e mantenho contato, apenas com um deles e de maneira virtual, ficando, apenas as lembranças e saudades dos meus amigos
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Comentários (2)
Noel: Que safada...esses caras devem ter passado bem, com uma cachorrinha feito você!! Gostei do conto!!
Responder↴ • uid:1ditfbb1s2z3Duda: Adorei o conto. Passei por algo parecido e também sinto saudades.
Responder↴ • uid:1ditfbb1s2z3