#Gay #Virgem

Henrique e seu Dindo

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Rickinho

A gala de Márcio ainda escorria pelas coxas de Henrique, mas o silêncio que se seguiu ao primeiro orgasmo não trouxe descanso; trouxe uma fome ainda maior. Henrique sentia seu interior latejar, marcado pela largura devastadora do padrinho, mas a sensação de ser "estragado" por aquele homem era a coisa mais excitante de sua vida.

Márcio, porém, não estava satisfeito. O instinto predador que ele mantinha sob controle durante anos como médico havia despertado completamente. Ele olhou para o corpo franzino e trêmulo de Henrique e viu não apenas um afilhado, mas um brinquedo perfeito, moldável e desesperado por mais.

— Você acha que acabou, Henrique? — Márcio sussurrou, a voz agora desprovida de qualquer ternura, carregada de uma autoridade sombria. — Você pediu para eu te comer... mas você não tem ideia do que é ser usado por mim.

Com um movimento brusco, Márcio agarrou Henrique pelos tornozelos e o arrastou pela cama até que ele ficasse de costas, com as pernas abertas e elevadas, expondo completamente a entrada avermelhada e inchada, que ainda pulsava com o resto do gozo do médico.

— Olha para você... todo aberto e marcado. Você é minha propriedade agora. — Márcio rosnou, enquanto sua masculinidade, que se recusava a amolecer, voltava a latejar com força total, ereta e veiada, apontando diretamente para o alvo.

Sem qualquer aviso ou lubrificação extra, Márcio agarrou a cintura de Henrique com mãos que apertavam a carne com força, deixando marcas vermelhas. Ele posicionou a cabeça do seu pau imenso na abertura e, com um golpe seco e violento, enterrou-se novamente.

— AH! MEU DEUS! — Henrique gritou, as costas arqueando violentamente.

A segunda vez era ainda mais intensa. Como os tecidos estavam sensibilizados e dilatados, a invasão de Márcio pareceu preenchê-lo além do limite humano. O médico não estava mais apenas fazendo sexo; ele estava reivindicando cada centímetro do interior de Henrique. Ele começou a martelá-lo com uma fúria animal, estocadas profundas que faziam o corpo de Henrique chacoalhar contra a cabeceira da cama.

— Você gosta disso, não gosta, seu putinho? — Márcio gemia, a voz rouca, enquanto batia a base do pau contra o cu de Henrique com um som úmido e visceral. — Gosta de sentir o seu Dindo te rasgando por dentro? Gosta de saber que eu estou te fodendo como se você fosse nada?

Henrique não conseguia nem formular frases. Ele apenas gemia, soluçava e implorava por mais. Ele queria que Márcio fosse mais bruto, queria sentir a pressão esmagadora daquele pau colossal reivindicando seu ventre. A dominação psicológica era tão forte quanto a física; a ideia de ser reduzido a um objeto de prazer para o Dr. Márcio o levava ao êxtase.

Márcio, sentindo a entrega total do rapaz, decidiu levá-lo ao limite. Ele mudou a posição, colocando Henrique de quatro, enterrando o rosto do rapaz no travesseiro e agarrando seus cabelos com força para puxar sua cabeça para trás, expondo seu pescoço enquanto golpeava seu cu com a força de um pistão.

— Eu vou te encher de novo... vou deixar você transbordando do meu leite — Márcio rosnou, acelerando o ritmo. As estocadas eram tão rápidas e profundas que Henrique sentia o pau do médico atingindo pontos que ele nem sabia que existiam, provocando espasmos incontroláveis em todo o seu corpo.

O prazer tornou-se insuportável. Henrique sentia que ia desmaiar de tanta intensidade. Quando Márcio atingiu o ápice, ele não retirou o membro. Ele apertou a cintura de Henrique com tanta força que deixou hematomas, e soltou um rugido gutural enquanto disparava jatos massivos de sêmen, disparando fundo, inundando as paredes do intestino de Henrique com ondas de calor viscoso.

Henrique gozou novamente, um orgasmo violento que o deixou sem fôlego, tremendo sob o peso do homem.

Quando Márcio finalmente saiu, com um som de sucção úmido, Henrique desabou na cama, sentindo o sêmen do padrinho escorrer lentamente, preenchendo-o por dentro e por fora. Ele olhou para cima e viu o olhar de Márcio: não era mais o olhar do Dindo protetor, mas o de um dono que acabara de domar sua presa.

— Este fim de semana está apenas começando, Henrique — Márcio disse, limpando-se com um sorriso predatório. — E eu ainda tenho muita coisa para fazer com esse seu cu.

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