#Gay #Teen #Virgem

Trote

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Alberto

Eu e Marcos somos amigos desde o primeiro ano. Ambos sempre fomos bem menores que os colegas de turma e talvez por isso, sempre andamos juntos e evitamos os demais. Quando tínhamos quatorze anos, estávamos no último ano do ensino fundamental e a turma decidiu que todos iriamos passar um fim de semana em uma colônia de férias e não teríamos festa de formatura. No sábado de dia tivemos várias atividades e logo depois da atividade noturna, todos nos recolhemos a um dormitório coletivo. Já era bem tarde e ainda estava aquela algazarra quando os meninos começaram a implicar conosco e como já era habito alguns deles nos deram tapas na cabeça e nos fazendo ficar de pé, começaram a passar as mãos em nossas bundas e dar tapas nelas. Os marmanjos se empolgaram e acaram nos deixando nus só para deixarem as marcas de seus dedos em nossas nádegas, naturalmente todos os tapas eram doidos e passamos a chorar, como não podia deixar de ser, passaram a nos chamas de veados. Um deles, o mais malvado, começou a enfiar o dedo em nossos cus nos humilhando muito, mas o pior mesmo foi quando resolveram que um tinha que chupar o pinto do outro, tomando tapa na bunda. Com medo e sem condições de reagir, dei meu pau para Marcos chupar e logo depois, mandaram nós mudarmos de posição, estranhei ao abocanhar o cacete de Marcos na boca, tendo a impressão que estava começando a ficar duro, mas achei que pau dele podia ser diferente do meu. Depois de muita zoação, acaram nos deixando em paz. No domingo, envergonhados ficamos pelos cantos sem nos falarmos, no ônibus, sentamos próximo dos professores ouvindo as gargalhadas lá no fundão e fomos para casa sem nos despedirmos. Como já tinha terminado o ano letivo, não nos encontramos, nem mesmo nos telefonamos como era comum fazermos, o presente de natal que eu tinha comprado para ele, ficou no fundo da gaveta da escrivaninha. Já na metade de janeiro, acabamos nos encontrando no curso de violão e timidamente entabulamos um papo e no dia seguinte, Marcos foi a minha casa levar meu presente de natal e receber o dele. Nos trancamos em meu quarto e começamos a ouvir música e o assunto foi inevitável, comentamos que a dor das palmadas levou dias para desaparecer e quando relembramos as chupadas ficamos sem graça, mas havia algo mais no ar e quando nos olhamos, ambos estávamos de pau duro e cada um pegou no seu, foi quando comentei que tinha achado que depois dele me chupar, sua pica estava endurecendo, ele ficou mais vermelho do de já estava e para quebrar o clima, acabei falando que não tinha sido de todo ruim, mal acabei de falar, aquilo que estávamos tentando não confessar, veio a tona e Marcos largou o próprio pau e pegou no meu, sem pensar duas vezes peguei no dele. Passamos a alisar nossas cacetas. Passamos alguns minutos um massageando o pau do outro por cima das bermudas, até que eu enfiei a mão dentro da bermuda dele e iniciei um movimento de punheta, Marcos levantou a cabeça e fechou os olhos deixando claro o prazer que estava sentindo, segurando firme meu pau e eu continuei a masturba-lo até que ele abriu o velcro de minha bermuda e passou a fazer mesmo na minha caceta que estava dura como pedra, olhávamos um no olho do outra, ambos com aquela cara de prazer e ao sentir algo passando pelo canal do pau dele, também iniciei minha ejaculação. Ficamos os dois pasmos, mas conscientes de que tínhamos praticado algo muito gostoso. Fui ao banheiro todo melecado e levei para meu quarto o rolo de papel higiênico e nos limpamos, como já era tarde, Marcos foi embora. Na tarde seguinte, eu fui a casa dele, sabendo que ele estaria sozinho. Ficamos na sala e nitidamente ambos excitados, dispostos a uma nova rodada de punheta, mas Marcos do nada perguntou se tinha ficado marcas das palmadas em minha bunda, falei que não sabia, pois não conseguia ver, ele então pediu para eu mostrar, baixei a bermuda e ele alisou minhas nádegas, nossa, que delícia aquela mão no meu bumbum, sem eu pedir Marcos baixou a própria bermuda e pediu para eu ver, retribui a alisada, percebendo que ele também tinha sentido o mesmo e por instinto de putaria passei o dedo bem de leve no reguinho dele, vendo ele contrair as nádegas, sem cerimônias ali em pé na sala de meu amigo cada um usou uma mão para pegar na piroca do outro e a outra mão para alisar a bunda do outro, com nossos corpos bem juntinhos e um dos dois foi o primeiro a levar os lábios ao pescoço do outro, inundamos o ambiente com nossos gemidos de prazer e acabamos com as mãos melecadas , curioso, levei a mão a boca e senti o gosto da porra de Marcos, vendo ele fazer em seguida o mesmo, não contive o impulso e nos beijamos pela primeira vez, trocamos nossas línguas de boca e abraçados levamos nossos mãos aos bumbuns, ao sentir a ponta do dedo de Marcos cutucar meu cuzinho fiz o mesmo e nos entregamos um ao outro fazendo cada cu receber a metade de um dedo indicador e já deitamos no tapete em posição de sessenta e nove e nos chupamos sem precisar esconder o quanto estávamos gostando de chupar rola e nossas bocas receberam nossos leitinhos. Corremos para o chuveiro com porra por todos os lados e ali selamos nossa cumplicidades com novos demorados e deliciosos beijos ardentes. Fui para casa certo de que ele estava gostando tanto da situação quanto eu. No jantar, meu pai comunicou a família que passaríamos o final de semana em nosso apartamento da praia, pensando rápido, aleguei que aproveitaria para treinar com meu violão, sem incomodar ninguém, como eu sabia que incomodava, como todos concordaram, liguei para Marcos e comuniquei a ele a situação. No sábado almocei no boteco da esquina de casa e assim que terminei vi que Marcos estava parado na frente do meu portão com o violão embaixo do braço para disfarçar, voei para casa e logo que trancamos a porta nos abraçamos e já cutucamos o cu um do outro com os dedos. Subimos para meu quarto com nossas picas duras e nos despimos, acho que a escolha foi casual, mas em minutos, Marcos estava com o corpo apoiado na minha cama abrindo as nádegas. Que visão linda, enfiei o dedo naquela grutinha rosa e ouvi Marco gemer, encostei a cabeça da piroca no cuzinho de minha presa, sentindo sua respiração ofegante, ficou evidente de Marcos queria muito ser penetrado e encostei a cabeça do pau naquele cuzinho que até então era virgem e duro como estava meu pau, não medi minha força e empurrei, arrancando dele um aiiii que doeu na minha alma, mas ele foi valente, empurrou o bumbum para trás e eu empurrei mais ainda, sentindo o pau o calor daquele buraquinho, gozei nos primeiros movimentos. Imediatamente mudamos de posição, Marcos mais malandro antes de me arrombar cuspiu no meu cu e em seguida empurrou, nossa, ele teve motivo para soltar aquele aiii, que tentei segurar mas logo estava produzindo um hummm, hummm a cada entocada e percebi o quanto é gostoso tomar no cu e passei a me deliciar com a enrabada que terminou com a leitada no meu canal. Fodemos o fim de semana todo e ao final já bem arrombadinhos assistimos um filme gay para aprendermos novas posições.

Comentários (1)

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  • Beterraba: tirando a parte do bullying achei extremamente fofo. Queria que tivesse acontecido cmg desse jeito, hj em dia estaria namorando ele e não sendo completos desconhecidos agora. (desabafei)

    Responder↴ • uid:g4v1ds25lfe