#Estupro #Gay #Grupal #Sado

Descoberto e consumado - 07

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Lopedrinhofm

Os dias foram passando e Marco e eu ficamos amigos, conversávamos direto e abertamente sobre nossas esposas, ele e Andreia conversaram e aceitaram ter um relacionamento aberto, porém eu não queria confessar para a Gabi que tinha traído ela, então, conversei com calma, dizendo que Marco tinha me oferecido a esposa dele, Gabi não gostou da ideia, o que eu julguei como uma hipocrisia, afinal, eu aceitei um menage e a deixei sair sozinha com Marco, mas agora que eu tinha a oportunidade de ter a Andréia sem esconder, ela simplesmente não aceitou, disse que tinha ciúmes e que não concordava comigo tendo outra, eu fui infantil e disse:
- Beleza, por mim tudo bem, então você não vai mais ficar o Marco
- São duas coisas completamente diferentes. O Marco ele te ajuda na bissexualidade, agora você ter outra mulher já acho falta de respeito
- Sim, mega diferente, você ter um outro homem e eu ter outra mulher
- Não to afim de brigar, já expliquei meu ponto de vista
Segui ficando com a Andreia escondido da Gabi, Marco sabia todas as vezes que eu saia com ela, até que num certo dia, Marco me mandou mensagem:
- Vamos pegar a Andreia juntos?
- Acho que vou achar estranho
- Relaxa, ela não sabe que você é bi
- Beleza, eu topo
Fui pro apartamento dele, ela me recepcionou com uma lingerie vermelha e um beijo gostoso, enquanto Marco já nos observava do sofá, comecei a acariciar todo seu corpo e fomos os três para o quarto, enquanto eu chupava a bucetinha de Andreia, Marco a colocava para chupar, trocamos de lugar alguns vezes, Andreia estava realizada, com a gente se revezando para fodê-la, até que enquanto ela cavalgava em mim, senti uma pressão no meu pau, era Marco pondo o dele junto, a pressão e a sensação dos nossos paus se raspando dentro dela estava muito gostosa, Andreia gemia fraca, como quem estava adorando aquele momento, e o que estava gostoso ficou ainda melhor, Marco gozou dentro dela, em cima da minha pica, tirou devagar enquanto eu continuei socando em sua bucetinha, com a porra dele escorrendo pelo meu pau até melar meu saco, isso foi demais pra mim, enchi a bucetinha dela com meu gozo por cima do dele.
Marco olhava aquilo com os olhos brilhando e sorrindo.
Andreia: - Caralho! Que delícia receber porra de dois machos, mas preciso tomar remédio
Marco: Amanhã a gente se preocupa com isso, foi uma delícia
Eu me lavei, me vesti e fui embora pra casa, quando desci do uber tive a sensação de estar sendo observado, passou dois caras em uma moto dobrando a esquina, entrei rapidamente e pensei que escapei de um assalto, fiquei a noite toda com uma sensação de insegurança ainda que nada tivesse acontecido.
No dia seguinte, eu me arrumei para ir trabalhar, e enquanto eu caminhava para o ponto de ônibus percebi novamente a mesma moto, e os mesmos caras, para minha sorte a rua estava movimentada, assim que cheguei na empresa comentei com meu grupo de amigos sobre essa situação.
Leandro: Tem que ficar esperto, você tá com inimizade com alguém?
Eu: Não, com ninguém
Fiquei pensativo sobre isso e tentando imaginar se tinha alguém com maldade comigo, eu só lembrava do Henrique do T.I, mas ele não sabia onde eu morava, e essa dúvida me corroía o dia todo, e então fui falar com Samuel, bati na porta da sua sala e ele não me atendeu, voltei pra operação e notei que Fernando havia "sumido", quando ele voltou eu perguntei discretamente:
- Cê tava na sala do Samuel?
- Como você sabe?
- Tentei falar com ele, bati na porta
- Ah então foi você que atrapalhou a foda?
- Como que você para o trabalho e vai transar com o supervisor?
- Uma foda no meio do turno me dá mais energia pra terminar os trabalhos
Acabei rindo, e Fernando abaixando a cabeça me disse:
- To com saudades de dar pra você
Meu pau começou a endurecer ali mesmo, eu tinha um certo nojo de Fernando ficar dando pro Samuel, mas Fernando era solteiro, podia dar pra quem quisesse, não respondi imediatamente, quando nosso horário acabou, Leandro veio falar comigo.
- Wesley, preciso te contar uma coisa muito séria
Eu: O que aconteceu?
Fernando: Você não vai contar, né?
Leandro: É justo ele saber
Eu: Saber do que?
Leandro: Mano... a Gabi tá te traindo
Eu: Como assim? Com quem?
Leandro: Cara, ela contou pra Brenda que ela anda ficando com um cara chamado Marco
Eu: Quem mais tá sabendo disso?
Leandro: Só a Brenda, ela contou pra mim e pro Fernando
Eu: Então... eu sabia disso, mas obrigado por me contar
Leandro: Sabia? Como assim?
Eu: É complicado, mas o Marco é meu amigo, ele tá me emprestando a mulher dele, e eu to deixando a Gabi com ele, mas a Gabi não sabe dela
Leandro: Caralho, então você curte ver ela com outro?
Eu: Não necessariamente, mas estamos vivendo isso agora
Leandro: Porra, eu que sou seu amigo você não me oferece
Fernando: Oh que filho da puta, falando na sua cara que quer comer sua mulher
Leandro: Melhor falar na cara né? Você mesmo já falou que a Gabi é gostosa
Eu: Pera aí, não vamos fazer isso aqui virar uma coisa descontrolada, a Gabi vai ficar chateada se souber que vocês estão sabendo da nossa vida no liberal, se ela contou pra Brenda é porque confiava de que a Brenda não contaria a ninguém
Leandro: Tá, mas você não me respondeu, rola de ajeitar ela pra mim?
Eu: Não, caralho, justamente por a gente ser amigo que não rola.
Gabi se aproximou sorrindo sem saber que ela era o assunto.
Gabi: Oi meninos, o que vocês estão conversando de tão importante?
Leandro: A gente só tava falando de uns segredos que as pessoas escondem dos amigos
Gabi: Que tipo de segredo?
Fernando: Do Samuel, nós estávamos falando do meu segredo com o Samuel
Gabi: Ah, mas isso todo mundo tá percebendo, você saiu hoje no meio da produção e se trancou na sala do Samuel, muita gente comentou
Fernando: Eu quero que todo mundo se foda, fui mesmo
Gabi: Vai mais discreto
Leandro: É, seja discreto, ainda bem que você não guarda esse segredo dos seus amigos
Eu: É né?
Fomos embora, Gabi e eu nos despedimos pois ela foi pra casa dela neste dia, quando cheguei, ao me aproximar da portaria, um motoboy passou rente a calçada, parou e disse:
- Wesley?
Me virei tremendo de medo, mas tentando fingir normalidade.
- Eu mesmo
Ele levantou a cintura mostrando discretamente um revolver e disse:
- Sobe aí na garupa
- Pra que?
- Você sabe muito bem
- Não sei não
- Então sobe aí que a gente vai refrescar sua memória
- A gente?
- Sobe logo, caralho! Não me obriga a ter que te levar a força
Subi na moto, tirei o celular do bolso e enviei minha localização em tempo real para a Gabi, sem falar nada.
- Guarda a porra do celular, se falar pra alguém você tá fodido!
Guardei, sentia meu celular vibrando com ligações da Gabi, mas eu não podia se quer atender, entramos numa região rural, pouquíssimas casas, e então me deixou na frente de um barraco de madeira, úmido, iluminado apenas por uma lâmpada amarela no teto.
- Que lugar é esse?
- Bem vindo a sua humilhação
- Humilhação? O que eu te fiz? Nem te conheço
- Conhece não? Vai conhecer agora.
Ele começou a abrir a calça tirando a rola pra fora, um pau de uns 16cm, grosso, cabeça roxa, ele se punhetou me olhando, eu fiquei parado sem entender e sem reagir.
- Então você gosta de humilhar os outros, né?
- Do que você tá falando?
- To falando dessa porra aqui!
Ele me mostrou a foto de Henrique com a cara gozada, e gritou:
- Pode vir rapaziada.
Saiu de um outro cômodo uns 3 caras, e o Henrique, ao todo estavam em 5 (O motoboy, os 3 desconhecidos, e o Henrique).
- Vamos mostrar pra ele como é uma humilhação de verdade!
O motoboy pegou o revolver que estava em sua cintura, prensou em minha testa e foi descendo.
- Chupa o cano da arma!
Eu travei os lábios, ele riu e falou baixo:
- Chupa logo essa porra.
Chupei, começaram a filmar de vários celulares, tiraram minha roupa e viram Gabi me ligando e mandaram eu desligar o celular, desliguei, sem mencionar que ela tinha a localização, pelo menos eu esperava que ela fizesse alguma coisa.
Chutaram minhas pernas me fazendo cair de joelhos, um deles puxou meus braços para trás enquanto um já enfiou o pau em minha boca, sem se importar se eu aguentava ou não enfiou tudo em minha boca, eu fiquei vermelho, engasgado com a rola, e ele não tirou, sentia ânsia e ele pressionava minha cabeça contra sua cintura até tirar e eu tossir, um a um faziam a mesma coisa, e em todo tempo havia pelo menos um filmando, foi quando um deles disse:
- Botem as camisas no rosto, vou abrir uma live.
Colocaram as camisetas na cabeça deixando apenas os olhos de fora, e minha humilhação começou a ser transmitida ao vivo, começaram a foder meu cu, enquanto um fodia, dois já puxavam minha cabeça para o boquete, no começo a pressa deles, a agressividade, estava me dando medo, me machucando, mas conforme começaram a revezar meu cu, eu comecei a gostar.
- O viadinho ficou de pau duro, filma isso aqui pra mostrar pra namoradinha dele, olha como seu namorado dá o cuzinho de pau duro.
Deram várias tapas na minha cara, e enquanto Henrique me fodia com ódio, os outros 4 apontaram o pau na minha cara e mijaram ao mesmo tempo, eu só consegui fechar os olhos e aceitar cada mijada, o líquido quente escorrendo por todo meu rosto, boca, pescoço, ombros... até formar poças no chão e eu ficar no meio daquilo, ouvi alguém dizer:
- Não goza no cuzinho dele, a gente ainda vai foder
E começaram a gozar em todo lugar, nas costas, na cara, nas nádegas, até dentro da minha boca.
O vídeo estava feito, 5 machos me fodendo, mijando e gozando em mim.
Me amarraram pelos pés e pelas mãos e me deixaram jogado em cima da urina, eu tentei de alguma forma ligar meu celular com a boca, mas todo esforço era em vão, eu sentia meu cu ardendo, sabendo que o rombo tinha sido grande, quando ouvi barulho de sirenes, chutaram a porta com tudo:
- Polícia! Todo mundo com as mãos pra cima.
Era tarde, já tinham ido embora e eu não fazia ideia de onde encontra-los, os policiais me desamarraram, me deixaram me lavar em uma torneira velha por causa do mal cheiro, me vesti, e Gabi os acompanhava, eram 3 viaturas, cerca de 12 policias me vendo nu, enquanto eu me limpava um deles se aproximou:
- Sinto muito pelo que fizeram com você
- Obrigado
- Quantos eram?
- Cinco
- Conhece algum deles?
- Não
- Por que fizeram isso?
- Acho que me confundiram com alguém, disseram que era por vingança
- Você mexeu com mulher casada?
- Não
- Hum. Abre a bunda pra eu... avaliar como ficou sua situação
Timidamente eu abri minhas nádegas ao policial, ele olhou bem e disse:
- Não tá muito machucado não
Outro policial vinha se aproximando e ele disse:
- Se ajeita, pode soltar essa bunda
Soltei, tendo a certeza de que ele não queria avaliar nada profissionalmente, e sim ver o estrago que estava meu cuzinho.
Fui até a delegacia, fiquei horas fazendo boletim de ocorrência e exames, em nenhum momento dedurei o Henrique, descrevi todos diferente de como eram, por medo até de voltarem.
Samuel me deu uma semana de folga quando comentei com ele de que foi o Henrique que fez isso.
Eu fiquei em meu apartamento refletindo sobre tudo isso, Marco me visitou e preocupado levou até pomadas de assadura, não transamos, ele parecia estar preocupado em eu me recuperar, e lamentando o ocorrido, na empresa todos já sabiam que eu tinha sido abusado, e diziam que tinha sido o maníaco da empresa.
O pior de tudo foi que diante disso, Andreia meio que não quis mais ficar comigo, a desculpa dela era que ela iria cuidar do casamento, mas pra mim ficou bem claro que ela não gostou de saber que cinco caras me foderam, Gabi e eu estávamos "bem", ela não comentava muito sobre o acontecido, mas senti que ela se esfriou comigo, até certo dia ela entrar em casa brava, me mostrando todos os vídeos que recebeu do estupro, mais de 30 vídeos, e um áudio.
"Olá, Gabriela, tudo bem? To te mandando o conteúdo da humilhação do viadinho do seu namorado, não se preocupa, ele só pagou pelo que ele e o Samuel fizeram ao Henrique, o tal maníaco da empresa são eles dois, hoje nós resolvemos com ele, quando a poeira abaixar, resolveremos com o Samuel, agora divirta-se com os vídeos, e se eu puder te aconselhar, termina esse namoro, ele deu pra gente de pau duro."
Gabi chorando, enquanto os vídeos me excitavam e eu tentava disfarçar, contei pra ela toda a verdade sobre o Henrique e ela terminou comigo, me xingando de diversos nomes que não caberiam neste conto.
Assim que ela foi embora, eu parecia anestesiado, não me importava com nada, eu não tinha os vídeos, fechei os olhos e comecei a me lembrar de cada rola, de cada estocada em meu cuzinho e comecei a bater punheta, sorrindo, e antes que eu pudesse gozar, decidi descer meu nível de vez, vasculhei o grupo da empresa e encontrei o número do Henrique entre os que tinham sido removidos, e mandei mensagem:
- Fala Henrique, aqui é o Wesley, me manda os vídeos do estupro?
Ele me mandou imediatamente com vários emojis de risadas, eu assisti um a um, gozei antes mesmo de terem acabado.
Meu celular vibrava com mensagens de Fernando e Leandro:
- Você é o maníaco da empresa? Caralho, você estuprou o Henrique? Não acredito nisso
O que era pra eu me sentir mal, me enchia de orgulho, e então veio a mensagem mais oportuna, Henrique:
- Gostou do que fizemos?
- Gostei, mas não viveria isso outra vez, gosto das coisas mais calmas
- Seu cu deve estar aberto ainda né?
- Um pouco
- Vou ai terminar de arrombar
- Vem sozinho
Ele apenas ria, meu interfone tocou minutos depois, era Henrique, ele subiu, assim que entrou estava acanhado, sem parecer o Henrique daquele barraco velho de madeira, ele se aproximou me pegando pela cintura, acariciei seu pau pela calça e logo estávamos pelados, o chupei com calma, e ele retribuiu, comecei a sentar nele com vontade, cheio de tesão, enquanto ele ria e dizia:
- Você é louco de ter me deixado vir aqui depois do que eu fiz com você, eu acabei com seu namoro
- Foi um favor que você me fez, agora posso sentar na sua pica sem ter que esconder
- É, tá gostando de sentar? Seu safado!
- Uhummm
- Você me comeu gostoso aquele dia também, só fiquei com ódio pela humilhação que me fez passar
- Você gostou então de dar esse rabinho?
- Gostei
- Então vem... me dá
Henrique e eu trocamos de lugar, ele começou a quicar na minha rola, enquanto eu o punhetava, ele gozou em minha barriga e eu gozei no cu dele, Henrique riu e começou a lamber o próprio gozo que estava em mim, e então, trouxe a bunda em minha boca, onde eu suguei até a última gota do que despejei dentro dele.
Ele foi embora, e eu tinha a certeza de que minha vida nunca mais seria a mesma.

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