Liberando para gente próxima em segredo
Trazendo mais experiência para vocês. O sexo é algo que eu valorizo muito e procuro praticar sempre. Eu gosto ao meu tempo e não sou compulsivo procurando erotizar bem tendo qualidade e não quantidade. Já fui da turma da quantidade e o tempo foi dando aquela acalmada sem perder a tara. O importante é estar consciente e no meu caso, uma bebida leve e sem exagero ajuda a soltar. Tenho um conto aqui recente e tenho dado para um amigo do bairro. Eu sou branco, magro, 1.73 de altura e solteiro. Vinte e sete anos e moro só. Procuro ser extremamente discreto. Sou formado e professor precisando manter uma imagem social que é pública, então, todo cuidado é pouco. Moro sozinho desde os vinte e três anos e quando chega o meu final de semana, eu desligo celular, entrego a chave para a proprietária que mora na casa da frente caindo no mundo. Só volto lá para quatro ou cinco horas da tarde no Domingo havendo poucas exceções. Feriados, idem. Eu não paro em casa durante a semana chegando por volta de oito horas após jantar e tomar uma cerveja. Praticamente, durmo, tomo banho e quem lava minhas roupas é a proprietária dando uma grana para ela. O colégio é minha casa.
O gosto começou ao ver vídeos pela Internet e fiquei alimentando a possibilidade. Uma vontade que pintou era dar, saber como era, fui solidificando a ideia. Entendi que não era fácil, penetração parecia sofrer um pouco e depois sorria, sentia prazer, achei interessante e queria descobrir. O problema: quem? O medo dos pais, a jovem idade e o extremo receio expondo este gosto deram a brecada. Na prática, eu contei com o acaso e sabia que quando tivesse mais idade, eu mataria a curiosidade. Coube ao destino encarregar do trabalho. A vinda do primo do meu pai para passar uns dias em casa deu margem para que a coisa fosse provocada. Cara alto, moreno claro, careca, quarenta e três anos, ele ficava no olhar comigo e sorrisos e após meus pais saírem para trabalhar, eu e ele ficamos livres e não deu outra: paguei mamada no sofá levando dedadas no cu e o tesão subiu depressa! A ficha estava caindo, eu todo corado e sendo excitado, ele pediu e fomos ao banheiro onde dei em pé! As impressões da primeira primeira penetrada são inesquecíveis: dor forte e zonzeira, dor no fundo do cu quando a cabeça tocada, fiz caretas, o sangue circulando depressa, rosto quente e muito corado, respiração acelerada e olhos fechados abrindo a boca soltando ais de forma baixa! Não fazia nem um mês que eu havia completado dezesseis anos e tive a extrema sorte em conhecer sexo. O interessante foi deixar acontecer e não manifestei desejo em parar ficando numa espécie de anestesia permitindo suas rápidas investidas. A coisa foi rápida e ao final, ganhei uma gozada resultando em melada. Passei a mão e com o esperma havia um pouco de sangue e achei este momento o melhor. Sorri e tomei um banho sentindo o esperma escorrer pelas pernas e o cu grudando, doendo demais e piscando. Eu estava aberto. Nos dias seguintes, repetimos e foi a melhor coisa que aconteceu. Senti prazer e também já mamei melhor tendo um sexo mais trabalhado. Os atos seguintes serviram para confirmar que eu havia gostado mesmo com a falta de experiência. Chegar ao conforto durante o ato era uma meta e atingi quando sentei por cima e desci ao talo dando quicadas no pau. Sorri, rebolei, achei muito delicioso e gaguejei numa surra dada. Sua ida deixou saudade e abriu a porta para coragem da minha parte. Eu precisava ser mais audaz não contando com a sorte. Conforme disse, há exceções e ele foi o único que eu dei no meu bairro e em casa sendo rompido este receio recentemente e após anos como no último conto.
Uma vez que descobre e gosta é preciso continuar e eu tive uma certa dificuldade para encontrar alguém audaz o suficiente para manter meu desejo em dia. Os fatores que levaram para isto eram a minha jovem idade, o receio dos meus pais descobrirem, era preciso pessoas confiáveis sendo longe de casa evitando desconfiança de terceiros. Eu sabia que o cara precisava ser muito corajoso e audaz, mostrar interesse, eu morria de vergonha caso expusesse o meu gosto e deixava ao interessado a iniciativa. Eu ficava irado sabendo que colegas do colégio podiam tendo a minha idade e como sou homem, havia um certo preconceito sendo algo proibido. Garota pode dar e garoto não. Na escola onde estudava haviam duas grávidas e adolescentes quase adultas. Na prática, o cara precisava ser um tarado para mandar sinais que estava querendo algo comigo. A minha conclusão era esta. Percebi ao longo do tempo que certas pessoas ligadas ao meu cotidiano não estavam nem aí para o fato da jovem idade e olhavam na maior cara de pau. Dependendo a pessoa e lugar, eu fingia nada perceber. Um caso bem complexo era o faxineiro do colégio olhando enquanto eu andava pelo corredor e nada falei. Fiquei numa vontade louca em dar para ele e também não dava bandeira ou olhada e nem manifestando alguma coisa em seu favor, afinal, o ambiente não permitia e fora ficava difícil pois ele era casado. Sexo com homem é quase uma bolha precisando contar com inúmeros fatores para que tudo ocorra. Tendo um corpo de adulto mesmo com a jovem idade, eu já passava por dezoito aos dezesseis e isto chamava a atenção de interessados. Eu só conheceria um outro pau quase seis meses depois e arrisquei muito para sanar minha vontade. Isto ficará para um terceiro conto e espero que o(a) leitor(a) tenha paciência. Alternarei o recente e passado. Boas fodas.
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