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A carona de São Luiz para Belém

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neto16

Aqui vou contar como paguei uma carona para poder passar as férias com minha mãe.

Tudo aconteceu há 4 anos, eu tinha 16 anos, morava com meu pai em São Luiz, mas sempre nas férias minha mãe mandava dinheiro pra eu ir pra casa dela, em Belém. Nessas férias, ela mandou para meu pai, e ele sacou e me entregou, mas eu acabei perdendo o dinheiro e se eu contasse pro meu pai ia levar uma surra, então tentei perdi pra meu amigo Zeca, mas ele falou que não tinha, é com isso, fiquei com medo.
Até que tive a ideia de pesquisar outras maneiras de ir para Belém, é nisso, achei alguns comentários das pessoas falando que pegavam caronas com caminhoneiros, é eu achei que poderia dar certo.
Então quando foi no dia, meu pai disse que não poderia ir me deixar na rodoviária, eu pela primeira vez achei bom, pois não teria que explicar ou da desculpas para ele ir embora cedo. Sai de casa, e peguei o ônibus para o centro industrial, onde tentaria uma carona.
Cheguei perguntei pra vários motorista, muitos se recusaram, ou iria para outros locais, até que chegou um, o nome dele era Damião, um senhor baixinho, um pouco gordinho, careca, com uma barba grande. Ele disse que me levava mas eu teria que pagar, falei que não tinha dinheiro. Ele ficou o dia todo sem sair de lá, toda hora ele me perguntava se eu ia, mas eu dizia que não tinha dinheiro, ele falava que eu poderia dar outro jeito deu pagar, eu entendi, e fiz que não, e disse que não iria com ele. Até que deu 21:00 h e se eu não aceitasse, meu pai ia me dá uma surra, então eu chamei ele e disse
- olha eu vou aceitar a carona, mas não sei como pagar você - na verdade fingindo não entender o que ele queria, mas ele me disse
- não esquenta não garoto.
Então logo saímos no meio do caminho já escuro, eu ia quase cochilando, então ele falou
– como você vai me pagar moleque?
Eu só olhei no relógio, já eram quase meia noite, e morrendo de vergonha eu disse: - eu não sei senhor.
Ele me olhou com cara de safado e disse
- eu acho que sabe, senão não teria aceitado a carona.
Ele começou a meche na pica, eu olhei o logo veio o pensamento será que esse cara ta querendo me comer mesmo, quando foi uns quinze minutos eu olhando pra fora do caminhão, ele perguntou de novo
- como você vai me pagar garoto?
Eu não sei, foi o que eu responde, então quando fui olha pra ele, ele tava com a pica pra fora, devia ter uns 16 cm mole, ele disse
- sabe sim, começa a chupar aqui.
- por favor moço, sou gay não, não quero fazer isso.
Mas ele puxava minha cabeça com força pro rumo da pica dele que ela batia na minha cara, eu já tava chorando mais não abria a boca, ele começou a grita comigo
- chupa logo garoto ou te jogo pra fora do caminhão.
Mas eu não abria a boca. Então ele parou o caminhão, e fez que ia descer dizendo – pega suas coisas, vou te deixar aqui
- por favor S.r. Damião, não faz isso.
- você não quer me pagar, não tenho escolha.
- ta bom, ta bom, eu pago.
Ele fechou a porta, e arriou as calças até os pês, e segurou na pica, dizendo.
- vem.
Ele ligou a luz da cabine, eu olhei para a pica dele que já estava dura, sem nenhum pentelho, espalhava pelo ar aquele aroma de homem suado, eu poderia dizer que ele não tomava banhos a uns dois dias, ele foi me puxando pro rumo da pica e falando
– vem viadinho, chupa a pica gostosa.
Olhei para pica dele, estava maior, e bem dura, e tinha veias ao redor dela.
Eu falei
– por favor para, eu não quero isso não, não vou aguentar.
Ele sorriu e falou
– já come um menor que você, enquanto o pai dele dormia por que tu não vai aguentar?
Então ele puxou minha cabeça até na pica dura dele, e mandou eu abria a boca, e não podia para de sentir o cheiro daquela pica, que pra mim estava fedendo, então abri a boca, e ele socou dentro dela, por eu ser inexperiente não entrava tudo, só a cabeça e mais três centímetros, mas ele tentava coloca e acabava me sufocando, então ele parou ali, enquanto eu tentava chupa e só conseguia fica com aquela coisa na boca, então ele começou um desce e subi com a Mao na minha cabeça, fazendo a pica fica entrando e saindo da minha boca, e foi uns dez minutos, até ele que ele falou
– bebe o leito todinho bebezinho!
Quando ele terminou de fala isso, eu sentir a gozada bate no céu da minha boca, e eu tirei a boca da pica dele rápido e joguei pela janela, e falei
– tu gozo na minha boca, caralho.
E ele falou – e essa só foi à primeira vez.
Então sorriu, ele colocou a pica pra dentro da calça e começou a dirigi o caminhão, então depois de uns 40 minutos, ele saiu da BR e pegou outra estrada de pinçara, e perguntou se eu estava com fome, se queria comer, eu falei que não, ele falou que era sério, então do nada ele parou em frente de uma casa, e nos descemos, e ele falou, os caminhoneiros pegam essa estrada quando estão com carona, e ela precisam paga pela carona, me entende né? Eles tem uns quartos bacanas aqui. Eu entendi, e fiquei com medo.
Eu olhei para ele e não falei nada, quando entramos tinha só um cara de seus 30 anos eu acho, ele se falaram, e o caminhoneiro falou se poderia usar aquele quarto, o cara olhou pra mim, e falou que sim, então passou a chave para ele, o caminhoneiro começou a me empurrar para o fundos, passando pela porta de trás, e quando olhei para o cara, ele falou – boa sorte garoto!
Quando entramos no quarto tinha uma cama de solteiro, um ventilador pequeno em cima de um banco, e um banheiro que não estava muito limpo, o S.r. Damião foi para o banheiro, tomou um banho por uns 10 minutos, e quando voltou, se deitou na cama, e me olhou e mandou eu tira minha roupa, eu falei.
- cara, eu não sou viado, é so tenho 16 anos, você poderia ser meu pai.
Ele sorriu e disse.
– por isso mesmo, é gostoso vê uma bichinha como você sofre na minha jeba. Ele se sentou, colocou a mão na minha nuca, me puxando exatamente para rola dele, falando.
- volta a chupar, e bem gostoso dessa vez
Dessa vez, ele ia fazendo eu colocar mais na boca, faltava entrar tudo, eu me engasgava, tirava da boca, mas mal respirava, ele enfiava de novo na minha boca. Com isso, ele foi tirando minha bermuda, e eu senti quando ele começou a alisar minha bunda, e de repente, começou a enfiar o dedo molhado de cuspe no meu cu, dizendo.
- cuzinho bem apertadinho, é bom assim.
Então ele mandou eu me deitar na cama, me deitei de bruços, e ele veio se deitando por cima de mim, e foi se aproximando e eu tentando escapar, até que me segurei com as duas mãos no espelho, ele falou
– isso, fica bem ai.
Ele me fez levanta a bunda pra cima, ficando de quatro, nessa hora ele passou a mão na minha bunda e falou
– que bundinha de princesa, que vai leva rola de macho.
Eu olhei para ele, por cima do meu ombro, sem acredita que estava passando por aquilo ali, e meus pais nem imaginavam, ele passava a mão na minha bunda, enquanto batia uma punheta de leva, e falou pra mim
– relaxa, e só relaxa.
Nessa hora ele colocou a cabeça grande bem na entradinha do meu cuzinho, ainda virgem até aquele momento, eu sentir aquela coisa melada bem no meu cuzinho, então ele deu o primeiro empurrão, até aquele momento eu não tinha falado nada, e olhava para o espelho da cama, então ele fez força para enfia a pica, era a cabeça procurando por espaço no meu cuzinho virgem de menino, e quando ele forçou de novo, eu fez noção de fugir, dizendo –
- isso dói, S.r. Damião.
Mas ele me segurou me puxando para trás, e falou
– fica quieto, e relaxa, já falei, se fica assustado, vai doe mais.
Então ele ficou passando as mãos na minhas costas, e falando
– vamos lá, relaxa, não precisa ficar assustado.
- é grande, não vou conseguir aguentar.
E ficava alisando minhas costas, então num momento eu calei e ele falou
– vou continuar.
E começou a força de novo, e mais uma vez eu comecei a reclamar, e fiquei com medo, que comecei a chorar, pois estava doendo demais, e ele continuava a forçar e eu me contorcendo de dor, então numa hora ele deu um empurrão, que fez ploc, e eu sentir meu cuzinho rasga, a cabeça da pica dele tinha entrado, e comecei a chorar mais, e tenta sair, mas ele me segurava, e falava
– fica calmo.
E eu falei
– ta doendo demais.
E ele começou a alisar minhas costas e falando
– calma, e só fica calmo bebezinho, a cabeça já ta dentro desse seu cuzinho de menina, louco por pica.
- eu não sou louco por pica – falei meio chorando.
- mais vai ser, quando senti essa pica toda dentro de você – ele falou sorrindo.
E eu falando pra ele tira, e ele falou
– calma só são 19 centímetros, daqui a pouco vai está tudo dentro, se acalma.
E ele foi empurrando bem devagarinho, e eu me contorcendo, e chorando, e ele socou mais um pouco, e eu dei um grito de leve, e ele parou, e falou
– relaxa, falta pouco, já está mais que a cabeça dentro.
Então ele tirou as mãos na minha cintura e colocou as duas nos meus ombros, e falou
– e só aguentar.
E eu falei
– eu não aguento.
Ele falou
- aguenta, se não aguentar sorrindo, aguentar chorando, mais aguentar. Então nessa hora ele me puxou para trás e empurrou pra frente, fazendo entra tudo de uma vez, e eu dei um grito, que foi logo abafado pela mão dele, e eu comecei a chorar, ele falou
– calma menino, já está tudo dentro, agora relaxa.
Eu continuava de quatro com aquilo grande e grosso dentro de mim, e ele falando pra mim relaxa, ele ficou ali parado sem se meche, até que eu me acalmei, e só fiquei choramingando, e sussurrando pra mim “eu não sou gay, eu não sou gay” mas eu sentia aquela pica toda enfiada em mim, pulsando dentro do meu cu. Então sentir ele tira tudo, ficando só a cabeça dentro, e enfiou de novo dessa vez, eu gemi, agora sem para, eu me contorce, mas não doeu tanto, e ele falou
– viu? Nem doeu tanto agora, agora só relaxa e curte um pouco.
Então ele tirou de novo e enfiou sem para mais uma vez, até o talo, e fez isso mais uma três vez, bem devagar, e eu nem chorava mais, nem reclamava, estava submisso, então ele começou um entra e sai mais rápido, e com isso sentir um pouco de dor, e ele falou
– só relaxa na vara bebezinho.
Então quando percebe eu estava com os dois olhos fechados e de boca aberta, estava gostando, do movimento que aquela coisa grande e grossa tava fazendo atrás de mim.
Ele tirava e colocava tão rápido que a batida do ovos dele na minha bunda fazia barulho, então uma hora ele tirou e mandou eu me levanta, me colocando de quatro no chão, com a bunda arrebitada, e com a cara no chão, e ele se colocou de joelho atrás de mim, nessa hora com uma das mãos puxei a poupa da bunda pro lado, ele sorriu e falou
– já ta gostando de vara né viadinho? Abrindo a bundinha pra mim.
Então ele socou de novo, e começou mais uma vez um entra e sai frenético, enquanto eu até já gemia, mas agora não de dor, de prazer, cada vez que ele me enfiava suspirava, e assim foi mais dez minutos, até que uma hora ele se levantou e se sentou no canto da cama, e me chamou
– vem, vem mama.
Eu me coloquei de joelho no meio da perna dele, e coloquei na boca, chupando o máximo possível, então numa hora ele empurrou quase tudo na minha boca, e me segurou com força e falou
– vai viadinho, engole todo o leitinho do teu macho.
Mais da metade da pica dele tava na minha boca, e eu dessa vez engole tudo, senti todo o jarro de gala desce pela minha garganta, e quando ele me deixou tira estava quase sem fôlego, e mandou eu chupa mais um pouco, e continuei chupando e chupando, até que amoleceu, ele se levantou e falou
– pronto, acabou de pagar pela carona.
Quando nos vestimos, ele falou.
- fica aqui, já eu volto.
Ele saiu do quarto, e eu ouvir ele conversando com o cara lá de fora. Até que os dois apareceram, na porta. É o cara falou.
- aceito, mas vai se so a metade do pagamento.
O cara entrou no quarto, é o S.r. Damiao ficou na porta, o cara já chegou abrindo a calça, e colocou o pau para fora.
- o que? Ele também? – perguntei assustado.
- ele so que um boquete pela metade do pagamento do quarto.
Olhei para pica dele, era menor, mas era bem mais grossa. Ele era magrelo, alto e usava bigode grosso.
- vai garoto chupa.
Coloquei na boca, e comecei a chupar, ele aos poucos foi enfiando mais na minha boca, mas eu me engasgava, mas ele continuava enfiando, depois de uns 5 minutos, ele começou a gozar na minha boca, tentei tirar da boca, mas ele me segurou com força, a porra dele era muita, vazou pelos cantos da minha boca, derramando na minha blusa, quando ele me soltou, eu o xinguei, mas ele não ligou. Saiu do quarto rindo, e apertou a mão do S.r. Damiao.
Fomos embora de lá, eu nunca soube o nome do cara de lá, S.r. Damiao me deixou no bairro da minha mãe em Belém, e eu nunca mais voltei a vê-lo também.

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