Fui obrigado a assistir meu irmão arrombar meu filho
Olá, sou conhecido como Paraguaio, sou pardo, tenho 43 anos, 1,80 de altura, cabelo curto e barba grande. Sempre fui um cara forte, na juventude até era sarado, mas com o passar dos anos engordei e hoje sou um ursão.
Antes de voltar pra casa fui visitar meu pai, minha relação com ele é um pouco complicada por causa das opiniões machistas e homofobicas dele mas no geral ele é um bom pai, assim q cheguei com Diogo quem nos recebeu foi o Breno, meu irmão mais velho, o puto q tirou meu cabaço e me comeu por anos. Foi estranho encarar Breno. não nos víamos, há mais de 10 anos. Hj ele tem 53 anos, pele cor de canela, cabelo grisalho, continua forte, tmb engordou com o passar dos anos, mas diferente de mim ele ficou mais parrudo, da pra ver que ele continua frequentando a academia. Não tem como negar, meu irmão é um cara bonito. Ele continuava imponente e intimidador. Ele abriu a porta, me deu um abraço e pareceu amigável.
- Vem meu irmão, da aqui um abraço. Esse garotão aí deve ser o seu filho, né ?
- Sim, dá última vez q vc o viu ele ainda era pequeno.
Entramos, o dia seguiu, o Breno q tinha ido na casa do meu pai só entregar umas compras acabou ficando, ele estava estranhamente amigável, notei q ele não tirava os olhos de Diogo, mas tmb não era pra menos, meu garoto estava uma delicia, shortinho jeans marcando o rabo gordo e uma camisa branca simples mas transparente, o que deu um destaque absurdo pras suas tetas suculentas.
Me distraí conversando com meu pai, quando percebi Breno tinha se afastado e ido atrás de Diogo onde ele brincava com os cachorros. Logo Breno voltou e se juntou a gente, na hr de ir em bora ele nos levou até a casa da minha mãe.
Mais tarde recebi uma mensagem no celular.
"Olá irmãozinho, aguardo vcs em minha casa. Quero provar esse seu putinho"
"Do q vc está falando ?"
"Não se faça de tonto irmãozinho, claro q é do seu filho q estou falando"
"Não to te entendo. O q vc quer ?"
"Quero um encontro. Com o seu garoto. Aquela boca dele deve ser uma delícia. Você traz ele pra minha casa. Deixa a gente se conhecer. Se fizer isso, seu segredo morre comigo. Se não o mundo fica sabendo "
"Não, eu não vou te entregar meu filho, pq eu faria isso ?"
"Porque eu sei do seu caso com o garoto. Não foi difícil perceber, nenhum garoto dessa idade é tão apegado no pai, a menos q o pai seja o macho dele"
"Você ta louco, eu n tenho nada com meu filho, seu doente depravado"
"É muito simples, quero provar esse putinho e você vai me ajudar."
"Você ta louco, não vou te entregar meu filho"
" Hahaha, vai sim, ou então o mundo fica sabendo que o depravado é vc. Sinceramente, o próprio filho ? Meu irmãozinho."
"Vai ser minha palavra contra a sua."
"Palavra ? Hahaha vc n sabe msm com quem está lidando. Primeiro que nem seria difícil provar, as entranhas dessa puta devem estar cheias com sua porra. Mas tenho algo melhor. "
Recebi fotos intimas do meu filhote e prints de nossas conversas.
"Desconfiei sobre vcs, e não foi difícil conseguir acesso ao celular do garoto e pegar o que eu precisava"
"Ok, já q nao me resta outra saída, eu aceito, mas tenho algumas condições"
"Não q vc esteja em posição de exigir, mas, fiquei curioso"
"Eu quero ficar junto, se ele não quiser n vou obrigar e vc n vai ser bruto com ele como era cmg"
"Usar seu puto na sua frente vai ser ainda mais gostoso. Não vai precisar obrigar, ele gostou de mim e quanto ser cruel com ele, depende de como ele for cmg, se for uma boa putinha eu trato bem, agora se for rebelde como vc era, preciso domesticar"
"Ok, vou falar com ele e te respondo"
Cedí. Como sempre cedi a Breno. Aquele mesmo homem que há 32 anos, me achou chorando no quarto depois de uma briga dos meus pais. Me confortou, só pra deps me abusar, tirando meu cabaço, me fazendo sentir uma mistura de dor e prazer que me moldou para sempre. Agora, ele queria moldar Diogo também.
Esperei até finalmente ficar sozinho com Diogo, me sentia tonto e enjoado, no fundo n queria fazer aquilo, mas respirei fundo e encarei, conhecia muito bem a crueldade do meu irmão, se não fizessemos oq ele queria
- Filhote, papai precisa falar sério com vc. Seu tio Breno, ele sabe sobre a gente. Ele tem fotos q pegou do seu celular. .
— E agora ?
— Ele quer que eu te leve na casa dele, quer foder você e quer que eu assista. Disse que se a gente não for, ele manda as fotos pra sua mãe.
— E você papai? Quer me ver com ele? Ou está com ciúmes ?
- Ciúmes, raiva, culpa, td isso junto, meu amor, o que eu menos queria na vida era isso, ter q dividir vc com outro, ainda mais esse outro sendo o Breno. se vc não quiser tudo bem. Teremos q lidar com as consequências
- Tô com medo, mas se vc ficar cmg eu topo.
- Vou ficar do seu lado o tempo td, não vou deixar o Breno te machucar.
Dps dessa conversa abracei meu filhote e tentei dormir, eu estava muito agitado. Iriamos em bora no dia seguinte, mas como surgiu esse imprevisto tive q cancelar as passagens, no dia seguinte, no final da tarde me despedi da minha mãe.
Breno tinha deixado o carro dele cmg, fomos pra Capital, em direção ao nosso algóz. Eu senti meu corpo inteiro suar frio, respirei fundo tentando disfarçar o nervosismo que me corroía por dentro. Diogo estava quieto. Ele mexia as mãos inquietas no colo, apertando e soltando os dedos, um sinal claro de que a ansiedade estava tomando conta dele também.
Eu sabia o que estava acontecendo na cabeça dele. O medo que ele sentia, misturado com uma expectativa fervendo
que ele tentava, e falhava, esconder. Meu irmão, Breno, não era um homem conhecido pela sua bondade. Ele era um predador.
— Temos que ir, filhote. É só isso. Uma noite. Fazemos o que ele quer e acabou.
— Tem certeza disso papai?
- Tenho, relaxa, vou te proteger.
Breno já estava esperando. A porta se abriu, revelando meu irmão, ele vestia apenas um roupão preto. O olhar dele passeou por mim, frio e calculista, antes de descer para Diogo. O sorriso que se formou nos lábios de Breno não foi de boas-vindas; foi o sorriso de um lobo observando a presa.
— Entrem.
Passei por ele, quando Diogo passou, foi puxado pelo braço.
- Ei, você vem cá.
Olhei pra trás e vi Breno devorando meu filhote num beijo selvagem, apertando seu corpo, mordendo seus lábios. Ele parecia um animal faminto.
Vi eles entrarem juntos, Diogo veio e ficou em pé do meu lado, Breno se aproximou novamente avaliando sua mais nova aquisição.
- Você é muito bonito garoto. Talvez até mais que seu pai era.
- Obrigado tio.
- Tio ? Que fofo, geralmente só aceito ser chamado se senhor, mas você pode me chamar sim de tio.
Ele estava se deleitando com a submissão do meu ursinho.
- Meu putinho, vá até o meu bar e traga um vinho para mim.
Diogo prontamente obedeceu
- Sente-se irmãozinho, a noite está apenas começando. Parabéns pelo garoto, é uma putinha bem treinada.
Logo meu ursinho voltou com a garrafa de vinho e uma taça, entregou ao meu irmão q se divertia muito com a situação.
- Bom garoto, agora me sirva.
Diogo obedeceu, deixou a garrafa na mesa da sala e ficou em pé do meu lado.
- Vem cá. Me faça companhia.
Apontou para o chão a sua frente, meu filhote foi, ajoelhou na frente daquele porco sádico.
— Bom garoto. Abre a boca.
Levou a mão até o rosto de Diogo, fez um carinho e em seguida deu uma bofetada. Encheu a boca num longo gole de vinho, e em seguida cuspiu na boca do meu filhote mandando engolir.
- Que boquinha linda. Você tem sorte, irmãozinho. Mas hoje ela é minha.
Repetiu o que havia feito com o vinho, cuspiu mais umas três boas doses na boca do meu filhote q bebeu tudo.
- Bom garoto. Sabe ? Seu pai tmb já esteve nessa posição, mas ele nunca foi um bom garoto, era rebelde precisava ser punido.
Levou a mão até a cabeça de Diogo fazendo um carinho
- Mas afinal, está assim, tão vestido porque ?
- Perdão tio.
Meu ursinho se levantou, meu irmão também levantou da sua poltrona e começou tirar tda a roupa de Diogo, tirou peça por peça até deixar seu corpo totalmente exposto. O corpo dele, tão sensível, começava a reagir. Sob o toque experiente de Breno, que apertava seus mamilos com os dedos grossos, novamente ele puxou meu filhotinho pra um beijo bruto, invadiu aquela boquinha com sua língua grande, no final daquele beijo cuspiu outra vez sua saliva grossa e deu outro tapa na carinha do meu filhote.
- Parabéns irmãozinho, fez uma putinha de primeira. Bonita, gostosa, obediente, faz oq eu mando sem questionar, n tem nojo e seu prazer esta em servir, finalmente tenho oq não consegui com vc.
Breno tirou o roupão e baixou a cueca revelando seu pau duro feito pedra, cheio de veias, pau dele além de ser grosso feito o meu é maior, deve ter por volta de uns 20 cm.
- Vem putinho, mostra o q essa boquinha linda sabe fazer.
Diogo caiu de joelhos no tapete, as mãos subindo pelas coxas do meu irmão até encontrarem o pau dele. Ele inclinou a cabeça, lambeu a glande molhada, o som úmido da língua contra a pele enchendo a sala. Eu assisti, paralisado, enquanto a cabeça de meu filhote ia e vinha, os lábios esticados ao redor da espessura do pau de Breno. O som de engasgos era obsceno, uma trilhasonora para minha humilhação e o prazer dele. Eu assistia td com vontade de chorar, mas ao msm tempo sentia uma onda de calor por td corpo seguindo até meu pau.
-Veja como ele gosta irmãozinho. Ele é uma boa putinha, não é? Seu filhinho, agora tão meu.
Colocou a mão na nuca de Diogo, enrolou seus dedos no cabelo do meu filhote, e então aquele homem gentil desapareceu dando lugar ao sádico q eu conhecia muito bem, Breno empurrou seu pau inteiro fazendo meu filhote engolir de uma vez, ele quase sufocava, sua pele estava vermelha e as lágrimas rolavam por seu rosto, ele engasgava e isso dava ainda mais tesão para meu irmão.
- Ah, isso meu garoto, engole esse pau
Depois de um tempo assim Breno saiu de dentro da boca de Diogo deixando ele respirar
- Bom, vamos pro quarto, lá já está td preparado pra vcs.
Ele subiu na frente nos indicando o caminho. Ao passar pela porta de madeira maciça, o som exterior morre instantaneamente, é substituído por um silêncio devastador. Assim como toda a casa de Breno o quarto tem um visual sombrio, piso de madeira escura, ambiente iluminado por luminárias de luz baixa amarela, no centro do quarto uma cama monumental. Ela não é apenas um móvel, é uma estrutura de poder, grande, alta, toda em madeira maciça e de frente pra cama uma poltrona, Breno apontou pra ela.
- Sente-se irmãozinho.
Obviamente aquilo n foi um convite e sim uma ordem, obedeci aguardando quais seriam os próximos passos.
- Vem garoto, fica de quatro na cama, de frente pro seu pai.
Diogo obedeceu, me olhou de um jeito que me partiu o coração, Era um olhar que dizia eu preciso de você aqui. Então Breno veio até mim, acariciou meu rosto, em seguida colocou o dedo indicador na minha boca me mandando chupar, depois veio o segundo dedo, ele forçava os dedos até a minha garganta me fazendo engasgar e salivar.
- Isso irmãozinho, deixa esses dedos bem molhados, daqui a pouco eles estarão no rabo do nosso garoto.
Quando satisfeito com essa parte da brincadeira ele encostou os dedos melados na entrada de Diogo, q prendeu o ar, seu corpo ficou rígido.
- Relaxa, vc vai gostar. Abre pra mim.
Diogo soltou o ar, e com um movimento firme, o dedo de Breno entrou no meu filhote, ele soltou um gemido, demonstrando dor e surpresa.
- Hum, você não é tão pertadinho quanto seu pai era. Aguenta mais um.
Breno disse isso já empurrando o segundo dedo pra dentro, começou mover os dedos para dentro e para fora laceando aquele cuzinho. Mudou um pouco a posição das mãos, continuou com os movimentos e de repente, Diogo gemeu mais alto de novo, mas dessa vez era um misto de dor com prazer.
- Achei o ponto.
Breno brincou por alguns minutos estimulando a próstata do meu filhote, enquanto me olhava daquele jeito demoníaco. Seus olhos escuros brilhavam com uma crueldade descomunal.
- Olha pra ele, Irmãozinho! Olha como o seu menino vai ficar bem arrombado.
Vi seus dedos cravando nos quadris de Diogo.
—Vou te encher, garoto. Vou te marcar por dentro. Você vai lembrar de quem é dono dessa passagem agora.
Breno passou um pouco de gel no seu pau duro, encaixou naquele rabo macio e enterrou até o fim, num único movimento empurro aquele pau inteiro no meu filho. Ele começou a se mover. Devagar no início, cada vez q entrava ou saía, era uma tortura. A expressão no rosto de Diogo era de puro sofrimento. Aquilo me doeu de um jeito inexplicável, eu mordi o lábio até sangrar, a cada baque do quadril de Breno contra a carne do meu filho ecoando dentro do meu próprio corpo vazio. Era uma violação. Era a minha maior traição. Diogo me olhava com aquela expressão de dor, algumas lágrimas escorrendo e aquele olhar que dizia "Eu preciso de você aqui." E eu não podia fazer absolutamente nada. As lágrimas começaram a correr pelo meu rosto.
- Tá doendo ? Putinha.
- Ta, mas eu aguento.
- Gosta de servir seu macho ?
- Adoro
- Então rebola pro tio. Pede pra meter em vc.
- Me fode tio Breno. Porfavor.
Breno fodia meu garoto como um animal, segurava seu quadril com uma força brutal, de fato queria deixar o corpo do meu filhote marcado, a cada estocada o corpo de Diogo ia pra frente, Breno ria, me olhava daquele jeito q fazia minha espinha congelar, além de sexo, aquilo era uma exibição de poder, um show de sadismo e humilhação. Breno então saiu de cima do meu filhote, mas ainda estava longe de ficar satisfeito.
- Deita de barriga pra cima, quero ver sua carinha linda enquanto te fodo.
Diogo obedeceu, Breno levantou as pernas dele o colocando de frango assado, forçou novamente o cuzinho do meu filhote entrando de uma vez. A pele se esticando, cedendo, até que com um último empurrão, Breno estava completamente dentro, seu quadril colado no rabo gostoso do meu filho. Um silêncio ofegante pairou. Diogo estava imóvel, seus olhos arregalados, a boca aberta em um suspiro sem som. Então, Breno começou a se mover. Era um ritmo pesado, cada investida fazia a cama ranger. Ele tirou seu pau inteiro e com um empurrão brutal, Breno forçou a entrada. As mãos de Diogo tentava empurrar o peito de Breno, sem efeito.
- Venha aqui irmãozinho. Segure ele para mim. Segure seus pulsos. Acima da cabeça.
Obedeci, aproveitei pra tentar acalmar meu garoto, mas não conseguia parar de chorar.
O ritmo se tornou frenético, animal. Breno estava perdendo o controle, seus músculos das costas tensionados como cordas, a pele coberta de suor. Com a mão q estava livre comecei acariciar o corpo de Diogo, apesar da dor pela penetração forçada ele estava de pau duro, aproveitei pra agarrar seu pau e começar uma punheta lenta. Os gemidos do meu filhote ficaram mais intensos.
- Você gosta de ser fodido pelo seu pai ?
- Sim, eu gosto
- Ele te fode bem ?
- Sim
- E de ser fodido por mim ? Tá gostando?
-Tô adorando tio
Agora ele estava falando a verdade, gemendo feito uma putinha, e eu sentia um um tesão tão profunda que me envergonhava. Eu via o rosto do meu filho quase em êxtase, enquanto Breno, o possuía com uma força brutal. E então quando pensei que iriam gozar, Breno parou.
- Porfavor tio, continua, eu tava quase gozando.
- Calma putinho, vc vai gostar da brincadeira.
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Ele não ejaculou. Em vez disso, congelou, seus músculos das costas tremendo de esforço contido. Os olhos dele, escuros e implacáveis, me prenderam.
- Chega de só olhar irmãozinho.
Meu coração gelou.
-O quê? Não vou fazer isso.
Ele moveu os quadris, uma leve bombada que fez Diogo gemer, perdido em sensações. eu tentei, mas o protesto soou falso até para mim
- Não ?
Breno repetiu, com aquele sorriso cruel Ele parou de se mover completamente, mantendo seu pau enterrado em Diogo.
- Você acha que tem escolha? Ou você vem pra cá e participa do que é seu por direito também, ou eu garanto que a mãe do nosso garoto vai descobrir o pq ele gosta tanto dos fins de semana comĝķ o papai. Então, Vem cá. Agora.
- Papai?”
- Seu pai vai te dar ainda mais prazer, meu putinho. Você vai gostar. Você é um bom menino, não é? Faz o que seu tio manda.
- S-sim, tio Breno.
- Tira a roupa, irmãozinho. Está tão vestido ainda porque? Quero ver você por inteiro.
Meu corpo de urso, peludo e gordo, exposto sob o olhar avaliador do meu irmão. Meu pau estava completamente duro, pulsando com necessidade.
- Hum, está ainda mais gostoso. Agora vai eu permito q vc faça nosso menino gozar.
- Me fode papai, me faz gozar.
Nessa hr até me esqueci da presença de Breno, meti meu pau no rabo de Diogo, deitei sobre ele, meti minha língua na sua boquinha, que ainda estava com o gostodo meu irmão. Agarrei seu pau, recomecei aquela punheta enquanto metia forte, sincronize o ritmo da punheta com as estocadas e logo pude sentir as deliciosas contrações das entranhas do meu filhote, ele gemeu e gozou forte melando meu peito e barriga. Quando senti os espasmos do seu rabo tmb n me contive, jorrei meu leite dentro dele. Aquele momento com meu filhote, me tirou da realidade por alguns minutos. Mas logo a voz de Breno me trouxe de volta.
- Realmente a química de vocês é impressionante, mas agora é minha vez de gozar, irmãozinho.
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Diogo levantou, foi até ele, mas Breno só puxou ele pra um beijo, agora quase carinhoso.
- Não, meu bem, você já me mostrou q é um bom garoto e me serviu muito bem hj, pode descansar.
Veio na minha direção.
- Você sim, irmãozinho, nunca foi um bom garoto, mas msm assim fui generoso e permiti q fizesse nosso garoto gozar, agora é sua vez de retribuir.
E então em seguida eu estava de joelhos no tapetedo quarto do meu irmão, ele me olhava de cima, um olhar de posse absoluta. Aquela energia dominadora que me fazia sentir pequeno e fraco. Ele agarrou meu cabelo na nuca com força, puxando meu rosto para perto. A dor aguda, foi um lembrete físico de quem estava no controle.
— Você sabe o que fazer, meu puto. Chupa até eu te mandar parar.
Eu abri a boca, a ponta da língua tocou a glande, provando o sabor salgado e amargo da sua pele. Senti o punho de Breno apertando meu cabelo e empurrando minha cabeça para baixo. Eu aceitei o pau dele na boca, sentindo ele preenchendo todo espaço na minha boca., meus lábios esticando ao redor da circunferência grossa. Comecei a mover, tentando encontrar um ritmo. Eu me concentrei em usar a língua, lamber a parte inferior da cabeça onde eu sabia que era sensível. Mas ele não estava satisfeito com a minha timidez, então impôs o ritmo dele, segurando minha cabeça firme e começando a foder minha boca com movimentos curtos e brutais.
— É assim, irmãozinho. Esqueceu como eu gosto ? Usa essa boca direito. Faz ela valer a pena.
Cada golpe forçava o pau dele mais fundo, batendo no fundo da minha garganta e fazendo meus olhos lacrimejarem. Eu engasguei, a saliva grossa escorreu pelo canto da boca. O som de sucção era obsceno, alto e molhado. Eu me senti humilhado, um brinquefo para o prazer dele. Breno puxou a cabeça para trás para que eu pudesse respirar por um segundo, apenas para me dar uma bofetada q estalou e empurrar de novo, mais fundo desta vez. A glande bateu no céu da boca, no fundo da minha garganta e eu lutei para não vomitar, controlando o reflexo de vômito com a respiração ofegante pelo nariz. As lágrimas escorriam pelo meu rosto, mas ele não se importava. Pelo contrário, o sorriso dele era cruel.
— Olha para mim irmãozinho.
Eu forcei os olhos para cima, encontrando o olhar dele. Ele estava aproveitando cada momento do meu desconforto, cada engasgo, cada lágrima. Isso o excitava. O sadismo dele estava em plena exibição, e eu era o palco. Ele me provocou, parando o movimento com o pau dele enterrado até a base na minha garganta.
— Você gosta disso, não gosta? — Gosta de ser minha cadela.
Eu tentei responder, mas só consegui um som gutural abafado. Ele riu, um som baixo e vibrante. Então ele recomeçou a bombardear minha boca, mais rápido agora, mais descontrolado. O ritmo ficou frenético. Eu não conseguia acompanhar, apenas tentava manter a boca aberta, os dentes afastados e me concentrava pra não vomitar.
A respiração dele ficou pesada, vindo em grunhidos curtos. Eu senti o corpo dele se tensionar, as coxas endurecendo sob minhas mãos. Eu sabia que estava perto. O sabor na minha boca mudou, um gosto mais forte, mais amargo.
— Não engula nada. Vou encher essa boca de porra.
Com um último empurrão violento, ele entrou até o fundo e segurou lá. O pau dele pulsou e então o primeiro jato de porra explodiu na minha garganta. Foi quente, grosso e farto. Ele puxou um pouco para trás, e o segundo jato encheu minha boca, . Eu me afoguei no volume, tentando respirar enquanto ele continuava a gozar, me marcando por dentro.
Ele gemeu alto, a cabeça jogada para trás, os músculos contraídos. Eu fiquei imóvel, a boca cheia até transbordar, o gosto salgado e amargo impregnando minha língua. A porra escorria pelos cantos da minha boca pingando no meu peito e barriga
Quando ele finalmente terminou, manteve o pau lá dentro por mais alguns segundos, desfrutando da sensação do meu calor e da minha submissão total. Então, lentamente, ele puxou para fora, olhou para mim, para a minha boca aberta cheia de porra, para o meu rosto sujo e marcado. Vi no seu rosto um sorriso de satisfação.
— Agora engole cada gota.
Eu fechei os olhos e engoli, foi um ato final de rendição.
- Que fofo, hj vc também vc tmb foi um bom garoto, irmãozinho. Vem cá.
Me levantei e aproximei, ele me beijou de um jeito carinhoso. Agora eu também pertencia a ele.
- Pronto, agora meus garotos podem tomar banho e descansar. Amanhã continuamos.
Tomei banho junto com meu filho, não falamos nada, apenas cuidei dele, quando deitamos ele se aconchegou nos meus braços e adormeceu assim, tmb peguei no sono
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Comentários (3)
Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zkPassou de3linhas ñ leio: E muito entediante, Só peço que melhore!
Responder↴ • uid:1etctxzv6q5mAff: Estragou o conto😴pai sendo submisso assim
Responder↴ • uid:1ewd932eucq5