A queda de um ex-nerd.
Imagine um professor de 30 anos, ex-nerd tímido e reservado, que fugiu de tudo pra recomeçar a vida em Recife, longe do passado proibido. Mas o ex-aluno, agora um quarterback gostoso, dominante e persistente pra caralho de apenas 19 anos, não desiste nunca. Ele segue o professor até Pernambuco, conquista o campo da UFPE, e usa cada vitória pra derrubar as barreiras do professor. O que começa como culpa pesada vira tesão insano, jantares cheios de tensão, confissões no carro, e uma foda bruta no fim da noite com dor, prazer, peidos safados e entrega total. Sam tá caindo, e Dean tá lá pra pegar. Cada detalhe dessa aventura real vai deixar você duro, imaginando o cheiro de suor pós-jogo, o aperto dolorido, o gosto proibido. Leia até o fim, sinta cada emoção e cada estocada, depois comenta o que faria no lugar do professor e qual próxima aventura quer ver. Porque isso aqui tá longe de acabar.
Meu nome é Samuel, mas todo mundo me chama de Sam. Tenho 30 anos, sou professor de Literatura na UFPE aqui em Recife, e moro num apartamento simples no bairro de Boa Viagem. Sempre fui o nerd da sala: magro, óculos, quietão, daqueles que preferia livro a festa. Fugir de Caruaru pra cá foi minha tentativa de recomeçar, de deixar pra trás o erro que não conseguia esquecer. Mas o erro me seguiu.
Dean tem 19 anos agora. Era meu aluno no ensino médio, o astro do time de futebol americano que todo mundo idolatrava. Alto, corpo definido de quem treina pesado, pele morena dourada de sol pernambucano, sorriso safado e um olhar que desmontava qualquer defesa. Ele nunca me deixou em paz. Insistiu, seduziu, quebrou minhas barreiras até eu ceder. E agora, depois de uma bolsa pra jogar na UFPE, ele tava aqui, me caçando de novo.
No dia do grande jogo contra o time de Campina Grande, eu tava nervoso pra caralho. Casey, meu amigo novo da faculdade, me convenceu a ir. A gente tava na arquibancada do estádio, o sol quente de Recife batendo, torcida gritando. Dean jogou pra porra, liderou o time como um deus. Quando o jogo acabou com vitória esmagadora, ele veio direto pra gente no estacionamento, suado, uniforme colado no corpo musculoso.
— Pensei que tinha te perdido, professor — ele disse baixinho quando chegou perto, voz rouca de quem tinha dado tudo em campo.
Casey reconheceu ele na hora do telão e ficou starstruck. Dean bateu no ombro do roommate dele, John, mas não tirou os olhos de mim. Aquele olhar era sufocante, possessivo. Com Casey ele era todo descontraído, rindo alto, falando de futebol com gíria de vestiário.
— Caralho, que jogo foda, mano! Não sabia que você e o Sam se conheciam assim!
Dean riu, jogando charme:
— Ah, valeu! Motivação extra hoje. Eu e o Sammy somos velhos conhecidos... ele deu aula pra mim de Literatura.
Meu estômago revirou. John olhou estranho, Casey ficou boquiaberto. As palavras “professor” e “aluno” ecoavam como bomba. Dean tava fazendo de propósito: mostrando que não tinha vergonha, que ia normalizar aquilo na frente de todo mundo.
Eles conversaram animados. Dean, com a maior cara de pau do mundo, convidou todo mundo pra jantar antes de voltar.
— Vocês já comeram? Deixa eu pagar um rango pra comemorar.
Tentei recusar, coração disparado:
— Não, você deve querer curtir com o time...
— Nah, eu disse que ia encontrar vocês. Deixa eu tomar um banho rápido e a gente se encontra no restaurante.
No carro com Casey, a ficha caiu pra ele. O silêncio pesou até ele explodir:
— Porra, Sam! O quarterback literal te chamou? Você deu aula pra ele? Por que não falou nada, caralho?
Eu suava frio, mãos tremendo. Quando ele conectou os pontos — a idade, o passado de professor —, ficou em choque.
— É ele? Sam... quando isso começou?
— Esse ano... — respondi quase engasgado. — Eu tentei terminar várias vezes. Mudei pra Recife pra fugir. Mas ele veio atrás com a bolsa. Ele não desiste, Casey. Nunca.
Casey me olhou preocupado:
— Ele tá te forçando? Ele é grandão, forte...
— Não! Nunca forçou. Só... é muito persistente. E eu... eu cedo toda vez.
Contei tudo: a culpa, os onze anos de diferença, o medo do que iam pensar dele no futebol, de mim como professor. Casey, pra minha surpresa, foi compreensivo.
— Você é uma boa pessoa, Sam. Não acho que começou isso. Cara como ele não aceita não como resposta. Se você tá bem, pra mim tá de boa. Vai com o fluxo.
O celular apitou. Dean mandou a localização do restaurante em Olinda, com vista pro mar.
No jantar, a tensão era elétrica. Dean sentou do meu lado, coxa colada na minha por baixo da mesa. Ele ria com Casey e John, falava de jogadas, mas a mão dele apertava minha perna, subindo devagar. Eu tava duro só com o toque, o cheiro de sabonete misturado com suor residual dele me deixando louco.
Depois do jantar, Dean dispensou os outros e me levou pro carro dele. Dirigiu até um canto mais escuro na orla de Boa Viagem, parou e me puxou pro banco de trás.
— Tô louco pra te ter desde que te vi na arquibancada, Sam. Você veio me ver jogar... sabe o que isso faz comigo?
Ele me beijou com fome, língua dominando a minha, mãos grandes tirando minha camisa. Eu gemia contra a boca dele, culpa e tesão brigando na cabeça. Dean baixou minha calça, pegou meu pau duro e começou a bater uma devagar, polegar passando na cabeça molhada.
— Olha como você tá melado pra mim, professor... sempre foi assim.
Ele se ajoelhou no espaço apertado, engoliu meu pau fundo, chupando com barulhos molhados, garganta apertando. Eu segurava o cabelo dele, quadril subindo.
— Dean... porra... alguém pode ver...
Ele parou, virou de costas, empinou a bunda musculosa e disse:
— Quero você hoje. Me fode. Forte.
Passei cuspe, empurrei devagar na entrada apertada. Dean gemeu alto de dor quando a cabeça entrou.
— Ai, caralho! Tá doendo... mas mete mais, Sam. Arromba esse cu que é seu.
Meti devagar, sentindo o aperto quente e dolorido. Ele peidava baixinho com as estocadas, cheiro forte e safado enchendo o carro, me deixando mais selvagem. A dor virou prazer, ele rebolando contra mim.
— Isso... me usa... sou seu nerd particular agora.
Gozei fundo nele, jatos quentes enchendo o cu do ex-aluno enquanto ele tremia e gozava sem nem tocar no pau. Ficamos ali, suados, colados, respiração pesada.
— Eu tô caindo, Dean... — sussurrei.
Ele sorriu, beijando meu pescoço:
— Eu tô aqui pra te pegar, Sam. Sempre.
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Leiam, sintam o tesão proibido, a culpa virando entrega, a dor no cu misturada com prazer insano, o cheiro de sexo e peidos no carro escuro. Imaginem o que vem depois: uma viagem pra Porto de Galinhas, ele me comendo na praia, mais jogos onde ele dedica cada touchdown pra mim. Comenta aqui: você aguentaria ser perseguido assim? Quer ler a próxima foda mais bruta, com mais dor e mais safadeza? Quer detalhes dele me acordando chupando enquanto peida de tesão? Fala aí que eu conto tudo. O quarterback não para, e eu não consigo resistir mais. Essa queda em Pernambuco tá só acelerando. Vem acompanhar.
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