#Gay #Teen

Balança caixão... balança você... dá um tapa na bunda e vai se esconder...

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Gibinha

Quando começamos a cantar ele ainda deu uma forçadinha, fazendo meu short entrar no reguinho. Na hora do tapa, tomei foi uma passada de mão.

Bom gente...a verdade é que eu viciei na rola do Guina, toda segunda, quarta e sexta, eu ia levar a marmita com ele, e na volta, a gente sempre dava uma paradinha no terreno baldio, e eu dava o cuzinho para ele, atrás da moita. Com o tempo, aprendi a chupar o pinto dele também, eu conseguia enfiar quase todo na boca. Teve uma vez, que ficamos lá quase uma hora, ele gozou duas vezes no meu cuzinho, e uma vez na minha boca... adorava tomar o leitinho dele. Cheguei em casa com o cuzinho ardendo, e ainda tomei uma bronca da minha mãe, porque demorei para almoçar.
No meio da turma, agíamos de forma bem discreta, e ninguém desconfiava da nossa intimidade.
Tudo ia bem, só que um dia, após o jogo no campinho, ficamos conversando atrás do gol. O Guina já tinha ido embora, e ficamos em quatro garotos conversando.
De repente, do nada, no meio da conversa, o Beto põe a rola para fora, e fala:
_Vou mijar aqui mesmo...ahhhh....
Juninho deu um empurrão nele e falou:
_Vai se foder Beto...vai ali no mato.
O problema é que com o empurrão, ele virou na minha direção, e quase mijou em mim. Dei um pulo, e o empurrei também.
Depois foi a vez do Alê empurrar ele.
_Vai mijar lá no mato seu viado.
Beto conseguiu acabar com a conversa, resolvemos ir embora.
Nessa brincadeira, uma coisa ficou na minha cabeça, o pinto do Beto. Ele era um pouco maior e um pouco mais grosso que o do Guina.
Beto também tinha 14 anos, e era branco.
No outro dia, era dia de levar marmita com o Guina, e enquanto estava atrás da moita, levando as bombadas dele, lembrei do pinto do Beto. Imaginei ele ali, fodendo meu cuzinho.
Uns dez minutos depois, Guina goza, tira o pau da minha bundinha, e pede para eu chupar. Obedeço, e ganho mais uma gozada na boca. Acho que ficamos uns vinte minuto ali atrás da moita. Guina saiu saciado, mas eu, fiquei com gostinho de quero mais.
Bem mais tarde, vi o Beto jogando bola, e fiquei doidinho para ver o pinto dele de novo, só que não aconteceu.
Ficava tentando imaginar um jeito de me aproximar dele, sem chamar a atenção dos outros.
Na verdade, nem sabia se o Beto teria esse olhar diferente para mim, há um ano atrás, ele tomou uma surra do meu irmão por causa de uma falta violenta que ele fez em mim. Meu irmão, que na época não trabalhava, e brincava com a gente, tomou minhas dores, e deu uma surra nele. Ficamos um tempo sem se falar, mas depois fizemos as pazes...só que aquelas brincadeiras de moleque, tipo passar a mão na bunda do outro, abraçar por trás dando uma encoxada, ele nunca fez comigo, sempre se mantinha à distância.
Naquela mesma semana, tive uma oportunidade, os meninos iriam brincar de uma brincadeira bem parecida com esconde-esconde, "balança caixão"...pelo menos era assim que a gente chamava.
Uma pessoa ficava sentada, o que iria procurar ficava em pé com a cabeça do colo dessa pessoa sentada, e os demais iam segurando na cintura do que estava na frente, colocando a cabeça nas costas do mesmo, e assim todos se distribuíam.
Esse negócio de segurar pela cintura, deixava a gente na condição de tomar uma encoxada, e foi com essa expectativa, que eu entrei na frente do Beto, e de forma ousada, encostei minha bundinha na coxa dele. Beto não se afastou, e eu, me fingindo de morto, continuei encostado nele.
A música começa: "balança caixão...balança você...dá um tapa na bunda e vai se esconder..."
Quando a música começa, o de trás, balança o da frente, lateralmente, e assim todos se balançam, até que um a um, vão saindo para se esconder. Como eu já estava encostado no Beto, na hora do balanço, o pau dele raspava minha bundinha. Sentí que o pau dele ficou duro raspando em mim, mas logo, tomei o tapa na bunda, e ele foi se esconder.
A diferença para o esconde-esconde, é que nessa brincadeira, a pessoa que ficava sentada, escolhia a forma com que as pessoas eram trazidas até o pique. Puxadas pelo cabelo, pela orelha, nariz....
Juninho encontrou todo mundo, agora, ele ia ficar sentado, e o Niva ia procurar. Começamos a nos alinhar de novo, e fiquei surpreso quando o Beto deixou espaço na frente dele, para que eu me colocasse.
Dei um sorriso, que ele também retribuiu.
Mais à vontade, não tive receio de me encaixar bem no meio dele. Beto fez questão de me fazer sentir a sua ereção, deixou a cabeça do pau bem no meio do meu reguinho. Quando começamos a cantar ele ainda deu uma forçadinha, fazendo meu short entrar no reguinho. Na hora do tapa, tomei foi uma passada de mão.
Vi que ele correu para o meu lado direito, e na minha vez, fui na mesma direção. Acho que ele já esperava por isso, ficou à vista, e me fez sinal para seguí-lo.
Não ficamos perto como de costume nessa brincadeira, fomos para um terreno, onde uma obra se iniciaria em breve, o lugar era um pouco mais afastado.
O lugar era perfeito, tinha um vão estreito entre uma pilha de tijolos e a parede ao fundo.
_Gostou do quê eu fiz na na fila? Perguntou.
_Gostei...
_Ó...meu pinto ficou durinho. Disse ele, colocando o pinto para fora.
Fiquei olhando maravilhado, aquele nervinho, branquinho, durinho.
_Dá uma pegadinha...eu não falo para ninguém. Pediu.
_Promete?
_Sim...juro pela minha mãe...
Peguei o pau dele, e comecei a bater punheta.
_Ahhh...que gostosinho...deixa eu ver sua bunda?
_Olha lá...você prometeu...
Abaixei meu calção, e ele ficou passando a mão na minha bundinha, enquanto eu o punhetava.
_Vira de costas um pouquinho. Pediu.
_O quê você vai fazer? Perguntei.
_Vira que eu te mostro.
Virei, e ele ficou passando a cabeça do pinto no meu reguinho.
_Tá gostando? Perguntou.
_Tô...
_Inclina mais um pouquinho.
Novamente obedeci, e agora, a cabeça do pinto dele, foi direto, até meu buraquinho. Fiquei todo arrepiado.
Ele fazia um vai e vem lento, pressionando de leve meu buraquinho.
Soltei um gemidinho mais alto, e ficou claro para ele, que eu estava facinho.
Beto simplesmente se afastou de mim, cuspiu na cabeça do pau, e falou:
_Agora vai ficar mais gostosinho.
Ele volta a encostar a cabeça no meu anelzinho, dá umas pinceladinhas, e sem pedir licença, na certeza que eu não tentaria resistir, ele força meu buraquinho, que começa a se abrir. A cabeça abre o caminho, e a rola entra com tudo.
Ahhh...ele solta um gemido depois de enterrar tudo no meu rabinho. Suas estocadas eram frenéticas, e eu estava adorando o entra e sai daquele pinto gostoso...ele gozou rapidinho.
Beto ficou agarradinho comigo, com o pinto ainda duro dentro de mim. Depois de despejar toda a porra, ele volta a me foder.
Choc...choc...choc...era o som que se ouvia, enquanto ele metia no meu cuzinho cheio de gala.
Dessa vez, ele meteu por muito tempo, demorou para gozar, e quando o gozo veio, foi tão volumoso quanto o primeiro.
_Nossa Gibinha...sua bundinha é deliciosa...
_É....mas se contar para alguém, você vai se foder...
_Calma...já prometi que não vou falar, além disso, não quero problemas com seus irmãos... mas a gente vai poder fazer de novo né?
_É...quem sabe...agora arruma alguma coisa para me limpar, meu cuzinho tá vazando muita porra...
Ele arrumou uns paninhos velhos ali pelo quintal, me limpei, e falei:
_Será que o pessoal aina está procurando a gente?
_Não...já tá quase escurecendo, todo mundo já deve ter ido embora...
_É melhor a gente ir para casa né?
_É....mas ó Gibinha vê se não inventa nada para os seus irmãos...eu não forcei nada, você que quis...
_Eu sei Beto...é só segurar sua língua que ninguém vai ficar sabendo....

Comentários (1)

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  • Miguel: Muito bom seu conto imagino que vc era bem novinho nesse período. Muitas descoberta. Quem nunca Deu um cuzinho não sabe a sensação boa da vida

    Responder↴ • uid:muiqqds8l