Deu pena tirar o cabaço do cu de minha pequenina sobrinha. Mas não resisti. PARTE 01
Meu nome é Jurandir, tenho 47 anos e sou casado com a tia dela há 22 anos. Mas desde que minha sobrinha Larissa completou 19 anos, eu vivo obcecado por ela. Ela é pequenininha, delicada, cabelinhos lisos caindo no rosto, pele branquinha e macia… e uma bundinha redonda, empinada e perfeita que me deixa louco. Toda vez que ela vem passar o final de semana na nossa casa, saindo da faculdade na sexta e ficando até segunda, eu fico olhando disfarçado. E ela também olha pra mim… com aquele olhar malicioso, quase pedindo.
Um dia, peguei o celular dela aberto no sofá. Ela estava conversando com uma amiga no WhatsApp e escreveu algo que me deixou sem ar: “Eu quero perder minha virgindade no cuzinho… e quero que seja com meu tio Jurandir. Ele é o único macho de verdade que eu conheço.”
Fiquei chocado. Ela tinha namorado há um ano e era completamente virgem. Nunca tinha nem pegado no pau do garoto, porque ele era tímido demais. Guardei essa informação por duas semanas, masturbando todo dia só de imaginar.
Há dois meses eu não aguentei mais. Quando ela veio passar o fim de semana, esperei minha esposa sair pra fazer compras e abri o jogo:
— Larissa… eu vi sua conversa com a amiga. Você quer mesmo dar esse cuzinho pra mim?
Ela ficou vermelha, olhos arregalados, tremendo:
— Tio… eu… me desculpa… eu sou louca… por favor, não conta pra ninguém…
Eu segurei o rosto dela e respondi:
— Eu adorei. E se você quiser… hoje mesmo eu como essa bundinha virgem.
Ela ficou em silêncio uns segundos, depois me beijou. Um beijo tímido no começo, depois com fome. Coloquei a mão dela no meu pau duro por cima da bermuda. Ela ficou assustada com o tamanho:
— Meu Deus, tio… é muito grande… eu nunca fiz nada…
Eu tirei a roupa dela devagar, adorei aquele corpinho pequeno e delicado. Virei ela de quatro no sofá da sala e abri aquela bundinha redonda. O cuzinho era rosadinho, apertadíssimo, virgem.
— Deixa eu lamber primeiro — pedi.
— Tio… eu não tomei banho hoje… tá suado…
— É exatamente assim que eu quero. O cheiro natural da sua bundinha.
Ela gemeu baixinho quando enfiei o nariz e comecei a lamber. Lambeu devagar, circulei o buraquinho, enfiei a língua. Larissa se tocava na bucetinha e gemia:
— Tio… eu sou virgem… não quero nada na buceta… só no cu… por favor…
— Pode deixar, minha putinha. Hoje só esse cuzinho vai ser meu.
Passei bastante manteiga no cuzinho dela e na cabeça do meu pau. Coloquei ela de quatro no sofá, segurei firme a cintura fina e comecei a forçar.
— Ai tiooo! Tá doendo! Para! É muito grande! — ela gritou logo nos primeiros centímetros.
Eu tapei a boca dela com a mão e meti mais. O cuzinho dela era absurdamente apertado, quente pra caralho. Ela se contorcia, chorava, lágrimas escorrendo.
— Tio, por favor! Tá rasgando meu cu! Eu imploro! Tira! Tira um pouco!
Quanto mais ela pedia, mais eu ficava louco. Dei um tapa forte na bundinha dela e meti mais fundo.
— Bate mais, tio! Bate mais, seu canalha! Eu sou tua puta agora! — ela gritava entre soluços.
Eu bati na cara dela, dei tapas na bunda, segurei o cabelo e socava cada vez mais forte. O cuzinho dela começou a se abrir, mas ainda resistia. De repente ela soltou um peido quente e molhado na minha rola.
— Tô com dor de barriga, tio… ai meu Deus…
— Vai se cagar no pau do tio mesmo, sua vagabundinha. Eu quero assim.
Ela começou a se peidar sem parar, depois veio a merda. Um pouco de bosta mole escorrendo enquanto eu metia. O cheiro subiu forte, mas eu não parei. Segurei ela com mais força e arrombei aquele cu virgem sem piedade.
— Dói, tio! Dói pra caralho! Mas não para… mete mais! Socaaa! Eu tô gozando de dor!
Ela gozou tremendo, o cuzinho apertando minha rola, enquanto se cagava um pouco mais. Eu estava no paraíso. Meti até o talo, bati nela, xinguei, humilhei:
— Sua tia nem imagina que a sobrinha dela é uma putinha que gosta de dar o cu pro tio. Sua mãe também não sabe que você é uma vadia imunda.
No final eu não aguentei. Cravei tudo e gozei fundo, enchendo aquele cuzinho destruído de porra quente. Quando tirei, a merda, o esperma e o sanguezinho de virgem escorriam pela bundinha dela.
Larissa ficou caída no sofá, chorando, ofegante, com a bundinha toda arrombada e melada.
Ninguém da família faz a menor ideia. Nem minha esposa, nem a mãe dela, nem ninguém.
E esse foi só o começo…
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Se você ficou com o pau duro lendo isso, imagina assistindo o vídeo completo dessa primeira vez dela… os gritos, o choro, os tapas, os peidos, a merda, o desespero e o prazer misturado.
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