De Perto Ninguém É Normal
Juninho Descobre Através Dos Pais Os Prazeres Do Sexo....
Olá Meus Queridos Tudo Bem com Vocês.Pois Aqui estou Eu de volta com Mais UM relatório erótico especialmente para Vocês aqui no site.Antes de Qualquer Coisa Eu quero lembrar que Eu Estou Muito Feliz pra caralho.feliz pra caralho.bem hoje teremos uma história erótica sensacional de incesto.Eu nunca escrevi Um conto erótico com essa temática mas vou escrever.na verdade Hoje Eu nem iria escrever conto adulto,mas como Esse Jô que aqui vós escreve, Tenho inquietação muscular,Eu escreverei Esse conto de Incesto1894 Pra Vocês leitores desse site. Preparem-se Porquê Hoje, O conto erótico vai Dar o Que falar.mas antes de começar a história erótica de hoje.preciso falar Uma coisa a Vocês.Vocês lembram Quando o Silvio Santos no Programa dele, fazia aquelas perguntas do puxa conversa Para o Pessoal do Jogo Dos Pontinhos?. A Lívia, O Cabrito Tevez,A Hellen Ganzarolli e tal?.Pois é.Porque Eu Estou Falando Sobre Isso,Pois Essa Última semana que passou,Eu vendo o seu Silvio Fazendo isso,Eu resolvi comprar no MercadoLivre Uma caixinha dessas perguntas do puxa assunto que o Silvio Santos fazia,Na Última quarta-feira. Cara:A Minha encomenda Chegou na Minha casa na quinta-feira no Dia 12 de março de 2026 e Fiquei feliz pra Porra Mano. Olha Eu Confesso a Vocês leitores desse site,Uma coisa: Toda vez que Eu Tenho de Comprar alguma coisa No MercadoLivre É Um sofrimento da porra,aquela expectativa até quê saudável,de poder receber a encomenda que Você comprou com tanto sacrifício que Vale a Pena Mesmo.O Eleandro Passaia, àquele que trabalha na Record, é igualzinho a mim Quando fico esperando Uma encomenda do MercadoLivre chegar em casa.muito bem.pra quem não conhece Esse puxa conversa Eu Explico.o puxa conversa é tipo Uma caixinha onde tem cerca de 100 perguntas para puxar assunto.é muito usado principalmente em consultórios de psicologia.enfim é Uma caixinha Muito boa.todo mundo deveria ter Essa caixinha de perguntas em casa para puxar assunto.bem:Mudando de assunto:E A Simone Mendes ein.Vocês Viram àquele fogão que a Simone Mendes aquela do p do pecado do menos é Mais,amiginha do seu Luciano Huck que quase deu a sua buceta pro Huck,comeu Em Uma barraca de cachorro Quente lá em Osasco na Grande são paulo?.Olha.Que Puta de Uma humildade dessa mulher ein.enquanto Muitos famosos vão comer cachorro Quente em Los Angeles,em Miami, lá em Marte,de repente Vem Um comerciante humildemente lá de Osasco faz UM Dogão,e a Simone Mendes Gosta ein.Parabéns Simone Mendes pela sua humildade em comer o dogão lá em Osasco na humilde. Enquanto seu Vini jr torra dinheiro em roupa da Gucci de 220 milhões, Simone Mendes come dogão no povão.é de famosos Assim que Eu Gosto, que vão em lugares do povão,Tipo o Brás irmão e Não esses famosos que gastam dinheiro a rodo com Essas Virginias da Vida aí e se posando de gostosão com sorrisinhos falsos no Instagram.Tem vários por aí.é isso aí.comentem nós comentários abaixo da história o que Vocês acharam da atitude da Simone Mendes em comer Um dogão lá em Osasco na Grande São Paulo e fiquem a vontade para falar o que vocês quiserem.bom dados os recados vamos a história.
Atenção:o relato erótico que será relatado a seguir é um sonho uma história fictícia.só pra avisar aos desavisados.
Em transparência, como se sabe, é virtude que não deveria parar nem na porta do quarto.Seu Filho, Juninho, andava triste Bastante cabisbaixo. A reprovação Numa competição de Paródias,Uma Paródia de Uma Música do Salto Chamada Pessoa de 1983,Deixava Juninho num completo Estado de melancolia absoluta. Juninho Perdeu o apetite, o brilho nos Olhos e o interesse pelas funções Mais vitais da Juventude.Foi Então que, Numa Dessas Conversas à Mesa do Jantar, Surgiu Então Uma idéia:Por Quê Não deixariamos o Juninho assistindo a gente transando? Conversa vai,e conversa Vem, e Juninho topou a idéia e Isso com Certeza Faria Mais inspiração a Juninho e Também Para nós Pois Afinal, Ele Já Era Um Homem E se a vida lá fora Estáva difícil,O Juninho que encontrasse e o consolo no recôndito do lar, sob a supervisão zelosa dos pais.As regras Em casa Eram bem Claras: Entrar para ver Pode; sentar ou ficar de pé, à vontade,mas participar da relação Jamais. O Toque Era Estritamente Individual. Só que também estabeleciamos Uma cláusula de higiene doméstica: Nada de derramar porra no Tapete Persa, que custava os olhos da cara e Uma paciência infinita de limpar.A Primeira vez foi intensa: Assim Que às Suas roupas tiraram, Senti o peso do olhar dele Sobre às Minhas Costas. Aquilo eletrizou Juninho. O Meu Marido, percebendo a audiência, abandonou a timidez habitual,Agarrou-me com Uma força que Eu Já não sentia há décadas, virando-me de costas pra Ele e de Frente para o nosso filho.Eu não conseguia Tirar os olhos do Juninho. Ele Já Havia libertado o próprio desejo e sua mão movia-se num ritmo frenético, acompanhando a cadência das estocadas do pai. A visão daquele vigor Jovem, concentrado no prazer que emanava de nós, fez a Minha intimidade latejar. Comecei a falar. Não para o filho, mas para o marido, garantindo que o Juninho ouvisse cada detalhe obsceno do que Eu sentia e falando Para seu marido Assim :
— Mais Forte, amor... Assim... Eu Quero Que O Juninho Veja Como Você me possui.
Aquele Quarto Estáva saturado de Um cheiro de sexo e Uma Bastante expectativa. O Meu marido, possuído por Uma vaidade animal, mudava as Posições Sexuais,Num Kama Sutra,Com Uma agilidade que Ela Julgava perdida. Ele Fez-me ajoelhar, me expondo como Puta Safada,inteiramente à visão do espectador. O Juninho Estáva em transe vendo Tudo aquilo com a respiração curta, os olhos fixos na junção dos nossos corpos, o movimento da sua mão tornando-se UM borrão de velocidade.No ápice, Meu marido retirou-se de mim no último segundo e, num gesto de pura exibição, gozou na Minha cara, as gotas quentes escorrendo pelas minhas bochechas e lábios. Eu sorri, lambendo o canto da boca, enquanto mantinha o contato visual direto com o Juninho.Ele atingiu o próprio clímax segundos depois, tremendo na poltrona, contido pelo cuidado de não sujar o tapete. Ficamos os três alí, num silêncio pesado e úmido, unidos por UM segredo que nem o Maior dos psiquiatras conseguiria decifrar. O Juninho se levantou, recuperado da melancolia, e saiu do quarto com UM aceno de cabeça.Confesso que a presença do Juninho alí, no canto da poltrona,acabou trazendo Um novo vigor ao meu casamento. O Meu marido se sente agora Um galã de Novela Enquanto que Eu, por Minha vez, entrei no Papel da Novela da Vida Sexual. Capricho no vocabulário,aquele tipo de conversa que faz as paredes corarem, mas que Era Sempre dirigida exclusivamente Para O Maridão. Juninho Observava àquilo, compenetrado, num exercício de admiração que beirava o religioso e De vez em quando, se a posição ajudava, Eu olhava para Ele. Era Um olhar de mãe, claro, mas Uma mãe que reconhece que o Seu Filho está aproveitando o espetáculo.E Essa não foi a única vez. Teve Uma noite que Meu marido Já me esperava no Quarto posicionada de quatro, com àquela impaciência de quem sabe que tem plateia. O Juninho entrou sem fazer barulho, instalando-se no limite do tapete, as pernas cruzadas, e o rosto iluminado apenas pelo abajur da luz âmbar do Quarto. Ele não perdeu tempo: desfez-se do short e começou o movimento longo e seguro, os olhos vidrados na curva do Meu quadril que se oferecia ao pai.
— Veja, amor... veja como ele não consegue desviar o olhar— sussurrei, sentindo o hálito quente do meu marido na nuca.
Ele me puxou pelos cabelos, obrigando-me a erguer o tronco. Ele queria que o filho visse Tudo: o contraste da minha pele clara com o lençol escuro, e a umidade que brilhava entre as Minhas pernas. Quando Ele penetrou, foi com Uma estocada seca, profunda, que me arrancou Um gemido gutural. O Juninho acelerou o ritmo da mão no Mesmo instante, como se estivéssemos todos ligados por Um fio invisível.Eu me virei, ficando por cima, cavalgando o Meu marido com Uma fúria que me fez suar. Seus seios balançavam diante dos olhos de Juninho, e Eu fiz questão de apertá-los, oferecendo-os visualmente enquanto o pai dele me segurava pela cintura, com às unhas cravadas Na Minha carne. O som Daquele Sexo era bem explícito: o estalo da pele contra a pele, os suspiros pesados, e o roçar do corpo do Juninho contra o próprio punho.
— Você Gosta, meu amor? — Perguntei ao Meu marido, mas fixando Meus olhos nós do Juninho.
— Gosta que Ele Veja o Quanto Eu sou Sua?
O Rapaz Estáva em transe. O membro dele, tenso e pulsante, era Um testemunho da nossa eficiência. O Meu marido, então, girou-me novamente, colocando-me de costas para o Juninho, mas Com as pernas bem abertas, expondo o centro da nossa união. Ele me possuía com uma cadência violenta, e eu via, por cima do ombro, a expressão de espanto e deleite no rosto do Meu filho.O ápice veio como Uma avalanche. O Meu Maridão urrou Como cavalo despejando Seu Liquido Quente dentro de mim,Enquanto me prensava contra o colchão da cama do Quarto. O Juninho, no Mesmo segundo, arqueou o corpo, a mão subindo e descendo num desespero final, até que o Jato da vida dele cruzou o ar, caindo com precisão matemática na toalha Que Ele Mesmo estendeu sobre as suas pernas, preservando a limpeza do quarto.Ficamos ali, os três, ofegantes. O cheiro de sexo Daquele Quarto Era Forte e denso, Quase palpável. Juninho se limpou,vestiu-se,E Antes de sair do Quarto, deu UM tapinha Bastante amigável no ombro de seu pai, Que Estáva exausto. Um gesto de camaradagem masculina que selou o Nosso pacto de alcova.Aquela casa, aos poucos, se transformou Num Palco de Vivacidade Quase Que Sempre elétrica. A tristeza da eliminação da competição da paródia de Juninho deu lugar a Um brilho malicioso em seu olhar.Uma disposição de quem descobriu que a vida, afinal, é Um espetáculo de carne e osso.
O café da manhã tornava-se Então a Primeira Sessão do dia:
— E aí, velho? — dizia o Juninho, servindo-se de café com Uma energia renovada.
— Ontem o rendimento foi de profissional, hein? Achei que o teto não iria aguentar o tranco.
Seu pai, longe de se ofender, estufou o peito sob Um pijama de Seda de cor Vinho. Deu UM gole no suco de laranja, limpou o seu bigode e devolveu com Uma piscadela de cumplicidade masculina:
— É a experiência, Meu filho. O Motorola é antigo, mas a ignição Ainda é de Primeira. Você Ainda Tem Muito Que Aprender Sobre a Marcha Reduzida.
Juninho assistiu a Tudo por trás da xícara, sentindo Um calor subindo Pelo Seu pescoço. A atmosfera na mesa Estáva CARREGADA de Uma Liberdade Nova, sem as travas da moralidade tradicional. As piadinhas picantes circulavam Entre as torradas e o queijo Minas Na mesa do café da manhã e Juninho provocou sua mãe falando Assim:
— Mãe, você deveria cobrar ingresso — Provocou Juninho, rindo.
— E Aquela performance da cabeceira da cama ontem... Se Eu Fosse Um crítico de cinema,igual o Rubens Ewald Filho,Eu daria cinco estrelas só Pelo espetáculo.
Ela caiu na risada, Uma risada solta, de quem não precisava Mais esconder os gemidos da Noite Anterior e sua mãezinha Respondeu a Juninho Assim:
— Deixa de ser Tonto, Juninho,Era Tudo Uma técnica de respiração— Ela respondeu, dando UM tapinha de leve no braço de Juninho.
— Mas confesso que ter Você alí Nos assistindo me fez querer caprichar na Nossa atuação.
O ambiente foi ficando cada vez Mais permissivo. Já não Havia Mais o pudor de fechar as portas completamente; As toalhas foram deixadas de lado com Mais facilidade, e os comentários sobre o corpo UM do Outro tornaram-se rotina.Certa Tarde, Juninho encontrou os dois na sala, tomando Uma long Beck ouvindo o grupo Menos é Mais enquanto Seu marido contava, Entre risos, detalhes de Uma posição que haviam tentado Uma vez, e Juninho ouvia Tudo com o queixo apoiado na sua mão, dando sugestões de ângulos para a próxima apresentação e deu Uma sugestão a seu pai falando Assim:
— Se você virasse Ela Mais para a esquerda pai, a iluminação daquela luminária pega bem no... bom, você sabe.
— Rapaz, e não é que você está com a razão? — concordou o pai, batendo no ombro de Juninho.
— Vamos testar hoje Essa ideia do Juninho, O Que Você acha Minha querida?
Juninho apenas sorriu, cruzando as pernas e sentiu o olhar de ambos me despindo alí Mesmo, em pleno horário nobre. Aquela família, finalmente, Estáva na Mais perfeita sintonia.Finalmente a Noite Chegou e com a promessa de UM ensaio técnico. O Meu marido, estimulado pelas sugestões do Juninho, Parecia Um ator Pornográfico daqueles Pornôs de Cuckold . Juninho, por sua vez, não queria sentar na poltrona do quarto, Ele preferiu ficar de pé num canto encostado na cômoda do Quarto, a poucos metros da beira da cama, onde a luz da luminária criou UM Jogo de sombras que esculpiu cada curva do Seu corpo.Ela Estáva de quatro na cama com rosto colado ao espelho do Quarto, observando seu próprio reflexo enquanto Seu marido me fodia por trás Numa animalidade que o tempo parecia que devolvia a Ele em dobro. O som do Quarto era cru: o estalo seco da palma da mão dele contra as Minhas nádegas e o ruído úmido da penetração Muito profunda. Juninho acompanhava com os olhos saltados Batendo Uma Punheta Bem Gostosa com a sua mão descendo e subindo no próprio membro latejante:
— Olha só isso, Juninho. Olha Como Sua mãe está bem molhadinha Como Puta Safadinha!
Juninho Deu UM passo à Frente, saindo da sombra. Ele Estáva pouco Menos de Um metro de nós,com o seu pau ereto apontado como Uma arma carregada.
— Eu estou vendo, pai... estou vendo Tudo —Disse Juninho com voz trêmula de luxúria.
— Ela está pedindo Mais, não está Juninho?
Ela soltou Um gemido longo, girando o pescoço para encarar Seu filho. Viu a cabeça do membro dele pulsando,com a pele esticada ao limite máximo. O prazer atingiu Ela como UM raio, e Ela Começou a gozar aos gritos, Sentindo Seu marido explodindo dentro de mim logo em seguida, despejando-se com tanta força Que o leitinho quentinho escorreu pelas Minhas coxas e pingava no lençol da Cama e Juninho avisou Assim:
— Vou gozar, mãe! Vou gozar! — avisou Ele, a voz num misto de pânico e glória, a mão disparando num ritmo finalmente desesperado.
Num reflexo rápido, Já conhecendo o ímpeto de Juninho, Ela encolheu-se para o lado, protegendo o rosto e o cabelo com os braços, deslizando sobre a cama pra sair da linha de tiro. Foi por UM triz. O Primeiro Jato ejaculado do Juninho cruzava o ar Com Uma pressão absurda, voando por cima do Meu ombro e atingiu a cabeceira da cama com UM estalo. Os Jatos seguintes cobriram o lençol onde Eu Estáva há poucos segundos.Uma Marca Branca e quente de sua juventude.
O silêncio que seguiu foi quebrado por Uma gargalhada do seu pai dizendo Assim:
— Caralho, Juninho! — O Pai riu, limpando o suor da testa.
— Quase que você batiza sua mãe por completo!
Eu me sentei, recompondo-me, e olhei para a mancha no lençol e depois para o meu filho, que ainda tremia, segurando o próprio membro que latejava o resto da carga. Não consegui segurar o riso também.
— Por Pouco, hein, Meu filho? — Eu disse, rindo e Jogando Uma toalha pra Ele.
— Você está ficando perigoso!
— Foi mal, mãe. Mas a cena de vocês hoje... não deu para segurar a pressão.
— Está perdoado — concluiu o Meu marido, batendo nas costas do Filho enquanto Eu voltava para o centro da cama, Ainda rindo daquela bagunça familiar.
— Mas agora, Vai limpar Essa sujeira Juninho!
O Juninho, agora, parecia Muito Mais alegre. Já assobiou no banho e recuperou o apetite. O Meu marido andando de peito estufado, sentia-se o último varão da linhagem. E Ela? Bem. O Juninho seguiu zelando pela harmonia da família, mantendo-se a chama acesa e claro:o tapete persa caríssimo rigorosamente bem limpo. No fundo, é como Juninho sempre dizia: Uma família unida permanece unida. Até na Hora do Vamos ver.
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