Tio Bêbado da Namorada
Fodido pelo tio da minha primeiro namorada!
Desde muito novo eu sabia que era diferente, e meus pais também sabiam e faziam de tudo para que eu não fosse gay. Inclusive, me incentivaram a namorar muito cedo até mesmo compravam camisinhas para mim, mas obviamente de nada adiantou. O conto relatado aqui ocorreu quando eu tinha quatorze anos em um sítio da família da minha primeira namorada a qual vou chamar de Jéssica, e eu Bruno.
Como falei, meus pais sempre me incentivavam a transar na esperança de que eu fosse hétero, e um dia, meus sogros pediram para eles que eu fosse dormir no sítio da família deles durante a primeira semana de férias de julho e meus pais enxergaram uma oportunidade de ouro, meu pai correu para me presentar com uma camisinha e lubrificante, e eu tive que levar a contragosto, pois sabia que não queria aquilo, eu já brincava com meus amigos da rua, mas namorava pra satisfaze-los.
Chegou o dia de ir para o sítio, meus sogros me pegaram em casa e eu fui sentado com a Jéssica atrás e o irmão mais velho de 18 anos que eu já mamei no sigilo quando eramos menores, e vez ou outra ainda mamava quando estávamos só nós três na casa deles.
Chegando no sítio eu descobri que o sítio era na verdade do irmão do esposo da irmã da minha sogra, ou seja, não eram realmente donos do sítio, mas a tia da Jéssica era casada com o irmão do dono. Mais tarde descobri que ele era meio chatão, as pessoas só se aproximavam dele por dinheiro. A esposa o abandonou quando ele era mais novo e levou boa parte dos bens e ficou com a guarda das filhas, e desde então ele ficou sozinho. Mesmo com dinheiro, não casou novamente embora os amigos sempre lhe apresentassem mulheres. Ele até ficava com elas, mas era so por uma noite. Ele era um homem de estatura mediana, parrudo com barriga de chopp e peludo. Eu nunca me atrai por homens assim até aquela semana, sempre ficava com rapazes mais novos e magros, então a primeiro momento ele não me chamou atenção.
Assim que fomos apresentados, ele me deu um abraç de quebrar as costelas e disse "que rapaz magrinho, isso ai não aguenta a minha sobrinha não" deu uma gargalhada e bateu nas minhas costas, aqueles tipicos tapas que hetero da brincando. E eu não gostei nada daquilo, eu jogava voltei na escola e tinha um corpo até atletico pra epoca. Abdomem definido, bundinha dura, coxas bem desenhadas e um braço não musculoso, mas com massa. Então o comentário dele me incomodou.
Chegamos na sexta e eu evitei ele o dia todo. Ao longo do dia foram chegando outras pessoas e aconteceu algo que me irritou ainda mais. Eu iria dormir com meu cunhado (sim, eu estava ansioso por isso), mas com a chegada dos novos convidados fui jogado para dividir o quarto do anfitrião da casa, ou seja, o "Tio" porque dois dos filhos deles já conheciam meu cunhado e não teria espaço para mim. Levei minhas coisas para o quarto dele e assim que entrei vi uma cama de casal e uma rede atada, na mesma hora pensei "vou dormir na rede, com aquele velho é que não é". O dia foi passando e os adultos foram bebendo e a gente desceu para um rio que tinha no sítio para nadar, e ficamos revezando o dia entre nadar e jogar volei e reparei que o "tio" sempre ficava olhando a gente de longe, deduzi que ele estava olhando para as meninas e só pensei "que velho nojento". A noite, todos os adultos estavam bebados e nós jovens, contrabandeamos umas bebidas para perto do rio que era longe da casa e ficamos bebendo, eu tomei uns goles e logo fiquei alegre demais e depois do jantar fiquei com bastante sono e decidi ir dormir. Quando estava indo deitar o "Tio" me chamou e falou que eu poderia dormir na cama porque a rede estava mal atada e poderia cair. Agradeci sem reclamar e subi. Assim que entrei no quarto, banhei na suite, coloquei uma bermuda fina pra dormir e deitei na rede, e apaguei logo em seguida. Não sei quanto tempo se passou, mas acordei durante a madrugada com o barulho de musica entrando no quarto junto com uma luz. Olhei para ver o que estava acontecendo e o "tio" estava entrando no quarto e antes de fechar a porta ele viu que acordei.
"Oh meu filho" ele disse "desculpa acordar você, mas esse pessoal não conhece limite e vim me deitar. estão la bebendo" e fechou a porta. O quarto voltou a ficar escuro, mas não a ponto de não enxergar nada. O quarto dele ficava de frente para o campo de futebol e os refletores estavam ligados entao entrava um pouco de luz no quarto dando ainda para ver as coisas la dentro e eu o vi. Ele ficou parado na porta me encarando e eu o encarando. Ele estava apenas de bermuda tactel e ela estava estourando nas coxas de tão grossas que as coxas eram e do nada ele tirou a bermuda e a cueca juntas e o pau dele ficou pendurado meia bomba, meu olho arregalou vendo aquela jeba que não estava dura, mas já assustava no tamanho.
"Sem frescura entre homens ne moleque" disse ele dando risada, mas percebi uma risada sacana nele. Ele pegou na pica daquele jeito que macho pega quando quer se exibir e foi banhar. E eu fiquei olhando para onde ele estava ainda pensando no tamanho daquela jeba e como era grossa, meu cuzinho que não tinha dado de verdade até então começou a piscar e meu foi ficando duro, comecei a alisar ele pensando naquele rola e ouvi o chuveiro sendo desligado e parei na mesma hora e fingi que tava dormindo quando ele veio se deitar do meu lado. Eu estava deitado de costas para ele.
"Bruno" ele me chamou e nos primeiros segundos pensei em ignorar, mas achei melhor responder.
"Oi" respondi me virando para encarar ele.
"Você já transou com a Jessica?"
"O que?"
"Você já comeu a Jessica, foi o que perguntei" - ele disse
"Não, eu respeito ela"
"E por que tem lubrificante e camisinha nas suas coisas" - ele questionou. O velho tinha revirado minhas coisas
"Você mexeu nas minhas coisas" eu disse
"Sim, queria saber com quem estava dividindo a cama" - ele disse "se você é tão respeitoso o que será que os pais dela vão achar de você andar carregando lubrificante e camisinha"
Meu coração acelerou e eu pude sentir ele batendo sob minha pele. Eu não podia entregar meus pais, mas estava em mals lençois até que ele disse
"Isso foi coisa do seu pai ne"
"Sim"
"Imaginei. Viadinho do jeito que você é, ele deve ta desesperado pra vc provar buceta e não me venha com o papo de ser respeitoso porque a Jessica é putona, já deu para geral dos moleques ali"
"O que? Eu não sou viado e não fala asism dela"
"Ah moleque, acha que não conheço um viadinho quando vejo um" - "Acha que não vi vc manjandoo a rola dos moleques no rio?" - eu vi realmente - "ou enquando estavam jogando" - ele estava me observando - "e não reparei como olhou pra minha pica agorinha"
Eu continuei calado, negar não adiantava e então ele me beijou. Eu forcei ele pra trás, mas ele subiu em cima de mim e continuou me beijando a força, conseguiu colocar a cintura dele entre as minhas pernas e percebi que ele estava pelado e já com o pau duro...
Continua...
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Comentários (2)
Pitaculos: detesto conto que para pela metade
Responder↴ • uid:1dhmyezv7tzcMaluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zk