#Teen #Virgem

O ex da minha mãe me viciou em anal

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Sandra

Minha mãe separou de meu pai quando eu ainda era menina, por algum tempo, acreditei que ela não namorava, até que já na adolescência, percebi que não era bem assim, ela só era discreta. No meu aniversário de dezesseis anos, ela organizou uma comemoração em uma pizzaria, quando então conheci o Sergio, um cara bonitão, alegre, tipão atlético, minha mãe passou a chegar em casa de madrugada, tive certeza que eles tinham um relacionamento adulto, algum tempo depois, ele dormia uma noite ou outra em casa. Em uma tarde de maio, com temperatura bem amena, uma menina do nosso time de vôlei quebrou o dedo, o treino foi suspenso e voltei para casa pouco depois das quinze horas. Como de hábito, estava dando a volta pela lateral da casa para jogar a roupa suada no tanque e vi a janela do quarto de mamãe aberta e olhei para dentro, o que vi deixou-me petrificada, minha mãe completamente nua sentada na cama e Sergio em pé com o cacete entre os peitos dela enquanto ela mamava a cabeça da rola, passei a observar pelo cantinho da janela, acho que foi a primeira vez que meu grelo ficou realmente duro. Mamãe soltou os seios e ajoelhou na cama, virando o rabo para o lado do macho que pincelou o meio das nádegas volumosas dela e com muito jeitinho foi empurrando aquela cobra dentro de minha mãe enquanto ela se contorcia e com uma das mãos voltada para trás tentava controlar a penetração. Eu nunca tinha me masturbado, mas enfiei minha mão dentro de minha bermuda de lycra, afastei minha calcinha e comecei a fazer uma massagem lenta no meu grelo. Ao ouvir minha mãe choramingar, pedindo para Sergio não parar enquanto rebolava naquele caralho duro, fez com que eu encontrasse o ritmo certo e tive meu primeiro orgasmo . Quando já ia saindo, vi que minha mãe mudou de posição, deitou com as costas na cama, levantou as pernas em "V" e novamente Sergio a penetrou . Eu podia ouvir perfeitamente minha mãe que em desespero dizia : "Fode esse cu que só conhece o teu pau, hummm que delícia, me fode assim, gostoso aí, aí, hum, como seu pau é gostoso, agora, mais forte, mais forte, estou quase gozando, meu tesão". Só então percebi que minha mãe fazia com os braços os mesmos movimentos que eu estava fazendo, eu estava na minha segunda siririca, entendi que ela enquanto tomava no cu, também se masturbava e ou ouvir os dois gozando juntos, juntei meus gemidos ao verdadeira concerto erótico dos dois e tive meu segundo orgasmo, bem mais forte que o primeiro. Com medo de ser descoberta, voltei para a rua, dei um tempo e entrei em casa pela porta da frente anunciando minha chegada. Além de admirar minha mãe por outros motivos, passei a considera-la uma excelente mulher na cama. Sabendo que os dois não conseguiam fazer sexo em silencio total, passei a fazer questão de anunciar que estava me recolhendo cedo muito cansada só para ouvi-los meter e me masturbar. Por cerca de seis meses Sergio dormia pelo menos três noites por semana em casa. Aos dezessete eu estava viciada em masturbação, batia pelo menos uma antes do almoço e outra quando deitava, adorava esfregar meu corpo no corpo de Sergio e muitas vezes vi que o excitava, mas de uma hora para outra, ele deixou de ir em casa por ter acabado com o namoro com minha mãe. Foi como se eu tivesse perdido o namorado e não minha mãe, sofri muito por uns dois meses, até que em um sábado a tarde, quando eu estava indo para o clube jogar vôlei encontrei o Sergio no caminho. Aquele macho me abraçou de um jeito que quase o beijo ali mesmo no meio da rua, quando ele disse que tinha mudado para o prédio que estávamos em frente, não esperei ele me convidar, disse logo que queria conhecer o apartamento, Sergio me mediu dos pés a cabeça, com certeza ele pensou em me comer naquele momento e eu por dentro torcia para isso. Subimos e chegamos ao apartamento de um quarto bem arrumadinho e quando me debrucei na janela para olhar para baixo, ele encostou seu corpo na minha bunda fingindo que também estava olhando pela janela, mas sua ereção o denunciou, virei e ofereci meus lábios a ele que me beijou não como os meninos já tinham feito algumas vezes, beijou como macho enfiando sua língua em minha boca. Com as duas mãos nas minhas nádegas, puxou meu corpo contra o dele fazendo eu sentir aquele cilindro grosso e duro na minha barriga, chupei sua língua e senti minha buceta virgem inundar, meu macho então puxou meu top para baixou, devorando meus seios como um animal faminto, eu já estava entregue. Sem sentir, eu estava sentada na cama e Sergio em pé na minha frente, exatamente na posição que eu tinha visto mamãe com ele, só que embora como os seios de fora, eu estava ainda com minha bermuda. Sergio tirou a camiseta e eu não podendo esperar mais, abri sua bermuda e a puxei para baixo, vendo na minha frente aquela linda rola, cabeçuda, cheia de veias, dura como pedra, abri a boca e engoli parte dela, enquanto puxava minha própria bermuda e calcinha para baixo, diferente de minha mãe que segurava as tetas com as mãos eu levei as minhas a minha buceta que estava chorando, molhando o lençol da cama. Sergio, bom fodedor, apertou meus seios com as mãos e fez a mesma espanhola que fazia com mamãe, gozei chupando aquele cacete que subia e descia entre meus seios recebendo na boca pela primeira vez a gala de macho, nunca esquecerei o prazer que senti ao engolir aquele leitinho quentinho e limpei com braço o que vazou da minha boca ainda sem pratica. Lembrando da posição que minha mãe tinha assumida depois da espanhola, ajoelhei na cama, certa que Sergio ia arrebentar meu cabacinho, abri um pouco as pernas e senti aquele cilindro passear para frente e para trás na minha racha e Sergio pergunta: "Você toma pílula?". Aquela pergunta me fez cair na real e respondi: "Não, ainda sou virgem, você não tem camisinha em casa?" Sergio não respondeu, passou aquele cacete lambuzado com meu liquido vaginal no meu reguinho e esfregou a ponta no meu anel e eu disse: "Também sou virgem aí?". Meu fodedor mandou eu arrebitar e sua intenção ficou clara ele ia arrombar meu cuzinho. Eu queria rola e não protestei. Sergio forçou a minha argola e eu senti entrar um pouquinho, logo em seguida em uma nova empurrada, juro que ouvi um barulho dentro de mim e uma dor insuportável invadiu minha pelvis, pedi para o varão parar um pouquinho enquanto meu cuzinho tentava piscar descontroladamente e ele pediu para eu relaxar, tentei, mas Sergio empurrou novamente, aumentando a dor que já era grande, mas eu sabia que depois daquilo, teria a minha recompensa e larguei os lenções que eu tinha agarrado inconscientemente com as duas mãos. Apoiei meu corpo com meus peitos e levei a mão a minha bucetinha, encontrando meu grelinho mais duro que nunca e enquanto me masturbava rebolava para tentar diminuir a dor. Gozei chorando de dor, um gozo forte como nunca tinha tido, no exato instante que sentia a porra sendo despejada lá no fundo. Sergio puxou-me pela cintura levantando-me no ar sem deixar seu caralho sair do meu cu e me levou para debaixo da ducha, lá com a agua caindo em nossos corpos, ele desacoplou e eu parei de chorar, sentindo um vazio no meu rabinho enquanto trocava outro beijo guloso com Sergio. Voltamos para a cama. Sergio tentou me comer novamente, bem que tentei dar meu cu de novo, agora todo arrombado, mas a dor não permitiu, fizemos então nosso primeiro sessenta e nove, gozei como uma louca mais uma vez. Por alguns meses, fizemos muito sexo anal e oral. Na semana que completei dezoito anos, entreguei minha virgindade a meu macho, mas já estava viciada em anal. Hoje não me importo com tamanho ou grossura da rola dos carinhas, o que interessa e se eles sabem me penetrar por trás.

Comentários (1)

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  • Joe: Continua, conta mais casos

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