#Gay #Sado #Virgem

​O Despertar no Depósito

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Fabio M.

Leo é um jovem que vai descobrir o prazer de levar uns tapas e ser chamado de cadela

​Meu nome é Leonardo, mas todo mundo me chama de Leo. Tinha 22 anos, corpo magro e definido só de tanto correr atrás de ônibus e subir escadas no trabalho. Cabelo castanho escuro, quase sempre bagunçado, pele clara que ficava vermelha fácil demais. Trabalhava como auxiliar administrativo numa empresa de logística no centro de Camboriú. O expediente era chato, mas pagava as contas.
​Raí era o oposto completo. Aos 35 anos, mulato de pele bronzeada e quente, daqueles tons dourados que brilham quando suam. Tinha 1,85m fácil, ombros largos de quem já carregou peso a vida inteira, braços grossos, barba bem aparada e um sorriso preguiçoso que parecia dizer “foda-se o mundo”. Mas o que mais marcava era o volume na calça. O homem era pintudo pra caralho. A rola grossa e pesada marcava a calça jeans ou o uniforme cinza da empresa o dia inteiro, como se não conseguisse ser contida. Todo mundo notava. As mulheres comentavam baixinho, os caras fingiam não ver. Eu fingia não ver, mas meus olhos sempre voltavam.
​Ele era folgado. Chefe fechava os olhos porque Raí era bom no que fazia – operava as empilhadeiras como ninguém e resolvia problemas que ninguém queria. Eu era o cara quieto da sala ao lado, organizando planilhas. A gente mal trocava duas palavras até aquele dia.
​Era uma sexta-feira quente pra cacete. O ar-condicionado do depósito tinha pifado e o calor subia do chão de cimento. Eu estava sozinho no fundo, contando caixas de um pedido atrasado, suando na camisa polo da empresa. Raí apareceu empurrando um carrinho, camisa aberta nos dois botões de cima, mostrando o peito definido e peludo. A calça jeans justa marcava aquela porra toda, o contorno da cabeça do pau quase visível.
​— E aí, garotinho? Tá derretendo aí? — perguntou com aquela voz rouca, rindo.
​Eu corei. Sempre corava.
​— Tá foda o calor, né?
​Ele parou o carrinho, se encostou na estante de metal ao meu lado e cruzou os braços. O cheiro dele chegou primeiro: suor limpo, perfume barato e algo masculino, forte. Senti meu corpo reagir instantaneamente.
​— Você é bem quietinho, hein, Leo. Sempre olhando pros lados quando eu passo. Tá com medo de quê?
​Meu coração disparou. Ele tinha notado.
​— Não tô com medo de nada — murmurei, fingindo anotar algo na prancheta.
​Raí deu um passo mais perto. O volume na calça dele ficou a menos de um metro do meu rosto enquanto eu estava agachado contando caixas.
​— Sabe o que eu acho? Acho que você quer levar uma porrada na cara e depois sentar nesse meu pauzão. Tô errado?
​Eu congelei. O calor subiu pelo meu pescoço. Ninguém nunca tinha falado assim comigo. Abri a boca, mas só saiu um som engasgado. Ele riu baixo, segurou meu queixo com a mão grande e áspera e levantou meu rosto.
​— Olha pra mim quando eu falo com você, cadelinha.
​A palavra “cadelinha” acertou direto no meu estômago. Meu pau endureceu, latejando contra o tecido da calça. Raí percebeu. Ele sorriu devagar, safado.
​— Porra… você gosta mesmo. Levanta.
​Eu levantei tremendo. O depósito estava vazio, era quase fim de expediente. Ele me empurrou contra a estante, o metal frio nas minhas costas. Sem aviso, deu um tapa leve no meu rosto. Não doeu de verdade, mas o som ecoou e o choque me fez gemer.
​— Gostou?
​Assenti, envergonhado. Meu rosto queimava.
​— Responde, porra.
​— G… gostei — sussurrei.
​Ele deu outro tapa, um pouco mais forte, do outro lado. Minha cabeça virou. Eu já babava pré-gozo na cueca.
​— Boa cadela. Agora vira de costas.
​O que aconteceu depois foi um borrão de desejo cru. Raí me virou, puxou minha calça e cueca pra baixo num movimento só. Meu cu ficou exposto pro ar quente do depósito. Ele se ajoelhou, abriu minhas nádegas com as mãos grandes e enfiou a língua sem piedade.
​O calor molhado da língua dele no meu buraco foi a coisa mais intensa que já senti. Ele lambia em círculos lentos, depois enfiava a ponta dura, fodendo meu cu com a boca. O som molhado, obsceno, misturado com meus gemidos baixos. Eu sentia a barba dele roçando na pele sensível, o nariz pressionando, o cheiro dele subindo. Minhas pernas tremiam.
​— Porra, que cu gostoso… apertadinho — murmurou ele entre as lambidas. — Vai virar minha putinha hoje.
​Ele deu um tapa forte na minha bunda, depois outro. Depois voltou a língua, mais fundo, mais molhado. Eu sentia o cuspe escorrendo pelas minhas coxas.
​Raí levantou, abriu o zíper. O barulho do metal foi obsceno. Quando o pau dele pulou pra fora, eu olhei por cima do ombro. Era grosso, veioso, uns 22cm fácil, cabeça rosada brilhando de pré-gozo. A mala pesada balançava. Ele esfregou aquela rola quente entre minhas nádegas, batendo de leve.
​— Quer levar tapa na cara enquanto eu te fodo, né? Confessa.
​— Quero… por favor — implorei, voz rouca.
​Ele me virou de frente de novo, segurou meu pescoço e deu um tapa mais forte. Meu pau deu um pulo. Ele riu.
​— Olha o estado dessa cadelinha… babando sem nem encostar.
​Ele cuspiu na mão, lubrificou o pau e começou a empurrar. A cabeça grossa forçando meu cu virgem. Doeu, mas era uma dor gostosa, cheia de tesão. Ele não foi devagar. Entrou devagar no começo, mas depois meteu fundo, me enchendo inteiro. Senti cada centímetro, cada veia, o calor dele dentro de mim.
Doeu pra caralho aquela tora entrando, é um momento minha visão escureceu, achei q fosse desmaiar, mas veio um tapa em meu rosto me despertando novamente.
Aos poucos, a dor foi substituída por um tesao gigantes o no cu.
​Raí começou a meter forte. O som de pele contra pele ecoava no depósito vazio. Ele segurava meus quadris magros com força, dedos afundando na carne. Cada estocada fazia meu corpo todo tremer.
​Ele segurou meu queixo, me obrigou a olhar pra ele enquanto metia.
​— Olha pra mim, cadela. Toma essa rola.
​E deu outro tapa. Forte. Meu rosto ardeu. O orgasmo veio do nada. Eu gozei sem tocar no pau, jatos grossos batendo no chão e na calça dele. Meu cu apertou em volta da rola dele enquanto eu tremia inteiro.
​— Porra, gozou só com tapa e rola? Que puta safada.
​Ele não parou. Continuou metendo mais forte, mais fundo, o suor pingando do peito dele no meu. O cheiro de sexo enchia o ar. Ele lambia meu pescoço, mordia minha orelha, chamava de cadela, de putinha, de boiola gostosa.
​Me virou de novo, me colocou de quatro sobre umas caixas. Metia por trás, uma mão no meu pescoço, a outra dando tapas no rosto quando eu virava a cabeça. Cada tapa me fazia apertar mais em volta dele. Eu estava duro de novo, absurdamente. Senti ele inchar dentro de mim.
​— Vou gozar nesse cu, cadela. Toma tudo.
​Com um grunhido rouco, ele enterrou fundo e gozou. Senti o calor da porra dele jorrando lá dentro, pulsando, enchendo meu intestino. Ele deu mais duas estocadas fortes, gemendo alto, depois ficou parado, enterrado até o saco.
​Ficamos assim um tempo, ofegantes. O cu latejava em volta da rola ainda dura dele. Porra escorria pelas minhas coxas quando ele saiu devagar. Raí me puxou pra um beijo molhado, possessivo.
​— Isso foi só o começo, Leo. Amanhã você vai sentar de novo nesse pau no banheiro da empresa. E vai aprender a engolir até o fundo.
​Eu assenti, ainda tremendo, o rosto ardendo dos tapas, o cu melado, o corpo todo marcado pelo cheiro e pelo toque dele. Pela primeira vez na vida, eu me sentia vivo.

Comentários (1)

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  • 𝐿𝑎𝑔𝑎𝑟𝑡𝑖𝑥𝑎: Gozei

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