#Teen #Virgem #Zoofilia

Mabi - Um experimento científico muito gostoso

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Pietro Gontijo

Aos amantes de uma boa ficção científica erótica, essa história é sobre como eu perdi minha virgindade e acabei me tornando completamente viciado por sexo.

*O conto a seguir é totalmente ficcional. Tive essa ideia que envolvia ficção científica erótica, zoofilia e conteúdo teen. O intuito é apenas fornecer ao amante da escrita erótica uma boa história para bater uma punheta gostosa e gozar. Deixe sua opinião nos comentários. Até mais!*

Meu nome é Pietro, vou contar uma história que perdura até hoje. Eu tenho 18 anos e acabei de terminar meu primeiro ano da faculdade, é justamente lá onde essa história tem início. Não vou perder muito tempo me descrevendo, basta saber que sou bem branquinho, tenho 1.92m, cabelo e olhos castanhos e um corpo comum. Minha bunda até que é bonitinha pra um cara alto, não é lá essas coisas, mas redondinha e gostosa. Sou pentelhudo, e meu pau, como tudo em mim, é enorme. Não tem como um cara de mais de 1.90m ter uma rola pequena, então acredito que eu passo dos 21cm de pika. Acho que esse é um dos motivos de eu ter continuado virgem até meus 17 anos, as poucas meninas com quem conversei não tiveram coragem de encarar meu dote. Então até essa idade eu só tinha recebido um boquete ou outro, com muito custo.
Sou um cara muito tímido também, de pouquíssimos amigos, o que contribuiu com essa situação. Essa história é justamente sobre como eu perdi minha virgindade, de uma forma nada convencional, e acabei me tornando completamente viciado por sexo. Acho que num nível maníaco sexual. Eu me mudei pra uma cidade grande de Minas Gerais aos 17 anos, pra estudar. Sou de uma família bem “certinha e bem de vida”, vamos dizer assim. Estudei muito e passei numa universidade enorme e extremamente bem-conceituada. Conhecida por ser uma das maiores instituições de pesquisa em biologia da américa latina. Realmente foi minha grande primeira conquista.
Essa história tem início logo quando eu comecei os estudos. Acredito que umas duas semanas após o início das aulas, um dos coordenadores de pesquisa da instituição me procurou e perguntou se eu não teria interesse em fazer uma entrevista para participar de um dos projetos de pesquisa da faculdade. Ele não me disse exatamente do que se tratava, mas garantiu que era muito interessante. Eu, obviamente, disse que sim. Queria aproveitar o máximo que pudesse daquela universidade enorme. Ele ficou eufórico e disse que logo alguém entraria em contato comigo para mais detalhes, e que eu não iria me arrepender. O cara parecia um lunático, mas também, que cientista não era? E aquele lugar estava cheio deles.
Passado alguns dias uma secretária me mandou mensagem e agendou a primeira entrevista. No começo eu achei bem normal, alguns dados pessoais, histórico, de onde eu vinha, por que tinha escolhido aquele curso e a faculdade, um pouco sobre mim, minha personalidade, etc. Foi a partir da próxima etapa de entrevista que as coisas começaram a ficar muito estranhas. A próxima entrevista consistia apenas em perguntas sobre sexo. Avaliaram as medidas do meu corpo, minha altura, se eu era virgem, com que frequência eu fazia sexo, se transava com homens ou mulheres, o tamanho do meu pênis, quantas vezes eu me masturbava, até sobre meus hábitos alimentares e meu sêmen eles queriam saber, o que me excitava, práticas sexuais, etc. Aquilo despertou minha curiosidade, mas também fiquei muito apreensivo. Que merda era aquela, afinal?
Somente na entrevista final que eu voltei a ver o cara que tinha me oferecido participar da pesquisa. Eu estava numa das salas de laboratório junto com ele e mais outros dois pesquisadores. Antes de mais nada eles me fizeram assinar um monte de termos de sigilo, e disseram que a pesquisa era ultrassecreta e totalmente sigilosa. Foi quando me disseram que era uma pesquisa ilegal e que nem mesmo a reitoria da faculdade sabia. E a única razão de estarem fazendo era porque a ideia era sensacional demais para não executar. Enfim, um bando de cientistas loucos mesmo.
O dono do projeto foi quem explicou tudo. Se tratava de um experimento intitulado “A parceira ideal para todas as horas”, e era basicamente sobre a criação de uma companheira sexual ideal. Explicaram que cada uma das perguntas nas entrevistas era de extrema importância e que haveriam outras. Foi quando me levaram para dentro do laboratório. Havia um compartimento grande dentro da sala, cercado de vidro. Parecia aqueles lugares que colocam animais num zoológico. Ao abrirem a cortina, o que eu vi me surpreendeu. Parecia um tipo de coelho, mas muito mais fofo. Não era muito grande, mais ou menos do tamanho de um coelho médio. O pelo era castanho claro. As orelhas eram redondinhas e pequenas. O rabo também era uma bolinha. Parecia um ursinho de pelúcia.
- Que merda é essa? – perguntei.
- Isso é a resposta das orações de um monte de garotos virgens, que nem você. Por isso o escolhemos para ser um participante logo que você chegou. – respondeu o coordenador, com aquele olhar vidrado de lunático.
- Não demos um nome pra ela ainda, você pode escolher depois o que for mais confortável pra usar. O que você está vendo é fruto de muito trabalho e um animal extraordinário. – Explicava um dos cientistas – Nós usamos uma engenharia genética magnifica, misturando genes e a biologia de várias espécies. Tudo nesse animal é sobre sexo.
- Exatamente. – Continuou outro – Nossas pesquisas apontaram que um número crescente de meninos permanece virgens por longos anos por não conseguirem fazer sexo com outras pessoas. Mas esse não é o foco principal, e sim os homens que mesmo tendo parceiras continuam sem fazer sexo, pelo fato de suas esposas ou namoradas constantemente negarem. Basicamente é um projeto pensado em homens que precisam transar. Pensa só: você compra um animalzinho de estimação e leva pra casa. Sua esposa olha pra esse bichinho fofo e não desconfia de nada. Enquanto isso, você transa todos os dias, sem parar, saciando todas as suas vontades. Não é genial?
- Puta que pariu, mas isso é um animal. – Eu contestei
- Um animal criado para satisfazer o desejo de homens que não tem com quem transar. – Continuou o dono do projeto – Ela é muito carinhosa, e dócil. Tem um apetite insaciável por sexo, e acredite em mim, eu não estou brincando. Ela pode fazer sexo com qualquer macho de qualquer espécie que tenha um pênis para penetrá-la, e ejacular dentro dela, qualquer um. Ela sabe reconhecer. Ela possui feromônios extremamente fortes, consegue fazer com que qualquer macho transe com ela. Ela libera um corrimento, tipo uma gosminha branca, pela vagina e também pela boca, que faz com que qualquer macho perto dela tenha ereções e só pense em sexo.
- Meu deus, isso é...
- Extraordinário, não é? Não podíamos fazer com uma pessoa, óbvio. Então começamos com um animal, como todos os outros experimentos. Tivemos que mudar nossa equipe apenas para mulheres, além de nós três. Todos os homens que entravam dentro do habitat dela ficavam com o pau duro o tempo todo, e não conseguiam pensar em mais nada além de transar com ela. Uma vez deixamos um cara sozinho lá dentro por tempo demais e quando voltamos ele estava chupando a vagina dela que nem louco. Disse que não conseguia se segurar, que o gosto era irresistível.
- Por que nenhum de vocês faz, então? – Questionei.
- Porque nós somos os criadores e pesquisadores. Nós assistimos a pesquisa de fora, para analisar e compreender, não participar.

Minha cabeça estava a mil. Não era absolutamente nada do que eu esperava. Se bem que era um animal bem fofo e bonitinho. Ela andava tranquila de um lado pro outro, comendo e cheirando as coisas. Em um momento ela se virou de costas e deu pra ver seu orifício rosadinho logo embaixo do rabo. Era bem pequeno.

- Você disse que ela consegue fazer sexo com qualquer macho, mas olha o tamanho da vagina dela. É muito pequena, você tem certeza disso? – perguntei.
- Absoluta. Embora pequena, não subestime essa animalzinha. Ela realmente pode surpreender. Queríamos um animal pequeno e dócil, fácil de criar dentro de casa, que afinal vai ser onde ela vai viver. – disse um deles – E então? O que nos diz? Ela já está pronta, basta você levá-la. Tudo o que você vai precisar fazer nas próximas semanas é transar com ela e nos contar absolutamente tudo. Como ela se comporta, o que ela faz, e como é a experiência.
Só havia uma resposta para aquela pergunta.

- O nome dela vai ser Mabi. – respondi.

Eu ia transar com aquela coelhinha fofa, ou seja lá o que fosse. Não era a forma como eu havia imaginado perder minha virgindade, mas eu estava disposto a tentar.

Levei a Mabi pra casa. Eles disseram que eu teria que trazê-la novamente em uma semana, para analisarem ela e ver se estava tudo bem, além de fazerem alguns testes e eu passar o primeiro relatório. No começo eu achei estranho. Eu não era zoofílico. Nunca tinha pensado antes em transar com um animal, e não sabia se conseguiria. Confiei no que eles disseram sobre ela.
No primeiro dia não aconteceu nada. Acho que era fase de estabilização. Eu morava num apartamento pequeno, de solteiro, perto da faculdade. Tive que contrabandear a Mabi para dentro, pois não permitiam animais no prédio, e torci pra que ela não fizesse algum tipo de barulho, se não seríamos pegos rapidamente e aquele experimento todo iria pelo ralo. No primeiro dia apenas soltei a Mabi no apartamento e a vi se ajustar. Ela realmente era muito tranquila, e logo começou a caminhar de um lado pro outro. Ela fazia um barulhinho engraçado, tipo um guincho, nada que os vizinhos pudessem escutar. Ela fez pequenas poças de xixi aqui e ali, acho que estava começando a marcar seu território. Foi quando senti o cheiro. Era uma mistura de algo cítrico e doce, um cheiro muito interessante, e muito forte. De repente o apartamento inteiro estava com aquele cheiro, não tinha como não sentir. Tentei limpar, mas mesmo assim o cheiro não saía. Por mais que eu olhasse a Mabi e ela fosse fofa, ainda não tinha certeza se conseguiria, parecia que não tinha nada a ver e não despertava desejo sexual, então a deixei que ficasse em casa e fui dormir, no dia seguinte foi que a coisa ficou séria.
Assim que cheguei em casa senti aquele cheiro inconfundível, mas tinha algo diferente. O cheiro estava mais doce, mais atraente, e instantaneamente senti um formigamento leve passear pelo meu corpo, um calor subindo pela minha barriga. Estava com tesão. E a medida que o tempo passava eu pensava mais e mais em sexo, meu corpo começou a ficar sensível, eu precisava transar. Por todo o canto da casa haviam manchas transparentes no chão, provavelmente do corrimento que o pesquisador tinha dito que a Mabi expelia.
Ela estava encima do sofá, quieta. Quando cheguei ela rapidamente veio pra perto de mim e ficou focinhando o meu pé, toda carinhosa como haviam dito. Tomei um banho, vesti uma cueca e me deitei no sofá. Minha mente estava enevoada com aquele cheiro doce no ar, eu sentia meu corpo meio mole, sensível ao toque, um calor diferente. Logo a Mabi subiu no sofá junto comigo e ficava me cheirando, parecia que estava pedindo carinho. Coloquei ela encima da minha barriga, e fazia carinho nas orelhas dela. Ela sempre fazendo aqueles guinchos finos, tão bonitinha. Ao fazer carinho nela percebi o quanto sua pelagem era macia e o quanto ela era cheirosa. Ela me olhava com aqueles olhinhos castanhos pequenos, atenciosa.
De repente, a Mabi se virou e bem devagar e foi em direção ao meu pau, cheirando. Deixei ela quieta, explorando meu corpo. Ela cheirava meu pau com o focinho, a sensação era legal, parecia uma cosquinha. Foi quando senti algo molhar minha cueca. Parecia que a Mabi tinha cuspido alguma coisa encima do meu pau, e realmente tinha. Instantaneamente o meu pau começou a formigar e ficou duro. A sensação era muito gostosa, parecia que meu pau estava esquentando.
Tirei minha cueca e meu pau saltou pra fora. 21cm de rola grossa. Duro feito pedra, pulsando, as veias saltadas. Automaticamente a Mabi começou a lamber, sabendo exatamente o que fazer. A sensação era extremamente gostosa. A linguinha dela era quente e áspera, ela dava lambidinhas rápidas, mas as vezes lambia devagar, passando a língua com mais força, tipo um gato limpando as patas. Lambia meu pau inteiro, a cabeça, a base do meu cacete, até minhas bolas ela lambia. Era uma delicia, meu cacete já estava todo molhado e babado com a saliva dela. E mesmo assim ela continuava, sem parar. Quando ela lambia a cabeça do meu pau eu revirava os olhos de prazer. A linguinha dela era tão quente e úmida, me levava a loucura.
Meu coração acelerava no peito com aquela brincadeira, e estava apenas começando. Deixei a Mabi livre pra se deliciar no meu cacete. Ela lambia e lambia com aquela linguinha gostosa. Parecia uma criança quando ganha um picolé. Meu cacete formigava de prazer. Eu gemia baixinho, curtindo aquela sacanagem. Se era pra perder a virgindade, eu ia aproveitar cada segundo. Abri bem as pernas e deixei a Mabi fazer a festa, ela cuspia aquela gosminha branca, meu pau já estava todo babado. Em um certo momento, quando a Mabi estava lambendo minhas bolas, ela desceu mais um pouco e lambeu meu cu também, na hora eu assustei, mas não achei ruim, foi muito gostoso aquela boquinha quente lambendo meu cu virgem. Bati uma punheta bem leve enquanto ela lambia meu cu, e tive que parar em menos de 1 minuto se não iria gozar. Era como se aquele cuspe dela deixasse meu corpo 10 vezes mais sensível. Tudo era gostoso.
Ela subiu na minha barriga de novo, de costas pra mim, e voltou a lamber meu pau. Olhei pra buceta dela e já era hora de brincar com aquele buraquinho. Era um buraco tão pequeno que parecia mal caber a ponta do meu dedo. Estava com um leve brilho, a luz refletindo na gosminha branca saindo da buceta dela. Acariciei sua bunda e comecei a passar os dedos por cima da buceta dela, numa espécie de massagem. Ela ficou doida. Levantava o rabinho, expondo totalmente seu buraquinho. A vagina dela piscava, se contraindo. Aquela coelhinha estava implorando pra ser penetrada e isso me excitou. Eu me senti um macho que tinha um dever a cumprir. Tinha uma fêmea pedindo pra ser fodida, e essa era minha função. Aquilo me encheu de tesão. Toda insegurança que até ontem eu sentia em relação a transar com ela sumiu de repente. A única coisa que eu conseguia pensar era que eu tinha que cumprir minha obrigação de meter o pau naquela bucetinha até a Mabi ficar satisfeita.
Eu tinha certeza que aquilo era efeito dos feromônios dela agindo no meu corpo, nublando minha mente, controlando minha cabeça. Estava começando a entender o que aquele cara que chupou a xota dela estava sentindo. Eu pensei em provocar ela devagar, apenas massageando a buceta dela, sem penetrar, mas não consegui. Eu não conseguia me segurar. Melei meu dedo e comecei a introduzir na buceta dela, bem devagar. Foi como se minha cabeça tivesse explodido. Eu não consigo descrever com exatidão a sensação. Por menor que fosse a buceta dela, era incrivelmente elástica, mas não era folgada, tipo com um espaço largo por dentro, não era assim. A buceta dela literalmente se acomodava com o meu dedo. A medida que meu dedo foi entrando sem dificuldade, a buceta dela ia se expandindo, deixando meu dedo entrar, porém ela também contraía a xota, apertando. Era a coisa mais extraordinária que eu tinha sentido na vida.
Era muito quente, fiquei surpreso com o calor. Completamente úmido, e cheio de ondulações, não era um buraco liso. Facilmente meu dedo coube inteiro dentro dela, até o talo. Quando coloquei o dedo todo, ela contraía e apertava ele dentro dela, que nem louca. Tinha uma força impressionante. Eu senti que poderia gozar só com a sensação dela apertando meu dedo com a buceta, mas eu queria mais. Muito mais. Fui tirando meu dedo devagar e depois colocava de novo, num movimento leve de vai e vem. A Mabi balançava o rabinho, toda agitada. Dava pra ver que ela estava empolgada. A sensação de estar dedando ela me dava mais tesão ainda. Tinha uma coelhinha bem encima de mim, toda minha, pronta pra fazer o que eu quisesse, pronta pra deixar eu meter o cacete dentro dela o quanto eu quisesse. Eu sentia que ela queria tanto quanto eu. Estava me sentindo um animal. Sem perceber já estava com 2 dedos dentro dela, e ela ainda lambia meu cacete. Era alucinante.
Instintivamente, tirei meus dedos e a segurei pela cintura, coloquei ela encima da minha cara, a buceta bem encima da minha boca. Acho que foi onde eu perdi a cabeça. Se o cheiro do corrimento pelo apartamento era bom, o sabor da buceta dela não se comparava a nada que já tivesse experimentado na vida. Eu fiquei louco. Enfiar a língua naquela buceta me dava mais prazer do que consigo explicar. A maciez daquela pele, o cheiro do pelo, o sabor da buceta. Tudo era extraordinário. Não importa o quão fundo eu enfiasse a língua, eu não conseguia saciar minha vontade.
Perdi a noção. Não lembro por quanto tempo eu fiquei chupando a buceta dela (mas sei que podia passar dias sugando aquele mel). Sei que quando abri os olhos e dei por mim, tinha a sensação que meu pau ia rachar de tão duro, tava tão melado que eu acho que gozei um pouco, e a Mabi estava dando aqueles guinchinhos dela feito louca, com a buceta apertando minha língua. Eu tinha certeza que ela estava tendo orgasmos, o corpo dela tremia. Não conseguia aguentar mais. Coloquei a Mabi encima do sofá, com uma almofada embaixo dela pra ficar na altura ideal e me posicionei atrás. Com uma mão segurei a cintura dela, com a outra eu posicionei meu pau na entradinha minúscula da buceta dela, ainda duvidando que iria caber. Meu pau parecia simplesmente colossal perto dela. Se uma mulher adulta não encarou meu cacete enorme e grosso, não sabia como aquela coelhinha iria aguentar. Mais uma vez eu estava completamente enganado e não sabia as maravilhas que aquela coelhinha podia fazer.
Quando comecei a forçar meu pau na entradinha dela foi como abrir caminho por um paraíso. A cabeça entrou sem dificuldade, era a mesma coisa com o meu dedo. A buceta dela abria espaço e deixava meu pau entrar, mas ao mesmo tempo apertava meu cacete. Eu comecei a gemer alto, não conseguia mais segurar. Eu sentia as ondulações da buceta dela, aquele calor forte, a umidade deliciosa fazia meu mastro deslizar. Antes de perceber meu pau já estava a metade dentro. Parei pra apreciar aquela cena. Era totalmente desproporcional. Meu cacete enfiado a metade dentro dela parecia uma tora de madeira comparado com o tamanhozinho dela. Ela continuava guinchando sem parar, mas não saía ou tentava correr, ficava quietinha esperando mais. Não consegui segurar. Coloquei as duas mãos na cintura dela, e atolei meu pau na buceta da Mabia. Enfiei tudo, meti todo o resto, de uma vez. Ela deu um guincho alto, mas continuou tranquila, acho que era o jeito dela gemer. Enfiei cada centímetro do meu cacete nela, até o talo. Sentia minhas bolas encostando nela. Segurei por um momento, me acostumando com a sensação. A buceta dela apertava meu pau freneticamente. Se eu não me mexesse com certeza eu ia gozar só com ela me apertando.
Comecei a meter. Oficialmente eu não era mais virgem. Estava transando pela primeira vez. Não era nada como eu imaginei que seria. Quando eu imaginava perder a virgindade eu sempre pensava que seria com uma menina, ou até com outro homem, talvez. Eu só queria transar com alguém que aguentasse meu cacete. E de repente eu achei esse alguém, a Mabi. Um experimento científico...
O som do meu saco batendo nela enquanto eu socava a pica era sinfonia pros meus ouvidos, não consegui conter um sorriso. Eu estava feliz, com tesão e doido pra gozar, eu só queria saber de meter meu pau na Mabi. Estava metendo que nem um animal. Apertei com força a cintura dela com as duas mãos e metia mais forte ainda. Eu ainda não conseguia acreditar a facilidade que ela aguentava 21cm de cacete grosso. Quanto mais eu metia o cacete mais ela apertava. Eu estava urrando. Eu alternava a velocidade e o ritmo das estocadas. Era divertido e prazeroso. Eu tirava meu cacete todo de dentro dela e depois metia ele inteiro, com força. Ela guinchava e ficava quieta, aguentando a meteção de pica do macho dela, caladinha. Eu alternei de posição algumas vezes. Coloquei ela por cima de mim e subi ela pra cima e pra baixo, como se estivesse quicando no meu cacete. A posição que mais gostei foi de ladinho. Poderia ter metido nela a noite inteira daquele jeito, meu cacete entrava inteiro nela de um jeito muito gostoso.
Eu não sei quanto tempo durou, mas chegou o momento que eu não aguentava mais. Eu gozei igual um touro, igual um animal, eu urrava. Atolei meu pau dentro dela até não caber mais nada e gozei cada gota de leite que tinha dentro do meu saco. Meu pau pulsava, jorrando o leite pra fora, enquanto a buceta dela contraía, sugando o leite que eu jorrava. Eu queria poder explicar perfeitamente o que eu sentia. Caí deitado no sofá, ofegante, molhado de suor. Meu pau ainda pulsava. A Mabi ficou encima de mim, 1 minuto depois minha porra começou a escorrer da buceta dela. Eu não imaginava que tinha tanta porra guardada dentro do meu saco. A Mabi simplesmente se virou e começou a lamber a porra que escorria da buceta dela, faminta.
Nunca tinha me sentido tão relaxado antes. Eu fiquei deitado sentindo meu corpo descansar, extasiado com aquele orgasmo colossal. Não segurei o sorriso. A Mabi com certeza era uma das melhores coisas que tinha acontecido na minha vida, e confesso que senti certo ciúme dela depois de gozar. Ela era minha. Tinha que ser só minha. Nenhuma mulher ou homem daria pra mim desse jeito. Eu queria ela pra sempre, acho que isso era papo de virgem que acabou de transar pela primeira vez. Achei que tinha terminado ali, mas descobri por quê o cientista disse que a Mabi tinha um apetite insaciável. Acho que não completou nem 5 minutos depois que eu gozei, a Mabi subiu encima de mim de novo e voltou a lamber meu pau. O próximo round. Ela já estava pedindo mais. Eu tinha certeza que meu pau não ia subir. Quando eu batia punheta levava uns 15 min pra recompor a força, mas não foi assim.
Depois que a Mabi lambeu, meu cacete ficou duro de novo na mesma hora. Fiquei me perguntando se isso era algum efeito do corrimento dela, fiz uma nota mental para fazer essa pergunta aos pesquisadores. Ela se virou e colocou a buceta na minha cara. Os cientistas estavam certos, tudo naquela animalzinha gritava a sexo. Eu entendi o recado.

- Continua fazendo meu pau ficar duro que eu vou te foder até você chorar. – eu disse pra Mabi.

E assim eu fiz.
Os cientistas estavam certos mais uma vez, eu era o candidato perfeito. Todo o tesão que eu tinha guardado por ainda ser virgem eu descarreguei na Mabi. Vou ser bem direto e acreditem se quiser. Eu transei com ela por 3 dias, no fim eu apenas caí desmaiado e acordei umas 24h depois. Eu não sei explicar como. Eu parava pra tomar água e fazer um lanche rápido. Dormia no máximo de 2 a 3 horas, no sofá mesmo, e acordava com a Mabi lambendo meu pau, pedindo pra ser fodida com a buceta na minha cara. Toda vez que eu acabava de gozar e tirava meu cacete de dentro dela, ela já corria e começava a lamber meu pau. Meu cacete ficava duro de novo e a gente continuava metendo. Eu tinha certeza que era a saliva dela que fazia com que meu pau ficasse duro. Eu não conseguia pensar em outra coisa. Era apenas sexo, sexo, sexo. Meu pau formigava, eu sentia que precisava meter na Mabi, enterrar meu cacete nela, eu tinha que gozar dentro dela o máximo que conseguisse, era só nisso que eu pensava. Nós transamos por 3 dias, considerei isso um efeito colateral daquela experiência científica maravilhosa. Eu fodia a Mabi de todas as formas e jeitos que eu podia, tudo pra que ela ficasse satisfeita. Metia com tanta força que eu pensei que iria machucá-la, mas nada aconteceu. Quanto mais eu gozava dentro dela, mais ela queria. E eu também. Era uma conexão incrível.
Depois que eu acordei, nada mudou. Eu não voltei pra faculdade naquela semana, não queria saber de aulas. Eu queria transar com a Mabi. E foi isso que fiz. Ignorei tudo, mensagens e chamadas no celular, atividades que tinha pra fazer, outros afazeres. Era só sexo. Eu só ficava saciado por um momento quando gozava dentro dela, depois eu queria de novo.

Ao fim da primeira semana, fiz como combinado e voltei com a Mabi pros cientistas. Eles me perguntaram como a experiência havia sido e a única coisa que respondi foi:

- Podem esquecer das esposas. Depois da Mabi os homens não vão querer saber de mais nada. Acreditem em mim, eu gozei mais vezes dentro dela do que eu posso contar...

Para minha total alegria, eles deixaram eu seguir com o experimento e ficar com a Mabi. Minha vida nunca mais foi a mesma. Eu passava horas e dias apenas com ela, eu só queria saber dela. Eu transava feito um animal. Só queria saber de meter, meter e meter. Não acredito ainda como eu conseguia gozar tantas vezes, também acho que tenha algo a ver com a saliva da Mabi.

A única coisa que eu sei é que foder com ela era extraordinário. Foda-se todo o resto. Eu ia gozar dentro daquela coelhinha até não conseguir mais.

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