#Teen

Mais uma lembrança da juventude: trepar não esperava a situação ideal, era onde podia

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Ramon

Quando o tesão juvenil atacava, comer ou dar a bunda tinha de acontecer de todo jeito. O tesão superava a cautela

Quando o tesão juvenil atacava, comer ou dar a bunda tinha de acontecer de todo jeito

Encontrei um amigo do início da adolescência, com quem fiz muito troca-troca e com quem fizemos muitas safadezas naquela época. Cada um seguiu seu rumo e, após nos encontrarmos há alguns anos, ficamos meio cabreiros de reconhecermos o que tínhamos feito no início; depois, virou até diversão a lembrança das loucuras que fizemos.

Ao invés de nos mandar comprar pão e leite, a empregada da casa dele preferia ir à padaria, descobrimos depois que ela paquerava um empregado de lá. E esses 20 ou 30 minutos (seriam menos, mas ela ficava conversando com o pretendente) era o que precisávamos para o troca-troca. Às vezes a gente se comia na sala da casa, olhando por uma janela com cortina se a empregada estava voltando.

Eu e ele, com parceiros diferentes, lembramos que nas brincadeiras de esconde-esconde na turma, sempre à noite, existiam “esconderijos” em que sempre havia uma putaria. Eu não tive coragem de reconhecer, mas em um desses esconderijos eu já entrava de pau duro, pois sabia que ia ser enrabado. Adorava quando dava tempo de levar uma gozada no cu (esqueça as gozadas grandes, pela idade era pouca coisa).

Dar a bunda no quarto enquanto a gente estudava? Fizemos muito. A mãe ou a empregada que estava na casa raramente ia bater na porta para não atrapalhar, então a safadeza era garantida, mas não isenta de sustos. Eu certa vez, já era um pouquinho mais velho, fui dar aulas de matemática a uma vizinha e quase toda vez ela me chupava e me dava a bunda. Eu terminei tirando o cabaço da xota dela depois, um dia em que ela foi na minha casa somente para isso. Só não namorei com essa menina porque ela passou a dar para todo mundo na turma! E não sei como ela não engravidou cedo, pois era tudo no pelo e gozando dentro.

Eu tinha um amigo que me comia muito, normalmente na casa dele. Certo dia fui para lá louco para levar rola e tinha gente demais. Fomos lá em casa e também não dava. A gente estava descontrolado e arriscamos uma “solução” muito perigosa, mas que funcionou e voltou a ser usada: a casa de SEU MANOEL. SEU MANOEL era um senhorzinho casado, com filhos e netos, casal morava sozinho e se recolhia e dormia cedo. Por volta das 21h as luzes já se apagavam e o casalzinho ia dormir. Eu e meu comedor começamos a entrar no quintal da casa, no silêncio, e eu ia dar a bunda lá trás, no quintal. Se o casal não estivesse, seria um lugar maravilhoso. O problema era entrar e sair sem ser notado, até pelos vizinhos. Mas a vontade da safadeza nos levava para lá e parece que aumentava a vontade de trepar o perigo. Somente uma vez, a gente já saindo, SEU MANOEL abriu a porta e nos viu. Explicamos que o gato de uma vizinha tinha entrado lá e que fomos buscá-lo, mas sem sucesso. SEU MANOEL acreditou, deu boa noite e tudo ficou bom.

Trepar no mato quando se ia para um sítio, dar a bunda em cima de jangada quando se estava na casa de praia, comer ou dar num quarto de madrugada com outras pessoas dormindo... o que os hormônios juvenis não nos levavam a fazer.

Tinha uma tara de um comedor meu que era absurda e que eu até hoje me lembro com saudade. Ele morava no primeiro andar de uma casa geminada; a janela do quarto dele ficava na altura de meu peito, ou seja, em pé eu era visto e conseguia ver o movimento da rua. Pois ele me fazia ficar na janela nu da cintura para baixo, botava um anteparo de madeira em baixo para eu ficar mais alto e poder abrir as pernas sem mudar de “tamanho” e quem passava na rua me via na janela e falava comigo ou me chamava. “Já vou, tô esperando o lerdo do MILTINHO terminar uma tarefa aqui e a gente já vai”, eu respondia. “Vem, logo”, diziam. O que ninguém imaginava é que MILTINHO vinha por baixo e me comia até encher meu rabo e depois, ali mesmo, ele me chupar até eu gozar. No começo, ela fazia uma ginástica e tanto, pois botava o ventre para frente e ficava encostado na cama. Depois ele descobriu que me comendo de ladinho ficava tudo mais fácil. Ele encostava a cama para mais perto da janela, vinha de lado e metia na minha bunda. Eu lutava para não demonstrar a cara de tesão daquilo.

Bons tempos, hoje é tudo mais complexo, apesar da facilidade de motel e a independência financeira.

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Ramon #Teen

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