#Gay #Teen #Virgem

A minha primeira vez foi num terreno baldio, atrás da moita, em meio a um monte de pés de mamona

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Gibinha

Doeu um pouquinho na hora que a cabecinha passou, mas depois que ele enterrou o resto, ficou gostosinho.

Ser o irmão mais novo de cinco irmãos para mim era problema, era doido para aprontar algumas coisinhas, mas tinha medo que meus irmãos descobrissem.
Na fase das descobertas, sempre ouvia falarem de troca-troca, e tinha a maior vontade de experimentar. Mas se meus irmãos descobrissem, do jeito que eles eram, eu estava fudido, ia apanhar deles e do meu pai. Eram dois irmãos e duas irmãs.
Certo dia, estava no portão de casa, e o Agnaldo(Guina) passou com uma sacola.
_Onde vai com isso Guina?
_Na fábrica...é o almoço do meu pai. Vamos lá comigo?
_Ah...não tô fazendo nada...vou sim...
Guina era um menino moreno, não muito alto para a idade ele tinha 15 anos.
Fomos numa boa, o pai dele almoçou, e na volta, fizemos outro caminho, viemos por uma rua que não usávamos muito quando íamos ao centro do bairro. A rua tinha uma subida mais longa, poucas casas e muitos terrenos baldios.
_Vem por aqui Gibinha(meu apelido).
Meu nome é Gilson, mas por causa do meu irmão, Gilberto, cujo apelido era Giba, me apelidaram de Gibinha, sou mulato, e essa historia se passou há muitos anos, foi em 1976. Hoje sou casado, com filhos, mas aprontei bem quando era garoto..
Bem, atravessamos a rua ele pegou um palito de dente, encaixou na campainha de uma casa, onde um cachorro já latia, e apertou. O barulho ficou contínuo.
_Corre Gibinha...corre que o velho vai vir atrás da gente.
Enquanto corríamos, dava para ouvir o homem lá dentro da casa xingando.
Um pouco antes de chegarmos à esquina, ele falou:
_Entra aqui...vem...
Entramos num terreno baldio, tinha muito mato, e ao fundo, uma moita e alguns pés de mamona. O terreno era íngreme para os fundos. Ficamos atrás da moita.
_Se abaixa.....fica quietinho...
Eu fiquei na frente, e ele bem atrás de mim.
Meu coração estava acelerado, fiquei com medo do homem, e não sabia porquê o Guina tinha feito aquilo.
Em pé, com a cabeça um pouco abaixada, vimos quando o homem parou em frente ao terreno, olhou em nossa direção, mas não nos viu.
Eu estava agoniado e preocupado com o homem que não voltava logo para a casa dele. Mas não demorei muito para perceber que teria uma outra preocupação...o pau do Guina ficou duro tocando minha bundinha, e ele se aproveitou do fato de não podermos fazer barulho, e sarrou minha bundinha...e o pior, eu achei gostoso, deu um formigamento no anelzinho. Só que aí, ele abusou, e forçou o pinto, que só não tocou meu cuzinho, por causa dos nossos calções de tecido fino. Acabei resmungando:
_Eeeiiiii....o quê que você está querendo?
_Calma...só levantei um pouco para ver se ele já tinha saído daí da frente....
_Não...ele ainda está ali...
Resmunguei, ele se justificou, só que não tirou o pau do meu reguinho, e eu não falei mais nada, na verdade, estava gostando da brincadeirinha, meu pinto ficou durinho.
O homem saiu de frente do terreno, e andou no sentido da esquina, desaparecendo da nossa vista. Mas dava para ouvir vozes, ele parecia estar conversando com alguma pessoa.
_Putz...ele tá conversando lá na esquina... pelo jeito vai demorar para voltar. Falei todo preocupado.
_A gente podia aproveitar e fazer uma coisinha.
_Fazer o que no meio desse monte de pés de mamona?
Foi aí que ele se afastou um pouco de mim, abaixou meu calção, e me agarrou por trás, forçando seu pinto duro no meu reguinho. Agora, o que separava seu pinto do meu cuzinho, era o fino tecido do calção dele.
Qualquer menino nessa situação, que não concordasse com aquilo, tentaria levantar o calção, tentaria de desvencilhar, mas eu não reagi assim, apenas falei:
_Não...não...isso não...me solta...
Obviamente ele nem se mexeu, continuou como estava.
_Ah vai...vamos brincar um pouquinho.
Apesar de não ser alto, Guina era maior e mais forte que eu, ele era um ano mais velho.
Com uma das mãos, ele me segurou, e com a outra, ele abaixou o calção dele. Agora, não havia mais nada entre seu pinto e minha bundinha. Um calor enorme tomou conta do meu corpo.
_Não Guina pára...se meus irmãos ficarem sabendo eu tô ferrado...
_Ninguém vai saber, prometo que não conto para ninguém...vai...abre as pernas...
A cabecinha do pinto roçando meu reguinho, me deixou atordoado, e eu acabei abrindo as pernas, mas tentei resistir, mesmo sem convicção.
_É melhor parar Guina....
_Calma....é só um pouquinho...
Ele foi me induzindo a me apoiar na moita, e mesmo sem me segurar, eu me posicionei, com as pernas abertas.
Guina passou saliva na cabecinha da rola, e quando ele encostou no meu buraquinho, parecia que eu tinha tomado um choque, sei lá, fiquei elétrico, doidinho, meu cuzinho formigou gostoso, que abri mais as pernas, e ele começou a forçar. Meu cuzinho foi se abrindo, e a cabecinha entrou.
_Ai...ai...vai devagar...
Doeu um pouquinho na hora que a cabecinha passou, mas depois que ele enterrou o resto, ficou gostosinho.
O vai e vem era muito gostoso, meu pintinho ficou durinho. Guina se acabou fodendo meu cuzinho.
_Nossa Gibinha...seu cuzinho é gostoso...
_Se você falar para alguém, eu falo para o meu irmão que você está inventando mentira de mim.
Meu irmão Gilberto tinha 16 anos, e os meninos da vila não folgavam muito comigo, com medo dele.
Aquele pinto entrando e saindo do meu cuzinho, era muito gostoso, era prazeroso. De repente, ele para de meter.
_O quê que foi? Cansou? Perguntei para ele.
_Não...vou gozar...
Senti o pinto tremendo dentro de mim, ele soltou um gemidinho, e sua porra quentinha, saiu em jatos fortes.
Quando ele tirou o pinto do meu cuzinho, a porra começou a escorrer pelas pernas.
Enquanto me limpava com folhas mamona, ele falou:
_Nossa mano...foi da hora...você gostou?
_Gostei...mas se falar para alguém você tá fudido, vai apanhar do meu irmão...
_Não...que isso...não vou falar nada...mas a gente vai poder fazer de novo?
_Que dia você leva marmita para o seu pai?
_Segunda, quarta e sexta...
_Legal...sexta venho com você de novo...
_Combinado então...agora vamos embora, o homem já foi...
A gente saiu do terreno, e continuamos o caminho para a vila.
_Guina, só me fala uma coisa...porquê você fez aquilo na casa do homem?
_Ah...um dia, o portão estava aberto, e o cachorro saiu correndo atrás de mim, corri para caramba...e o velho ficou rindo de mim...ao invés de chamar o cachorro...

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