Um começo, um meio, sem fim!
Tranquei o portão e saí indo ao ponto de ônibus. Aguardei e entrei pagando a passagem. Sentei bem ao fundo olhando a paisagem. Olhei o relógio e estava no horário. Chegando ao bairro vizinho, desci. O sabido caminho, cheguei rápido. Toquei a campainha e um sinal com a mão de entra fez abrir o portão, fechei e ganhei o corredor para entrar na cozinha cumprimentando o Betinho. Minhas visitas aos Domingos em sua casa já era normal.
Perguntou dos meus pais e falei que estavam bem, sorriu e olhei bem em seus olhos passando um filme na cabeça. Ele havia tirado a minha virgindade no banheiro da minha casa. Um serviço elétrico e meus pais não estavam presentes, tinham ido viajar, conhecido do meu pai, se eu já pensava em dar, as suas olhadas neste dia deram margem para a safadeza. Ciente que eu queria, entramos e fomos direto à penetração, o meu desejo total.
O encontro do pau preto experiente de trinta e cinco anos e o cu branco do novinho safado de dezesseis provocaram reações que jamais esqueceria. Uma zonzeira fora do comum, o rosto corou muito, o corpo esquentou e a respiração acelerou. A sentada da pica no fundo do cu mostrou que não era fácil e isto passou a ser constante. O juízo sumira nos dois e no meu caso eu estava maluco para dar, saber como era e a realidade chegara. Rápido, o caralho foi trabalhando e de olhos fechados e gemendo, soltando muito ai, eu sentia o vai e vem. Numa submissão completa, curvado na pia do banheiro e com bunda empinada, eu sentia sua pica preta marcar o meu cu com cabeçadas fortes.
Betinho logo mostrou como fazer para que eu aceitasse a relação e botou meu cu para esquentar na entrada. Eu não conseguia ver e seu pau certamente estava dando enterradas e não manifestei intenção em parar, ao contrário, estava aguentando e mesmo gemendo baixo com caretas, eu mostrei facilidade. Nada falamos pois as ações já gritavam por si. Uma mão sobre a minha bunda e o vai e vem foi mais tranquilo. Pegou minhas mãos e botou para abrir a minha bunda e ele ficou livre para meter rápido. Parou e soltou um gemido para ejacular dentro do meu cu! Soltou esperma e tirou para meu cu dar aquela babada! Passei a mão e senti tesão! O calor do sexo também dera prazer. O pau preto havia feito um bom serviço e vi o leite no chão para bater uma punheta nervosa espirrando esperma no assento do vaso e não dentro! Nossa! Loucura pura.
Isto tudo fora quatro meses antes e nesta visita eu batia um papo e logo a campainha tocou. Valdir recebeu um entra, dado com a mão pelo Betinho, logo conheci aquele cara de cinquenta e poucos anos, negro e magro com rosto redondo, estatura mediana. Deu um sorriso e logo passou a mão na minha bunda, sorri e abaixei a roupa para mostrar o presente do convidado! Curvado, a pica preta do Betinho surgiu e caí de boca! Humm, amo! Focado na frente chupando rola, eu esqueci do pau preto atrás que invadiu e fiz uma careta abrindo a boca indo alojar rapidamente no fundo! Já era!
Abri a bunda com as duas mãos para o Valdir ganhar velocidade e ele estava em processo de “deguste”. Pincelou, melou meu cu, desta vez penetrou para pegar velocidade metendo com rapidez e fiz uma careta olhando nele e gaguejando. Meu rabinho branco aguentou e uns segundos depois ele parou, tirou e meteu novamente. Eu voltei a segurar a pica preta do Betinho e fiquei mamando gostoso. Meu rosto fervendo e o meu corpo queimando por dentro pela excitação refletia bem aquele momento especial.
Segurando a minha cabeça após enterrar o pau, Valdir aproveitou para meter forte com sua pegada! Apertando minha bunda com suas mãos ele mandou sexo rápido e gemi com pau na boca e bati na perna do Betinho para soltar. O tesão subiu de vez e abri o máximo a minha bunda com a boca babando e sorrindo ao Betinho, elogiando seu caralho e chamando de gostoso! Valdir mandou um sexo muito forte e minha bunda batia direto no seu corpo e tarado não resistiu soltando jatos de porra dentro do meu cu numa cravada. O leite vazou antes e ele tirou!
- Delícia de rabo do caralho.
O meu rabo soltava bastante esperma e o Betinho foi terminar o serviço do Valdir. Puxando minha cintura contra seu pau, a enterrada foi natural e fiquei rebolando, mordendo o lábio dando sorrisos ao Valdir e falando que ele era um tesão! Betinho comeu rápido e gaguejei, fiz caretas, fiquei chupando a pica do Valdir para levar mais gozada dentro do cu. Abri o lado direito da bunda e senti os jatos para o pau sair e escorrer muito esperma. Meu cu babava porra e limpei aquele cacete preto do novo amigão! Fiz o mesmo com o pau do Betinho sentindo o gosto de esperma. O cu estava muito melado, o esperma tinha descido pelas pernas e o saco, eu bati uma ali mesmo e joguei porra no chão da cozinha! Meu tesão foi ao máximo neste dia e avisei que teria repeteco.
Tomamos um banho, o Valdir se mandou e o Betinho falou para morrer ali tudo que aconteceu, sorri de forma safada e concordei.
Apesar da jovem idade, minha tara estava em alta. O proibido é mais gostoso e sexo é tudo de bom. Amadureci bem nestas fodas com o Betinho e ainda mais neste dia com o Valdir. Quem procurava era eu e se estava há quatro meses indo na casa do Betinho, eu havia gostado e estava bem consciente. Meu cu branco mostrava uma tara muito forte por pau e eu sabia que estava iniciando.
Novos contos virão.
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