Frio rigoroso e sexo com os pais
Vive minha adolescência em uma pequena cidade nas friorentas Serras do Sul do Pais. Ali as ruas só têm movimentos das nove às dezoito horas, as pessoas vivem mais próximas de suas famílias que nas regiões quentes ou moderada. Por não ser uma cidade turística, praticamente não existe casas para alugar nesse tipo de cidade. Quando meu pai resolveu fazer uma reforma completa na casa em que morávamos, fomos para um casa pequena e que internamente só tinha uma porta que era a porta do banheiro, no restante da casa, só haviam cortinas. Eu público meus pais se tratavam pelo nome e o tratamento que usavam na intimidade mudou toda nossa vida. Em uma daquelas noites que dormimos na casa provisória, acordei no meio da noite ouvindo meu pai chamar por mim com uma voz estranha: "Ai, filha" Quando já ia levantando apavorada ouvi minha mãe: "Vai papai dá mais leitinho para mim". Meio confusa entendi o que estava acontecendo, eles estavam fazendo amor, mas aquelas palavras mexeram comigo, eu nunca tinha ouvido nada tão excitante, demorei muito para dormir. Duas noites depois, acordei com gemidos e já desconfiada do que poderia ser, levantei, pé ante pé fui até a cortina que servia de porta ao quarto onde meus pais estavam, afastei um pouco a cortina e na penumbra vi perfeitamente minha mãe de quatro e meu pai ajoelhado atrás dela, chocada, fiquei imóvel vendo aquela cena até que meu pai disse: "Relaxa mais um pouquinho filha, seu cu está esmagando minha rola". Nossa aquilo era um anal e mamãe respondeu choramingando: "No fundo dói muito papai". Aquele diálogo fez meus hormônios entrarem em ebulição e levei minha mão a meu ventre e sem me dar conta massagear meu grelo que doía pois nunca tivera tão duro, quando ouço: "Isso filhinha, pisca assim gostoso". Aquelas palavras pareciam dirigida a mim, pois meu cuzinho passou a piscar quando minha mãe disse as palavras que jamais esquecerei: "Agora, agora empurra tudo papai, vou gozar na tua rola gostosa, me arromba, me arrombaaaa". Gozei junto com minha mãe em minha primeira siririca, vendo minha mãe rebolar na piroca do meu pai e ouvindo ele produzir um som gutural maravilhoso. Voltei para meu quarto com os dedos ainda lambuzados os coloquei à boca, sentindo o gosto de meu sexo. Ainda vivendo aqueles momentos de intensa erotização , lembrando dos movimentos do quadril de minha mãe, voltei a me masturbar imaginando a piroca de meu pai, que não tinha conseguido ver ainda, no meu cuzinho e gozei profundamente e adormeci. Na manhã seguinte, fui pegar uma xicara em uma prateleira alta e para chegar ao armário, segurei minha mãe pela cintura e senti aquele movimento, instintivamente encostei minha pélvis em sua bunda, ela sem saber do meu drama, vira o corpo e me deu um beijo no rosto, nossa só de encostar naquela bunda meu corpo estremeceu e fui obrigada a esperar ela sair dali para pegar a xicara e assim que sentei, meu pai entrou na cozinha com aquela mala pressionando seu pijama de flanela. Eu estava ficando louca. Assim que papai saiu para trabalhar, mamãe entrou no chuveiro para tomar seu banho matinal me chamando para aproveitarmos a agua quente, como era habito fazermos. Entrei no box e não sei quantas vezes já tinha feito aquilo, abracei minha mãe fazendo meus seios adolescentes encostarem nos volumosos seios de minha mãe e a sensação foi fatal, por impulso ainda tesuda com o que tinha vista na noite anterior, fiz o que nunca imaginava fazer, procurei a boca de minha mãe com a minha e enfiei minha língua em minha mãe, arrependendo imediatamente do que tinha feito, tentei me afastar, mas minha mãe com uma mão nas minhas costas e outro na minha nuca grudou seus lábios nos meus e trocamos um demorado beijo incestuoso e com voz tesuda ela falou no meu ouvido: "Você não imagina quantas vezes fantasiei esse momento". Sem amarras, nos beijamos mais uma vez fazendo nossas mãos alisarem nossos corpos, até que mamãe delicadamente abocanhou meu seio esquerdo e sugou meu mamilo fazendo-me perder completamente a noção. Passamos a ser duas mulheres procurando os prazeres que poderíamos nos dar independente de sermos mãe e filha. Mamãe usou sua experiencia para me masturbar ali mesmo embaixo da ducha que começou a ficar frio, nos enxugamos uma a outra e corremos para a cama, lá mamãe não voltou a me masturbar, sumiu embaixo do edredom e senti seus sua cabeça entre minhas pernas, seus dedos abrirem meus grandes lábios e a sucção em meu grelo. A cada nova posição da língua de mamãe em minha buceta era um novo gritinho que eu não conseguia segurar, até que todas as células de meu corpo explodiram em um gozo fantástico. Assim que meu corpo parou de tremer, fiz minha mãe ficar de quatro como ela tinha ficado para meu pai na noite anterior. Enfiei minha cabeça entre pernas de minha mãe, de baixo para cima, segurando aquele quadril, passei a chupar aquela buceta quentinha, sentindo com meus braços o movimento que tinha visto na noite anterior enquanto ela tomava no cu, fazendo-a gozar na minha boca gemendo gostoso falando coisas que eu não conseguia entender, fazendo minha buceta enxarcar com meu próprio liquido. Mamãe, mostrando ser insaciável, assim que parou de gozar, virou o corpo e partimos para o nosso primeiro sessenta e nove em que gozei pouco antes dela, aproveitando para enfiar dois dedos em seu cuzinho ouvindo ela choramingar como tinha feito com meu pai ou ser sodomizada por ele. Ficamos abraçadinhas até ela levantar para fazer um almoço rápido, macarrão e hamburguer frito para receber papai. Após o almoço, depois de meu pai voltar para o trabalho, em uma conversa de mulher para mulher, e falamos abertamente sobre desejo e sexo, mamãe confessou que teve alguns romances com mulheres quando nova e que ver meu corpo se transformando a excitava muito, mas que sempre conseguiu se controlar, quando então lhe perguntei sobre sexo anal e ela garantiu que só existia uma coisa melhor que ter sexo lésbico, era receber um caralho no fundo do cu.
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Comentários (8)
Cinquentão RJ: Delicia de conto, história muito excitante NOTA 5
Responder↴ • uid:w71qy2d1Tony: Adoro ver duas mulheres se agarrando ainda mais mãe e filha
Responder↴ • uid:2pduu2hb0dGut: Ótimo conto! Uma delícia mesmo.
Responder↴ • uid:1d5p7g0gs2glMagali: Não vejo a hora de fazer meu marido comer minha filha
Responder↴ • uid:1d9kmvqx7ujiGut: Que delícia!
• uid:1d5p7g0gs2glJohn: Que inveja dele
• uid:sev93cm8zcsGut: E se tivesse um filho deixaria ele encher sua boca com a primeira gozada dele?
• uid:1d5p7g0gs2glMarcia: Delícia. Minha primeira siririca da tarde
Responder↴ • uid:1d9kmvqx7uji