Passivo, 19 anos, dando o cu a 12 machos e todos gozam dentro.
Eu nunca imaginei que, aos 19 anos, minha bunda viraria o centro do universo de uma galera de macho tarado. Mas aconteceu. Tudo começou numa noite quente pra caralho em que eu decidi que queria sentir o que era ser arrombado de verdade, sem frescura, sem meia palavra. Queria pau, muito pau, gozo escorrendo, dor misturada com tesão até não aguentar mais. E consegui. Doze caras, todos diferentes, todos com fome, todos metendo até o talo e deixando a porra dentro de mim como se eu fosse o buraco coletivo da noite. Meu cu, que antes mal aguentava dois dedos, virou um puteiro aberto, vermelho, inchado, pingando leitinho alheio. E o pior (ou melhor): eu gozei sem nem encostar na rola só de sentir eles me enchendo.
Entrei na sala escura, o cheiro já era de macho suado, porra fresca e couro. Tinha uns 12 ali, pelados ou quase, paus duros apontando pra mim como armas. Uns branquinhos sarados, uns morenos bombados, e um negão que parecia ter um braço no lugar da pica — grossa, preta, veias saltadas, cabeça brilhando de pré-gozo. Ele foi o primeiro a falar, voz grossa que arrepiou minha espinha:
— Abre essa bundinha, franguinho. Hoje tu vira nossa cadelinha oficial.
Eu tirei a cueca devagar, sentindo todos os olhares queimando minha pele. Meu pau já babava sozinho. Me joguei de quatro no sofá de couro preto, empinei o rabo, abri as nádegas com as mãos. Alguém assobiou. Outro riu baixo e disse:
— Olha o buraquinho piscando… tá pedindo rola mesmo.
O primeiro foi um loiro alto, pau reto e médio, mas duro que nem pedra. Ele cuspiu na mão, esfregou na cabeça e encostou na entrada. Empurrou devagar no começo, depois meteu tudo de uma vez. Eu soltei um grito abafado, o cu ardendo como se tivesse levado um soco. Ele começou a socar forte, batendo a virilha na minha bunda, fazendo barulho molhado. “Tá gostoso, porra? Tá sentindo o pau batendo no teu intestino?”
— Tá… tá foda… mete mais… — eu gemia, voz tremendo.
Ele gozou rápido, uns cinco minutos de metida bruta. Senti o jato quente enchendo meu cu, grosso, escorrendo pelas coxas quando ele saiu. “Load 1”, alguém gritou rindo, e já veio o segundo.
Esse era moreno, pau curvo pra cima, cabeça larga. Me virou de costas, pernas pro alto, posição de frango assado total. Enquanto metia, eu peidei sem querer — um barulhinho molhado de ar saindo junto com a porra do primeiro. A galera riu alto.
— Olha o frango soltando pum de gozo! — zoaram.
Ele meteu mais fundo ainda, segurando minhas pernas abertas, batendo a bola na minha bunda. Eu gemia alto, quase chorando de tesão e dor. Quando gozou, apertou minha cintura e deixou tudo lá dentro, gemendo rouco: “Toma, carai… toma tudinho.”
Load 2.
O terceiro e o quarto vieram juntos. Um me chupou o pau enquanto o outro metia de quatro. Depois trocaram. Eu sentia a língua quente no meu pau babando e o pau grosso abrindo meu cu já escorregadio. Gozaram quase ao mesmo tempo — um na minha boca, o outro no cu. Senti o gosto salgado misturado com o cheiro forte de porra escorrendo pelo meu queixo e pelo meu rabo.
Load 3 e 4.
O negão veio em quinto. Quando vi aquele monstro se aproximando, meu cu piscou de medo e vontade. Ele era enorme, uns 24 cm fácil, grosso como meu pulso. Cuspiu direto no meu buraco, esfregou a cabeça grossa na entrada e empurrou. Eu gritei alto, senti como se fosse rasgar. Ele segurou minha nuca, me obrigou a olhar pra ele.
— Relaxa, branquelo. Tu pediu rola, agora aguenta a preta.
Ele meteu devagar, centímetro por centímetro, até encostar o osso púbico na minha bunda. Eu chorava de dor, mas meu pau pulsava babando. Quando começou a bombear, foi violento. Cada estocada fazia meu corpo tremer, o sofá rangia, eu gemia como puta no cio. “Isso, geme alto, mostra que tá gostando de ser arrombado por negão.” Ele gozou fundo, jatos longos e quentes que eu sentia enchendo meu intestino. Quando tirou, meu cu ficou aberto, vermelho, porra preta escorrendo.
Load 5.
Depois disso virou bagunça. Um me pegou no colo, me encostou na parede e meteu em pé. Outro me deitou de bruços e socou por trás enquanto eu chupava dois paus ao mesmo tempo. Teve load 6, 7, 8… Eu perdia a conta. Meu cu já não fechava mais, ficava escancarado entre uma metida e outra, porra escorrendo como cascata, misturada com meu suor e o deles. O cheiro era insuportável de tão forte — porra, suor, cu aberto, macho puro.
Um cara me virou de lado, levantou minha perna e meteu devagar, falando no meu ouvido:
— Tá sentindo teu cu virar luva de porra? Tá todo melado, todo aberto… vai ficar assim a semana inteira.
Gozei sem encostar, só com o pau dele batendo na próstata. Meu leite espirrou no meu peito, na barriga, enquanto ele gozava dentro também.
Load 9.
Os últimos três vieram em sequência rápida. Um me colocou de quatro no chão, meteu até o talo e gozou gritando. Outro me sentou no colo dele, eu quicando no pau enquanto os outros batiam punheta em cima de mim. O último foi o negão de novo. Ele me deitou de costas, pernas nos ombros, e meteu até eu sentir a cabeça batendo no estômago. Gozou tanto que senti o jorro enchendo, transbordando, escorrendo pelo meu cu até o sofá.
Load 10, 11, 12.
Quando acabou, eu estava largado no sofá, pernas abertas, cu arrombado pulsando, porra saindo em golfadas toda vez que eu respirava fundo. Doze loads dentro de mim. Meu corpo tremia, dor latejante misturada com um tesão absurdo que não acabava. Eles riam, batiam palma, me chamavam de “putinha do grupo”, “buraco oficial”.
Eu sorri, ainda ofegante.
— Quero mais… amanhã de novo.
Eles olharam uns pros outros, rindo.
— Então se prepara, porque isso aqui vira rotina.
Tem mais aventuras vindo, muito mais. Postagens diárias, cada uma mais safada que a outra. Quer saber o que rolou depois? Em www.selmaclub.com e www.fanvue.com/brazilians2026 Comenta aí embaixo que eu conto tudo. Pra achar mais, é só procurar o selmacaclub… mas o melhor ainda tá por vir. 😈
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