A nova realidade que mudou o mundo parte 136 - Amor de filha
Eu estou presa novamente, não em uma gaiola de arame dessa vez, mas em uma cela improvisada no porão do hotel, junto com as outras traidoras, as capatazes, as madames, as que escolheram o lado dos homens. As negras que eu chicoteei, as índias que eu humilhei, todas sabem o que eu fiz com Maya, a notícia correu rápido. Agora eu sou “a putinha loira do dono”, a traidora que torturou as próprias colegas por ciúmes. Elas me odeiam mais do que odeiam os homens, e todos os dias elas vêm.
Elas me tiram da cela, me jogam no chão frio e começam o castigo. Não é rápido, elas querem que eu sinta cada segundo. Uma negra forte, que eu havia chicoteado nas costas dias antes, segura minha cabeça e enfia a buceta molhada na minha boca, fazem eu lamber, eu chupo, eu engulo o gozo dela enquanto outra me fode o cu com um strap-on enorme, sem piedade. Elas riem quando eu gemo, quando meu corpo traí e goza mesmo contra a vontade. Depois me fazem lamber o chão sujo onde elas mijaram, enquanto batem em meus seios e na minha bunda com o mesmo chicote que eu usei nelas.
- Você achava que era melhor que a gente, loirinha? Agora lambe como a puta que é.
Eu choro e imploro, mas elas não param. Uma após a outra, elas usam minha boca, minha buceta, meu cu. Me fazem engolir porra que elas trazem dos machos, misturada com mijo. Me deixam amarrada de pernas abertas enquanto vibradores ficam ligados no meu clitóris por horas, me forçando a gozar até eu desmaiar de dor e exaustão.
E o pior é que parte de mim ainda sente prazer nisso, me odeio por isso. À noite, quando me jogam de volta na cela escura, eu me encolho no canto e choro em silêncio. Penso na minha mãe, que deve estar em algum lugar, talvez ainda viva, talvez achando que eu fui vendida. Eu sonho com ela, sonho que conseguimos fugir juntas, que voltamos para o nosso país, onde as mulheres ainda eram livres. Onde eu era só Julie, a filha dela, e não essa coisa quebrada e suja que eu me tornei.
Eu me pergunto por que meu pai não trouxe também minha avó e minhas primas. Por que ele escolheu destruir só nós duas? Será que ele tinha vergonha? Medo? Ou simplesmente queria nos ter só para si, como troféus?
Eu me arrependo do que fiz com as índias, com Maya, com todas elas. Eu fui fraca, eu queria poder, eu queria ser a favorita, e agora eu pago todos os dias por isso. Mas no fundo, mesmo quebrada, mesmo sendo usada como a pior das putas, ainda tenho um fiapo de sonho. Ser livre novamente, ver minha mãe e voltar para casa. E, quem sabe, um dia conseguir perdoar a mim mesma… ou morrer tentando. Porque aqui, presa entre o ódio delas e o que restou de mim, eu não sei mais quem eu sou.
Os últimos dias se misturaram em uma névoa de dor, humilhação e um prazer doentio que eu odeio sentir. Elas não me deixam descansar. Todas as manhãs, duas negras fortes me tiram da cela e me arrastam para o centro do porão, onde as outras já estão esperando. Elas me jogam no chão frio e começam tudo outra vez.
O pior de tudo são os enemas. Elas me amarram de quatro, com a bunda empinada, e enfiam uma mangueira grossa no meu cu. A água é quente, quase fervendo e misturada com pimenta vermelha moída, da mais ardida que existe. Eu sinto o líquido descer queimando, enchendo meu intestino como fogo líquido. Meu ventre incha rápido, fica duro, redondo, latejando. A dor é insuportável. É como se mil agulhas quentes estivessem rasgando minhas entranhas por dentro. Elas não deixam nada sair.
Colocam um plugue enorme, daqueles com flange largo, e o trancam com um cadeado. Depois me fazem andar pelo porão, de quatro, com a barriga inchada balançando, o líquido quente chacoalhando dentro de mim. Cada passo causa cólicas violentas. Eu grito, choro, imploro para poder expelir. Elas riem e batem na minha barriga inchada, fazendo o líquido queimar ainda mais.
Eu fico assim horas, às vezes o dia inteiro. O plugue estica meu cu ao limite, a pimenta queima sem parar. Meu intestino se contrai desesperado, tentando expulsar, mas não consegue. Eu sinto o líquido azedando lá dentro, virando uma gosma quente e ácida. Quando finalmente tiram o plugue, o jorro sai violento, queimando meu cu, misturado com fezes e muco. Eu mijando de dor no chão, soluçando, enquanto elas assistem e riem.
E o pior é que, no meio da dor, meu corpo às vezes trai. Eu gozo. Um orgasmo seco, dolorido, vergonhoso, enquanto a pimenta queima meu intestino. Eu odeio isso. Odeio gozar enquanto sofro.
Depois vêm as mãos, elas me deitam de costas, pernas bem abertas, e enfiam as mãos dentro de mim. Primeiro uma, depois duas, dedos grossos, punhos inteiros. Elas forçam, giram, abrem minha bucetinha como se quisessem rasgá-la. Eu grito, o corpo se arqueando. Sinto meus lábios esticados ao máximo, a entrada queimando, o útero sendo pressionado. Elas fodem minha buceta com os punhos, entrando e saindo, enquanto outra segura minha cabeça e me obriga a lamber o cu dela.
Eu obedeço, minha língua entra no cu delas, lambendo, chupando, sentindo o gosto amargo e salgado. Enquanto isso, os punhos continuam dentro de mim, abrindo, girando, fazendo minha buceta pulsar de dor e prazer forçado. Eu gozo assim, com o punho inteiro dentro, chorando, o corpo convulsionando, esguichando no chão sujo. Elas me fazem limpar tudo com a língua. O chão, os pés delas, os cus suados e sujos. Eu rastejo, nua, marcada, a buceta inchada e latejando, lambendo cada centímetro enquanto elas riem e me chamam de “putinha loira do pai”, “traidora branca”, “cadela que merecia isso”.
A única vez que me deixaram sair do porão nos últimos dias, elas me tiraram da cela acorrentada, nua, e me levaram para limpar o grande salão onde as mulheres agora se reuniam. O chão estava sujo de gozo seco, sangue, mijo e restos de comida. Eu andava de quatro, com um plug pesado no cu e o corpo ainda dolorido dos castigos da noite anterior. Cada movimento fazia a dor latejar. E então eu o vi, meu pai.
Ele estava ajoelhado no canto do salão, nu, usando o mesmo cinto de castidade que ele havia me obrigado a usar por semanas. O metal apertava cruelmente o pau dele, esmagando os testículos contra o corpo. A pele estava roxa, inchada, quase negra de tanto sangue acumulado. As costas dele estavam cobertas de vergões frescos, vermelhos e roxos, alguns ainda sangrando. O rosto… o rosto dele era o pior. Olhos fundos, desesperados, lágrimas escorrendo. Ele me viu, por um segundo nossos olhares se encontraram. Eu vi o homem que um dia eu chamava de pai, e agora ele era só uma coisa quebrada, humilhada, implorando em silêncio por misericórdia que nunca viria.
Eu senti um aperto no peito, vergonha, raiva. Uma pontada de pena que eu imediatamente odiei sentir. Ele merecia, mas ainda assim… era meu pai.
Elas me fizeram continuar limpando. E foi então que trouxeram a “comida”. Colocaram na minha frente um pedaço de carne assada. Eu não comia carne de verdade há tanto tempo que quase não reconheci o cheiro. Era um pênis, o pênis do homem que havia sido castrado dias antes. Ainda estava quente, a pele tostada, a cabeça carbonizada. Elas me obrigaram a comer. Eu mordi, mastiguei devagar, sentindo o gosto de carne queimada misturado com o sal que jogaram por cima. O homem, ainda vivo, amarrado ao lado, assistia tudo, os olhos esbugalhados de horror, chorando enquanto via sua própria carne sendo comida. Eu engoli, com lágrimas escorrendo pelo meu rosto. Era a primeira carne de verdade em muito tempo, e tinha gosto de vingança.
Depois veio a sobremesa, elas trouxeram o testículo recém arrancado de um dos peões que havia me estuprado muitas vezes no galpão. Ainda pingava sangue quente. Colocaram na minha boca. Eu mastiguei, o gosto era metálico, salgado, quente. O saco ainda estava morno. Eu senti a textura macia explodindo na boca, o sangue escorrendo pelo meu queixo. Engoli tudo enquanto o homem gritava ao fundo, segurado por duas negras. Eu vomitei depois e elas me fizeram meu pai lamber o vômito do chão.
Enquanto limpava o salão, eu não parava de pensar nele, no meu pai. No cinto esmagando suas partes, nas costas destruídas, no desespero do olhar. Eu me perguntava se ele ainda pensava em mim como filha… ou se agora eu era só mais uma puta que ele havia criado.
Será que eu vou rever minha mãe?
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Comentários (2)
Luka: Os machos vão usar as máscaras também?
Responder↴ • uid:1e0swb5icbs7Beto carreiro: Show anao! E as outras cidades vao se rebelar? Porque pelo que eu entendi era todo um país nao?
Responder↴ • uid:1dkpqfojj6n9