#Gay #Incesto #Teen

Dei um moleque de presente pro meu pai. Parte 1.

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Novinho Dudu

Meus dezessete anos não me fazem de idiota. Para conseguir o que quero de Nicolas, sei que preciso construir intimidade e uma confiança diferente nele. O garoto é um safado e me confessar que gozou vendo a foto do meu pai é uma prova disso, mas para algumas coisas não basta só a falta de vergonha, é preciso desenvolver um nível de putaria que não se assume em público. Nada como um moleque gostosinho e suado do vôlei sendo usado como escada para isso.

A verdade é que eu já vinha há alguns dias tentando convencer Nicolas de que não tinha nenhum problema em dar em cima do João Gabriel. Sempre que estávamos juntos e o moleque passava com aquele sorrisinho malandro pro meu lado, Nicolas se derretia e perguntava como eu tinha conseguido arrastar o bonitinho pro banheiro. Simples: homem já nasce pronto pra ser fisgado por qualquer vislumbre de sacanagem. Não importa se é quase um quarentão, assim como meu pai, ou só tem 16 anos, assim como João Gabriel. Eles só precisam de um convite.

Aconteceu no meio de uma semana. A turma deles ia passando para a quadra e eu achei essa a oportunidade perfeita. Sugeri que Nicolas fosse comigo, a gente poderia perder alguns minutos assistindo a partida, isso não nos mataria. Meu amigo sabia das minhas intenções, não somos inocentes.

Gosto de Nicolas. Não somos parecidos, nem nossos gostos se igualam. Diferente de mim ele tem o cabelo bem preto e corta de um jeito meio curto e repicado, o rosto beira o feminino, é lindo, os olhos são bem escuros e o corpo é lânguido de um jeito sensual. Sou fascinado em como ele não se importa de parecer afeminado, inclusive usa isso para atrair os olhares curiosos. O corpo é magrinho, muito mais que o meu, a cintura é muito fina, extremamente delicada, e às vezes faz questão de usar calças jeans mais folgadas deixando aparecer uma peça íntima aparentemente rendada.

“Isso que você tá usando é uma calcinha, sua puta?” Brinquei no ouvido dele certa tarde em que fomos no MacDonalds sozinhos.

“Que inferno, paro de implicar com minha roupa” ele se defendeu com um tapão em mim.

“Nenhum problema com sua roupa, tu anda bonitinho sempre. A questão é que tá parecendo uma calcinha. Deixa eu ver.”

“Me deixa em paz” ele sempre se revolta e me larga sozinho.

Não sei porquê o medo de assumir que veste calcinhas, até porque isso me mantém excitado quando vejo o garoto me rondando com a bundinha empinada e imagino uma peça delicada em torno dela.

Antes da partida acabar eu fiz o seguinte: arranquei para o banheiro com Nicolas na minha cola e fiz ele esperar no último reservado. O safado tremia, não estava tão preparado assim e eu sorria com a possibilidade do perigo. Quando todos os moleques da quadra foram saindo, alguns passaram rápido no banheiro, mas eu fiz Gabriel andar devagarinho e ganhar tempo para encontrar o lugar vazio outra vez. Deve ter lembrado do beijo que me deu quando a gente trepou escondido, porque já foi chegando perto com o olhar doce que tem, deu vontade de cair na pica outra vez e esquecer que tinha separado Nicolas
como presa, mas meu plano era mais importante.

Tudo arquitetado, perfeitamente desenhado para ser reproduzido.

João Gabriel de pau duro no banheiro é uma imagem bonita de assistir. É alto para os dezesseis anos e pra combinar com a idade o rosto é quase angelical. Nem parece que adora meter num cuzinho acostumado a receber pica maiores que a dele. Dei um beijinho rápido só pra não desperdiçar a oportunidade e abri o reservado que escondia a putinha da vez.

“Toda sua” brinquei quando ele encarou o rosto coradinho de Nicolas.

“Sabia que a gente te chama de Nic?” Ele falou para o novo amigo escondido e trêmulo.

“A gente quem?”

“Meus amigos do vôlei. Um dia você passou e deu pra ver que tava usando calcinha. Os meninos zoaram, eu…”

“Eu sabia!” Soltei quase comemorando.

Nicolas ficou claramente com raiva por ter mais alguém ali concordando comigo que ele realmente usava calcinha, mas voltou ao estado ansioso que tomava conta do seu corpo, mesmo que eu visse uma excitação diferente nos seus olhos.

“Você também ia zoar se me visse de calcinha?” Perguntou delicado, a voz quase sumindo. Era melhor assumir de uma vez.

“Eu não. Te acho lindo.”

Ora, o que eu estava fazendo ali segurando vela sem botar mais fogo na safadeza dos dois? Roubei um selinho do João Gabriel e ele sorriu pra mim, arranquei dele a bola e a mochila, empurrei o corpo grandinho no reservado e fechei a porta sem a permissão deles. Eu só precisava que Nicolas confiasse o suficiente em mim para cair de joelhos e mamar o gostosinho do vôlei sabendo que não estou muito longe dali, que ficasse em pé e de costas mostrasse a calcinha enfiada na bunda suada e quentinha, que gemesse bem baixinho, respirando fundo e manhoso, pedindo pra ir devagar, pra meter com calma.

“Eu sou apertadinho, bota com calma” ouvi dele. Devia ser verdade.

“Assim tá bom? Posso socar agora?” Gabriel não precisava de permissão, esse é o tipo de pergunta que precede uma atracada.

Eu precisava que meu amigo soltasse gemidos mais encorpados enquanto o barulho que produzia parecia ser o do seu corpo sendo apertado contra a parede do reservado. Abri só um pouquinho a porta e flagrei a cena perfeita: João Gabriel curvava os joelhos um pouco e montava o quadril delicado de Nicolas. A pele linda dele grita por carinho, mas deu pra ver como usava os dedos longos para apertar e marcar a região, como afundava a pica e provocava ruídos bonitos e molhados, como suava na nuca e gemia apertado, com medo de sermos pegos. Não tinha os contornos, nem a força, nem os movimentos ou a perversidade que o corpo afeminado do meu amigo precisava, e foi justamente por isso que imaginei como meu pai ficaria naquela posição. Como um adulto serviria melhor ali, atracado á maciez inocente daquela bunda empinadinha, como faria melhor uso daquele buraco minando prazer, escorrendo baba de rola pesada.

Minha pica que há muito tempo doía de dura só por ouvir o que eles dois aprontavam, gozou sozinha na cueca sem qualquer estímulo físico. Estava, pelo menos em parte, realizado. Desenhava-se o cenário perfeito para o presente do meu pai.

A foda no banheiro foi assunto secreto por alguns dias. Sempre que estávamos sozinhos ou quando avistávamos Gabriel distante, sobravam comentários sobre a loucura de fazer aquilo no banheiro da escola.

“Vai mentir que curtiu trepar com o branquelo pauzudo com cara de otario?” Provoco sem pena.

“Você fala como se não tivesse fodido primeiro com ele. Só caí na armadilha porque você me jogou.”

“Deveria me agradecer e não tentar parecer menos puto do que já parece, né. Aliás, tenho certeza que ainda vai me agradecer muito. Se soubesse o tipo de coisa que tô querendo te jogar…”

Nicolas não precisava mentir que tinha adorado, nem sequer escondia que saiu de lá com o cu melado e piscando e pedindo mais daquele pau gostosinho que Gabriel tem. Sempre que a história se desenrolava e nós dois alimentávamos nossa excitação, meu pai surgia como uma granada em nosso colo.

“Ainda não acredito que seu pai sabe dessa merda. Não precisava contar o que te falei aquela noite.”

“Eu falei que ia contar, Nic.” Adotei o apelido depois de saber que era assim que Gabriel se referia a ele, afinal combinava e muito com a sua imagem da putinha.

“Mas que porra, Eduardo. Agora eu nunca mais vou olhar pra cara dele. Já me escondia porque ele é um gostoso, agora vou sumir de vergonha.”

“Onde tá errado achar meu pai um gostoso? Você só nunca me disse que gostava de cara mais velho, mas eu já devia imaginar…”

“Devia nada, eu não deixo ninguém saber disso.”

“Mas tá na sua cara que você é o tipinho que dá o cu escondido pra pai de família. Essa calcinha enfiada na sua bunda é pra quê?”

“Nossa, mas você escolheu me humilhar mesmo, hein.” Outra vez se defendeu com um soco no meu ombro.

Só percebi que estava falando alto demais no meio do shopping quando Nicolas me fez olhar ao redor. Gargalhei. Tenho ousadia pra isso.

“Humilhação? Você não sabe de nada. Esses caras ficam loucos com esse negócio de moleque metido numa calcinha. Se meu pai soubesse disso tenho certeza que ele ia ficar vidrado.”

Poucas palavras. Foi só isso que precisei pra ver Nicolas se contorcer do meu lado, corar o rosto como nunca, morder o lábio inferior com o pensamento distante e soltar um gemido quase que sem querer.

“O que acha que esses malucos fazem quando entram no banheiro coçando o saco olhando na cara de uns moleques igual a gente? Eles estão implorando por uma mamada, isso é um convite feito do jeito mais sujo que tem.”

O garoto me olhou torto com um sorrisinho viajando entre a ideia errada e sugestão maldosa.

“Tá pensando o que eu tô pensando?”

“Bora, viadinho. Eu sei o que você quer.”

Um minuto depois ele estava com o moletom caindo na altura da bunda empinada propositalmente mostrando que vestia uma calcinha fininha enfiada entre as nádegas e um cara de expressão grosseira admirava do mictório enquanto soltava uma porção barulhenta de mijo. Sorrimos para ele e a resposta veio com uma pirocona sendo balançada na nossa direção. Não fizemos nada, outros caras entraram e precisamos fingir que nada acontecia. Outro cara olhava, tentava disfarçar, mas era difícil quando bem ali na altura da vista um garoto franzino e sugestivamente delicado se insinuava.

“Aquele parece meu pai, não acha?” Provoquei.

“Puta que pariu, agora você me pegou. Lembra mesmo. Eu chupava até secar as bolas.”

“As bolas dele ou você tá falando do meu pai?” Cochichei.

Ele gargalhou se proibindo de me responder e o cara se assustou. Para nossa tristeza profunda guardou a vara meio dura e uma mala bonita se formou no jeans antes de sair do banheiro tentando parecer menos sujo do que realmente era.

“Perdi a chance de mamar o dublê do seu pai.”

“Mama o verdadeiro, então.”

“Por que você é assim, Eduardo? Que moleque infernal. Até parece que eu vou cair de joelhos e mamar seu pai assim numa quarta-feira normal. Tá maluco?”

Na minha cabeça isso era totalmente possível, por isso minha resposta foi um sorriso carregado de indecência. Só pensar deixava minha pica totalmente dura.

“Você só precisa dizer que mamaria o velhote.”

“Seu pai tá longe de parecer um velho, o cara é um sonho andando de terno e gravata.”

Nicolas parecia não tirar aquela imagem dele da cabeça.

“Vai, diz que mamaria meu pai.”

Isso dito dentro do banheiro de um shopping enquanto um velho nos assiste com a mão na mala e boca entreaberta babando de vontade, afeta o cérebro como um entorpecente se comportaria, doma o sistema nervoso e contamina a corrente sanguínea com tesão incontrolável. É fácil manipular um adolescente sempre à beira do impensável, porque eu sou exatamente assim.

Nicolas me olha, esboça o mesmo sorriso sugestivo que carrego e sussurra tão sujo quanto os próprios pensamentos:

“Deixava seu pai me arrombar o tanto que ele quisesse.”

“Eu sabia!”

“Agora vai lá e conta pra ele isso também, porque você é assim… Me faz confessar as merdas e corre pra explanar tudo.”

“Isso não. Conta você mesmo, só não vale correr quando meu pai começar a te arregaçar com força. Já vi ele meter, a coisa fica séria quando o cara esquenta.”

“Não fala merda, Eduardo. Vamo sair daqui, esse velho tá me assustando.”

“Pode chegar mais tarde hoje? Avisa pra sua mãe que vai passar lá em casa.”

“Na sua casa?”

Olhei as mãos nervosas do meu amigo começarem a tremer imediatamente ao ouvir que iríamos direto para minha casa. Ele tentou desconversar, mudar o rumo das minhas ideias, mas tudo que saía da sua boca era desconexo, nada fazia sentido. O cérebro estava contaminado pela droga do tesão. Eu só conseguia ir e fazê-lo me seguir.

“Eu não vou fazer isso.”

“Você não precisa, deixa que ele faz.”

“Mas é que… Caralho… O que eu faço? Vou ficar com vergonha de você. Meu deus, eu tô tremendo.”

“Você deu pro João Gabriel no banheiro, eu escutei tudo, fiquei doido de tesão porque é excitante pra caralho te ouvir gemer baixinho. Eu não preciso ver o que você vai fazer com meu pai. Sei que o cara curte, ele já deu indícios pra mim, a gente vive tirando sarro um com o outro.”

“Ele é enorme…”

“Se você relaxar a coisa fica mais gostosa. Aposto nisso!”

+ + + + + +

E aí, rapaziada. Esse texto ficou longo demais, e aparentemente vocês não curtem muito quando fica grande, então dividi em duas partes pra não assustar. Como sempre, segue contando nossa história com pequenos acontecidos, podendo ser lido em qualquer ordem ou circunstância, sob qualquer prazer. rs

Poxa, não esqueçam de comentar sobre, vai…

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