Proposta Indecente no Escritório
Meu nome é Daniela. Tenho 25 anos, sou branca, de olhos verdes e cabelos castanhos longos que quase chegam na cintura. Meus seios são pequenos, discretos, e eu gosto assim, gosto de ser a menina que passa sem fazer muito barulho. Trabalho num escritório pequeno no Méier, daqueles prédios antigos com ar-condicionado barulhento e vista pra rua cheia de ônibus. Sou tímida. Sempre fui. Baixo o olhar quando alguém me elogia, fico quieta nas reuniões, sorrio pouco. Mas por dentro… por dentro eu sou outra coisa. Eu adoro fetiches. Adoro o proibido, o secreto, o cheiro de tesão escondido. Eu sempre tive vontade de contar minhas histórias. Desde adolescente, quando lia contos eróticos escondida no celular e sentia um calor subir devagar pela barriga, eu sonhava em escrever. Não pra mostrar pra ninguém. Só pra botar pra fora o que eu guardo. Esse é o meu primeiro conto. E é sobre mim. Sobre o que me deixa molhada quando ninguém está olhando.
Tudo começou com o Eduardo. Ele trabalha na mesa do lado da minha há mais de um ano. Alto, pele morena clara, voz grave, sempre de camisa social com as mangas dobradas. Desde o primeiro dia ele me olha diferente. Não é descarado, mas eu sinto. Quando eu me abaixo pra pegar alguma coisa no armário baixo, quando eu cruzo as pernas debaixo da mesa, quando eu passo perfume de manhã… ele nota. A tensão entre a gente é silenciosa, pesada, como um segredo que a gente finge não ter.
Naquela sexta-feira o escritório estava quase vazio. Eram quase seis da tarde. Eu tinha passado o dia inteiro apertando as coxas. Estava usando uma calcinha de renda preta, bem fininha, daquelas que marcam de leve a bunda. Usei o dia todo. No almoço, pensando no Eduardo me olhando, eu fiquei molhada. Depois, no banheiro, me toquei rapidinho, só dois dedos circulando o clitóris até gozar quietinha, mordendo o lábio. Gozei bastante. A calcinha ficou marcada, úmida, com meu cheiro forte misturado com o perfume doce da minha pele e o leve gosto salgado da minha excitação. O tecido de renda estava colado, escuro no meio, cheirando a boceta quente, a desejo contido o dia inteiro.
Eu estava terminando um relatório quando ele se aproximou. Parou atrás da minha cadeira, perto o suficiente pra eu sentir o calor do corpo dele.
Daniela… a voz saiu baixa, rouca. Você tá livre agora?
Eu virei o rosto, coração acelerado. Corei na hora.
Acho que sim…
Ele sentou na cadeira ao lado, aproximou o corpo. Seus olhos desceram por um segundo até minhas pernas, depois voltaram pro meu rosto.
Eu vou ser direto porque já aguentei tempo demais. Eu te desejo desde o primeiro mês que você chegou aqui. Te olho todo dia. Sei que você é tímida, mas eu também sei que tem algo mais aí dentro. Ele respirou fundo. Eu vi você uma vez no banheiro do escritório… não de propósito, a porta ficou entreaberta. Vi você se trocando de roupa. E desde então não consigo pensar em outra coisa.
Meu rosto queimou. Eu quis morrer de vergonha… mas entre as pernas eu pulsei forte. Ele continuou, voz ainda mais baixa:
Eu quero te fazer uma proposta indecente. Quero comprar a calcinha que você está usando agora. Pago 300 reais. Aqui. Na hora. Você vai no banheiro, tira, e me entrega. Ninguém nunca vai saber. Eu quero sentir seu cheiro de verdade. Quero sentir o seu gosto. Quero levar pra casa e usar do jeito que eu fantasiar.
Ele tirou três notas de cem da carteira e colocou discretamente em cima da minha mesa, meio cobertas pelo meu caderno. Seus olhos estavam fixos nos meus, sem desviar. Não era brincadeira. Era desejo.
Eu fiquei muda. Meu coração batia tão forte que eu tinha certeza que ele ouvia. Eu nunca tinha feito isso. Nunca tinha vendido nada. Mas a calcinha que eu estava usando… ainda estava quente, molhada do meu gozo de mais cedo, a renda preta escurecida no centro, com aquele cheiro íntimo que só eu conhecia: doce, levemente almiscarado, misturado com suor do dia quente no Méier e o perfume da minha pele. O tecido estava macio, úmido, grudado na minha boceta ainda sensível.
Eu baixei o olhar, tímida como sempre, mas por dentro eu estava pegando fogo. Levantei devagar, peguei as três notas e guardei na bolsa. Fui até o banheiro feminino sem dizer uma palavra. Entrei na cabine, levantei a saia, deslizei a calcinha pelas pernas. Ela saiu grudada. O cheiro subiu forte quando eu segurei na mão: quente, íntimo, com o rastro branco-leitoso do meu gozo seco misturado com a umidade nova. Dobrei com cuidado, sentindo o tecido ainda morno.
Voltei pra sala. O escritório estava silencioso. Sentei de novo e, por baixo da mesa, entreguei a calcinha dobrada na mão dele. Nossos dedos se tocaram. Ele fechou a mão devagar, apertou o tecido e eu vi seus olhos escurecerem.
Porra, Daniela… falando baixinho, quase pra si mesmo. Levou discretamente a mão ao nariz por um segundo, só pra sentir. Seus olhos fecharam por um instante. Tá quente… molhada… com seu cheiro inteiro. Você gozou nela né?
Eu só assenti, mordendo o lábio, sem conseguir falar. Estava sem calcinha agora, a saia encostando direto na pele, boceta exposta ao ar do escritório, ainda latejando.
Ele guardou a calcinha no bolso interno do blazer, bem perto do peito, e me olhou com um sorriso lento.
Obrigado. Isso vai me acompanhar a noite inteira. Se um dia você quiser mais… ou quiser que eu te conte o que vou fazer com ela… é só falar.
A gente não disse mais nada. Eu saí do escritório com as pernas moles, o vento batendo entre minhas coxas nuas por baixo da saia. Em casa, me deitei na cama, abri as pernas e me toquei pensando nele cheirando minha calcinha, lambendo o rastro do meu gozo, gozando forte enquanto pensava em mim, fiquei imaginando se ele a vestia, com o seu pau tocando no gozo da minha calcinha.
Eu continuo sendo a Daniela tímida do escritório.
Mas agora eu sei que também sou safada. E que o Eduardo descobriu isso primeiro.
Depois daquele dia, motivada pelo tesão que aquilo me deu, eu criei coragem e vendi algumas calcinhas pela internet. Usando as bastante, gozando nelas, embalando com cuidado e enviando. Cada venda me deixava molhada de novo. Mas isso… isso eu conto em outro dia.
Deixei uma fotinha da calcinha que estou usando enquanto digito esse conto para vocês lerem. Me conta nos comentários o prazer que sentiram lendo e vendo minha calcinha...
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Comentários (3)
Luiz: Uau adorei
Responder↴ • uid:1daibs6whjGabriele: Amei o conto, tbm adoro quando alguém cheira minhas calcinhas, me da muito tesão
Responder↴ • uid:on96158d9bBronquinha: Gabriele tesão deixa eu enfiar a língua dentro do seu cuzinho gostosa
• uid:1eis0p0dt7q7