Relato de uma esposa dedicada – Parte 11
O Rio de Janeiro, final de semana a noite, ferve, pulsa... é um convite pra todas as intenções, para todos os tipos de pessoas, dos aventureiros aos experientes. Porém, deve-se ter cuidado, pois pra toda intenção há seus riscos e consequências.
E no meu caso, uma esposa infiel saindo sozinha, eu não pensei nem nos riscos e muito menos nas consequências.
Me joguei numa roda de samba como se não houvesse amanhã, me acabando de sambar no meio de uma multidão de pessoas igualmente felizes, alegres, agitadas provando do prazer que o lugar lhes dava. Meu loiro corpo quente parecia endemoniado de tanto que agia por si só, com meu coração batendo a mil, minha loira pele arrepiada, o suor colando o vestido no meu corpo, corpo exalando prazer, endorfina e uma vontade incontrolável de fazer coisas safadas... meus fartos peitos rosados balançavam quase saltando do decote do meu vestido, minha bunda acompanhava o ritmo do molejo dos meus quadris, sendo jogada para os lados num rebolado frenético conforme o samba pedia... o vestido subia aqui e ali e eu até esquecia de o descer de tão focada em cantar, sambar... onde eu acabava mostrando minha branca calcinha toda enfiada na minha bunda loira quase toda exposta, calcinha, aliás, encharcada... encharcada de suor e do suco vaginal próprio da excitação da minha buceta, aquele suco viscoso que deixa a buceta bem escorregadia por dentro... era o fio da calcinha enfiado atrás e na frente o rachado da minha buceta babando o branco forro em renda da mesma.
... meu grelo pulsava descontrolado... eu tava aqui num total descontrole enquanto sambava no meio de toda essa gente... eu queria cantar, sambar, me mostrar, curtir... foder... Chifrar o meu maridinho que ficou em casa. Me esperando voltar.
O lugar era frequentado por todo tipo de pessoas, diferentes classes sociais, muita gente de comunidade junto a turistas encantados com os prazeres do Rio... e eu ali flertando com quem tivesse diante meus verdes olhos, até com mulher eu tava flertando... observando algum parceiro sem muito escolher... apenas querendo, me permitindo e me deixando ser levada pela minha libido aflorada, onde eu sambava me esfregando nos machos, sentindo suas virilhas em suas calças roçando em mim pela frente e por trás, seus hálitos de cerveja em meu cangote e rosto, onde aqui e ali eu tinha que colocar as mãos no peitoral suado de um pra dar uma afastadinha e poder passar entre dois num certo contorcionismo e mesmo assim grosando meu rabo na virilha de um enquanto encarava o outro de frente... homens brancos, negros, magros, gordos, bonitos, feios, de todo tipo chegando na mulherada e eu entre elas.
Lembro então de mim, diante do palco, cantando os refrãos do samba da banda que se apresentava, em meio a todo mundo curtindo, quando de repente senti as mãos grandes de algum cara chegando em mim por trás e me pegando pela cintura, colando sua virilha na minha bunda, ao tempo em que sua boca com barba roçava na minha orelha direita e a sua voz rouca me chamava pra conversar. Nem vi quem era, só virei meu rosto e senti a sua boca com barba na minha orelha e suas mãos me agarrando os quadris.
Fui sendo puxada pela mão por ele, que me tirou da multidão como se tivesse a fim de me sequestrar... eu até deu um puxão pra tentar me soltar dele, mas ele não quis saber, me puxou e me levou pro lugar mais inóspito dessa roda de samba, para trás de um paredão atrás do palco, onde havia além de pouca iluminação, dezenas de caixas de cerveja empilhadas... o sujeito era negro, cabelos crespos aparados, barba cavanhaque, pouco lembro da sua fisionomia por razão da pouca luminosidade do lugar abafado, não lembro se era bonito ou feio, só lembro que eu falava repetidas vezes:
- Calma, calma, pera... não...
... na verdade eu nem tive tempo de olhar pra ele porque ele me virou de costas pra ele, de mãos na parede, levantou meu vestido atrás, arrebentou minha calcinha, onde já tive minha bunda pressionada pela virilha dele, e a sua boca na minha orelha falando:
- Quieta.
... o safado tava segurando seu pau por trás de mim, por baixo das minhas pernas e bunda, onde senti o seu graúdo falo sendo esfregado no rachado da minha buceta... nisso reagi:
- rraammmrr...
Me permiti...
As mãos fortes e firmes dele me seguraram pelos quadris enquanto me puxavam pra ele socar... Nossa, as pessoas ali perto cantando e sambando e eu ao lado, por trás de um paredão sendo comida por um estranho... Eu de mãos na parede e bunda empinada diante meu vestido erguido, gemia agoniada e aguentava os solavancos desse negro me comendo numa encoxada por trás, fazendo tremer mnha bunda com tamanha virilhada... ora passando as mãos na minha frente, me arrancando os fartos peitos loiros do meu decote... e tome batida seca de virilha na bunda... ele me comia falando:
- Gostoosaa, sua gostoosaa, eu tava só te observando, sua gostoosaa, tava louco pra te meter pica... toomaa, toma, sua safaadaa...
Sua rola em constante socada na minha buceta perecia ser grande e grossa... e que de tão agitada me socando por trás me levou a um orgasmo rápido... onde cambaleei as pernas e me tremi toda... Ele deu uma diminuída no ritmo, me chupando o lado direito do pescoço, gemendo tal qual um bicho e me sussurrando indecências no ouvido... Logo ele recomeçou a lapada de virilha seca no meu rabo... me chamou alto de PUUTAAA!! E mandou ver uma socada frenética na minha buceta... gemi falhando a respiração, louca de prazer... entrando na vara de um negro que fez de vadia por trás de uma parede de um canto escuro entre pilhas de caixas de cerveja... sendo que meus gemidos eram encobertos pela animação das pessoas e do samba logo ali atrás da parede.
Foram uns 15 minutos de foda, só na buceta, por trás e sem beijo na boca, uma típica foda de puta... Voltei leve e solta pro meio da galera sambando... cantando, rebolando, nem vi mais o cara que me comeu... Fiz questão de não tomar nenhuma bebida alcoólica para não perder a razão naquilo que eu queria. Sexo.
Porém... não fiquei por muito mais tempo nesse samba e peguei avenida acima no meu carro... parei adiante ao lado da praia de Copacabana, o lugar que nunca dorme. Atravessei a avenida, tirei meus calçados e de pés descalços relaxei andando na fofa areia da praia, sentindo aquele ventinho gostoso do mar arrepiando as aloiradas pelugens da minha pele dourada, esvoaçando meus lisos e loiros cabelos, vez e outra esse ventinho gostoso soprava por baixo do meu vestido, lambendo a minha careca xoxota loira sem calcinha, afinal, o negão lá na roda de samba arrebentou com ela.
Aqui e ali eu passava por pessoas na areia, conversando, se exercitando ou namorando. O mar tava agitado, embora deliciosamente sedutor, não arrisquei entrar, mas deu vontade, meu corpo em brasas queria acalmar, eu tinha que voltar pra casa... o meu corninho... ou melhor, esposo tava me esperando.
Coloquei meus calçados e fui caminhando pelo calçadão, transitando entre pessoas indo e vindo, praticando suas caminhadas noturnas, outras sentadas em quiosques tomando um chope, conversando... eu flertando com um e outro que me chamava a atenção, seja jovem ou velho, negro ou branco... E nessa procura acabei gostando à primeira vista de um rapaz que vinha em direção contrária, de short, camiseta, tênis, medindo a sua pulsação enquanto praticava uma solitária caminhada, ele passou me olhando e eu olhei me virando pra ele... logo ele parou adiante e voltou pra mim, onde nos apresentamos... e claro, eu me dei um nome falso, pois meu interesse não era trocar contato, mas sim algo mais imediato.
Não precisei nem de muita conversa e já atravessamos a avenida rumo a um hotel.
Confesso que a pegada inicial desse rapaz me frustrou um pouco, ele era jovem, viril e tal, mas tinha um jeito bem gentil no trato comigo enquanto nos beijávamos e íamos tirando nossas roupas... tipo: eu não tava aqui para um encontro amoroso, mas pra trepar, foder, ser comida... mas claro, tive que ter cuidado ao não atiçar demais ele, eu não poderia querer tiro, porrada e bomba dele na cama assim de forma repentina, pois ele poderia me achar uma ninfomaníaca e me mandar pra um hospital... na verdade eu fui adestrando ele aos poucos, tipo: quando recebi ele entre as minhas pernas e assim ele começou a me socar... fui pedindo entre gemidos:
- aaii gaatiinhooo, fode mais forteee, vaaiiimmrr... quero essa pica gostosa me socando beem foorteee, vaaiimmrr... assiimmr, iissoo... mais forte, vaaii, iiisssoo... maaiis, maaiiss, me dá maaiiss... iissoo, iissooo, assiimmrr...
Tem homem que é assim, pra ficar gostoso a gente tem que pedir como quer, tem que conduzir a pica... e esse gatinho aqui em poucos minutos já tava me quebrando no meio de tanto bombar... e a minha prexequinha loira gozando toda alegre na pica dele se movimentando sem sair de dentro, bem forte e gostoso...
- Não paaraaa, não paaraa, não paaraaahhhrrr...
Logo virei por cima dele e tomei de conta da foda... onde montada galopei feito uma maluca... botando pra arrancar a pica dele com a minha buceta numa velocidade que só aumentava conforme eu requebrava velozmente meus quadris e jogava minha bunda loira pra cima e pra baixo fazendo um puta barulho de batida de carne... chacoalhando meus peitões e quicando nas coxas dele com toda a força... era buceta macetando o pau com gosto numa sentada frenética... enlouquecida quicando, quicando, fodendo... gemendo aos berros nesse quarto de hotel e falando entre gemidos manhosos que eu queria pica... piicaa, muita picaaa... e ele gemendo enquanto escorregava suas mãos em meu corpo endiabrado, fogoso, me chamando de gostosa enquanto aguentava as minhas bundadas na virilha dele... eu toda dona da situação, ritmando a foda do jeito que eu queria, botando pra tirar o couro do pau dele, chegando a aumentar a velocidade... até que dei uma puta de uma gozada que me fez tremer todinha... onde subitamente parei sentada e fiquei rebolando... explodindo de espasmos, contraindo minha buceta... apertando a pica dele, espremendo...
Aí foi ele quem veio pra cima de mim, me beijando todinha, voltando a ser suave e gentil... eu até que deixei, pois ele me domou pelas pernas e caiu de boca na minha rosada buceta... me chupando deliciosamente sem pressa... me levando a ter um orgasmo bem gostoso que me fez contorcer na cama. E gemendo entre espasmos desse orgasmo, pedi:
- Me dá piicaaa, quero tua piicaaa...
Ele mais uma vez deitou entre as minhas pernas e recomeçou a me bombar... dessa vez com mais ímpeto... onde claramente ele olhava pra mim admirado e até mesmo assustado diante das minhas explosivas reações corporais e expressões faciais e com a exigência que eu impunha a ele enquanto ele me macetava entre as pernas, pedindo aos gritos pra ele não parar de foder... Era como se ele falasse pra si mesmo enquanto me bombava: “Caralho, que loira pra gostar de rola...”
Ensinei ele direitinho a como bater gostoso a virilha na minha, com força, com vontade, botando pra arregaçar a pele da minha xana por dentro e arrebentar a cabeça da sua piroca lá na parede do meu útero... e assim recebi dele uma bela de uma paulada no meio das pernas... daquelas de ecoar no quarto desse hotel os sons de carne batendo junto aos meus gemidos agoniados que mais parecia que eu tava morrendo sem ar...
Ai então, depois disso... veio aquele presentinho pra ele da minha parte... por ele ter me comido tão gostoso, por ele ter sido um garotinho obediente... onde eu fui me virando de quatro pra ele, dando aquela empinada safada e pornográfica de rabo... apoiada com meus joelhos e mãos na cama, toda aberta e com o meu rosado cu piscando, onde dei aquela virada de rosto por sobre meu ombro direito pra ele... e olhando pra ele ali atrás de mim, fiz pra ele aquela perguntinha abusada que todo homem adora escutar de uma rabuda quando vira de quatro:
- Você quer comer o meu cuzinho? Queerrr?
Nossa, nenhum homem resiste a uma rabuda de quatro pedindo no cu. E eu, que sempre amei anal, depois que passei a trair meu marido, usei o anal como o momento principal. É tipo: encerrar a foda com chave de ouro. O rapaz me pegou todo jeitoso por trás, claramente tenso diante meu rabão loiro virado todo aberto pra ele e com o meu cu piscando... e eu olhando pra trás por sobre meu ombro a carinha dele olhando pro meu rabo enquanto colocava no meu cu, como se eu dissesse pra ele:
“Olha lá, moleque, não vai me decepcionar não, viu? Meu cu gosta de ser bem fodido.”
Ele não teve pressa... foi colocando bem gostoso e ao mesmo tempo se deliciando, sentindo toda a maciez do meu rosado e quente cuzinho. E eu rebolando pra dar aquela rosqueada na rola e fazer ela se aconchegar mais gostoso dentro da minha bunda... e quando entrou, ele gemendo muito de tesão, me agarrou firme pelos quadris e começou a socar... Caralho, um pau enfiado no cu e socando, é uma delícia... Comecei a gemer igual uma putinha manhosa enquanto era puxada pelas ancas e socada no meu cu por esse safado:
- Iiissooo, iiissooo., assiimmr, assiimmr, não paaraa, não paara, gatinho, não paaraaa... só no cuu, só no cuuu, vaaiimrr... iisssooo, me dá pau no meu cuuurr... assimmrr... pau no meu cuuurr, pau no meu cuuziiinhooooorrr...
O safadinho se empolgou com a loira aqui pagando de cachorra pra ele, toda arrebitada gemendo e pedindo pau no cu toda manhosa e chorosa... e me deu uma comida de rabo com vontade, onde foi aumentando gradativamente a socada no meu cu... socando fundo no meu cu até bater virilha atrás... e eu me acabando de gozar pelo cu, gozando e lembrando da cara do meu marido... aquele corno... acho que lembrei dele porque ele geralmente come meu cu gostoso, e esse rapaz aqui tava me dando uma enrabada tão gostosa quanto... me tremi toda e gozei mais uma vez com o pau dele me socando o cu... o detalhe aqui é que eu pedi no cu sem camisinha... pois eu adoro sentir a dureza, a temperatura da rola, a pele e as veias passando pelas minhas preguinhas anais em constante movimentação.
E diante da empolgação ele se agoniou me puxando pela bunda, deitando por sobre minhas costas e se tremendo enquanto ejaculava forte dentro do meu cu. Rebolei na virilha dele, sentindo o cacete dele super duro, pulsando e cuspindo muita porra no meu cu.
A madrugada estava num clima ameno, as ruas tranquilas, eu vinha voltando pra casa em meu carro sem pressa pelo asfalto molhado, o som baixinho numa FM qualquer tocava músicas antigas internacionais... eu tava sem um copo sequer de álcool em meu sangue, com a minha mente tranquila, leve, solta, embriagada apenas por um relaxamento interno após ter me proporcionado fortes doses de prazer carnal... Entrei na rua do meu condomínio, passei pela portaria adentro... logo adiante o portão da minha casa se abriu, eu fui entrando devagar com meu carro onde os faróis clareavam o jardim verdinho e e a garagem a frente... Estacionei, desliguei o carro, saí e fui caminhando sem pressa até a porta da frente do terraço. Havia um silêncio imenso na casa toda, onde se ouvia apenas um latido de cão em alguma casa distante.
A sala tava acesa, ao entrar dei de cara com o meu esposo, no sofá.
Meu querido esposo. O amor da minha vida. E que esse tempo todo ficou me esperando voltar... Ele tava bebendo, mas não aparentava embriaguez. Joguei minha bolsinha no sofá, tirei meus calçados e fui descalça pelo carpete da sala em direção a ele... Parei diante dele, passei as mãos na cabeça dele e perguntei:
- Sem sono, amor?
Ele olhou pra mim com seu rosto entre minhas mãos, como se me chamasse de cínica com seus olhos me condenando... Porém, ele me abraçou pela cintura, confortando sua face direita na minha barriga... um abraço de quem tava morrendo de saudades, ou de quem tava ansioso pra eu voltar. Eu acariciando os cabelos dele... Ele sentado na beirada do sofá, diante de mim em pé... Nisso ele foi escorregando sua mão direita pelo meu quadril esquerdo, por sobre meu vestido colado... Logo então ele foi colocando essa mesma mão por entre minhas coxas... subindo por baixo do meu vestidinho... Ele sentado diante de mim, em pé, me tocando por baixo do meu vestido, com seu rosto erguido, olhando pra mim, perguntou:
- Cadê sua calcinha?
E eu, acarinhando o rosto dele com minhas mãos:
- Dei de presente.
Ele tirou então a mão de entre as minhas pernas e de baixo do meu vestido e simplesmente levou essa mão sua até o seu nariz... e cheirou... Eu, acariciando os cabelos dele, perguntei:
- Gostou do cheiro?
Ele continuou cheirando sua mão, e disse:
- Você tá melada.
E eu: - Claro. Tive motivos.
- Safada. Fodeu muito?
- O que você acha?
- Me fale você.
- O suficiente.
- Conta.
- O que quer saber?
- Tudo.
- Me pergunte algo.
- Com quantos fodeu?
Nisso virei joguei meu rosto pro teto, gargalhando... voltei a olhar pro rosto dele, acarinhando os cabelos e o rostinho dele me olhando cheio de dúvidas e curiosidades... e respondi:
- Com dois.
- De uma vez?
Gargalhei mais uma vez... e disse:
- Boa ideia... mas não. Um de cada vez.
- Conhecidos seu?
- Não... Estranhos.
- Onde encontrou eles?
- Um foi numa roda de samba... Outro no calçadão.
- Onde fodeu com eles?
- Com o primeiro foi lá mesmo na roda de samba... O segundo foi num hotel.
Ele voltou a cheirar a sua mão que usou pra pegar na minha buceta... e eu rindo, ainda em pé diante dele e acariciando os cabelos dele, disse:
- Tá sentindo o cheiro da rola deles?
- Cachorra. Como eles eram?
- Um era negão, o outro moreno claro.
- Outro negão? Gostou de dar pra negão, é?
- Eu tava sambando diante do palco, ele chegou por trás de mim, me encoxando gostoso e eu deixei... senti o pau dele duro na calça dele, roçando na minha bunda... aí ele me pegou pela mão e foi me puxando do meio da multidão... Me levou pra detrás do palco, atrás de uma parede bem grande e com um monte de caixa de cerveja... E lá eu coloquei minhas mãos nessa parede... e ele por trás de mim, levantou meu vestido, desceu minha calcinha... foi então que eu gemi muito... sentindo a rola dele entrando na minha buceta... por trás... Nossa, amor... ele bateu tão forte a virilha dele na minha bunda... me socando tão forte a pica dele... Caralhooohhrr... gozei gostoso.
- Safada... quer dizer que ele só fez pegar você e levou pra comer ali mesmo?
- Sim... foi uma rapidinha... correndo risco de verem a gente.
- Gostou?
- Adorei.
- E o outro? Quem foi o outro?
- Um rapaz. Encontrei ele no calçadão. Ele tava fazendo caminhada... Levei ele pra um hotel...
- O que ele fez com você?
- Tudo... tudinho... Esse eu deixei a vontade... Me comeu entre as pernas... de lado... de quatro... Eu montei nele e cavalguei gostoso... Gozei gritando.
- Pois conta... conta. Como foi?
- Ah... no começo ele foi comportadinho, fazia o tipo gentil na cama... mas aos poucos eu fui mostrando que eu queria algo mais... safado, mais pegado e forte... e ele entendeu rapidinho... e nossa, amor, aí ele me pegou de jeito, veio com tudo pra cima de mim e começou a me foder entre as pernas com força, sabe? Eu quicando de costas na cama, ele tacando a virilha no meu meio, aquele pau dele duuuro, mexendo bem rapidão na minha buceta... nossaa... eu com meus pés pra cima toda arreganhada tomando paulada na buceta... nossa, gozei muito assim... eu agarrava ele assim pra mim... e pedia gritando: “Me dá piicaaa, me dá piicaaa, me dá piiicaaa...”
- Aí ele gozou na sua buceta?
- Não, não... ele tava de camisinha... ele mesmo colocou... garoto prevenido, rsrsrs... Só que ele parou de me foder, ficou em pé na cama segurando o pau apontado pra mim, que me ajoelhei e abri minha boquinha e ele jorrou aquele leitinho gostoso dele todinho bem dentro... que escorregou pela minha língua e desceu todinho pela minha garganta... mas eu ainda continue segurando o pau dele e mamando gostoso...
- Safada... gosta de beber porra, né?
- Ah, querido... fiz tudinho o que eu tinha direito.
- Deu a bunda pra ele?
- Siiimmrr, rsrsrs... claro... meu cuzinho foi um presentinho pra ele... pois ele mereceu. Ele nem pediu... Eu mesma virei a bunda de quatro e ofereci meu cu.
- Você escolhe os caras que merecem comer seu cu?
- Geralmente.
- E esse aí... comeu gostoso?
- Nossa... nossa, amor... só o jeito que ele meteu... ai ai ai... gemi e me tremi toda... Que pau gostoso. E quando ele começou a socar... nossa... fiquei maluca... Ai, amor, esse safado me pegou assim, de jeito, pelos quadris, me domou e começou a socar o pau no meu rabo de um jeito tão gostoso, sabe?... tão forte... sem tirar, sem parar... e foi aumentaandoo, aumentaaandoooo... e eu louca gemendo aos berros, sendo sacudida de quatro, toda arrebitada pra ele, tomando virilhada na bunda, pedindo toda manhosa pra ele meeteer, mee teerr... até chorei, pedindo pra ele não parar... e ele louco pela minha bunda, mandando ver sem tirar do meio, me puxando e socando, me puxando e socando... aaaii, amooorr... eu gozei gritando... e ele também gozou... encheu meu cu de porra.
Ele aqui sentado diante de mim, chegou a arfar de tesão escutando a forma que eu detalhei essa comida de rabo. E então me perguntou:
- Mas você não disse que ele usou camisinha?
- Sim, usou... a foda todinha, até trocou... mas aí eu virei de quatro e pedi sem camisinha no cu... é que eu gosto de sentir a dureza e as veias de uma rola passando pelas pregas do meu cu. E claro... sentir leitinho no cu é uma delícia.
- Cachorra. Você virou uma puta.
- E você virou meu corno. Aliás, me fala de você... O que você fez aqui sozinho esse tempo todo? Bateu muita punheta pensando em mim... chifrando você?
- Sim... mas eu evitei gozar... eu senti meu pau endurecer muito... fiquei muito excitado imaginando você sendo fodida por aí, por estranhos... senti até medo de você se machucar... se envolver com algum maluco... foi um misto de medo e tesão. Que bom que você voltou bem.
- Sã, salva e bem fodida, rsrsrs...
- Me conta mais... O que foi que rolou mais... Conta.
- Não... Chega... Agora eu quero você, meu corninho lindo.
Ele se levantou, me beijou a boca e segurando meu rosto, me encarando, disse:
- Nossa, querida... eu te amo tanto... tanto... você não sabe o quanto eu tô aqui orgulhoso de você, o quanto eu tô satisfeito e excitado em saber que você... que você tava fodendo com outros por aí... Eu sou o marido mais feliz e realizado do mundo em ter uma mulher tão... tão infiel como você.
Nisso ele me beijou mais uma vez... só que eu empurrei um pouquinho ele e pedi um tempinho, peguei meu celular e fiz uma chamada... Minutos depois batem na porta... meu marido estranhou perguntando quem era, afinal, era madrugada... não era bem hora de visitas... e eu disse pra ele:
- Vai lá atender, amor.
Ele foi, quando então abriu a porta tomou um susto ao dar de cara com dois garotões... onde um deles falou pra ele:
- A gente tava aqui no terraço... esperando a Juliana chamar... ela trouxe a gente.
Continua...
Obrigada e comentem pra eu postar mais.
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Comentários (1)
Lais: Que esposa mais dedicada rsrs inspiração t, Lais_ped
Responder↴ • uid:1djfgunvccao