#Zoofilia

Cadelinha da Padaria - Belinha. Metendo tudo pela primeira vez

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InterMan

Quem leu os dois contos anteriores, vai entender melhor este. Espero que estejam curtindo.
Bem, vamos lá.

Fazia uns anos que eu não tinha pet em casa, vida de solteiro corrido, trampo o dia todo, mas sempre tive vontade de ter uma companheira de quatro patas. Tudo mudou numa quarta-feira de manhã comum.

Eu tava na padaria do bairro, comprando pão e café, quando vi ela. Uma vira-lata pequena, pelagem caramelo escuro, meio suja, magrinha, mas com uns olhos que pareciam pedir ajuda. A dona da padaria disse que ela aparecia todo dia atrás de resto de comida, que ninguém reclamava mas também ninguém adotava. Meu coração apertou, foi ali que decidi adotar ela e coloquei o nome de Belinha.

Levei ela pra casa no outro dia. Dei banho, comida boa, uma caminha improvisada com uma toalha velha. Ela se chamaria... sei lá, testei vários nomes. Fiona porque tava feinha coitada, Cacau por causa da cor dos pelos, ou Bela porque, porra, pra mim ela era linda. No fim ficou Belinha. Ela se adaptou rápido, dormia aos meus pés, lambia minha mão quando eu chegava do trampo. Virou minha amiga rapidinho. Mas também... virou minha putinha.

Depois de uma semana, passados os feriados, levei ela no veterinário e ela foi medicada, verificada e vacinada.
Comprei umas vitaminas e tudo mais o que ela precisava. Com o passar dos dias ela se tornou uma cadela linda, pelos bonitos, cheirosos, engordou e ficou realmente linda e feliz. Adora brincar e correr na praça perto de onde eu moro.

Os dias foram passando e nossas brincadeiras foram melhorando. Cada vez ia adestrando melhor ela e consequentemente tornando ela minha melhor amiga e amante. Mas uma tarde de sábado em especial, depois do almoço, eu tava deitado no sofá vendo TV e ela veio cheirando entre minhas pernas. Eu adoro o cheiro doce e animal ao mesmo tempo que ela tem. Olhei pra baixo e vi: a bucetinha dela toda pretinha, rosada por dentro e brilhando de tanto ela lamber. Meu pau reagiu na hora, ficou duro dentro da bermuda só de ver aquilo.

"Porra Cacau... tu é safada kkkkk", murmurei, passando a mão devagar nas costas dela. Ela levantou o rabo automático, tremendo um pouco as patinhas traseiras, como se tivesse me oferecendo aquela bucetinha quente. Meu coração batia forte. Eu sabia que era errado, mas o tesão tava me consumindo. Fazia um tempo que eu não transava com ninguém, e ver aquela cadelinha me pedindo assim... não aguentei.

Até então a gente sempre fazia alguma putaria mas no máximo que ela deixava era meter os dedos (máximo de dois dedos) e a cabeça da minha pica. Que já era gostoso pra caralho. Mas ela trancava a buceta de um jeito que não havia como entrar com tudo nela.

Levantei do sofá, tirei a bermuda e a cueca de uma vez. Meu pau pulou pra fora, duro pra caralho, a cabeça já babando pré-gozo. Ajoelhei atrás dela no tapete da sala, cuspi nos dedos e comecei um vai e vem bem de vagar nela. Ela já estava bem acostumada com isso, ficou quietinha, rabo pra cima, olhando pra trás como se soubesse o que ia acontecer. Passei a outra mão na coxa dela, sentindo o pelo macio, desci até a buceta. Troquei os dedos e me inclinei pra ver mais de perto: ela estava molhada pra porra, quente, os lábios inchadinhos e pulsando. Enfiei um dedo devagar, sentindo o apertado, o calor úmido engolindo meu dedo. PQP é mágico!

Que bucetinha gostosa você tem, putinha...
falei baixinho, mexendo o dedo pra dentro e pra fora. Ela gemeu baixinho, um som animal que me deixou louco comos e ela gemesse baixinho. Tirei o dedo, cheirei ele, senti aquele cheiro forte de buceta canina que me subiu direto pro cérebro. Cuspi na mão de novo, passei no pau pra lubrificar e aproximei a cabeça na entrada dela apontando pra cima. Quem aqui já comeu sabe como é.

Esfreguei devagar, sentindo o calor da bucetinha dela na glande. Era escorregadio, perfeito. Empurrei um pouquinho. A cabeça entrou fácil, já era acostumada, aquele aperto quente me envolvendo. Puta que pariu que delícia.
Belinha deu um pequeno ganido, mas não se mexeu pra fugir, só apertou mais a buceta em volta da cabeça do meu pau. Meu pau escapava com facilidade então resolvi que eu comeria ela de qualquer jeito.

Fui no quarto e peguei um gel lubrificante KMED que tinha comprado pra ajudar a dedar ela. Lambuzei bem os dedos e meti dois dedos nela, ela ficou parada, o gelo realmente ajudava a deslizar muito melhor. De novo coloquei meu pau entre seus beicinhos e ajustei pra cima na entrada da buceta.
Segurei os quadris dela com as duas mãos, o pelo macio entre meus dedos, e empurrei mais. Ela entesou e tentou sair, mas segurei firme. Senti que meu pau firmou dentro. A cabeça tinha ido, mas ru queria mais. De novo segurei firme, e empurrei pra cima a pica, ela gemeu e eu senti meu pau fazer uma leve curva, nisso, meio pau entrou, ela grunhiu e senti sua buceta se abrir depois, pqp confesso que soltei um - Ahhhhhhh!
Continuei segurando firme e empurrei mais um pouco. Era apertado pra caralho e quente.
Esperei semanas por aquilo, pqp!
As paredes da bucetinha dela pulsavam, como se estivesse me massageando. Fiquei parado uns segundos, só sentindo aquilo, meu coração estava na boca.

Começou agora né minha putinha, vou te comer direitinho. Agora tu é minha!

Depois de um tempo, comecei a meter devagar. Metia de leve, pra não machucar ela, afinal estava fora do cio. Mas aguentou todo meu pau, que não e grande tem 16cm, grossura normal. Metia sem tirar o pau de dentro, sentia a buceta dela bem apertada, como se ela estivesse grudada em mim. Depois de uns minutos assim, e depois de qussw gozar por causa do tesão alto, comecei a tirar mais o pau da buceta, senti que ela estava mais relaxada e acostumada com minha pica. Saía quase tudo e voltava, sentindo cada centímetro daquela buceta canina engolir meu pau. O barulho molhado era alto agora: ploc, ploc, ploc.
AHH PORRA QUE DELÍCIAAA!
Meu suor escorria, as bolas batendo de leve na pele dela. Aumentei o ritmo aos poucos. Metia mais fundo agora, quase tudo dentro e tirava de novo, estava gostoso pra caralho!
Belinha gemia baixinho, mexendo o rabo contra mim. Porra, será que ela tava gostando? Isso me deixou com ainda mais tesão. Segurei mais firme e comecei a socar de verdade. Rápido, forte, sentindo o pau sumir inteiro naquela bucetinha quente e melada.

Toma sua cadela... que buceta apertada delícia... to te arrombando né?
Falava entre dentes, ofegante, ja sentindo a vontade de leitar.
Estava comendo ela a uns 10 minutos mais ou menos, perdi a noção do tempo. O cheiro de sexo animal enchia o ar. Eu olhava pra baixo e via meu pau entrando e saindo, brilhando saindo de dentro da buceta dela, os lábios da buceta inchados agarrando em mim quando puxava meu pau pra fora.
CARALHO PORRAAA

Fiquei uns minutos assim, metendo sem parar, variando o ritmo pra não gozar logo. Queria aproveitar cada segundo daquela primeira vez. Tirava tudo, esfregava a cabeça na entrada, depois metia fundo de novo. Ela tremia as patinhas, mas o rabo ficava levantado, me dando total acesso aquela buceta apertada.

Mudei de posição um pouco. Deitei ela de lado na cama, segurei as pernas dela e meti por trás novamente. Assim conseguia ver melhor o rosto dela, os olhos semicerrados, a carinha dela enquanto ganhava pica.
A principio ela tentoi sair, mas segurei e fiz uns carinhos, ela logo acostumou com a posição e ficou calma. Voltei a meter nela. Passei a mão na barriga dela, desci até o clitóris já inchado e fiquei esfregando enquanto socava. Ela gemia mais alto agora, um som que misturava prazer e instinto.

Você é minha putinha agora... essa buceta é só minha,
eu dizia, já sentindo o gozo subindo. O aperto daquela buceta dela tava me matando de tesão . As bolas contraíam, o pau latejava dentro dela.
Não aguentei mais. Segurei forte os quadris, meti tudo fundo e gozei. Jato atrás de jato, enchendo aquela bucetinha quente com minha porra grossa. Fiquei tremendo, gemendo alto, esvaziando tudo dentro dela. Senti ela apertar a buceta em volta do meu pau como se quisesse sugar até a última gota do meu semem.

Fiquei parado uns bons minutos, ainda dentro dela, sentindo os espasmos. Quando tirei, um rio de porra misturada com lubrificante, e um pouquinho de sangue escorreu da bucetinha dela. Ela virou, lambeu meu pau devagar, limpando tudo, como uma boa putinha.

Eu tava exausto, suado, mas feliz pra caralho. Deitei na cama ao lado dela, fazendo carinho nas orelhas.
Boa menina, você foi perfeita.

Ela se aninhou na cama se lambendo toda, parecia satisfeita. Desde aquele dia, a Belinha não é só minha amiga. É minha companheira, minha putinha particular. A bucetinha dela virou vício. Toda vez que o tesão bate ou que ela vem, eu sei que vou poder comer ela de sempre!

E olhan isso foi só a primeira vez. Te conto as outras depois, porque irmão, depois dessa não parei mais.

Vlw por acompanhar, espero que gostem das histórias.
Comentem o que acharam.

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