A nova realidade que mudou o mundo parte 110 - Mamãe animal
Eu mal tinha fechado os olhos quando a porta da cela se abriu com um estrondo metálico. O amanhecer mal tinha clareado o céu e já nos arrastavam para fora. Julie ainda estava nua, o corpo marcado pelas marcas da nossa noite. Eles colocaram o cinto de castidade de volta nela sem piedade, o metal frio mordeu a pele sensível da bucetinha dela, que ainda estava inchada e vermelha do que tínhamos feito. Ela soltou um gemido baixo de dor quando a placa se encaixou, selando-a novamente.
Fomos levadas para um terreno atrás do hotel, uma área de grama alta e mal cuidada, cheia de terra seca e pedras. O sol já começava a esquentar. Eles prenderam Julie sentada contra uma estaca grossa de madeira fincada no chão. A corrente curta passou pelo pescoço dela e pelos pulsos, prendendo os braços para trás, forçando-a a ficar com o peito empinado e as pernas abertas. Sem mordaça. Ela podia falar, mas não podia se mexer. O sol batia direto no rosto dela. Em poucas horas ela estaria com sede, fome e o corpo queimando.
Eu fui colocada de quatro sobre uma pedra larga e áspera, o ventre pressionado contra a superfície quente. Minhas pernas foram abertas ao máximo e amarradas, a buceta e o cu completamente expostos, virados para Julie. Meu marido estava lá, junto com vários homens. Ele sorriu para mim e disse apenas: “Hoje você vai servir aos animais. E vai alimentar sua filha com o que eles te derem.”
O primeiro foi um cachorro grande, um vira-lata forte e excitado. Eles o trouxeram até mim e o incentivaram. O animal subiu nas minhas costas, as patas arranhando minha pele, e enfiou o pau vermelho e pontudo direto na minha buceta. Ele meteu com fúria animal, rápido, selvagem, o nó inchando dentro de mim. Eu gemia alto, o corpo sacudindo. Julie assistia tudo, os olhos arregalados, lágrimas escorrendo.
O cachorro gozou dentro de mim, enchendo-me de porra quente e líquida. Quando saiu, o sêmen escorreu pela minha buceta aberta. Meu marido ordenou: “Colete e leve pra sua filha.”
Eu engatinhei até Julie, o corpo tremendo. Segurei o rosto dela com as mãos sujas e beijei sua boca com carinho, quase com amor. Depois, com a boca cheia da porra do cachorro, cuspi devagar na boca aberta dela. Julie se engasgou, mas engoliu, chorando. Eu a beijei novamente, misturando nossos sabores, sussurrando entre os beijos: “Perdão, meu amor… mamãe está aqui… mamãe está aqui…”
Em seguida veio um bode. O pau dele era longo, fino e fedido. Ele me fodeu com estocadas rápidas e superficiais, mas o nó era enorme. Quando gozou, a porra era abundante e cheirava forte. Eu coletei tudo na boca e voltei para Julie. Beijei-a com mais força dessa vez, cuspindo a porra grossa e quente direto na língua dela. Ela soluçava, mas abria a boca para mim, aceitando o que a mãe lhe dava. Depois o meu marido a obrigou a chupar a porra direto da minha buceta, e ria dela sufocando entre minhas coxas.
Depois foi a vez de um pônei. O pau era grosso, escuro, monstruoso. Ele me rasgou por dentro quando entrou. Eu gritei, o corpo se contorcendo enquanto ele me fodia com força bruta, o pau batendo fundo no meu útero. Quando ele gozou, foi um jato enorme, quente, que encheu minha buceta até transbordar. Eu mal conseguia andar quando voltei para Julie. Beijei-a longamente, cuspindo a porra do pônei na boca dela em golfadas grossas. Ela engolia, chorando, o rostinho molhado de sêmen animal e minhas lágrimas.
Houve mais. Um cavalo, cujo pau eu fui obrigada a chupar de joelhos, a boca esticada ao limite enquanto o animal ejaculava jatos pesados que eu mal conseguia segurar. Um boi, cuja porra era tão densa que eu quase vomitei ao coletá-la. Cada vez que eu voltava para Julie, eu a beijava com todo o carinho que ainda me restava. Eu acariciava o cabelo dela, limpava as lágrimas do rosto dela com os dedos e sussurrava: “Eu te amo, meu amor… mamãe está aqui… vai passar… vai passar…”
E cuspia a porra quente e fedida dos animais na boca dela, vendo-a engolir com nojo, com fome, com resignação.
Julie passava o dia inteiro sentada sob o sol escaldante, amarrada à estaca, sem água, sem comida, só o sêmen animal que eu trazia para ela na boca. O líquido escorria pelos cantos dos lábios dela, pelo queixo, pingando nos peitinhos. Ela chorava em silêncio, mas sempre abria a boca para mim quando eu chegava. E eu, a mãe dela, beijava-a com amor entre uma cusparada e outra, misturando o sêmen dos animais com nossa saliva, como se aquele fosse o único jeito de cuidar dela naquele inferno.
Eu sentia nojo profundo de mim mesma. Nojo do cheiro de porra animal na minha boca. Nojo de estar alimentando minha filha com sêmen de cachorro, bode, pônei e cavalo. Mas também sentia um amor doentio e desesperado. Porque era eu quem estava ali com ela. Porque, mesmo suja, mesmo degradada, eu ainda era a mãe dela. E naquele momento, cuspir aquela porra na boca dela era a única forma de carinho que o mundo ainda nos permitia.
O sol queimava. Julie ficava cada vez mais fraca, o corpo suado, o cabelo grudado de porra seca. E eu continuava de quatro, sendo montada por animal após animal, coletando, voltando, beijando, cuspindo, amando.
Enquanto os homens riam e nos xingavam de “putas de animais”, “mãe e filha cadelas”, “família de porra”.
Eu só conseguia pensar que, por mais baixo que tivéssemos caído, ainda havia um fio de amor entre nós. Um amor torcido, sujo, degradado. Mas era tudo o que nos restava. E eu ia dar isso a ela até o último segundo.
Foi então que os homens trouxeram o balde. Um balde plástico grande, sujo, que fedia a podridão mesmo de longe. Dentro dele havia dezenas de camisinhas usadas, algumas amarelas de tanto tempo, outras esverdeadas, inchadas, cheias de um líquido grosso e escuro. Estavam no lixo há vários dias, sem refrigeração, fermentando sob o calor. O cheiro era insuportável. Era porra velha azeda, borracha mofada, sêmen podre, um fedor doce e enjoativo que fazia o estômago revirar.
Meu marido pegou o balde e o colocou na minha frente. Depois jogou um pote plástico vazio no chão. “Abra cada camisinha. Despeje tudo nesse pote. E tome. Tudo. É o seu jantar de hoje, vadia. E sua filha vai assistir.”
Eu olhei para Julie. Ela balançou a cabeça devagar, os lábios tremendo, mas não disse nada. Os olhos dela imploravam em silêncio: “Não, mamãe… por favor, não.”
Mas eu não tinha escolha. Com as mãos sujas e trêmulas, peguei a primeira camisinha. Estava inchada, a borracha mole e pegajosa. Quando abri o nó, um jato grosso e escuro de porra podre escorreu para o pote. O cheiro era ácido, azedo, como leite estragado misturado com merda e borracha queimada. Eu quase vomitei só com o cheiro. Mas continuei.
Uma por uma.
Algumas camisinhas estavam tão velhas que o sêmen tinha virado uma pasta grossa, esbranquiçada com manchas verdes de mofo. Outras ainda tinham pedaços sólidos, coágulos nojentos. Eu apertava a borracha, espremendo tudo para dentro do pote. O líquido era viscoso, grudava nos meus dedos, escorria devagar. O pote foi enchendo de uma gosma marrom-amarelada, cheia de grumos, pedaços de borracha soltos e um cheiro que fazia meus olhos lacrimejarem.
Quando terminei, o pote estava quase cheio. Meu marido sorriu. “Bebe tudo devagar. Quero que sua filha veja cada gole.”
Eu segurei o pote com as duas mãos. Olhei para Julie uma última vez. Ela chorava em silêncio, o corpo preso à estaca, incapaz de desviar o olhar. “Perdão, meu amor…” sussurrei, a voz rouca.
Levei o pote à boca, o primeiro gole foi o pior.
O líquido estava morno, quase quente do sol. O gosto era indescritível de tão ruim, azedo, amargo, podre, com um fundo doce enjoativo de sêmen estragado. Eu me engasguei, mas forcei a engolir. A gosma desceu pela garganta como lama grossa, grudando nas paredes, deixando um rastro viscoso. Meu estômago se revirou violentamente. Eu tossi, mas continuei.
Julie soluçava agora, vendo a mãe beber porra podre de camisinhas velhas.
Eu tomei tudo, golada por golada. Algumas eram mais líquidas, outras pareciam coalhada estragada. Eu sentia os grumos descendo, pedaços sólidos grudando na língua. O cheiro subia pelo nariz enquanto eu bebia. Meu corpo inteiro tremia de nojo. Lágrimas escorriam pelo meu rosto enquanto eu engolia a última porção, o pote vazio.
Quando terminei, eu vomitei um pouco. O vômito misturado com a porra podre escorreu pelo meu queixo e pingou nos meus peitos. Meu marido riu. “Boa vadia. Agora limpa o resto com a boca e dá um beijo na sua filha.”
Eu me arrastei até Julie. Com a língua, limpei o que tinha sobrado no pote, depois me inclinei sobre ela. Beijei sua boca com carinho, cuspindo o resto da gosma podre na boquinha dela. Julie engoliu chorando, o rostinho se contorcendo de nojo, mas aceitando tudo que a mãe lhe dava. Eu a abracei como pude, mesmo presa, e sussurrei contra o ouvido dela: “Eu te amo… eu te amo mais que tudo… perdoa a mamãe…”
Julie só chorou mais forte, o corpo pequeno tremendo contra o meu.
Eu tinha acabado de beber litros de porra podre na frente da minha filha e tinha cuspido na boca dela. Tinha transformado o amor materno em algo sujo, degradante e podre.
E o pior era que, mesmo com todo o nojo, mesmo com todo o trauma, eu ainda sentia que faria qualquer coisa por ela. Qualquer coisa.
Porque ela era tudo o que me restava e eu era tudo o que restava para ela.
O sol continuava queimando, a corrente no pescoço de Julie ainda a prendia à estaca. E eu, de joelhos, com o gosto de porra podre na boca, só conseguia abraçá-la e chorar. Porque não havia mais nada a fazer só sobreviver. E amar da única forma que esse inferno ainda nos permitia.
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