#Gay #Teen

O Machinho da Escola

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Winterboy

Hoje vou contar da vez que dei pra um macho da escola.

Como mencionei no conto dando pro melhor amigo do meu irmão, àquela altura eu já não era mais virgem, já tinha dado pra alguns machos. Hoje vou contar da vez que dei pra um macho da escola.

Na época eu tinha 15 anos e como descrevi no conto anterior, tenho pele clara de quem pega pouco sol, olhos castanhos, cabelo castanho claro. Sou bem magricelo, e tenho 1,70 de altura.

Eu sou considerado um nerdzinho na escola, mas eu acabo me dando bem com todo mundo, não sofro bullying nem nada, na verdade me dou bem com a galera do fundão pq gosto de fazer trabalhos em grupo com eles pra poder apreciar os machos mais de perto e eles comigo pra tirar uma nota boa.

Nessa ocasião, estava fazendo um trabalho de História com Nathan e Fabio (que todos chamavam de Fabinho).

Nathan (15y) tem cabelo castanho, pele clara, bem mais claro que o meu, é bem magro e alto (pelo menos 1,85), enquanto Fabinho (17y, era repetente) era baixinho (cerca de 1,65), pele morena, cabelo escuro, e tinha um porte mais atlético de quem joga bastante futebol. Fabinho sempre usa boné, mesmo nas aulas.

Enfim, nesse dia em particular estava bem quente, então, já que na sala não tinha ar condicionado nem ventilador, o professor deixou a gente fazer o trabalho na rua, então a turma se espalhou pelos cantos da escola.

Nós fomos pra um local mais afastado, perto das quadras de esporte que eram de cimento. Lá tinha umas mesinhas com sombras de algumas árvores de um terreno baldio que ficava atrás da escola (toda aula alguém chutava a bola pra lá e alguem tinha que se aventurar e pegar).

Como de costume, eu estava fazendo o trabalho praticamente todo sozinho, enquanto isso Fabinho e Nathan conversavam sobre assuntos de adolescentes heteros (a última mina que comeram e maconha).

— Cara, tu nem imagina quem eu comi no sábado — disse Fabinho.

— Nem ideia — respondeu Nathan.

— A gostosa da Patrícia — disse.

— Mentira, conseguiu comer ela? E o namorado dela?

— Se eu quisesse eu comia tb… Tô cagando pra ele — disse rindo.

— Po, eu dei uns pegas na Natália — disse Nathan — Se a Letícia desconfia, ela me mata rs. Ela não vai perdoar mais um chifre.

Os dois riram e continuaram conversando e eu concentrado no trabalho.

Em dado momento, os dois pegaram uma bola que tinha ficado da aula de educação física e começaram a chutar um pro outro e tentar driblar um ao outro.

Fabinho tinha uma bunda muito gostosinha, por jogar futebol, eu adorava ficar admirando e até esqueci do trabalho por um tempo.

Fabinho tinha tirado a camisa e mostrava o peitoral cheio com a barriga retinha. A pele morena e tinha alguns pelos, principalmente na barriga no caminho do paraíso. Ele tinha a mania de usar a bermuda jeans larga, então ficava caindo, mostrando metade da bunda (nesse dia usava uma cueca branca) e acabava apoiando no volume da pica, sempre marcando.

Eu o olhava e sentia o tesão subir pela espinha

— Oh – chamei a atenção deles, que me olharam — eu vou no banheiro rapidinho e já volto.

Eles só fizeram um “ok” com a cabeça e continuaram.

Eu sentia meu pau duro como pedra, precisava me aliviar ou ambos iam ver que eu estava querendo dar pra eles ali mesmo.

Me dirigi aos banheiros da área das quadras, que ficavam desertos quando não tinha aula de Educação Física. Escolhi o reservado mais escondido possível, baixei as calças e comecei a bater uma pensando no Fabinho, como seria gostoso sentir a língua dele no meu reguinho, deixando bem melado pra receber a pica longa e grossa dele.

Tentava ao máximo segurar os gemidos que eu soltava enquanto massageava meu rabinho imaginando.

Não muito tempo depois, ouço o barulho de alguém entrando no banheiro. Faço silêncio, mas de repente vejo que alguém andava na direção do meu reservado, e antes mesmo que eu pudesse reagir a porta abre.

Era Fabinho, ainda sem camisa, com a bermuda caindo, segurada pelo volume da cueca.

— Putz foi mal, Be — disse ele — essa é minha cabine da punheta, gosto dela pq é mais escondida.

Ele para um momento e olha risonho pra mim, enquanto eu, sem reação, tentava esconder meu pau duro.

— Ah, então vc teve a mesma ideia? Disse, curtindo com a minha cara — vai dizer que o tesão por mim foi tanto que teve que bater uma.

Senti meu rosto queimar, gaguejei e disse “Não, é esse calor. Precisava me aliviar”

— Tem certeza? – disse ele. — Pq eu vi que vc estava me olhando. Tem certeza que não quer isso aqui? — Disse ele dando uma pegada forte no volume da cueca.

Eu fiquei hipnotizado vendo aquele macho moreno gostoso parado na porta da cabine, pegando no pau. Ele até deu uma abaixadinha na bermuda pro volume ficar bem aparente.

Claramente minha expressão não me deixou esconder, pq ele rindo e disse “Eu sabia que vc era uma putinha rs”

Eu não tinha a menor ideia do que ele iria fazer, só conseguia pensar em como eu tinha medo de que ele saísse espalhando e, ao mesmo tempo, como eu queria aquela rola na minha boca.

— Fala que vc quer – disse ele

— Eu quero – admiti, num lampejo de coragem

— Então pega aqui – ele falou

Eu quase não acreditei. Levei minha mão até o volume na cueca dele e apertei. Ele deu um riso satisfeito.

— Nossa, como é bom ter uma putinha… É isso que vc vai ser agora. — disse ele.

Não me contive e aproximei meu rosto dele, sentindo o cheiro de macho, uma mistura de mijo, suor e pica: meu cheiro preferido.

Passei meu nariz por todo o volume da pica dele, capturando todo aquele cheiro que ele exalava. Meu tesão estava demais pra me conter.

Chegando na cabeça, dei uma leve mordidinha e ele gemeu satisfeito. Olhei pra aquele macho, e eu não via mais o Fabinho, agora ele era um macho de verdade, pronto pra me foder como eu mereço.

Baixei a cueca dele e expus os pelos, um emaranhado escuro, aproveitei pra cheirar bem também e, então finalmente, expus a pica, um mastro moreno de provavelmente 17cm, mas muito grosso, quase da grossura do meu pulso.

Estava dura e pulsando de tesão, chamando por um putinho e eu estava lá pra atender.

Massageei ela, expondo a cabeça rosada e babona e lambi, fazendo Fabinho gemer manhoso.

Comecei a chupar, de cara não consegui engolir tudo, mas aos poucos fui massageando a pica gostosa enquanto mamava, desejando leite quente de macho.

Passados alguns minutos, já estava com o nariz enterrado nos pelos, exalando aquele cheiro de macho suado, enquanto Fabinho forçava minha cabeça a engolir mais, até que eu engasguei e levei um tapa de aviso: putinha tem que levar pica calada.

Mamei ali mesmo, correndo risco de além nos flagrar e nem me importei, só queria aquela pica dentro de mim e logo, Fabinho atendeu a esse desejo.

Me mandou ficar de pé contra a parede e empinar e assim o fiz, apoiei um pé no vaso sanitário e empinei. Fabinho cuspiu na mão umas três vezes e passou na entradinha.

Posicionou a cabeça contra meu cuzinho e começou a me penetrar.

Doeu muito, mas tentei ao máximo aguentar, pq tudo que mais queria era levar aquela pica.

Cada centímetro que me penetrava, sentia meu interior gritar, mas segurava o gemido ao máximo.

Finalmente, quando senti seu corpo pressionando o meu, sabia que tinha entrado tudo e nisso, Fabinho começou a macetar. De início devagar, mas foi aumentando o ritmo até que só se ouvia o “plec plec” do quadril dele contra minha bunda.

Eu falhava em segurar o gemido, era uma sensação maravilhosa ter aquela pica grossa me arrombando sem capa. Sentia o cheiro dele toda vez que ele metia, suor e pica se misturando, me fazendo delirar.

Ele já não falava nada pra não fazer barulho, mas não segurava mais os gemidos, meu cuzinho apertando esmagando a pica dele enquanto ele macetava meu ponto G.

Ficamos ali alguns minutos até que ele começou a meter tão forte que eu perdi o fôlego e foi então que senti a explosão quente dentro do meu cuzinho. Ele tinha depositado seu leite de macho dentro de mim.

Mas ele não parou na hora, ele fez questão de bater o leite mais alguns minutos, o suficiente pra eu mesmo gozar, esmagando ainda mais a pica dele com meus espasmos.

E foi então que ele parou, tirou a pica do meu rabo e eu me larguei sentado no vaso, ofegante.

Fabinho foi até uma das pias, se limpou e falou “Não conta nada disso pra ninguém, flw?”

Tudo que consegui foi fazer um gesto de ziper sobre a boca, indicando que eu não falaria nada pra ninguém e ele saiu.

Levei uns segundos pra me recuperar. Me limpei com papel higiênico. Fiz questão de colocar um pouco dentro da minha cueca, pra evitar de me sujar quando o leite do Fabinho saísse.

Terminei de me limpar e saí.

Voltei pra onde estávamos fazendo o trabalho, os meninos estavam sentados

— Po, demorou ein! – disse Fabinho, se fazendo de sonso.

— Pois é, não sei o que me deu – respondi

— Vamos – disse – o horário já acabou.

Nathan estava estranhamente quieto.

Fabinho saiu na frente, disse que ia chegar uma menina, mas não entendi quem. Nathan me ajudou a organizar os materiais.

— Escuta – disse ele quando terminamos. — Se quiser podemos combinar de fazer esse trabalho fora da escola, pra compensar o tempo perdido de hoje.

— Claro – disse eu – podemos combinar uma hora e um lugar.

Ele concordou com a cabeça, mas quando já estava saindo disse:

— Quem sabe vc faz outra pausa pro banheiro quando eu estiver perto.

E saiu andando, me deixando pra trás, sem reação.

(Continua…)
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Me perdoem por eventuais erros de digitação/português, literalmente escrevi com o pau na mão rs. @BenjiParma

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