Estuprando uma novinha que pediu delivery
Estuprei uma menina que pediu lanche onde eu tava trampando. Conto real e não recomendado pra quem se comove fácil.
Mais uma história do dia a dia do subúrbio carioca. Se não curte um relato mais pesado e violento, um conselho: vaza dessa história, mané!
Tô passando uns tempo no morro do Turano, porque fui jurado de morte no outro morro onde moro (vou nem dizer qual é). Tô morando de favor na casa de uma tia minha.
Aqui tem um irmãozinho que já tem contexto comigo faz tempo: Nescau o nome dele. Ele tem esse nome porque a mina que ele namorava traiu ele com um playboy. A conversa que rolava é que, toda vez que essa mina ia fazer um boquete no playboy, ela pedia pra ele colocar nescau no pau. Meu amigo descobriu toda essa palhaçada. Desnecessário dizer que a mina e o playboy foram pra vala, né? Ele me disse que foi dois pente de bala que ele usou pra empacotar os dois. Mas o apelido pegou e até hoje ele é conhecido assim.
Nescau presta uns serviço pro dono do morro e também tá nuns corre de entrega pra lanchonete da mãe dele.
Teve uma noite que ele ia tá numa missão e pediu pra eu ir pra lanchonete nesse dia, ajudar a mãe dele com as entrega. Eu até queria ficar na miúda, mas fui de boa porque parça é parça, tá ligado?
Era uma noite de quarta-feira. O movimento na lanchonete tava fraco. Ainda bem. Tinha feito só duas entrega a noite toda. A lanchonete já tava perto de fechar quando apareceu o último pedido. A dona da lanchonete disse que depois dessa entrega eu podia ir embora e no outro dia eu podia devolver a moto, a máquina de cartão e a mochila.
Chegando perto do endereço, vi que tinha uma barricada que impedia passar. Era alta e tava difícil de arrodear. Tive que descer da moto e ir a pé. Caminhei uns três minutos levando uma pizza e um refri.
Cheguei no endereço e quem veio pegar o pedido foi uma cria bonitinha, parecia ter uns 14 anos, talvez menos. Pele clara, cabelo comprido e ondulado. Rostinho de menina bem cuidada. Ela tava de vestido, dava pra ver que tinha o peitinho pequeno e firme.
Na hora de pagar o pedido, o cartão dela não funcionou. Tentei umas três vezes e nada. Era um cartão amarelo que eu nunca tinha visto. Falei pra ela pegar outro cartão, mas ela disse que só tinha esse e não tinha mais ninguém em casa. Aí mandei logo a real pra ela:
─ Olha, não vai rolar ficar aqui esperando alguém chegar pra pagar. Como a gente faz pra resolver logo?
─ Não sei, moço.
Olhei pra ela e fiquei pensando...
Passei um tempo matutando a situação e a mina não parava de olhar pra mim, como se eu tivesse na obrigação de resolver o lado dela.
Como não posso ficar vacilando por aí, eu tava com o meu 38 na cintura. Olhei ao redor e não tinha ninguém na rua, nenhum vizinho xeretando. Se eu quisesse aprontar uma com ela, uma novinha como ela não ia oferecer resistência nenhuma, ainda mais tando sozinha em casa. Pensei: "Se a sorte sorri pra gente, a gente tem que sorrir de volta!". Então já fui dando um caô pra entrar na casa dela:
─ Olha só: eu sei que tu tá com fome, eu também tô. Então vamo fazer uma combinação: eu como com você metade dessa pizza, aí você não precisa pagar nada. Topa?
─ Sério?
─ Tô falando sério, irmãzinha!
─ Demorou. Pois tá fechado então.
─ Pois adianta aí pra eu entrar que não vou ficar comendo em pé aqui no sereno não.
─ Tá bom.
A gente entrou na casa dela e comemo no sofá da sala. Então comecei a papear com ela, pra saber se eu não tava pegando o bonde errado:
─ Muito bonita a tua casa. Teu nome é Sarah?
─ Não, Sarah é a minha mãe. É porque o aplicativo tá no nome dela. Meu nome é Flávia.
Ela parecia ser bem bobinha e inocente. Muito vacilona pra deixar entrar assim fácil um desconhecido na casa dela, ainda mais de noite.
Flávia falava com uma voz baixa, quase não dava pra ouvir. Mas continuei:
─ Ah tô ligado! E cadê tua mãe?
─ Tá pra igreja com meu pai e minha irmã mais velha.
─ Top! Vocês são crente?
─ Sim, evangélicos.
─ E por que tu não foi pra igreja com eles?
─ É porque hoje é noite de vigília e eles vão chegar tarde.
─ Sei, sei.
Na minha cabeça, eu já me via fazendo amor com Flávia. Ia dar muito amor e carinho pra ela naquela noite, só que ela ainda não sabia disso. Meu pau já tava duro por dentro da calça.
Eu já tinha comido três fatia de pizza e Flávia ainda tava terminando a primeira. Então mudei totalmente a rota da conversa:
─ Tem algum namorado, Flávia?
─ Não.
─ Mas já namorou antes? Já viu um cara pelado na tua frente?
Ela quase se engasgou com a comida. Olhou pra mim espantada e perguntou:
─ Pra que o senhor quer saber isso?
E só sorri e debochei:
─ Senhor, é?
Saquei meu 38, peguei ela de surpresa e anunciei:
─ Não grita! Se gritar, leva aço! Vai ficar quietinha?
Ela só afirmou com a cabeça.
─ Pois bora pro teu quarto!
Coloquei ela na minha frente, com a arma encostada na sua cabeça. No caminho até seu quarto, Flávia estava implorando pra eu não atirar.
Ao chegar no quarto dela, tentei acalmar a bichinha, que já estava se tremendo todinha:
─ Fica sussa, irmãzinha, que vai ficar tudo de boa. É só fazer o que eu mandar. Tu vai fazer o que eu mandar?
Novamente ela só balançou a cabeça afirmando.
Sentei na cama, apontando meu cano na direção dela, e mandei:
─ Pois tira o seu vestido!
Ela prontamente obedeceu, revelando sua calcinha cor-de-rosa e seus peitinho durinho, estava sem sutiã. Mandei ela dar uma volta e pude me ligar melhor em seu corpo.
De vestido, ela não parece ter o corpo apetitoso que tem. Coxas grossas, bundinha firme, buceta volumosa. Flávia era um tensãozinho de menina. Deve deixar os irmão da igreja doido de vontade de comer ela. E o mais importante é que ela estava prestes a ter todo o amor do gostosinho gostosão aqui. Muitas meninas fariam de tudo para tá no lugar de Flávia.
Tirei toda a minha roupa e mostrei meu pau grosso e duro pra ela, perguntando:
─ E aí crentinha, já viu um desse antes?
Ela não respondeu. Flávia já estava com algumas lágrimas rolando de seu rosto. Então ordenei:
─ Tira a calcinha!
─ Não moço, por favor...
Me aproximei dela, dei um tapa em seu rosto e explanei:
─ Falei que era pra me obedecer! Tira logo senão leva chumbo é já!
Seu rosto ficou mais branco do que já era e ela me obedeceu. Tirou sua calcinha e ficou encostada na parede do quarto, acoada.
Flávia tinha uma buceta com pelos ralinhos. Dava pra ver seu clitóris e os pequenos lábios saindo pra fora. Me aproximei e toquei em todo o seu corpo. Flávia fechava os olhos, fazendo muita força com suas pálpebras. Seu corpo não parava de tremer. Falei pra aliviar ela:
─ Não precisa tremer não. Vai ficar tudo de boa. Daqui a pouco eu vou pra casa e você vai seguir a sua vida normal. Vai nem lembrar que eu tive aqui. A gente vai só fazer um amor bem gostoso e eu já vou embora, tá bom?
─ Não me machuca, não!
─ Não vou te machucar não, prometo. Agora faz uma coisa pra mim, pra agradar o gostosinho gostosão aqui.
─ O que?
─ Chupa meu pau!
Prontamente Flávia obedeceu, se ajoelhou e já foi pegando no meu pau. Eu achava até que ela ia ser mais resistente, mas parece que a vadia já estava ciente da situação dela. Antes dela colocar meu pau na boca, alertei:
─ Olha só, biscate, se morder vai ficar com um buraco na tua cabeça!
Ainda com algumas lágrimas escorrendo, ela começou a chupar.
Eu ficava impressionado como essas mina se emocionava comigo. Eu sei que sou bonito e gostoso, mas chorar por mim já acho exagero. Mas até que curto.
Flávia chupava lentamente, colocando e tirando meu pau de sua boca bem devagar. Em nenhum momento senti seus dente deslizar nele. Parecia que ela já tinha alguma experiência nisso.
Não me segurei por muito tempo. Logo tirei meu pau de sua boca e, com umas três punhetas, fiz jorrar leite na sua cara. Ela se espantou e mandei limpar a cara.
Doido para enfiar nela, mandei:
─ Deita na cama!
Ela foi até sua cama e deitou de costas. Me aproximei e abri suas pernas, acariciando sua coxa macia e buceta novinha. Ela tinha a pele de seda, devia ser cuidada com pêra e ovo maltino.
Flávia permanecia de olhos fechados e com suas mãos encostadas no centro do seu peito, em formato de oração.
Fiz carinho na buceta dela até começar a sair melzinho. Mostrei meu dedo todo melado pra ela e falei:
─ Olha só como tua buceta tá querendo levar pica. Tu deu sorte que eu apareci aqui essa noite.
Subi em cima de Flávia, encostei meu pau em sua buceta e fiquei esfregando. Fui enfiando aos poucos, sentindo as paredes da sua buceta receberem todo o meu pau.
Flávia era apertada, mas meu pau entrou fácil dentro dela, aí falei pra ela:
─ Se liga só, é crente mas já perdeu o cabaço, né? Dava essa bucetinha pra quem? Pro pastor da igreja?
Ela não respondeu, mas foi só eu aumentar as estocadas que passei a ouvir seus gemidos. Quanto mais ela gemia, mais aumentava o meu tesão. Perguntei pra ela:
─ Tá gostando, né, cachorra?
Acho que Flávia estava sentindo tanto prazer que não estava nem conseguindo falar. Aumentei o ritmo da foda e passei a chupar seus pequenos seios enquanto fodia ela. Seios bem durinhos, uma delícia. Não me aguentei por muito tempo e gozei dentro de sua pequena buceta.
Ao gozar, ainda senti meu pau latejar dentro. Tirei e vi escorrer um pouco de leite.
Levantei da cama, dei uma última passeada com minha mão em seu corpo e disse:
─ Pronto, Flávia, a gente terminou aqui. Viu só como foi bem gostoso? Pode ir agora.
Flávia levantou da cama e em seu olhar havia muito ódio. E eu não conseguia entender por quê.
Antes de ir embora, fiz um último pedido:
─ Olha só, tô indo embora, mas quero te pedir uma coisa.
─ O que?
─ Se tu engravidar e tiver um filho meu, cuida bem dele, tá?
─ Ah vai se lascar!
Não gostei do jeito que ela disse isso. Nem do jeito que me olhou. Ela tava achando que eu era o que? Algum mané? Algum cachorro leproso? Resolvi finalizar essa vagabunda.
Peguei meu 38, apontei pra ela e mandei ela se ajoelhar porque que a hora dela tinha chegado.
Ela se ajoelhou, juntou as mãos como se fosse rezar e, outra vez, ela veio choramingar, dizendo "não faz isso", "eu fiz tudo o que o senhor pediu" e blá, blá, blá. Enquanto ela falava, perguntei:
─ Terminou?
Ela continuou implorando por sua vida, dizendo um mundo de coisas. Continuei apontando o cano pra cabeça da vadia e novamente perguntei:
─ Terminou?
Flávia chorava, soluçava. E eu não tava mais com paciência. Tirei ela do plano da existência para a não existência. Fui econômico dessa vez, gastei uma bala só, mas fez um bom estrago.
Boa parte do miolo dela ficou espalhado no chão. Eu achava que célebro fosse firme, tipo um couve-flor ou coisa parecida, mas não é, parece mais uma gelatina. Mas espero que ela saiba que o que vou guardar dela são os bons momentos que tivemos.
Vesti minha roupa e, quando saí do quarto, tomei cuidado pra não encostar meu pé no sangue do chão do quarto, pra não sujar a sala. Não queria dar esse trabalho para mãe ou irmã dela.
Antes de ir embora, peguei mais uma fatia de pizza e saí da casa comendo.
Mais um dia que Deus havia me dado. Fui para casa dormir porque corre de malandro não para.
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Comentários (6)
Rapaz do sul: Muito otário Gosta de contar uma mentira
Responder↴ • uid:1d3apzrqwlu1Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zkMamãe: Nem aproveitou direito, foi muito bonzinho no sexo
Responder↴ • uid:19mjy1d9cAnônimo: Era pra ter comido o cuzinho dela também antes de apagar ela
Responder↴ • uid:beml8osc42Gb: Fdp do crlh
Responder↴ • uid:3eez9jpkm9bLuiz: Tua hora vai chegar meliante e vai ser pior fora a mas brutal e cruel aguarde
Responder↴ • uid:1daibs6whj