#Gay #Sado

O trato de mijo II NOVA VERSÃO

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Thiago puta

Usado como privada, tive que limpar até cu sujo desta vez.

Trato de mijo 2
Depois daquele primeiro cara, o gosto forte de mijo ficou impregnado na minha boca por quase dois dias inteiros. Toda vez que engolia saliva, eu sentia o resíduo amargo e lembrava que tinha virado mictório vivo. Meu estômago ainda reclamava, meio embrulhado, mas isso só fazia meu pau endurecer. Eu queria mais. Queria ser tratado como o lixo que eu realmente era.
Voltei pro site e troquei o nick pra algo mais direto: “Capacho HxH– Bebo mijo sem reclamar e lambo tudo”. Não demorou nem uma hora pra aparecer outro macho.
Dessa vez era um cara de 52 anos, casado, pedreiro. Disse que vinha direto da obra, suado, fedido e com o pau cheirando a dia inteiro de trabalho. Perguntou se eu aguentava macho de verdade ou se era só viadinho de frescura. Respondi que quanto mais sujo e fedorento, melhor. Eu existia pra servir.
Ele foi direto:
“Hoje às 19h. Vou mijar bastante. Você vai engolir tudo sem desperdiçar uma gota. Depois vai limpar meu corpo inteiro com essa língua de puta. Topa ser minha privada particular?”
“Sim senhor. Pode mijar quanto quiser. Sou seu mictório, seu capacho, seu lixo.”
Ele chegou pontual. Eu já estava completamente pelado, porta entreaberta, só a luz da TV ligada. De joelhos no meio do quarto, cabeça baixa, esperando como um cachorro obediente.
A porta abriu. O cheiro dele invadiu o quarto antes mesmo de eu ver seu rosto: suor azedo de obra, poeira, cigarro e aquele fedor característico de macho que trabalhou o dia todo sem tomar banho. Era forte, pesado, viril pra caralho.
Ele fechou a porta, olhou pra mim de cima com desprezo e abriu o zíper da calça jeans suja sem dizer uma palavra. Tirou um pau grosso, meio mole, escuro, com cheiro forte de suor acumulado. As bolas peludas e pesadas pendiam logo abaixo, úmidas de suor.
Não esperei ordem. Me aproximei de joelhos e encostei o nariz direto na base do pau dele, inspirando fundo como um viciado. O cheiro era intenso: suor rançoso, mijo velho, pele de macho trabalhador. Meu pau deu um pulo só com isso.
Ele segurou minha cabeça com a mão grande e áspera, apertando forte.
— Olha só que viadinho nojento… já cheirando pau de estranho como uma cadela no cio. Abre essa boca de privada, porra. Hoje eu segurei o mijo o caminho inteiro só pra encher você.
Abri bem a boca, língua pra fora. Ele não mijou logo. Primeiro esfregou o pau mole na minha língua, lambuzando ela com o gosto salgado de suor e pré-gozo seco.
— Isso… sente o gosto de pau suado de macho de verdade, seu inútil.
Então o fluxo começou. O mijo saiu quente, forte e direto no fundo da minha boca. O gosto era concentrado: amargo, salgado, com um fundo azedo de homem que bebeu muita cerveja e trabalhou o dia todo. Engoli a primeira boca cheia rápido, sentindo o líquido morno descer queimando pela garganta e cair pesado no estômago vazio.
Ele soltou um gemido longo de alívio:
— Ahhh… que boca quente e inútil. Engole tudo, sua privada barata. Não deixa cair nem uma gota no chão, senão vou te fazer lamber o piso depois.
O jato aumentou, virando uma torrente. Era muito mijo. Forte, contínuo, enchendo minha boca mais rápido do que eu conseguia engolir. Parte escorria pelos cantos dos lábios, descendo pelo queixo, pingando no peito e na barriga. Eu engolia desesperado, sentindo a barriga começar a inchar visivelmente. O som molhado de engolir ecoava no quarto junto com os suspiros satisfeitos dele.
— Olha pra você… engolindo mijo de estranho como se fosse leite. Que porra de capacho patético.
Quando o fluxo diminuiu um pouco, ele empurrou o pau mais fundo, mijando direto na minha garganta. Engasguei forte, tossi, senti mijo subindo pelo nariz e escorrendo pelos olhos. Lágrimas rolavam. Ele só riu baixo e segurou minha cabeça no lugar.
— Calma, sua vadia. Respira pelo nariz e continua bebendo como o mictório que você é. Você pediu pra ser usada, agora aguenta.
Terminou de mijar com o pau já endurecendo, enfiando até o fundo da goela. As últimas gotas desceram direto pro meu estômago. Quando tirou, eu tossia violentamente, baba grossa misturada com mijo escorrendo pelo rosto inteiro, pingando no chão.
Ele tirou a camisa suada, revelando peito peludo e barriga grande, e deitou na cama abrindo as pernas.
— Agora vem limpar o macho direito, sua cadela nojenta. Começa pelas bolas fedidas.
Me arrastei até a cama e enfiei o nariz entre as bolas dele. O cheiro era insano: suor azedo acumulado, cheiro forte de saco peludo preso o dia inteiro na cueca úmida. Lambi devagar, saboreando o gosto salgado e rançoso. Enfiei uma bola na boca, depois a outra, chupando e lambendo com vontade enquanto ele gemia.
— Desce mais, lixo. Lambe onde o sol não bate.
Fui descendo a língua. Passei pelo períneo peludo e cheguei no cu dele. Era peludo, escuro, com gosto azedo, terroso e sujo de suor. Caí de boca sem hesitar, lambendo em círculos, enfiando a língua o máximo possível naquele buraco fedido. O gosto era forte, proibido, degradante. Fiquei um bom tempo ali, chupando e lambendo aquele cu sujo enquanto ele empurrava a bunda contra minha cara.
— Isso… lambe fundo, sua puta. Limpa o cu do macho que trabalha o dia todo. Você nasceu pra isso, né? Pra ser língua de privada.
Ele me empurrou mais pra baixo. Cheguei nos pés dele. Estavam quentes, suados, com cheiro forte de meia usada o dia inteiro. Lambi a sola devagar, passei a língua entre os dedos grossos, chupando cada um enquanto ele ria.
— Olha só que degenerado… chupando pé suado de estranho. Que nojo.
Depois ele me puxou pelos cabelos com força e enfiou minha cara no sovaco esquerdo. O cheiro era brutal: suor azedo concentrado, pelos molhados, fedor de dia inteiro de trabalho. Lambi tudo, sentindo os pelos na língua, o gosto salgado e forte. Fui pro outro sovaco e repeti. Ele me deu um tapa forte no rosto, sem motivo.
— Mamilos agora, vadia.
Abocanhei um mamilo peludo, chupando e mordiscando. Ele deu outro tapa, mais forte, fazendo minha bochecha arder.
— Isso, leva tapa na cara enquanto lambe. É pra te lembrar do seu lugar.
Voltei pro pau dele. Já estava duro, grosso, veias saltadas. Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a foder minha boca sem piedade. Estocadas profundas, brutais, batendo no fundo da garganta. O mijo que eu tinha bebido começou a subir de volta. Engasgava, vomitava um pouco na boca e era obrigado a engolir tudo de novo, misturado com baba grossa.
— Engole tudo de volta, sua privada nojenta. Não vai desperdiçar mijo de macho.
Depois de minutos brutais, ele rosnou:
— Vou gozar, sua puta inútil.
Segurou minha cabeça com toda força, enfiou até o limite e gozou forte. Jatos grossos e quentes desceram direto pro meu estômago, misturando com todo o mijo que ainda estava lá. Engoli o que consegui, tossindo e babando quando ele finalmente tirou o pau.
Ele ficou deitado uns segundos, recuperando o fôlego, depois se levantou, vestiu a roupa suada de obra e olhou pra mim ainda de joelhos, destruído, coberto de mijo, baba e porra.
— Boa privada. Da próxima vez vou trazer um amigo pra usar você junto. Dois machos mijando nessa boca de viado ao mesmo tempo. Você aguenta, né, capacho?
Respondi com a voz completamente rouca, garganta ardendo:
— Sim senhor… pode trazer quem quiser. Eu sou só um capacho. Um mictório barato pra macho usar.
Ele riu, deu um tapa final no meu rosto molhado e sujo e saiu, fechando a porta.
Fiquei ali no chão, nu, coberto de mijo seco, baba, porra e suor dele. Barriga inchada. Garganta destruída. O gosto forte e amargo de mijo e porra ainda dominando minha boca e meu nariz. Meu estômago embrulhado, lutando pra digerir tudo aquilo.
E mesmo assim, meu pau continuava duro pra caralho.
Porque era exatamente isso que eu queria ser:
Um capacho completo.
Uma privada viva que aceita tudo sem reclamar.
E o gosto do mijo dele ia ficar na minha boca por mais um dia inteiro, me lembrando do lixo que eu sou.

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