#Bissexual #Estupro #Gay #Virgem

Meu Deus! É Uma Mulher Belíssima.

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José

Se isso não é um bônus da vida, não sei o que é. O que vou relatar poderia dar um filme. Um inacreditável filme de ódio, transformação e recomeço.

Eu confesso que quando vi aquela mulher linda e gostosa com as amigas, logo que a reconheci, o que senti foi quase uma sensação de poder. Foi uma surpresa pra mim.

Estávamos a pouco mais de uns sete metros de distância em um badalado bar aqui de Londrina. Ela estava em um vestido claro colado no corpo perfeito. Eu já estava de olho nela, antes mesmo de a ter reconhecido. Aquelas curvas perfeitas. Os seios pequenos e firmes. O salto alto e seus cabelos lisos escuros e quase atingindo a cintura. Mas ela não olhava na minha direção. Eu estava sentado ao balcão, com meu chopp. Estava quase me levantando para tentar uma conversa. Foi quando ela acabou virando o rosto na minha direção, sorrindo de algo dito entre elas. Ela me ignorou. Mas em seguida voltou a me olhar. O sorriso desapareceu de seu rosto. E eu senti uma explosão de tesão ao reconhecer a pessoa. Ela ficou tensa. Voltou a me ignorar. Mas me olhou novamente, como que para confirmar se era mesmo eu ali do outro lado do salão. Então eu fui até lá. Confiante. Com um misto de excitação, sensação de poder e uma surpresa indescritível.

Assim que cheguei nas mulheres, ela se assustou com a minha presença. As outras ficaram curiosas. Ela havia dito algo para as outras três. Isso ficou evidente e até ajudou um pouco na minha abordagem. A Luanna tremia. As outras se olharam, olharam para ela e, com um pedido de desculpa formal, foram se retirando aos sorrisos. Mas não se afastaram muito. Se mantiveram por perto, como que em apoio, caso algo fugisse do controle.

— Oi! Nossa! Eu não acredito. Você está...

— Olha, Zé! Eu não quero ser indelicada, mas não quero falar de passado. Vim aqui pra me divertir com as amigas e...

— Calma aí Anderson! Tô de boa! Só vim te...

— É Luanna agora. Com documento e tudo. E pode tirar essa cara de dono do pedaço, tá bom...

— Você tá com raiva de mim? Eu...

— Escuta só uma coisinha, cara! Tô em outra vibe. Não quero conversa com o passado. E só não te deixei no vácuo porque realmente queria te dizer uma coisinha.

Ela estava brava. Mas falava com sorriso. E um sorriso intimidador de quem está empoderada. Eu olhava para baixo. Lá para baixo mesmo. A minha curiosidade só não era maior do que a vontade de trazer logo ela para os meus braços e a fazer calar com um beijo. Então ela fez sinal para as amigas, dando a entender que a conversa já tinha terminado. E no meu ouvido disse:

— Gostou da mulher que eu me tornei? Pois essa aqui não é para o seu bico.

Ela ficou me encarando por um tempinho, com aquele sorriso debochado e confiante. Mas eu tinha outros planos para a noite dela. Eu a agarrei no jeito. Já com a minha boca domando os lábios dela. Ela até tentou se livrar. Mas quando puxei pra mim, que os lábios dela se abriram para a invasão da minha língua e ela acabou cedendo, dei aquele beijo gostoso, molhado e intenso, que ela mesma veio com seus braços no meu pescoço e trouxe mais para mim o seu corpo. Durou uns três minutos. Teria durado menos se não fosse pela minha insistência. E quando eu liberei a sua boca, ela tentou se livrar de mim, com um "já chega", mas eu puxei ainda mais apertado. Dei uns beijinhos no pescoço dela.

— Você está uma delícia, sabia?

Eu disse em seu ouvido, sussurrando.

— E você é um desgraçado filho da puta, sabia?

Ela respondeu também com um sussurro, soltando um suspiro em seguida.

Isso foi só o começo de uma noite intensa. Eu fui levando ela comigo para o balcão. Ela até tentou não me acompanhar, enquanto olhava para as amigas. Mas ela não tinha como vencer o que eu sabia que estava sentindo. Aquele tesão não tem nada no mundo que possa fazer parar. E só acaba com a consumação do desejo. E o desejo que eu estava sentindo por ela, depois de dez anos do que havia acontecido, era maior do que qualquer desejo que eu já havia experimentado.

Assim que ela se sentou, ainda com aquela cara de "não sei o que faço agora", eu pedi um conhaque pra gente. Um Domec. Ela gostava antes. E eu me lembrava bem disso.

— E aí! Faz tempo que você...

— Não. E também não foi de uma hora pra outra. Mas não gostei desse assunto.

— Tudo bem. Mas você está linda demais, sabia?

— Eu sei...

Enquanto tomávamos o conhaque e a conversa rolava, eu a comia com os olhos. Queria que ela mesmo me chamasse para o "crime". E faça pra ver o quanto ela ia ficando cada vez mais ansiosa. Afinal, eu fui o seu primeiro homem. Uma única metida. E não tinha sido consensual. Na época eu era um escroto. E ele não havia sido o único cara da escola que eu tinha enrabado. Mas o caso dele foi bem diferente. Ele era o cara mais bonito e desejado pelas garotas. Era hétero. Com certeza era. Mas como ele havia passado a frente na garota que eu queria desvirginar, eu fiquei com tanto ódio dele, que comecei uma briga com ele durante um boliche, quando ele passou por mim com a garota, me olhando com ar de vitorioso. Se não me segurassem, eu teria matado ele de tanto soco na cara.

Havia se passado um ano. E após a prova de final de ano enquanto eu estava mijando, quem foi que saiu do box? Exatamente. Ele. Eu só olhei para o lado de fora. Muito rapidamente. Ele congelou ao me ver. E nem deu tempo pra nada. Meti a mão em sua boca e o agarrei, já levando ele de volta para o box. Tranquei o box e falei no ouvido dele que se não me desse aquela bunda, eu iria fazer ele beber a água do vaso. E ainda disse:

— Que bom que você...

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