Transando com meu primeiro negão
Depois de um tempão trabalhando sem folgas ou descanso, a direção da empresa finalmente liberou minhas férias. Nunca aproveitei tanto o tempo para dormir e curtir preguiça nos primeiros três dias. Só que logo encontrei uma situação que precisava ser solucionada, as paredes do fundo da casa estavam descascadas e aquilo não me ajudava a me deixar em paz curtindo meu tempo. Resolvi procurar por um pedreiro ou pintor que pudesse fazer o serviço. Pesquisei aqui e acolá e então encontrei um pintor chamado Wanderson na internet, liguei pra ele e já gostei da atitude dele em agilizar o máximo o trabalho. Não enrolou, no mesmo dia estava batendo na porta da minha casa para fazer um orçamento.
Assim que abri a porta vi um homem de quase dois metros na minha frente. Como eu tenho 1,56 e sou bem pequena e magrinha, me senti uma formiguinha perto daquele homão. Ele estendeu a mão, se apresentou e perguntou se poderia entrar, super profissional. Eu apenas olhei para seu rosto, barba por fazer, olhos escuros e pele negra, tinha um sorriso simpático e interessante. Ao esticar a mão para cumprimentá-lo, senti minha mão sumir por seu tato descascado que não me esmagou por completo. Disse para me acompanhar.
Fui na sua frente para mostrar o local e ele então analisou, falou sobre a possibilidade de aproveitar pra resolver outros dois problemas que eu sequer tinha notado. Até pensei que estava querendo tirar proveito de mim, mas ele logo afirmou que não iria cobrar por aqueles "detalhes". Discutimos que tipo de pintura gostaria e outros detalhes menos importantes. Durante a conversa senti muita firmeza e segurança de sua parte. Também não deixei de notar seu profissionalismo e... em como ele era grande. É que quando nos sentamos numa mesinha, não pude deixar de perceber que sua calça marcava seu pau que não estava "desligado". Além disto, num instante que se levantou para estender as mãos e mostrar um detalhe próximo do teto, aí que seu pinto quis se aparecer. E não percebi interesse da parte dele em querer fazer aquilo tudo, além de eu tirar a casquinha com os olhos nos momentos em que ele se concentrava no caderninho.
Combinamos preço e ele ficou de aparecer por lá logo cedo no outro dia para aproveitar o tempo aberto e seco. Não posso negar que acabei me excitando com aquele homem. Cheiroso, organizado, sincero, direto, que queria resolver logo e... pintudo. Era muito grande, inclusive ele todo era muito grande. Isso me atiçou um pouco, tentei evitar pensar mais coisas. Até porque não tinha falado nada a respeito de Wanderson para meu corninho e nem faria sentido avisar. Ao mesmo tempo, ao pensar nisso, fiquei imaginando sobre o porque não aproveitar para colocar mais outro chifre em meu corno? Isso me fez ter que me siriricar pra baixar o fogo.
O problema foi que no dia seguinte, assim que Wanderson chegou para fazer o serviço, minha xaninha melou. Não consegui parar de pensar na possibilidade de saber como seria chupar e dar para um cara tão grande como ele. Não quis seduzir ou fazer algo que tirasse o juízo daquele homem. Eu definitivamente não queria praticar nada físico com ele. Mas a tara e a fantasia me fizeram ficar ouriçada o dia inteiro. Passei a evitar de ir onde ele estava para parar com aquilo. Isso funcionou ao longo do primeiro dia.
Mas no segundo dia, ele me chamou para ver uma situação e disso a gente passou a ficar conversando um pouco mais. E na conversa a gente passou a ir criando um pouquinho mais de intimidade. Ele quis saber se eu tinha esposo ou namorado, respondi que sim, mas que morava em outra cidade, então quis saber como isso funcionava, mas eu mudei de assunto. Contou que já teve relação parecida mas não deu certo e que atualmente queria só trabalhar, o que indicou que não tinha ninguém. Também não usava aliança nem sinal de que estaria de compromisso com alguém. O assunto mudou.
Mais tarde ofereci um almoço pra ele, preparei avisando que seria melhor até para ele não ficar saindo e voltando e gastando tempo. Depois arrumei um lanchinho durante a tarde e num desses momentos notei seu mastro marcando a calça novamente, só que não estava como no dia anterior, estava um pouco mais inchado e maior. Quando olhei pra cima, percebi que é porque ele estava vendo meus seios pela abertura da minha camiseta. Ele e eu ficamos sem jeito com o flagra que dei nele. Fiquei bem vermelha inclusive, ele riu pedindo desculpas dizendo que tinha ficado difícil não notar. Eu então emendei, meio nervosa, que também tava difícil de não perceber a calça dele. Foi quando ele viu que também estava se expondo e parou de rir pedindo desculpas envergonhado.
Os segundos seguintes geraram aquele ambiente tenso e levemente erotizado. Ou simplesmente dava de ombros e apagava o momento seguindo o dia normalmente ou um dos dois iria abrir espaço para algo mais físico. Dava para ler sua mente maquinando em uma forma de chegar em mim sem ser rude ou oferecido e eu notei que ele lia a mesma coisa de minha cabeça. Eu estava muito excitada há dias e aquela conversa mole somada ao seu jeito e tamanho estavam consumindo muito dos meus pensamentos. Então resolvi abrir o espaço dizendo que nunca tinha visto algo nem perto daquele tamanho.
Wanderson falou que era mentira e eu então perguntei se poderia ver. Ele ficou surpreso por eu ter me atirado totalmente e falou que só mostraria se eu mostrasse meus seios. Disse que ficou muito surpreso por achar bem pequenos. Assim que ele disse, ergui a camiseta por alguns segundos. Não precisava ser feito mais nada. Wanderson soltou tudo e veio para perto, ao chegar disse para pegar e ele não perdeu tempo. Passou as mãos pelas minhas costas me fazendo ficar minúscula e foi com a boca chupar meus seios. Foi uma chupada marcante, de quem teria muita paciência para me desfrutar. Tirei a camiseta e o abracei enquanto suas mãos já invadiam meu shortinho para empurrá-lo para baixo junto com a calcinha. Em segundos estava totalmente nua com aquele homem me erguendo chupando os seios e me abraçando confortavelmente. Gemi um pouco.
Ele me posicionou sobre a mesa e então foi chupar minha barriga e então se enfiou entre minhas pernas. Logo senti seus dedos me penetrarem enquanto sua língua habilidosa me deixava mole. Só nisso seu dedo já me sentia satisfeitíssima. Mas ainda queria ver seu pau. Não precisei pedir, ele logo se posicionou do lado e eu abaixei suas calças e cueca. Um enorme pau preto saltou pra fora. Nem pensei duas vezes, puxei seu quadril e fui chupando a cabeçona que brilhava. Seu gosto muito mais forte, mas ao mesmo tempo mais viciante. Que delícia de piroca.
Enquanto lhe chupava deitada na mesa, ele se curvou para me chupar a bucetinha. Não demorou, mas aquilo estava valendo muito a pena. E eu notei que por mais que tentasse, não conseguia afundar seu pinto na minha boca, era imenso. Wanderson então saiu de perto e falou que queria me comer, e eu também queria ser comida. Ele se ajeitou sem camisinha mesmo, pincelou minha bucetinha por bastante tempo e me fez dizer algo que não pensaria em falar. Pedi pau. Aquela passada de pinto me deixava querendo cada vez mais.
Então veio, primeiro sua cabeça me fez sentir uma leve dilatação, algo um pouco maior do que o habitual. Wanderson foi carinhoso, veio me beijar enquanto isso, suas mãos cobriam todo meu corpo e ao mesmo tempo segurava minhas pernas. Com jeitinho senti seu pau entrando, ir encontrando espaços até que seu saco encostou em meu corpo. Respirei fundo, senti orgulho de aguentar tanto pau, me sentia completamente empalada. Foi então que ele começou a se movimentar devagar, em dedilhando, beijando os seios. Tinha sentido um incômodo, mas seu zelo e paciência logo fizeram o incômodo ir embora.
O pintor então me fudeu assim, no frango assado sobre a mesa, me namorando, abraçando, chupando meus seios e meu corpo. Não tive noção de tempo, mas não foi breve. Senti muito tesão e quando dei por mim meu corpo passou a se estremecer de uma forma que não conhecia. Gozei sem notar seu anúncio, foi profundo, como se estivesse sugando minha alma, mas foi uma delícia. Nunca tinha me sentido assim, foi quando me dei conta que Wanderson metia forte, berrando abafado e senti seu pinto me dilatar mais um pouquinho para despejar porra dentro de mim.
Ao tirar seu pau, me virei para chupar, queria sentir o gostinho de sua porra e não me decepcionei. Exausto, ele pediu desculpas por aquilo e eu apenas sorri. Fui ao banheiro de dentro e ele ao de fora. Passando alguns instantes, depois de tentar tirar o máximo de porra de dentro de mim, ao retornar vi o pintor do primeiro dia, cordial, profissional e super gentil. Era como se nada do que tinha acontecido realmente rolou.
Ele entregou o serviço no dia seguinte, deixando tudo perfeito. Recebeu seu dinheiro e nem ele e nem eu tocamos mais no assunto. Minha curiosidade tinha sido sanada e acredito que a dele também. Quem sabe não precise de mais serviços no futuro?
PS - O conto acima é fictício viu, mas oriundo de um desejo que uma das pessoas aqui no site acabou me fazendo sem querer e espero que ele tenha gostado também. Nem meu corninho virtual ficou sabendo desse "chifre". Mas corno é assim mesmo, é o último a saber, hahaha
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (0)