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Daniel, a mulherzinha do seu pai e irmão : femboy

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Fabio M.

Daniel vira Dani. Agora é oficialmente a puta da casa, tendo q satisfazer seus machos em qualquer lugar.

Daniel, aos 17 anos virou a mulherzinha de seu pai, Sebastião e de seu irmão, Jorge.
Eles estavam criando agora uma menina, depilado, cabelo comprido. Delicado.
O pai e Jorge o chamaram e sentaram Daniel na sala. Ele ainda estava com o corpo dolorido das últimas fodas.
O pai falou primeiro, a voz grave:
— As coisas vão mudar nessa casa. Você não vai mais sair por aí como antes. Vai ficar aqui, cuidando da gente. Cabelo longo, corpo lisinho… tá virando a menina da casa, entendeu?
Daniel baixou os olhos, sentindo vergonha e um calor estranho no peito.
— Sim, pai…
Jorge estava encostado na parede, olhando ele de cima. Não disse nada carinhoso. Só deu um sorrisinho de canto e falou baixo:
— Vai ser bom pra você.
No dia seguinte os três foram ao shopping. Daniel andava atrás dos dois, quieto. Na loja de lingerie o pai escolhia peças bem safadas e jogava nas mãos dele:
— Experimenta isso. Quero ver.
Jorge pegava outros conjuntos e entregava sem falar muito, mas quando o pai virou de costas para pegar outra peça, ele se aproximou por trás e cochichou no ouvido de Daniel, voz rouca:
— Quando a gente chegar em casa eu vou arrombar essa sua bundinha até você chorar, Daniel. Vou te foder bem mais bruto que o pai.
Daniel sentiu a cuceta apertar só de ouvir.
No provador grande do fundo, o pai empurrou ele para dentro e Jorge ficou do lado de fora, segurando a cortina.
Assim que fecharam a cortina, o pai agarrou Daniel pela nuca e empurrou a cabeça dele para baixo. Tirou o pau grosso e enfiou direto na boca.
— Chupa, garoto.
Daniel engasgou forte quando a rola invadiu sua garganta. O pai segurou sua cabeça com as duas mãos e meteu fundo, fodendo seu rosto sem dó, fazendo baba escorrer pelo queixo e lágrimas descerem.
Depois virou ele de costas, inclinou contra o espelho e cuspiu na rola babada. Empurrou tudo de uma vez na cuceta ainda inchada.
— Aaaahhh!! — Daniel gemeu alto de dor.
O pai agarrou a cueca que ele estava usando e enfiou na boca dele.
— Morde isso e fica quieto, ninguém pode ouvir você dando o rabo.
Ele começou a socar com força bruta, arrombando a cuceta apertada. Cada estocada fazia o corpo magro de Daniel bater contra o espelho. A rola grossa entrava e saía quase toda, rasgando ele por dentro.
Jorge abriu discretamente a cortina e observou. Quando o pai estava concentrado metendo, ele se inclinou um pouco e cochichou baixo, só para Daniel ouvir:
— Tá gostando de levar rola do pai, né? Quando for minha vez vou te arrombar bem pior… vou te deixar andando torto por dias.
Daniel soluçava abafado na cueca, mordendo o tecido com força para não gritar enquanto o pai metia cada vez mais fundo e mais rápido. O som molhado de pele contra pele enchia o provador.
O pai grunhiu, apertou a cintura dele com força e gozou pesado dentro do cu, enchendo ele de porra quente. Quando puxou o pau, um rio grosso escorreu pelas coxas lisas de Daniel.
O pai se arrumou e saiu do provador. Jorge entrou em seguida, fechou a cortina e agarrou Daniel pelos cabelos com força, puxando a cabeça dele para trás.
— Olha o estado que você tá… todo arrombado e vazando porra do pai — cochichou bruto no ouvido dele. — Quando a gente chegar em casa vou te foder tão forte que você vai implorar pra parar.
Ele enfiou dois dedos grossos na cuceta dolorida de Daniel, mexendo a porra do pai para dentro e para fora, fazendo ele gemer baixinho. Depois ajudou ele se vestir, apertando a cueca babada, enfiando bem no meio do cu inchado.
Daniel, pernas tremendo, só conseguiu responder com a voz rouca:
— …sim, Jorge.
Eles saíram da loja com as sacolas. Daniel andava devagar entre os dois, sentindo a porra do pai escorrendo pela perna enquanto Jorge, ao lado, mantinha o olhar faminto nele.
Chegaram em casa no final da tarde. Assim que fecharam a porta, o pai jogou as sacolas no sofá e olhou para Daniel.
— Vai lá, tira essa roupa velha e coloca as coisas novas que a gente comprou. Quero ver como fica em você… Dani.
Jorge, ao lado, deu um sorrisinho e repetiu, já mais solto agora que estavam em casa:
— Isso, Dani. Coloca logo. Mostra pra gente como tá virando a mulher da casa.
Daniel ficou envergonhado, mas obedeceu. Foi pro quarto e vestiu o conjunto vermelho de lingerie que haviam comprado: calcinha fio-dental que não cobria nada, sutiã rendado, meias 7/8. Quando saiu, o cabelo solto caindo nos ombros, o pai e Jorge estavam sentados no sofá olhando.
— Porra… olha só pra isso — murmurou o pai, satisfeito. — Tá parecendo mesmo uma menininha.
Jorge não disse nada, só passou os olhos devagar pelo corpo dele, já com o pau marcando a calça.
Depois de um tempo, Dani falou baixinho:
— Vou tomar banho…
O pai riu, recostando na poltrona.
— Vai sim. E leva o Jorge junto. Pra economizar água.
Jorge já estava de pé, tirando a camisa.
— Boa ideia, pai.
O pai deu uma risada rouca, sabendo exatamente o que ia acontecer.
No banheiro, Jorge trancou a porta e ligou o chuveiro. A água quente começou a cair enquanto ele empurrava Dani contra a parede azulejada.
— Finalmente sozinho, Dani… — rosnou ele, pelado e de pau duro. O membro grosso já latejando, escorrendo baba.
Ele agarrou Dani pela cintura, virou ele de costas e passou condicionador de cabelo na mão, esfregou na rola e enfiou tudo de uma vez, sem aviso.
— Aaaahhh!! — Dani gritou, as mãos escorregando na parede molhada.
Jorge não deu tempo de se acostumar. Começou a meter com força bruta, socando fundo, as bolas batendo contra a bunda lisinha. A água caía sobre os dois enquanto ele arrombava o cu ainda cheio da porra do pai.
— Toma, porra… aperta esse cu — grunhia Jorge, segurando o quadril de Dani com força, deixando marcas dos dedos. — Tá sentindo como eu tô te arrombando? Bem mais forte que o velho.
Dani gemia alto, as pernas tremendo. Cada estocada era violenta, profunda, fazendo ele ver estrelas. Jorge metia sem parar, uma mão no cabelo dele puxando a cabeça para trás, a outra apertando o pescoço.
— Isso… geme pra mim, Dani. Deixa eu ouvir essa vozinha de puta.
A foda ficou ainda mais selvagem. Jorge empurrava Dani contra a parede, quase suspendendo ele no ar, metendo como um animal. Dani começou a perder as forças, os olhos revirando, o corpo mole de tanto prazer e dor. Quase desmaiou quando Jorge acelerou ainda mais, socando sem piedade.
— Vou gozar, caralho… — rosnou Jorge.
Enterrou até o fundo e gozou forte, jatos grossos enchendo o cu de Dani. Ficou ali dentro alguns segundos, pulsando.
Mas não saiu.
Ainda com o pau meio duro dentro dele, Jorge riu baixo, rouco, e murmurou no ouvido de Dani:
— Agora vou marcar território…
Dani sentiu um calor diferente. Jorge começou a mijar dentro da cuceta dele, um jato forte e quente enchendo ele por dentro enquanto ainda estava com o pau enterrado.
— Isso… toma minha mijo, Dani. Pra você lembrar bem quem é o dono dessa bundinha.
Dani gemeu fraco, sentindo desespero de ter o cu enchendo de mijo quente, misturando com a porra, transbordando um pouco pela coxa junto com a água do chuveiro. Jorge ria baixinho, segurando ele firme enquanto terminava de mijar tudo dentro.
Quando finalmente puxou o pau, um rio de porra e mijo escorreu pela perna de Dani, que mal conseguia ficar em pé.
Jorge deu um tapa forte na bunda dele e falou:
— Lava bem direitinho. Depois vai fazer a janta pra gente, Dani.
Ele ficou no banho, pensando quando que o pai e o irmão iriam abusar dele juntos, pra ter cu e boca ocupados, e, que sabe, ele aguentaria uma dupla penetração.

Comentários (1)

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  • Luiz: Todo viadinho aguenta pica não importa o tamanho nós fomos feitos para servir nosso machos ainda mais numa situação dessa que só tem ele de viado fiquei curioso melhorou muito o conto quero vê pai e filho arrombarem o viadinho acho que Inda teremos muitas fodas gostosa gostei mais do irmão conendo

    Responder↴ • uid:3v6otnnr6ic