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Capacho, escravo de mijo e zoo 2

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Thiago puta

Continua milha humilhação com zoo, DP, mijo e perversão na chácara.

O sol já estava alto quando eles me arrastaram de volta pro quintal. Meu corpo ainda tremia do banho rápido, o cu latejando aberto e sensível depois de tudo que o Tião e o vibrador tinham feito mais cedo. A nova tanguinha fio-dental preta enterrava o fio fino fundo na carne inchada, roçando dolorosamente a cada passo e me fazendo morder o lábio pra não gemer alto. A barriga continuava pesada, inchada de tanto mijo que eu tinha sido obrigado a engolir antes.
Dessa vez eles não me jogaram direto na cadeira. Roberto apontou pro meio do gramado, onde tinham improvisado uma estrutura com cordas presas em duas árvores baixas e um tronco caído de eucalipto.
— Hoje você vai dar pra gente de verdade, capacho. Sem reclamar, sem choramingar. Se fizer cara feia, a gente chama o Tião de novo e deixa ele te arrombar enquanto a gente assiste.
Eu balancei a cabeça rápido, coração disparado.
Me fizeram ficar de pé no centro. Paulão, o grandão de barba grisalha, segurou meus pulsos e os amarrou com corda fina, esticando meus braços pra cima e prendendo as pontas num galho baixo. Meu corpo ficou suspenso, pés ainda tocando o chão, peito estufado, bunda naturalmente empinada e completamente exposta. A posição deixava tudo vulnerável.
Marcos se aproximou com uma garrafa de cachaça barata. Tomou um gole grande e cuspiu o líquido queimando direto no meu rosto. O álcool ardeu nos olhos e escorreu pela boca aberta.
— Bebe, viadinho.
Ele enfiou o gargalo na minha boca e inclinou. A cachaça desceu quente, me deixando zonzo e com o estômago queimando. Enquanto eu tossia, Paulão abaixou minha tanguinha até os joelhos e enfiou dois dedos grossos no meu cu ainda folgado, abrindo caminho sem piedade.
Roberto foi o primeiro a me foder nessa posição. Ele alinhou o pau grosso e meteu fundo com uma estocada só. Meu corpo balançou pra frente como um pêndulo, braços doendo nos pulsos. Ele segurou meus quadris e começou a socar forte, fazendo minhas pernas tremerem. Cada estocada ecoava no quintal junto com os risos dos outros.
Enquanto Roberto me arrombava, Zé subiu num banquinho e enfiou o pau longo na minha boca, fodendo minha garganta no ritmo oposto. Eu babava grosso, lágrimas misturando com a cachaça que ainda escorria pelo rosto. Meu corpo balançava entre os dois paus, completamente usado.
— Rebola nessa rola, sua cadela magrinha — rosnava Roberto, dando tapas pesados na minha bunda que deixavam a pele vermelha.
Ele gozou fundo, enchendo minhas entranhas de porra quente. Mal saiu, Paulão tomou o lugar, enfiando o pau ainda mais grosso. A sensação de ser aberto de novo fez eu gemer alto, abafado pelo pau na garganta.
Eles revezaram assim por quase vinte minutos. Cada um que terminava no meu cu era substituído imediatamente. Porra escorria pelas minhas coxas, misturando com o suor. Minha barriga, já inchada de mijo, balançava pesadamente a cada estocada.
— Agora vamos fazer DP de verdade nele — anunciou Roberto, desamarrando meus pulsos.
Me jogaram no chão de grama. Paulão se deitou de costas e me puxou pra cima, fazendo eu sentar no colo dele. O pau grosso dele deslizou inteiro no meu cu com um som molhado e obsceno. Eu gemi alto, cabeça jogada pra trás. Antes que eu pudesse respirar, Marcos se ajoelhou entre as pernas de Paulão e começou a forçar o próprio pau ao lado do dele.
Meu buraco esticou violentamente. Dois paus grossos abrindo o mesmo lugar ao mesmo tempo. A dor era lancinante, queimando como fogo. Eu choramingava, corpo tremendo, mas eles não pararam.
— Abre esse cu, porra! Deixa os dois entrarem juntos!
Lentamente o pau de Marcos foi entrando junto. Eu sentia as duas cabeças esfregando uma na outra dentro de mim, abrindo minhas paredes ao limite. Quando os dois estavam inteiros, começaram a meter coordenados — um subia enquanto o outro descia. Meu corpo subia e descia no colo de Paulão, gemendo rouco, baba escorrendo da boca.
Enquanto me fodiam em DP, outro cara se ajoelhou sobre meu peito e enfiou o pau na minha boca.
— Bebe mais, privada.
Ele começou a mijar direto na minha garganta. O jato quente e amargo desceu queimando. Eu engolia desesperado, engasgando, parte do mijo escapando pelos cantos da boca e molhando meu rosto e peito. Quando ele terminou, outro tomou o lugar e mijou também. Dois, depois três caras mijaram na minha boca enquanto os dois paus continuavam socando meu cu sem parar.
A barriga inchava ainda mais, pesada, fazendo barulhos estranhos a cada estocada dupla. Porra escorria pelos lados do meu cu esticado, misturando com o mijo que estava banhado.
Depois que os dois gozaram quase ao mesmo tempo dentro de mim, enchendo minhas tripas de porra fresca, eles me tiraram do colo de Paulão. Meu cu ficou escancarado, uma cratera vermelha pulsando, vazando um rio grosso de porra que escorria até a grama.
Não me deram descanso. Me viraram de barriga pra cima na grama, pernas erguidas e abertas. Outro par fez DP na mesma posição: um deitado embaixo, outro por cima de mim. O pau de baixo batia fundo no intestino, o de cima abria a entrada com força bruta. Eu sentia os dois paus se esfregando lá dentro, pressionando pontos diferentes, me deixando louco de dor e prazer.
Enquanto me fodiam assim, Roberto se agachou ao lado da minha cabeça e segurou meu queixo.
— Mais mijo, cadela. Abre bem.
Ele mijou direto na minha boca aberta, forte e quente. Eu engolia tudo que conseguia, tossindo, lágrimas escorrendo. Outro cara fez o mesmo logo em seguida. Minha barriga estava tão cheia que doía quando eu respirava, o líquido balançando dentro de mim a cada estocada.
Quando o DP terminou, com mais dois caras gozando fundo, eles me colocaram de lado na grama. Uma perna foi erguida e segurada por dois deles, deixando meu cu completamente acessível.
— Agora o fisting que você merece.
Roberto se ajoelhou atrás de mim. Começou com quatro dedos, girando e abrindo meu buraco já destruído. Cuspiu bastante e enfiou a mão inteira devagar, até o pulso desaparecer dentro de mim. A sensação era intensa — quente, invasiva, abrindo tudo por dentro.
— Porra… ainda tá molhado e quente lá dentro.
Ele começou a foder com o punho, movimentos longos e profundos. Eu gemia alto, corpo se contorcendo na grama. Cada vez que ele tirava a mão, meu cu ficava escancarado, vermelho-vivo, incapaz de fechar. Ele enfiava de novo, agora mais fundo, quase até o antebraço, girando a mão e abrindo os dedos pra esticar minhas entranhas ao máximo.
Enquanto Roberto me fistava sem pressa, Zé se ajoelhou na minha frente e enfiou o pau na minha boca, fodendo minha garganta no mesmo ritmo da mão no cu. Eu estava sendo destruído pelos dois buracos ao mesmo tempo, gemendo abafado, lágrimas escorrendo.
Roberto acelerou, socando o punho com mais força. A dor misturava com um prazer doentio que me fazia tremer inteiro. Meu pauzinho duro vazava pré-gozo na grama sem ninguém tocar nele.
Depois de longos minutos, ele tirou a mão com um som molhado e alto. Meu cu ficou aberto como um túnel, latejando, vazando tudo que tinham enfiado o dia inteiro — porra, mijo, cachaça.
Os caras riram e aplaudiram.
— Olha o tamanho desse rabo… amanhã ele não vai conseguir nem andar direito.
Me deixaram deitado de lado na grama, ofegante, corpo marcado de tapas e arranhões, barriga inchada balançando a cada respiração. Porra escorria constante do cu destruído, o gosto forte de mijo ainda impregnado na boca.
Roberto se agachou ao meu lado e passou a mão no meu cabelo suado, quase carinhoso.
— Descansa uns minutinhos, capacho. Vamos comer um churrasco agora. O Tião te fará companhia.
Trouxeram o cachorro grande, peludo, com o pau vermelho já meio saindo da bainha. Ordenaram que eu ficasse de quatro na grama, bem na frente dele.
— Punheta e mama o Tião enquanto a gente come, viado. E faz direito. Se ele não ficar satisfeito, você vira a sobremesa dele de novo.
De medo de represálias, eu me aproximei tremendo. Pus as mãos no pau quente do cão. Assim que a cabeça vermelha e babada saiu completamente, eu enfiei na boca sem hesitar. O gosto forte, animal, salgado e almiscarado invadiu minha língua. Eu comecei a chupar devagar no começo, depois mais fundo, enquanto minha mão direita punhetava a base grossa e o nó que já começava a inchar.
O Tião gemia baixo, gutural, as patas se mexendo inquietas. Eu mamava com vontade, língua girando na cabeça pontuda, engolindo o pré-gozo viscoso que escorria sem parar. Um dos caras jogou um pedaço de carne na grama ao meu lado.
— Come também, cadela. Não para de mamar ele.
Tentei pegar a carne, mas o cachorro foi mais rápido.
Enquanto ele mastigava a eu chupava seu pau com gosto de porra canina, ele começou a dar estocadas curtas, fodendo minha garganta por conta própria. Eu engasgava, baba escorrendo pelo queixo, mas não ousava tirar. Os homens comiam e bebiam em volta, rindo e comentando:
— Olha como o viadinho mama bem o cachorro… parece que nasceu pra isso.
Quando o churrasco terminou, meu rosto estava todo melado de baba e pré-gozo canino. O pau do Tião estava completamente duro, o nó inchado, vermelho vivo.
Roberto limpou a boca e sorriu sádico.
— Agora sim. Vamos continuar. Talvez mais dois DPs seguidos… e depois o Tião volta pra dar uma segunda rodada enquanto você mama outro pau.
Eles me colocaram de quatro novamente. Dessa vez não perderam tempo. Dois caras me fizeram sentar no colo de um enquanto o outro entrava por trás — outro DP brutal, os dois paus grossos esticando meu cu já destruído ao limite. Eu berrava de dor e prazer, corpo suado balançando entre eles.
Enquanto me fodiam sem piedade, outro cara enfiou o pau na minha boca. E, como prometido, o Tião foi trazido de novo. Eles posicionaram o cachorro ao meu lado e me obrigaram a continuar mamando ele enquanto levava o DP.
Eu estava completamente quebrado: dois paus humanos no cu e o pau quente e latejante do Tião Na boca ao mesmo tempo. Meu corpo tremia sem controle, cu ardendo, barriga inchada de mijo e porra, mente perdida entre humilhação e tesão doentio.
Eles gozaram um depois do outro, enchendo tudo. Quando finalmente me largaram, eu caí de lado na grama, cu escancarado, vazando sem parar, boca cheia do gosto misturado de porra humana, canina e mijo.
Roberto se aproximou e passou a mão no meu cabelo mais uma vez.
— Bom garoto. O dia ainda não acabou, capacho.
Eu fechei os olhos, corpo latejando inteiro, mente girando entre exaustão profunda e um tesão insano que não passava.
No fundo eu sabia que ia aguentar tudo de novo.
Porque era exatamente isso que eu tinha vindo buscar naquela chácara isolada.
Ser usado sem limite.
Ser o capacho completo deles pelo resto do dia… e quem sabe, se eu fosse bonzinho, por muito mais tempo.

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