Escravo Familiar: Capítulo 24: O Playground dos Gêmeos
— Bom dia, filhote! Já vou direto ao assunto. Hoje você tem dois machos para satisfazer. Combinei com os seus primos Diego e Diogo; eles querem usufruir de você hoje juntos. Você vai passar o dia com eles; provavelmente você só volta à noite para casa. Tudo certo?
— Uááááá! Tranquilo, papai. A que horas eu tenho que estar pronto? Perguntei, bocejando e espreguiçando-me na cama.
— De preferência agora. Levante-se, quero você todo produzido para os dois. O dia está lindo, ensolarado e quente, então levante-se; não quero atrasar o compromisso. Papai me disse, dando-me um tapa no meu rabo branquelo e pelado.
Nossa, esses meus dois primos são bem gostosinhos, eles têm um corpo legal, não são malhados, eles têm peitos e costas largos, os braços têm os músculos razoavelmente definidos, nada exagerado, por conta do serviço braçal. Eles são morenos, baianos, têm uma vibe bruta, mas são extremamente carinhosos.
Levantei-me da cama pelado, já que eu e papai só dormimos nus, e encaminhei-me para o banheiro.
Fiz minhas necessidades fisiológicas, escovei meus dentes e tomei um bom banho, renovando minhas energias.
A noite de sono com papai foi muito boa. Não tive sonhos, mas o sono profundo foi leve. Por mais que a pegada da minha vida atual fosse um pouco puxada, eu realmente amava estar com um ou vários homens da minha família. Nada era tão prazeroso para mim do que olhar para o macho que eu estava dando prazer e poder ver no seu rosto o êxtase de prazer deles quando eles gozavam dentro de mim. A cara de macho dominante é o que mais amo ver, e é o que realmente vale a pena em ser o escravo sexual familiar.
Quando saí do banheiro, papai estava pronto para sairmos.
— Anda logo, putinha, quero ser elogiado hoje por chegar antes do horário. Não enrola, não. Ah, e usa essa roupa aqui! Papai disse-me e pegou uma sacolinha rosa-claro de uma loja de roupas femininas e entregou-me.
Dentro tinha uma lingerie linda. Ela era vermelha, era um conjunto de couro. Vinha uma coleira com um pingente de coração, um harness cheio de fivelas douradas, uma linda jockstrap com ganchos que os interligam e cinta-liga que delineava as minhas coxas grossas.
— Nossa, que presente lindo. Eu comentei com papai, com meus olhos brilhando.
Enfiei-me dentro do presente que meus primos mandaram. Papai virou-se de costas para mim, indo para o closet do quarto.
Quando retornou, veio até mim com uma roupa nova. Era um vestido rosa-bebê, rodado e acinturado; tinha um cintinho fino na altura da minha cintura, ele era de alcinha e o tecido de algodão macio.
Coloquei toda a roupa e, nos pés, uma sapatilha de bailarina sem salto. Olhei-me no espelho, admirando o resultado.
Nossa, eu estava uma princesa. Minha cabeça raspada brilhava forte, a roupa trazia um ar doce e bobo. Animado, bati palmas e papai, olhando, disse-me:
— Uau, filhote, quero dizer, filhota, você está um arraso, meu amor. Mas ande logo, vamos, estamos atrasados.
— Tá bom, papai, vamos logo.
Saímos do quarto rapidamente e descemos as escadas, indo para a garagem.
Papai entrou dentro do carro, ligando-o e retirando-o da garagem. Fechei o portão da garagem e dirigi-me ao carro, sentando-me ao seu lado no banco do carona.
Papai, sorrindo para mim, engatou a primeira marcha e saiu com o carro em disparada, fazendo eu ser jogado de encontro ao banco.
...
Quando papai estacionou o carro, pulei fora rapidamente. Papai desceu do carro e pegou na minha mão. Sentia-me uma adolescente quando o pai vai levar na casa do namorado naquela hora.
Fomos até a porta e tocamos a campainha.
DING DONG!!
Alguns minutos depois, a porta se abriu e fomos recebidos por um dos gêmeos, o Diego.
Sou suspeito em falar, mas meus primos são gostosos. Eles são gêmeos bivitelinos, ou seja, foram gerados no mesmo período por espermatozoides distintos. O que me recebeu é o que eu mais me identifico, por assim dizer. Ele é alto, por volta dos 1,80 de altura, moreno, de olhos escuros, cabelo cortado estilo social, possui um cavanhaque ralo e desenhado, seu corpo é extremamente gostoso. Ele não é musculoso, mas sim definido, com ombros e peito largos e com poucos pelos ambos são baianos, com um sotaque forte , suas idades , 33 anos.
Meu primo Diogo nos recebeu seminu da cintura para cima; estava com uma calça de malha fria solta, cinza, caída nos quadris, deixando à mostra a marca profunda das entradas da virilha, e estava descalço.
— Bom dia, tio! Como vai o senhor? Ele se dirigiu ao meu pai com a voz grave e um pouco sonolenta.
— Bem, querido sobrinho! Meu pai respondeu.
— Que ótimo! E você, meu priminho? Na verdade, priminha, que roupa linda essa sua!
— Muito bem, obrigado! Papai disse que foram você e seu irmão que compraram para mim!
— Ah, então foi essa roupa que o Diogo mandou! Nós estávamos em dúvida de qual mandar! Entrem, não fiquem aí parados. Ele nos disse, dando espaço para entrarmos.
...
— Bom, tio, peço desculpas, mas vocês podem esperar um minuto? Vou me trocar e chamar meu irmão para descer, tudo bem?
— Claro, sobrinho, sem problemas.
Meu primo subiu correndo as escadas que davam para o segundo andar, indo em direção ao seu quarto e de seu irmão.
— Parece que sua tia Julia não está em casa. Disse meu pai para mim, sentando-se no sofá.
...
Alguns minutos depois, ambos desceram vestidos; estavam gatíssimos. Ambos com uma calça de moletom branca que deixava as entradas da virilha à mostra e que marcava bastante os paus soltos sem cueca, uma camiseta de manga curta de cores distintas, Diego com uma vermelha e Diogo com uma azul escura, os cabelos curtos e escuros estavam alinhados e brilhosos, ambos estavam usando um chinelo preto que realçava bem os formatos lindos dos pés.
— E então, tio, vai liberar a putinha para nós hoje? perguntou o Diogo, vindo sentar-se conosco no sofá, enquanto Diego manteve-se em pé próximo a meu pai.
— Claro, mas preciso da garantia de que vocês irão cuidar bem dela e a me devolverão em segurança.
— Sim, senhor, prometemos. Disseram em uníssono.
— Certo, vocês podem usá-lo como vocês quiserem. Se o viadinho der trabalho, deem uma lição nele, porém com parcimônia, ok?
— Ok.
— Ótimo! Querido papai vai deixar você com seus primos e volto mais tarde para te buscar. Obedeça a eles, nada de ficar se recusando; lembre-se de que você está aqui para satisfazê-los. Disse-me papai.
— Tudo bem, papai! Te amo!
— Também te amo, até mais tarde! Meninos, preciso ir; cuidem bem do meu tesouro.
— Tudo bem, tio! Até mais tarde.
— Até!
Papai saiu da casa da minha tia, batendo a porta atrás de si.
— Bora lá, putinha, estamos com o saco pesado de porra para você esvaziar. Disse-me Diogo, pegando-me no colo , e encaminhamo-nos para o quarto de um deles, com Diego nos seguindo.
...
Quando entramos, fui atirado na imensa cama de casal, caindo todo aberto, com a saia do meu vestido subindo até meu peito.
Observei à minha volta; o quarto tinha uma decoração hardcore. Na parede, pude encontrar brinquedos sexuais como plugs anais, dildos, açoites, varas, grampos para mamilos e algemas.
Na parede entre as camas tinha um imenso X grudado; junto havia cordas para amarrar pessoas. Ao lado, um banco com plugs anais fixados em ordem crescente, e na ponta posterior à que estávamos , tinha uma rede de couro para práticas sexuais suspensa e pregada por ganchos no teto.
— O que achou do quarto, putinha? perguntou Diogo, que era mais atrevido.
— Uau , isso parece avassalador.
Na parede tinha uma placa de LED escrita: PLAYGROUND DOS GÊMEOS.
— Desculpa a pergunta, não é da minha conta, mas vocês trazem muita gente para foder aqui?
— Com uma certa frequência. Disse-me Diogo: — Por quê?
— Pela configuração do quarto e pela decoração, se é assim que posso chamar. Respondi.
— Você está com medo? Ele perguntou - me.
— Não , só extremamente excitado.
— Isso é ótimo, primo, mas já chega de conversa , vamos logo ao que interessa , porque estamos subindo pelas paredes.
Os dois me atacaram de uma vez. Diego veio para minha boca, beijando-me de língua, enquanto Diogo retirava minha jock com a cinta-liga e já começava a chupar meu pau flácido, que aos poucos endurecia.
Me arreganhei todo para eles poderem fazer o que quiserem com meu corpo. Enquanto Diego me beijava e Diogo me chupava, eu me deliciava com a visão de ambos tirando suas roupas. Eu observava tudo , admirando aqueles deliciosos corpos definidos e fartos se despirem na minha frente, me deixando doido.
Quando ambos já estavam nus, pude ver e salivar seus paus circuncidados, que já estavam duros feito rochas, e já saía uma babinha rala de pré-gozo das cabeças rosadas. Sentia o cheiro delicioso de pica de macho que eu amo, que estava exalando no quarto. Eles seguraram suas cuecas suadas com uma das mãos e, juntos, esfregaram-nas na minha cara.
Aspirei fundo o odor daquelas deliciosas cuecas boxers, sentindo o cheiro forte dos meus machos. Fssssssssssssss
Eu as tomei das mãos deles, controlando as cheiradas. Enquanto isso, ambos começaram a usufruir do meu corpo.
Diego beijava meu pescoço, apertando suavemente meus peitos; depois, com a boca, chupou e mordiscou meus mamilos, rodou a língua nos mamilos e sugou forte, degustando cada movimento que fazia.
Já Diogo era mais ousado; sentia ele brincar com meu cacetinho, retirando-o pela lateral da perna da jock sem retirá-la por completo. Ele fazia movimentos de vai e vem, me masturbando, enquanto sua boca molhada dava beijos no meu cuzinho rosado. Sua língua passeava pela entrada do meu cu, lambendo e tentando invadi-lo. Eu me contorcia de prazer ali embaixo dos dois, gemendo baixo, só aproveitando. Ainda brincando com a língua, Diogo subiu lambendo a costura do meu cu , em direção ao meu saco, sugou minhas bolinhas duras com força, tirando-me um gemido: "Aah!". Depois continuou a subir, lambendo o meu cacete até a glande rosada , e caiu de boca, chupando gostoso toda a extensão do meu pau duro.
GLUB, GLUB, GLUB, GLUB, GLUB, GLUB, GLUB.
Logo Diego se levantou, saindo dos meus mamilos, pegou no seu belo pau de 18 centímetros, grosso, e direcionou-o para meus lábios. Abri minha boca, afastando e protegendo meus dentes com os lábios para não arranhar aquela delícia, e logo ele começou a invadir minha boca, segurando firme no topo da minha careca.
— Huuuuuuuuuum, boquinha quentinha da porra! Ele disse, penetrando seu cacete duro até ele chegar na minha garganta.
— Assim vou gozar rápido! Ahhhhhhhh! Ele disse, aumentando gradativamente os movimentos das estocadas.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
Seu saco batia forte em meu queixo e meu nariz roçava deliciosamente nos seus pelos pubianos aparados.
— Huuuummmmm! Eu gemia com seu cacete na boca enquanto Diego me chupava forte.
Em seguida, Diego segurou firme na minha cabeça, imobilizando-a, e começou a foder com força e rapidez até a minha garganta, fazendo-me engasgar inúmeras vezes.
— GLUB, glub, glub, glub; COFF, COFF, COFF, COFF, COFF, COFF; GLUB, glub, glub, glub, glub, glub.
O saco dele batia forte e ritmado no meu queixo, eu olhava com a carinha de pidão para ele, e segurava firmemente nas suas deliciosas nádegas morenas e durinhas, apertando-as levemente e alisando a pele macia do seu rabo.
Alguns minutos depois, antes de gozarmos, mudamos de posição. Os dois ficaram lado a lado, com os cacetes bem duros. Eu agachei-me aos seus pés e apoiei-me nas grossas e definidas coxas para manter o equilíbrio. Ambos seguravam delicadamente atrás da minha cabeça e pediram-me:
— Abre a boca, putinho!
Abri minha boca, deixando-a com um vão pequeno. Os dois posicionaram seus paus duros nos meus lábios e começaram a forçar a entrada.
— Aaah Eles gemiam grossos, adentrando juntos minha boca quente e molhada, fazendo-me engolir metade das picas.
Quando minha boca esticou o máximo que deu , eles começaram a foder juntos ritmadamente , fazendo eu me engasgar com o ar que entrava, misturando-se com saliva.
— Ah! COFF, COFF, Glub, Glub, Glub.
— Huuuummmmm, eles gemiam grosso, friccionando os paus um no outro dentro da minha boca.
Eu me sentia no paraíso ali no chão do quarto, vestido que nem uma bonequinha , enquanto dois marmanjos gostosos fodiam junto à minha boca.
Alguns minutos depois, eles retiraram as picas ainda duras e extremamente babadas, e ergueram-me, deixando-me novamente de pé. Ambos se aproximaram da minha boca e me beijaram fartamente , duelando com as línguas dentro da minha boca. Eu os agarrei pela cintura, fazendo com que nossos membros duros se roçassem e começasse um frottage delicioso e babado.
Nossas picas se degladiavam, soltando um pré-gozo pegajoso; o ar do quarto cheirava a sexo, suor e a pau suado de macho.
Uns minutinhos depois, nós nos separamos. Diego pegou na minha mão e me levou para o imenso X na parede, prendeu meus pulsos e meus tornozelos com as fivelas de couro do X, me imobilizando. Pegou meu cacete pelo buraco do X, que ficava na altura do meu quadril, deixando-o pendurado para fora.
Em seguida, foi junto com seu irmão até um armário grande preto que tinha no quarto, e de lá retiraram dois açoites com tiras de veludo pretas.
— Você sente prazer em ser surrado, putinha? Disse Diogo.
— Depende da intensidade, mas estou aqui para dar prazer a vocês. Não se trata de mim , mas sim de vocês.
— Ótimo, então se prepare. Faz tempo que eu e meu irmão não estouramos um rabo juntos.
Ele disse isso e passou a desferir alguns golpes fracos na minha bunda e costas.
PLAFT! ... PLAFT... PLAFT...
As chibatadas eram gostosas, firmes, mas não me machucavam; fiquei até mesmo com o pau bem duro conforme eles desferiam os golpes.
PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT
— Olha só, Diego, essa cachorra gosta de apanhar! Disse Diogo, e intensificaram os golpes.
PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT
Minutos depois, jogaram os açoites para o lado e Diego veio até minha bunda. Ele segurou firmemente na minha nádega esquerda, abrindo-a e expondo meu cuzinho rosado. Com a outra mão, ele segurou firme no seu cacete duro e reto e deu uma pincelada no meu cuzinho, tirando-me um suspiro.
— Aaah!
Cuspiu na ponta de dois dedos, PUFT!, e passou no meu cuzinho, primeiro esfregando na entrada e, logo depois, introduzindo um , dois dedos com a saliva, me alargando.
Seus dedos grossos e calejados pelo serviço bruto que realizava causavam em mim um certo arrepio. Ele tocava minha próstata com os dedos, os rodava dentro do meu cuzinho, fazia movimentos de vai e vem lentos, fazendo-me tremer e suplicar:
— Isso, assim!
— Você gosta disso? Ele perguntou-me.
— Sim! Respondi suplicando.
— Então você vai gostar ainda mais quando eu substituir meus dedos por meu pau. Ele disse-me, apertando seu corpo no meu , beijando-me o pescoço e os ombros.
Em seguida, acelerou os movimentos dos dedos.
— Aaaah! Aaaah! Aaaaah!
Ele retirou com tudo os dedos do meu cu e me deu para chupar, fazendo-me sentir o gosto do meu próprio cu nos seus dedos.
Depois, segurou na base do seu cacete duro feito rocha e, apontando a cabeça arroxeada no meu cu, começou a entrar.
— Aaaaaaaaaaaah! Gemi alto, empinando meu rabo para expor ao máximo o meu cuzinho enquanto ele introduzia fortemente seu membro duro em mim.
Quando ele se alojou até as bolas, eu comecei a rebolar.
— Isso rebola pro primo! Ele disse-me e passou a socar gostoso no meu cu.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
Enquanto Diego fodia gostoso meu cu, Diogo veio para minha frente e se ajoelhou, pegou com a mão meu cacete duro e começou a me masturbar, expondo e cobrindo várias vezes a cabeça da minha pica, aproximou sua boca da minha pica e a engoliu por inteiro, tirando-me um grito de prazer.
— Aaaaaaah!
Enquanto isso, no meu cu bombando, seu irmão rosnou no meu ouvido, dizendo:
— Vou gozar, cadelinha, aaah! Toma leite no cuzinho, aaaaaaaaaaaah! PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF!
Ele gozou fartamente dentro do meu cu, levando-me junto nesse orgasmo.
— Aaaaa--ah! Meus gemidos falhavam de tão fortes, gozando forte dentro da boca do seu irmão.
PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF!
...
Ofegando, ele saiu de dentro de mim e me desamarrou do imenso X, fazendo-me cair no chão.
TUM!
Ele se sentou exausto em uma cadeira ali próximo.
Em seguida, fui erguido e levado a um divã preto de couro por seu irmão Diogo. Fui colocado de bruços em cima do divã negro, com o cu bem empinado.
O Diogo foi ao armário e pegou um frasco rosa que parecia um óleo , e, retirando a tampa, derramou uma porção do óleo em cima da minha lombar. Em seguida, tampou o frasco e, com as mãos, espalhou o óleo por todo o meu corpo.
Esse óleo esquentava conforme ele massageava, fazendo-me gemer de dor.
— Aiiaii! Tá doendo, primo.
— Calma, querido, vai passar! Ele me disse, continuando a espalhar o óleo.
Depois derramou uma porção do óleo dentro do meu cu ardido, fazendo-me chorar baixinho. Logo preparou seu cacete duro na entrada do meu cu e socou forte.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
— Huuuummmm! Ele gemia, socando gostoso no meu rabo ardido.
— aaah isso queima, pare! Implorei.
— Nada disso, você tem que aguentar até eu gozar.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
Seu saco pesado batia no meu retraído; aquele óleo estava um caos, não via a hora de tirar aquilo do corpo.
Ele rebolava gostoso, gemendo, fodendo forte minhas entranhas. Eu chorava baixinho, até que ele explodiu em um gozo que, ao entrar no meu cu, gritei:
— Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah, tiraaaaaaaaa!
Ele saiu de cima de mim e eu corri para o chuveiro desesperado.
Entrei debaixo do chuveiro e, com a mangueira do chuveirinho, enfiei água em abundância no meu cuzinho que ardia feito brasa.
Quando aliviou o efeito do óleo , desliguei o chuveiro e me sequei com uma toalha que estava pendurada no vidro do box.
...
Saí do banheiro e encontrei os dois pelados na cama.
— Tudo certo, princesa? perguntou-me o Diego.
— Agora que lavei , sim!
— Ótimo, venha, queremos finalizar com chave de ouro nosso dia.
Fui em direção à cama, onde os dois estavam.
O Diego me agarrou, ajoelhando-se por trás, beijando meu pescoço e roçando seu pau duro na minha bunda. À minha frente, o Diogo segurou firme com uma mão meu maxilar e me beijou intensamente.
— Queremos te penetrar junto , você aguenta? Disse Diogo, no pé do meu ouvido, me beijando.
— Tudo bem! Eu disse.
Os dois mudaram de posição. O Diego deitou-se na cama todo arreganhado, chamando-me para sentar no seu cacete duro.
Sentei-me, suspirando com o ardor, rebolando e deitando a cabeça no seu peito. Diogo veio logo em seguida, passou um lubrificante no seu cacete e deslizou seu pau junto ao do seu irmão dentro do meu cu ardido.
— Aaah! Gemi.
— Xiiii, calma, vamos fazer amor agora. O Diogo me disse no ouvido.
Com ele terminando de se introduzir no meu rabo, ambos começaram a se movimentar.
POC POC POC POC POC POC POC POC POC POC POC POC POC POC POC POC POC POC POC POC POC
O ritmo cadenciado me fez desfalecer em cima do Diego e assim apaguei com o cansaço.
...
Um tempo depois acordei. Estava deitado de bruços, pelado na cama; meus primos não se encontravam no quarto.
Levantei-me e fui para o banheiro.
Nossa, que dor. Arrastei-me até o banheiro e sentei-me com calma na privada. Liberei tudo que ainda restava dentro do meu cu. A porra deles , fezes e um pouco de sangue. Fiz xixi e levantei.
No gancho do banheiro, encontrei uma toalha limpa e aproveitei para tomar um banho.
...
Quando saí do chuveiro, arrumei-me novamente com o vestido e a jockstrap que estavam jogados no chão do quarto, coloquei a sapatilha de ballet e saí do quarto.
Desci as escadas em direção ao andar de baixo e os encontrei na cozinha.
— Como você está, princesa? perguntou-me Diego.
— Doloridíssimo.
— Vem cá no colo do primo. Ele me disse, dando um tapinha na sua coxa.
Aproximei-me e sentei com cuidado.
— Antes de seu pai vir te buscar , queremos só nos satisfazer rapidinho , mas não se preocupe, vai ser rápido dessa vez.
— Ai, meu Deus , tá bom , mas não sejam brutos, eu não aguento uma foda bruta mais.
— Tudo bem , meu anjo.
Diego me beijou de língua , me juntou aos seus braços e nos encaminhou para a sala, seguidos por Diogo.
Na sala, fui despido , eles se despiram e sentaram no sofá. Me colocaram de bruços, tomando os dois colos. Em seguida, começaram a me alisar e, sem nem perceber de onde tiraram , surgiu um par de algemas de pelúcia na mão do Diego. Ele as prendeu, imobilizando minhas mãos.
— Essa é a última parte que prometemos para você, ok? Até porque não temos mais tempo; o tio está vindo te buscar.
— Ok.
Colocaram-me de bruços no sofá e primeiro veio Diego. Ele subiu em cima de mim, penetrando-me lentamente. Senti suas bolas baterem na minha bunda e ele começou a bombar lentamente.
PLOC PLOC PLOC PLOC
Ele subia e descia em ritmos lentos e fortes, preenchendo-me; seu suor escorria na minha pele limpa e cheirosa. Em seguida, ele enfiou a cara no meu pescoço e, aspirando meu cheiro , começou a bombar mais forte e rápido.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC…
Em seguida, gozou, inundando meu cuzinho.
— Aaaaãh! PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
Logo, desabou em cima de mim. Ficou por alguns minutos até que seu pau ficou mole e escorregou para fora do meu cu.
Ele se levantou e veio seu irmão.
Diogo me virou de barriga para cima, abriu minhas pernas e se enfiou no meio delas. Com carinho, pegou no seu pau duro e apontou a cabeça na entrada. Com movimentos sutis , passou a introduzir lentamente o pau no meu cu, gemendo.
— Aãããh!, puta boa da porra! Titio vai ter que trazê-la mais vezes para nós. Ele disse e começou a se movimentar.
PLOC, PLOC, PLOC, PLOC
As estocadas eram calmas , lentas e gostosas , faziam-me gemer de prazer.
— Huuuummmmm.
PLOC PLOC PLOC PLOC
Uns minutos depois, ele me abraçou firme, afundou o pau o máximo que dava e gozou no fundo do meu cu. PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
— Ah, ah, ah! Arfando, saiu de dentro de mim. Pegou-me no colo e fomos para o chuveiro.
Seu irmão veio logo atrás. Entramos os três juntos , tomamos um banho, nos beijando e com algumas mãos bobas aqui e ali.
Depois desligamos o chuveiro e nos secamos. Antes de colocarmos a roupa e voltarmos para a sala, eu me ajoelhei no chão e segurei o pau dos dois.
— Vocês me foderam o dia todo, e não vi nenhum dos dois mijar. Quero o mijo dos dois na minha boca. Eu pedi.
— Que surpresa, você gostar de ser latrina. Então, ok , vamos satisfazer seu desejo.
Os dois seguraram as picas com as mãos, apontaram para minha boca aberta e começaram a despejar o mijo.
Xiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
Eu engolia por goles fartos, tentando não me engasgar.
Quando terminaram de despejar o delicioso mijo salgado, chupei a cabeça das picas e me levantei.
Nós terminamos de nos secar, vestimos as roupas e fomos para a sala de estar.
...
Nós três nos sentamos no sofá , Diego ligou a televisão, e eu fiquei no meio dos dois. Às vezes eles buscavam minha boca, me beijavam e, às vezes, rolava uma mão boba aqui e ali.
...
Por volta das 19:00, papai tocou a campainha.
DING DONG.
Nós levantamos e fomos para a porta.
— Parece que titio chegou! Disse Diego.
Quando meu primo Diego abriu a porta, papai estava à minha espera.
— Como foi o dia de vocês?
— Muito bom , tio! Essa putinha é boa pra caralho. Vamos querer mais vezes.
— Que ótimo , em breve combinamos uma nova foda de novo, tá legal?
— Claro, tio!
— Meninos, não vamos ficar; já é tarde, ok? Precisamos descansar um pouco.
— Claro, tio, entendemos. Tchau, priminha!
— Tchau, seus gostosos , até breve!
— Até breve!
— Tchau, meninos, até mais — papai disse a eles.
— Tchau, tio , até breve! Responderam em uníssono.
Eu e papai entramos no carro e partimos em direção à nossa casa.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (0)