#Zoofilia

Cadelinha da Padaria - Parte 1

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InterMan

Adotei uma cadela vira lata, ela tem sido minha amiga e putinha.

Tudo começou em uma quarta-feira de manhã em uma padaria do bairro da cidade, onde eu moro. Uma cidade de 200 mil habitantes do sul do Brasil, a manhã estava levemente quente, anormal para a época do ano. Saí de casa atrasado para o trabalho e como de costume passei na padaria na rua de baixo para pegar meu café e um lanche para a manhã que já começava com indícios de que aquela semana seria ainda longa apesar de ser uma quarta.

Cheguei na padaria, conversei brevemente com a atendente, já minha conhecida, porque todos os dias comprava e parava ali. Peguei o café e
2 sanduíches, coloquei uma sacola e fui saindo para a rua. E é aqui que tudo começa.

Ela estava na calçada, me olhou com uma carinha tímida e ao mesmo tempo meiga.
Magra provavelmente por estar na rua a alguns dias, porte médio, pelagem caramelo, uma típica viralatinha.
De início, até pelo corre do dia, e daquela semana que estava bem tensa no trabalho, não pensei em putaria, apenas por instinto mesmo, levei a mão na cabeça dela e fiz um carinho, ela foi receptiva, estava certo em pensar nela ser meiga. Olhei para a balconista que havia me atendido segundos antes e ela sorriu e disse:
Nossa nova mascote, apareceu aqui essa semana. Demos comida e ela ficou por aí.

De pronto respondi:
Linda ela! Tem dono?
Não sei dizer, apareceu essa semana e ficou aqui. Mas a dona da padaria já falou que ela não pode ficar. Tem cliente que não gosta.
Rimos e logo me despedi dela com mais um carinho na cabeça e ela ficou me olhando.

A manhã correu normal, no trabalho por um momento me peguei pensando na cachorrinha da padaria, fiquei triste por deixarem ela solta na rua. Tem gente sem coração mesmo.
Já tive uma cadela, quem me acompanha, vai lembrar da minha cadela Liza. Foi minha companheira por mais de 10 anos, mas faleceu depois de problemas de saúde e obesidade. Aquela quarta depois da metade da tarde o tempo começou a fechar e parecia que choveria, aquele estresse rotineiro de qualquer trabalho já me fazia ter vontade de voltar logo para casa.

Por volta das 17h peguei meu carro e fui em direção de casa, não como de costume, passei na rua da padaria para pegar umas coisas que faltava para a janta (creme de leite para fazer Strogonoff), ao chegar ela não estava lá. Entrei e como sempre, puxei assunto com a menina do caixa, moça bonita, jovem, cabelos loiros, sorriso bonito, olhos verdes. Um corpo bem feminino, traços finos, boca com batom vermelho claro. A típica mulher que encanta qualquer homem.
Sempre fui um cara comunicativo, educado, converso bem quando quero. Me considero um cara bonito, tenho 32 anos, 1.78m, pele morena, cabelo preto, barba sempre bem alinhada, cabelo na régua, corpo atlético, faço academia 5X por semana.
Sempre procuro andar vestido de forma que eu me sinta confortável mas também que valorize meu corpo, isso sempre me ajudou a “nunca passar fome” heheheheh

Perguntei da cachorrinha, ela respondeu que não havia aparecido, que estava ali até por volta das 16h e depois sumiu, talvez por causa da chuva que parecia querer chegar a qualquer momento.
Sorri e disse que sim, perguntei se ela tinha algum lugar para ficar, ela respondeu que achava que não. Sempre a via ali na frente e tudo mais.

Como havia pouco movimento na padaria, e já estava um pouco interessado na balconista, logo contei que havia tido uma cachorrinha por mais de 10 anos. E que havia morrido em decorrência de problemas de saúde, porque ela era bastante obesa. Esse tipo de história sempre faz com que eu me aproxime melhor das meninas. Contei que eu era amigo de pessoas que tinham uma ONG de recolher animais e encaminhar para abrigos, principalmente os que estavam em situação de rua. Ela comentou novamente sobre a dona da padaria que não queria a cachorrinha ali.
Conversamos mais um pouco e falei para ela que caso a cachorrinha aparecesse novamente, ela me avisasse pelo WhatsApp, deixei meu número com ela para ela entrar em contato. Isca perfeita para ter mais assunto e quem sabe algo mais.
Fui para casa e não falamos mais naquela noite.

Cheguei em casa, tomei banho, fiz janta e comi. Fui para o quarto. Liguei a TV e fui colocar série para assistir. A imagem daquela cachorrinha não saía da minha cabeça, no fundo, tenho bastante dó dos animais que ficam em situação de rua e realmente sempre busco ajudá-los
Mas aquela cachorrinha me deixou pensativo, era muito linda, típica vira-lata, apesar de desnutrida, parecia ser nova, um banho, remédios, vacina e amor certamente deixariam ela impecável. Nesse momento, minha mente pervertida já relembra todos os momentos e todas as fodas que tive com Liza. Meu pau já estava duro, fazia umas duas semanas que não transava e muito mais tempo (desde que Liza morreu) que não metia na buceta de uma cadela. Quem já comeu sabe, o cara vicia.
Estava a 3 anos sem cadela e a última experiência zoo foi com uma galinha da chácara de um amigo dos meus pais. Mas é história para outro conto.
Naquela noite, meu segurei para não bater uma punheta. Estava bem cansado, apesar do tesão que deu por relembrar as fodas com Liza, apaguei a TV e dormi.

Na quinta-feira, novamente como um de rotina passo na padaria, e ela estava lá. Foi minha felicidade matinal!
Ela veio correndo, língua de fora, olhar brilhando, rabo balançando, toda feliz.
Você é linda garota!
Disse eu ao ver ela. Ela estava molhada da chuva da noite, o que certamente indicava que ela não tinha mesmo uma casa. Estava mesmo na rua.
Entrei na padaria e como sempre peguei café e sanduíche.
Ao sair, fiz mais uns carinhos nela, estava com mais tempo. Analisei o entorno e percebi que dificilmente, ela poderia se abrigar ao redor da padaria, pois a maioria dos lugares ao redor são prédios com comércio no térreo.
Pensei em levar ela para casa, mas eu tinha que ir trabalhar.

Fui para o trabalho e aquela quinta-feira pareceu se arrastar para terminar, vários problemas para resolver. Não via a hora de chegar às 17:00 e poder voltar para casa a tomar um banho e simplesmente esquecer do mundo.
No final da tarde quando estava voltando para casa, o trânsito estava caótico. Pensei na cadelinha. Pensei que eu poderia passar pela rua da padaria e levar ela para casa. Mas eu teria que ver bem onde ela ficaria, afinal, moro em apartamento e não tem muito espaço. Ela parecia ser de porte médio, apesar de jovem, já era adulta, ou seja, não cresceria muito mais.

Fiz um contorno, passei pela rua da padaria e ela estava lá parada em frente à porta, certamente esperando que alguém lhe desse para comer, o que poucos faziam.
Estacionei o carro, liguei o pisca alerta, e entrei na padaria, chamei a menina do balcão e falei que havia conversado com uns amigos de uma ONG, e que caso não houvesse impedimento, iria recolher a cadelinha para um abrigo, perguntei se haveria algum problema e ela prontamente falou que não que seria até bom porque a dona da padaria não a queria mais ali.
Foi o que eu esperava para concretizar meu plano.
Perguntei se ela tinha nome e a moça disse que não sabia, que talvez tivesse, mas que ela não sabia que apenas chamavam de mascote.
De pronto saí e chamei ela para o carro, fiz uns carinhos na cabeça, ofertei uns petisquinhos, e ela bem faceira me acompanhou.

Coloquei ela no assoalho atrás do banco do motorista, ela estava bem suja, principalmente porque havia chovido na noite anterior. Aquele cheiro de cachorro molhado ficou no carro por alguns dias kkkkk.

Eu moro em um prédio de 3 andares. São 2 apartamentos por andar. Meu apartamento fica no terceiro e último piso. Chequei no meu apartamento, ela subiu atrás de mim sem nenhum problema pelas escadas. Parecia já me conheceram tempos. Larguei a minha mochila em cima do sofá, e deixei ela entrar e conhecer a nova casa. Apesar de estar suja ir com o pelo úmido com aquele cheiro de cachorro molhado bem típico. Não me importei e apenas deixei ela reconhecer sua nova morada. Estava bem feliz, pois depois de muito tempo eu tinha novamente uma pet, uma companheira e também, quem sabe, uma nova amante de putinha…

Tirei minha roupa do trabalho, fiquei de cueca, chamei ela e brinquei um pouco, ela era muito dócil, se comportava bem. Parecia que éramos amigos a tempos, o que é bem estranho, pois cachorros de rua normalmente são traumatizados e dificilmente confiam assim logo de cara na gente. Com ela foi bem diferente, foi bastante receptiva aos meus carinhos.
Minha mente já com pensamentos pervertidos. Já fiquei analisando várias maneiras de como fuder ela. Analisei o corpo dela e realmente ela estava bem magra. Talvez por ficar algumas semanas na rua, mas não parecia ser mais do que isso.
Quando era virava de costas, percebia sua buceta, a agora podia visualizar de perto e sem ninguém me vendo. Sua bucetinha é pretinha por fora, sem pêlos, perfeita para brincar bastante com os dedos, a boca e certamente o pau.
Depois de brincarmos um pouco na sala, confesso que meu pau já estava bem duro. Estava com bastante tesão.
Chame ela devagar para o banheiro a fim de lhe dar um banho. Ela me acompanhou, mas travou um pouco na hora de entrar no banheiro. Tive que convencê-la. Banhei ela com água morna e meu Shampoo e Condicionador Dove kkkkk
Tentei secar com o secador de cabelo mas ela não gostou, tive que ficar um tempão com a toalha. Depois tive que jogar fora, porque ficou imunda kkkkk

Depois do banho, fui jantar e por não ter ração, dei um pouco de comida pra ela, e ela comeu super bem. Organizei dois pontinhos para água e comida e ela se agradou. Estava gostando de tudo. E eu mais ainda, pois sabia que agora tinha uma namoradinha pra fuder de novo.

O problema de comer cadela pela primeira vez é que o cara simplesmente vicia. É impossível não querer comer de novo. É impossível não querer sentir o pau dentro daquelas carnes macias, muito mais quentes que mulher e bem mais apertada.
O cara é simplesmente delira quando sente a pica dentro de uma cadela, ela apertando o pau, pulsando forte, no cio procurando o cara para ser fodida. Quando se está com o pau dentro da boceta de uma cadela, depois da primeira experiência, simplesmente o cara sempre vai querer mais mais e mais.
Por mais foda que se tenha, ainda assim será pouco e sempre queremos mais porque é simplesmente muito bom.
Sei que tem gente que acha errado e tudo bem, cada um com suas taras e seu tesão, mas quem curte putaria zoo com cadela, vai entender exatamente o que eu estou dizendo.

Depois do jantar, fiquei na sala e ela depois que também comeu, ficou deitada no tapete. Me peguei pensando no tanto de sofrimento que talvez ela tenha passado na rua e que parecia estar se sentindo confortável na sua nova casa. Me senti feliz por isso.

Já passavam das 21h quando desci para o tapete e tirei a roupa, fiquei completamente nu. Ela veio para perto e ficamos brincando.
Por um momento ela parou e ficou me olhando, como se me analisando e pensando no porquê eu estava pelado. Meu pau duro, 16cm, grossura média e cabeçudo, babando de tesão, estava apontando pro teto.
Eu realmente queria muito gozar e queria que fosse com ela.
No banho não consegui lavar muito bem aquela bucetinha pretinha por fora, mas percebi que ela era bem rosinha por dentro.
Tive vontade de chupar ela, mas me contive.
Ao menos até poder levar ela no veterinário e vacinar.
Me contentaria em bater uma com ela me lambendo e gozar por cima dela. E foi exatamente isso que fiz…

Puxei ela para perto de mim e ficamos brincando, fazendo o carinho. Meu pau babava de duro, apontando o pro teto, eu louco de tesão só pensava em gozar forte.
Coloquei a cabeça dela bem, próxima da minha pau, ela parou cheirou e ficou um tempo só analisando. Levei meu pau até a boca dela com cuidado para não estranhar e me morder, e ela de início recusou mas com um pouco de insistência aceitou e deu uma lambida.

Meus amigos, quando senti aquela língua quente levemente áspera na cabeça do meu pau, eu simplesmente virei os olhos, atirei a cabeça pra trás e soltei um gemido:

Ahhhh CARALHO!

Percebi que ela não lamberia muito, então, fui até a cozinha e peguei um pouco de leite condensado e passei na cabeça do pau. Foi o que precisava.
A putinha gostou do sabor e começou a lamber muito.
Bem esperava eu colocar mais e já estava enfiando o focinho para lamber. Lambia com vontade e aquilo me deixava ainda mais louco de tesão.

O negócio estava tão bom que com uma mão, eu batia uma leve punheta e com a outra fazia carinho na sua cabeça e nas costas, chegando até próximo da coluna acima do rabo. Deslizava a mão sobre ela, fazia carícias e fazendo ela acostumar comigo. Ela lambia meu pau sem o leite condensado mais, eu com a outra mão no pau, batia de leve uma punheta e me fazia soltar bastante líquido pré gozo, o que ela parecia adorar.
Meu tesão estava muito alto, eu gemia alto, não me importava com mais nada. Só pensava que aquela língua quente estava sendo passada no meu pau que gritava pra soltar leite.
Sentia ela me lambendo e só conseguia imaginar que queria meter meu pau dentro dela. Em um ato de tesão extremo, peguei sua cabeça com a mão que a acariciava, coloquei uma dedo na sua boca e de leve abri um pouco e com a outra mão direcionei meu pau pra dentro.

AHHHHHHH

Aquilo foi mágico, sentir a respiração quente, a umidade da boca, a língua envolvendo meu pau…
Eu gemi alto de novo, fechei os olhos e empurrei mais fundo.
Ela engasgou, tentou sair, mas com as duas mãos segurei sua cabeça e boca e mantive meu pau dentro.
Sentia a sua garganta na cabeça da minha pica e foi bom demais, estava quente, úmido, e o tesão chegando ao ápice.
Sentia minhas bolas contraírem, meus músculos se contraíram e meu corpo só obedeceu aquela coisa toda que tomava conta de mim.

AHHHHHHHH! AHHHHHH! AHHHHH!

Senti meu leite percorrer meu saco e sair pelo meu pau diretamente na garganta dela!

AHHHHHHH! AHHHHHH! AHHHHH! CARALHO! QUE DELÍCIAAA!!!!!!

Quase que no mesmo instante que gozava, num movimento rápido ela conseguiu tirar a boca do meu pau e saiu porra sobre ela e sobre o tapete da sala! Foi muito leite, muito mesmo.
Me joguei pra trás e me encostei de costas no sofá, fiquei sentindo todo aquele prazer pós gozo e as sensações que tomavam conta do meu corpo foram maravilhosas.

Eu realmente precisava gozar! PQP

Falei pra ela enquanto fazia mais um pouco de carinho e recuperava as forças. Levantei, já recuperado, tomei outro banho e fui para o quarto, ela ficou dormindo no tapete da sala naquela noite.

Naquela noite dormi feliz, leve e contente por saber que agora tinha uma putinha de novo.
Continua…

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