Gael E os maconheiros : virando puta de verdade
Gael agora trabalha pros maconheiros, tem que dar o cu pra quem pagar mais, e é usado de todas maneiras.
Eu sou Gael e virei propriedade dos maconheiros aos 15 anos.
Assim nasceu minha vida de puta.
Fazia uns cinco dias daquela primeira foda no galpão. Meu corpo ainda tava destruído. Eu mal conseguia sentar direito, o cu latejava o tempo todo, ardendo como se tivesse fogo dentro. Cada passo era uma facada. Eu ficava trancado no quarto, olhando o teto, morrendo de medo toda vez que o celular vibrava. Eles tinham meu número agora. E o vídeo. A porra do vídeo inteiro.
Era umas três da tarde quando o celular tocou. Número bloqueado. Atendi tremendo.
— Alô...
— E aí, sua puta nojenta? — A voz do Neguinho saiu rouca, cheia de maconha e deboche. — Tá se escondendo, viado? A gente tá te esperando na esquina agora. Desce logo, porra. Não faz a gente subir aí e te arrastar pela rua que nem cachorro, pelado pra vizinhança inteira ver.
— Eu... tô doendo ainda, mano... por favor...
— Doendo é o caralho. Desce agora ou o vídeo vai pro grupo da tua escola inteira. Imagina teus coleguinha de classe vendo você gritando que nem cadela enquanto o Tizil te arromba. Vai ser a piada do ano, hein?
Meu sangue gelou. Senti o estômago revirar. Levantei correndo, vesti uma bermuda qualquer e uma camisa larga pra esconder as marcas roxas nos braços. Saí de casa quase correndo, o coração martelando. O sol da tarde batia forte na Rua General Osório, destacando toda a sujeira dos muros. Eles tavam lá, os quatro, espalhados na calçada baixa da oficina, o Tizil deitado no meio. Cheiro forte de maconha misturado com suor.
Assim que cheguei perto, o Gordinho deu um assobio.
— Olha o brinquedinho da firma chegando. Rebola mais essa bunda, viado, senão a gente te ensina agora na frente de todo mundo.
O Baiano cuspiu no chão e apontou pro espaço entre eles.
— Senta aí no chão, de joelhos. No concreto mesmo. A gente tem que conversar de negócio.
Ajoelhei no concreto quente, as pernas tremendo. O chão áspero arranhava minha pele. O Neguinho riu baixo, limpando a sola do chinelo sujo na minha coxa.
— Tá com medo, né, Gael? Tá certo de tá com medo, porra. Porque a gente já mostrou teu video pros contatos. E os caras piraram. Querem comprar tua boceta.
O Chef pegou o celular dele, abriu a galeria e enfiou a tela na minha cara, esfregando o aparelho na minha boca. Era uma pasta cheia de vídeos. Ele abriu um de uns 40 segundos: eu de quatro, gritando enquanto o Chef metia seco, sangue escorrendo, e depois cortava pro Tizil montando, meu berro desesperado “NÃO! TIRA ELE!” ecoando.
— Esse pedacinho aqui já rodou em três grupos de Telegram pago. Tá vendendo que nem água, viado. Os cara tão louco pra te foder ao vivo agora. Tu virou faturamento, seu lixo.
Senti lágrimas subindo. Minha voz saiu fraca:
— Por favor... não vaza isso... eu faço o que vocês quiserem... mas não manda pros meus conhecidos...
O Baiano agarrou meu cabelo por trás com força, puxando minha cabeça para trás até meu pescoço estalar, me forçando a olhar para cima enquanto ele cuspia na minha cara.
— Cala a boca e escuta, puta. A gente não é teu amigo. A gente te comprou com esse vídeo. Tu agora é mercadoria da gente. Propriedade. Um pedaço de carne. Entendeu?
— Entendi... — murmurei, com a saliva dele escorrendo pela minha bochecha.
— “Entendi, ” não, porra. Fala direito, lambe essa porra da minha mão e repete: "Entendi, mestres. Eu sou a puta de vocês agora.”
Passei a língua na mão dele, chorando de humilhação, a voz falhando:
— entendi, mes-mestres Eu... eu sou a p.. p... puta de vocês agora...
Eles riram alto, se divertindo com o meu desespero. O Gordinho me deu um chute leve nas costelas, só para eu perder o equilíbrio.
— Boa. Agora o negócio é o seguinte: a gente já fechou uns clientes através dos vídeos. Tá rolando um leilãozinho nos grupos. Quem pagar mais leva primeiro. E tu vai trabalhar pra gente. Todo dinheiro que entrar é nosso. Mas a gente vai te dar 30% pra tu não morrer de fome e continuar indo pra essa bosta de escola, pro povo não desconfiar. O resto é pra comprar fumo, coca e manter o esquema.
— 30%? — perguntei, no chão.
O Neguinho cuspiu bem na minha boca aberta. Esfreguei o braço no rosto, engolindo o nojo.
— Isso mesmo, 30%. Tá achando que merece mais, viadinho? Tu é só um buraco com pernas. Um depósito de porra. A gente que grava, que divulga, que negocia com os clientes. Se tu der problema, a gente baixa pra 10% ou manda o vídeo completo pra todo mundo que tu conhece. Inclusive pros teus pais. Imagina tua mãe vendo o filhinho de joelhos levando nó de cachorro.
O medo me acertou como um soco no estômago. Comecei a chorar baixinho, as mãos tremendo no colo, encolhido feito um bicho espancado. O sol da tarde batia no meu rosto, deixando tudo mais real, mais exposto.
O Chef continuou, animado, passando o beck na minha boca para eu dar uma tragada forçada antes de puxar de volta com violência:
— Olha só os números, puta. Tem um cara agora oferecendo 2 mil pra te comer amanhã de tarde. Quer o pacote completo: boca, cu, dois amigos dele e o Tizil no final. Ele já viu o vídeo do nó e tá doido. A gente vai gravar tudo de novo, claro. Vai render mais material pra vender pros outros. Tu vai ser filmado de todos os ângulos, chorando igualzinho.
— Amanhã de tarde? — minha voz saiu um fio.
— Isso. Três da tarde em ponto. A gente te busca aqui. Tu vai chegar limpinho, cu lavadinho, pronto pra trabalhar. Se reclamar ou tentar fugir, o vídeo explode. Já tem uns 200 caras que viram o trailer que a gente soltou. Não vacila, te destruir é fácil. É só apertar um botão e tua vida vira um pornô público no grupo da escola, da igreja.
O Baiano pegou o celular e mostrou as mensagens do WhatsApp. Tinha prints de conversas em grupos: “Quanto pelo loirinho do vídeo do cachorro?”, “2.500 pra sessão completa com os quatro + cachorro”, “Manda localização, quero filmar também”.
— Tá vendo? Tu já tá famoso, viado. A gente tá negociando teu cu como se fosse droga. Quem pagar mais leva. E a gente tá fechando vários. Tu vai fazer no mínimo quatro programas por semana. Às vezes mais. Hotelzinho, motel, até dentro do galpão mesmo se o cliente quiser. Tu vai ser arrombado até não conseguir mais andar.
Eu chorava mais agora, no chão, sentindo o peso da minha total falta de valor para eles. Meus colegas da escola, meus pais, todo mundo vendo aqueles vídeos. Eu de joelhos engolindo quatro paus, gritando enquanto era arrombado, o Tizil me cobrindo.
— Por favor... eu não aguento... dói muito... não me obriga a isso...
O Gordinho deu uma gargalhada alta e me deu um cascudo forte, empurrando minha cabeça contra o concreto.
— Não te obrigar? Tu não tem querer, ô vagabundo. Tu vai pagar a nossa proteção trabalhando com essa boceta. 30% é pra tu comprar comida e não aparecer morto na rua. O resto é nosso. E se tu for obediente e lamber nosso sapato quando a gente pedir, a gente até te protege um pouco. Senão... vaza tudo e te joga pros clientes de graça, pra te usarem até rasgar.
O Neguinho se aproximou, prendendo meu pescoço com o braço, cheirando a maconha e bafo de cigarro, e sussurrou no meu ouvido, apertando minha garganta até me fazer tossir:
— Imagina tu virando meme na escola... “Gael, o viadinho que levou rola de vira-lata”. Os moleques do teu ano te encoxando no corredor. Tu nunca mais vai conseguir andar na rua sem alguém te reconhecer e te pedir um boquete no beco. Então para de choramingar e aceita. Tu é nossa propriedade agora. A gente te usa quando quer, te aluga pra quem pagar e tu fica quietinho ganhando teus 30% miseráveis.
Fiquei em silêncio, soluçando, com a bochecha colada no chão sujo. O sol queimava minha nuca. O Tizil levantou, veio cheirar minha bermuda, cutucando meu cu dolorido com o focinho e abanou o rabo, como se já soubesse que ia me comer de novo amanhã.
O Baiano deu um pisão na minha bunda, esmagando meu corpo contra o concreto, fazendo eu soltar um grito agudo de dor.
— Amanhã tu chega aqui às duas e meia. A gente vai te preparar um pouco antes do cliente. Nada de frescura. Tu aguenta seco mesmo, como da outra vez. Dor é bom, te lembra do teu lugar de submisso.
— Sim... — respondi, completamente quebrado, sem dignidade nenhuma.
— Sim o quê, puta? — O Chef chutou minha perna.
— Sim, mestres ... por favor, não me machuquem mais...
Eles riram satisfeitos, inflados pelo poder. O Chef abriu a porta do galpão.
— Entra aí rapidinho. A gente vai testar se tu ainda sabe mamar direito ou se tá mole.
Não tive escolha. Rastejei para dentro da penumbra quente do galpão. Eles trancaram a porta, deixando tudo escuro. Em menos de um minuto eu tava de joelhos no concreto sujo, os quatro paus batendo no meu rosto, me obrigando a abrir a boca enquanto eles se revezavam me dando tapas na cara.
— Chupa gostoso, viado. Treina pra amanhã render dinheiro — mandou o Neguinho, enfiando até o fundo da minha garganta, me fazendo engasgar com força.
Enquanto eu sufocava, a saliva misturada com o suor deles escorrendo pelo meu queixo, eles iam falando por cima, rindo e usando minha cabeça como brinquedo:
— Esse aí vai dar uns 8 mil por mês fácil, hein. Olhão cheio de lágrima, os clientes vão pirar.
— Se ele aguentar o tranco. Senão a gente vende ele de vez pra uns caras mais pesados da fronteira, daqueles que não devolvem o corpo.
— Cala a boca e mama, Gael. Isso... engole tudo. Boa propriedade.
Eu chorava e chupava ao mesmo tempo, sentindo o gosto amargo da humilhação profunda. O medo do vídeo vazar e destruir minha vida na escola era maior que qualquer dor ou nojo. Eles sabiam disso. E tavam esticando aquela corda até o limite.
Depois de me usar rápido — gozando na minha cara, no meu cabelo e na minha boca — o Baiano zombou:
— Olha a sujeira. Limpa tudo com a língua no chão. Deixa o concreto brilhando.
Ajoelhado, passei a língua no chão sujo do galpão, engolindo a porra misturada com a poeira, enquanto eles limpavam as mãos na minha camisa. Saí do galpão com as pernas moles, rosto inchado, cheiro de porra deles grudado na pele.
O Gordinho jogou duas notas de 100 reais amassadas e molhadas de suor na minha cara.
— Teus 30% de um boquete coletivo. Amanhã tem o resto... se tu trabalhar direito e der a bunda sem chorar.
O Baiano deu o aviso final enquanto eu me afastava, cambaleando:
— Não some, viadinho. A gente tá de olho na tua rotina. Um passo errado e tua vida acaba na escola e na tua casa. Agora tu é puta da General Osório. Aceita logo o teu destino.
Caminhei pra casa tremendo, o sol da tarde ainda alto, sentindo os olhares imaginários de todo mundo na rua. O celular vibrou com uma mensagem nova: um vídeo deles me mandando. “Pra tu não esquecer teu lugar.”
Abri. Era eu, minutos atrás, de joelhos, com o rosto coberto de porra e os olhos vermelhos de chorar, limpando o chão com a língua.
O medo me consumia inteiro. Eu não tinha saída. Eles me possuíam de corpo e alma. E a partir de amanhã, meu cu ia começar a pagar o preço do silêncio deles — 30% pra mim, o resto pra eles, enquanto o vídeo circulava cada vez mais longe, me transformando em nada.
Eu era mercadoria agora.
No dia seguinte, eu mal dormi. Passei a noite virando de um lado pro outro, o cu ainda latejando da surra anterior, o corpo todo marcado de hematomas roxos. Toda vez que fechava os olhos via o vídeo rodando na cabeça dos meus colegas, da minha mãe, do pessoal da igreja. Levantei cedo, tomei banho três vezes, enfiei o dedo com sabão no cu pra limpar tudo que dava. Tremia só de pensar no que ia acontecer.
Às duas e meia em ponto eu tava na esquina da General Osório, bermuda larga e camisa folgada de novo. O sol queimava. Eles já tavam me esperando no galpão, porta entreaberta. O Neguinho me puxou pra dentro pelo braço assim que cheguei.
— Bom garoto. Limpinho? — perguntou o Chef, já checando meu celular pra ver se eu tinha tentado avisar alguém.
— Sim, mestres... — respondi baixo, voz morta.
Eles me fizeram tirar toda a roupa ali mesmo. Fiquei pelado no concreto quente, mãos atrás da cabeça enquanto o Baiano enfiava dois dedos secos no meu cu, girando pra “ver se tava limpo”. Doeu pra caralho. Eu mordi o lábio até sangrar pra não gritar.
— Tá apertadinho ainda. Ótimo. O cliente gosta quando dói — riu o Gordinho, dando um tapa forte na minha bunda que ecoou no galpão.
Eles me fizeram ajoelhar e chupar os quatro paus deles rapidinho, só pra “esquentar a boca”. Gozaram pouco, só pra me deixar com gosto de porra na garganta. Depois me deram uma dose de pinga barata pra “relaxar” e me mandaram esperar agachado num canto, cu pra cima, enquanto o cliente chegava.
Três da tarde em ponto o portão do galpão abriu. Entraram quatro homens: um cara de uns 40 anos, forte, barba grisalha, cara de quem tem dinheiro (provavelmente o que pagou os 2 mil), acompanhado de dois amigos mais novos (uns 25-30) e um outro que parecia segurança. Todos com cara de tarado, já olhando pra mim como se eu fosse um pedaço de carne no açougue.
— Porra, é ele mesmo — disse o principal, sorrindo largo. — O loirinho do vídeo. Olha esse cu marcado... já levou rola pesada, hein?
O Tizil tava preso num canto, abanando o rabo, excitado com o cheiro de macho no ar.
O Neguinho fez as regras rápidas:
— Pode tudo, menos matar o garoto. Gravamos tudo. Se quiserem bater, podem, mas nada que marque o rosto pra escola. O resto é liberado.
O cliente nem respondeu. Só abriu o zíper, puxou um pau grosso, meio mole ainda, e mandou:
— Vem aqui, putinha. Mostra pro tio como chupa.
Eu engatinhei até ele. Os outros três já tavam se masturbando em volta. Comecei a chupar devagar, mas o cara agarrou minha cabeça com as duas mãos e enfiou até o fundo, me fazendo engasgar violentamente. Lágrimas escorreram na hora.
— Isso, engole tudo, vadia. Olha pra câmera — mandou o Chef, filmando de perto.
Enquanto eu mamava o chefe, os dois amigos me levantaram pela cintura, um de cada lado. Um deles cuspiu na mão e enfiou dois dedos no meu cu sem aviso. O outro apertou meus mamilos com força, torcendo. Eu gemia abafado no pau do cliente.
Eles me jogaram num colchão sujo que tavam no canto do galpão. O chefe foi o primeiro. Me colocou de quatro e meteu seco, de uma vez. Eu gritei alto, o cu ardendo como se rasgasse de novo.
— Caralho, como é apertado! — grunhiu ele, metendo com força, batendo as bolas na minha bunda. — Grita mais, vai. Adoro quando chora.
Os amigos se revezavam na minha boca. Um segurava meu cabelo como rédea enquanto o outro me dava tapas na cara. O Chef e o resto do bando assistiam, rindo e filmando de todos os ângulos. O Baiano até comentou:
— Olha como ele aperta o cu quando dói. Vai render vídeo bom pra caralho.
Eles me foderam por quase uma hora. Trocaram de posição o tempo todo: eu no meio, dois paus na boca, um no cu, outro me masturbando com força. Gozaram dentro, na cara, no peito. O cliente principal gozou duas vezes — uma na garganta, outra fundo no cu, empurrando até o talo enquanto eu soluçava.
Quando eu já tava destruído, de bruços no colchão, cuspe e porra escorrendo de mim, o cliente falou:
— Agora o especial. Solta o cachorro.
O Tizil veio correndo, excitado. Eles me posicionaram de quatro de novo, bunda empinada. O cachorro me cheirou, lambeu o cu cheio de porra e montou rápido. As patas arranharam minhas costas enquanto ele metia o pau vermelho, fino e longo, sem parar. Eu gritei desesperado, exatamente como no primeiro vídeo.
Elwa só riram e filmaram mais de perto.
O cliente e os amigos assistiam, masturbando de novo. O Tizil meteu fundo, travando o nó dentro de mim. A dor era insuportável. Fiquei preso no cachorro, chorando sem parar, enquanto o cliente gravava meu rosto destruído com o celular dele também.
Depois que o nó saiu, o cliente pediu pra eu mamar o cachorro.
Humilhado, eu me abaixei e enfiei aquele pau melado na boca.
Enquanto chupava a camera me filmava, era pra fazer cara de quem tava gostando, eu engoli aquele pau, tentando não vomitar e fingi estar adorando.
Quando o Tiziu encheu minha boca de porra o chefe jogou u. envelope com as notas no meu rosto sujo.
— Valeu cada centavo. Semana que vem quero de novo, mas com mais gente. Esse viadinho é ouro.
Eles saíram rindo. Eu fiquei caído no colchão, corpo tremendo, cu destruído, cara e cabelo cobertos de porra. O Neguinho contou o dinheiro na minha frente e jogou três notas de cem em cima de mim.
— Teus 30%. Bom trabalho, puta. Amanhã tem mais cliente interessado. Descansa essa boceta... ou não. A gente não liga.
Eu nem respondi. Só fiquei lá, olhando pro teto enferrujado do galpão, sabendo que minha vida agora era isso: buraco alugado, filmado e vendido. O leilão tinha começado de verdade.
E eu não tinha mais como escapar.
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