Gael estuprado pelos maconheiros
Gael, 15 anos, sonhava em ser fodido, só não esperava ser completamente destruído
Eu sou Gael, sempre soube que era gay, mas aos 15 anos, só havia chupando um primo, o cu ainda virgem.
Essa é a história de como fui estuprado.
O sol do fim de tarde sempre batia contra os muros descascados da Rua General Osório da mesma forma: oblíquo, pesado e quente, destacando a poeira suspensa no ar. E, quase todos os dias, o cenário se repetia para mim. Sentados na calçada baixa, escorados contra o portão de ferro de uma oficina desativada, estavam os quatro.
Para qualquer outra pessoa do bairro, eles eram apenas os maconheiros da esquina. Mas para mim, Gael, eles eram o centro de uma gravidade da qual eu não conseguia escapar. Toda vez que eu apontava no começo da rua, o cheiro adocicado, denso e picante da erva queimada flutuava até mim, agindo como um aviso prévio. Um aviso que fazia a maioria dos pedestres mudar de calçada.
Mas eu não mudava de calçada. Pelo contrário.
À medida que meus passos me aproximavam daquela esquina, o ritmo do meu coração acelerava a ponto de ecoar nos meus ouvidos. Minhas mãos suavam dentro dos bolsos da calça jeans e a minha boca secava instantaneamente. Junto deles, sempre deitado no chão de concreto ou rosnando baixo para quem passava, ficava o Tizil, um vira-lata preto imenso, de pelo grosso e olhar desconfiado, que parecia o cão de guarda daquela calçada. O cachorro erguia as orelhas assim que eu surgia, como se avisasse aos donos que o brinquedo deles estava chegando.
Por trás dos meus óculos e da minha postura intencionalmente encolhida de quem fingia querer passar despercebido, existia um desejo secreto e avassalador que me corroía por dentro. Eu não tinha medo daqueles caras; eu tinha fome deles. Eles mexiam comigo, me chamavam de viadinho, e aquela humilhação era exatamente o meu combustível.
Eu olhava para as pernas estendidas na calçada, para os braços bronzeados e por vezes sujos de graxa, e imaginava a força bruta que existia naqueles corpos. Queria aquela força direcionada a mim. Nas minhas fantasias mais secretas e inconfessáveis, as mesmas que me mantinham acordado até altas horas da madrugada, eu não queria um romance. Eu queria ser desmantelado. Queria ser usado por aqueles quatro, tomado sem delicadeza, reduzido a nada mais do que um objeto para o prazer deles. Queria sentir o peso de suas rolas, a crueza de suas investidas, a destruição completa da minha própria dignidade na calçada fria ou em um beco escuro. Queria ser o brinquedo consensual de suas vontades mais primitivas.
Naquela sexta-feira, o ar parecia ainda mais carregado. O calor trazia uma umidade que colava a camisa nas minhas costas. Eu vinha da faculdade, a mochila pesada nos ombros. Ao longe, avistei a fumaça cinzenta subindo e o Tizil, o cão preto, já sentado, me encarando. Meu estômago deu um nó familiar.
Lá estavam eles. O Gordinho, o mais alto e intimidador, com uma tatuagem de carpa que subia pelo pescoço; o Neguinho, de olhos pequenos e sorriso sarcástico, sempre com o baseado entre os dedos; o Chef, o mais forte, cujos braços musculosos viviam expostos em regatas cavadas; e o Baiano, um rapaz de cabelos raspados e expressão fechada que raramente falava, mas cujo olhar fixo era o que mais me intimidava.
Engoli em seco. Ajustei a alça da mochila. Passar por eles era como caminhar em uma corda bamba sobre um abismo no qual eu, no fundo, queria muito despencar.
À medida que me aproximei, o burburinho entre os quatro cessou. O cão preto soltou um rosnado curto, e o Neguinho esticou a mão para acalmar o bicho, batendo de leve na cabeça dele. A dinâmica deles comigo era previsível, quase um ritual de caça e provocação.
— Olha lá quem tá vindo — disse o Neguinho, soltando uma lufada de fumaça densa que pairou no ar. O baseado foi passado para a mão do Chef.
Mantive os olhos fixos no chão, a poucos metros de distância, mas meus sentidos estavam totalmente aguçados. Eu conseguia ouvir o som dos chinelos de borracha batendo no concreto, o estalar de dedos, a risada abafada e o arfar pesado do cachorro.
— E aí, viadinho? Vai passar direto hoje de novo? — a voz do Chef ecoou, grave e arrastada pelo efeito da maconha. Ela vibrou direto no meu baixo ventre.
— Pô, o bicho nem olha na cara. Maior marra — provocou o Gordinho, ajeitando o boné e abrindo mais as pernas, expondo o volume volumoso e pesado que se marcava na bermuda de tactel fina.
Dei o primeiro passo para cruzar a linha invisível do território deles. O cheiro da maconha invadiu minhas narinas, misturado com o odor de suor masculino e o cheiro do pelo do cão. Era um perfume que me entorpecia. Meus olhos, por uma fração de segundo, traíram meu disfarce e desceram para a virilha do Gordinho, onde o volume parecia pulsar sob o tecido.
O Neguinho percebeu. Um sorriso malicioso e predatório se espalhou pelo seu rosto.
— Ih, caralho, o viadinho tá olhando pro teu pau, Gordinho. Tá querendo.
— Tá querendo faz tempo — o Baiano finalmente falou, sua voz rouca quebrando o silêncio habitual. Ele se levantou lentamente da calçada, bloqueando sutilmente parte do meu caminho. O Tizil levantou junto, ficando de guarda ao lado dele. — Todo dia passa aqui rebolando essa bundinha, achando que a gente não repara.
Meu coração deu um salto tão violento que quase tropecei nos meus próprios pés. O pânico e o tesão se misturaram de tal forma que minhas pernas pareceram fraquejar. Parei. Fiquei imóvel no meio da calçada, a um passo do Baiano, com os outros três me cercando com os olhos.
— Desculpa... — murmurei, a minha voz saindo mais baixa e trêmula do que pretendia. Eu precisava manter as aparências de medo, mas por dentro, cada fibra do meu ser clamava para que um deles me puxasse pela gola da camisa para dentro daquela oficina abandonada.
— Desculpa o quê, ô comédia? — o Chef se levantou também, aproximando-se por trás de mim. Ele era alto, largo. Senti o calor do corpo dele emanando nas minhas costas, o hálito com cheiro de fumaça perto do meu ouvido. — Tu acha que a gente é otário, Gael? Tu passa aqui seco na nossa onda. Quer um trago ou quer outra coisa?
— Deixa ele, Chef. O viadinho quer o bicho pegar — o Neguinho riu, jogando a ponta do baseado no chão. Ele deu dois passos à frente, ficando cara a cara comigo. A distância era tão curta que eu conseguia ver as pequenas veias vermelhas nos olhos dele, a dilatação de suas pupilas.
O Neguinho estendeu a mão e, com um movimento lento e deliberado, puxou a ponta do meu queixo para cima, forçando-me a manter o contato visual. Os dedos dele eram calejados e cheiravam a nicotina e resina.
— Fala aí, cão. O que tu fica olhando todo dia com essa cara de puta? — ele perguntou, o tom de voz flutuando entre a agressividade e uma intimidade perversa.
Senti um calafrio violento percorrer minha espinha. A humilhação verbal era o gatilho que faltava. Olhei para o Neguinho, depois para o Baiano, e pelo canto do olho vi o Gordinho e o Chef fechando o cerco. O cão preto deu uma volta ao redor das minhas pernas, farejando meu jeans, me deixando completamente encurralado por quatro homens maiores, mais fortes, chapados e claramente dispostos a cruzar a linha que até então era feita apenas de palavras.
— Eu... eu só estava indo para casa — menti, meus lábios semiabertos, a respiração curta e audível.
— Vai para casa porra nenhuma — o Gordinho deu um passo à frente, agarrando a alça da minha mochila e puxando-a com força para baixo, fazendo com que meus braços fossem forçados para trás. — Tu quer a nossa pica, não quer? Fala a verdade. Olha o tamanho disso aqui e diz que tu não quer ser arrombado por nós quatro.
O Gordinho pegou a minha mão direita, que estava trêmula, e a forçou contra a sua própria bermuda, bem em cima do volume rígido que agora se desenhava claramente. O contato me fez soltar um gemido baixo, involuntário. A carne por baixo do tecido era dura como pedra.
— Olha aí, o bicho já tá até gemendo só de encostar — o Chef zombou, e sua mão pesada desceu pelas minhas costas, espalmando-se com força sobre a minha bunda por cima da calça jeans, apertando a carne com bruteza, testando o formato. — Caralho, bundinha gostosa. Durinha. Dá para destruir sem dó.
O Baiano olhou para os lados da rua. O movimento era nulo àquela hora; a vizinhança parecia ter se recolhido mais cedo, deixando aquele pedaço de asfalto sob o domínio deles. Ele empurrou a porta de ferro da oficina desativada, que rangeu alto, revelando a penumbra de um galpão abandonado, cheio de entulho, cheiro de óleo velho e poeira.
— Entra aí, viado. Vamos ver se tu aguenta o tranco ou se é só garganta — o Baiano ordenou, pegando-me pelo braço com firmeza suficiente para deixar marcas vermelhas na minha pele clara. O Tizil entrou na frente, correndo para a escuridão do galpão como se conhecesse o caminho.
Tentei fugir, arrependido, mas eu era pequeno, fragil. Deixei que meus pés fossem arrastados para dentro da penumbra. O medo do desconhecido existia, mas era infinitamente superior do que a onda de prazer masoquista que eu havia imaginado e a antecipação de ter meu cu destruído foi me enchendo de verdadeiro pavor. Eu ia ser usado. Eu ia ser quebrado por aquelas quatro rolas que eu cobiçava há meses, mas não fazia ideia do que havia desejado.
A porta de ferro bateu com um estrondo que fez meu corpo inteiro tremer. O som ecoou pelo galpão abandonado como uma sentença final. A penumbra era densa, cortada apenas por finas lâminas de luz alaranjada do fim de tarde que entravam pelas telhas quebradas. O ar estava pesado, cheirando a óleo velho, poeira, maconha queimada e suor masculino. O Tizil andava em círculos agitado, farejando o chão.
Eu tremia no centro do galpão, a mochila jogada num canto, meus óculos tortos no rosto. Os quatro me cercavam.
— De joelhos, viadinho — rosnou o Neguinho, já abrindo a bermuda.
Obedeci, as pernas fracas. Mal meus joelhos tocaram o concreto frio e o Chef agarrou meus cabelos loiros com força bruta, puxando minha cabeça para trás.
— Abre essa boca, porra.
Sem nenhum aviso, ele enfiou o pau grosso, semi-duro e cheiroso direto na minha garganta. Engasguei violentamente, os olhos arregalando de pânico. Ele meteu fundo na primeira estocada, batendo no fundo da minha garganta.
— Isso! Engole a rola do macho, seu viado de merda!
Tossi, engasguei, saliva escorrendo pelos cantos da boca. Lágrimas brotaram imediatamente. O Neguinho se posicionou ao lado, esfregando o pau na minha bochecha antes de forçar também. Dois paus grossos esticavam minha boca pequena ao limite. Eu gorgolejava, o nariz escorrendo, o corpo inteiro convulsionando.
O Gordinho pegou o celular e começou a filmar bem de perto, a luz da câmera iluminando meu rosto destruído.
— Filma tudo, Gordinho. Quero ver depois essa putinha sendo arrombada — ordenou o Baiano.
Eles se revezavam sem dó. Um segurava minha cabeça com as duas mãos e fodia minha garganta como se fosse uma boceta. Estocadas longas, profundas e brutais. Eu vomitava saliva grossa misturada com bile, o líquido escorrendo pelo queixo, pingando na minha camisa e no chão. Tentava empurrar os quadris deles, desesperado por ar, mas só recebia tapas fortes no rosto.
— Para… por favor… não consigo respirar… — implorei entre uma estocada e outra, a voz rouca e quebrada.
— Cala a boca e mama, seu viado! — o Chef rosnou, enfiando tudo novamente até as bolas encostarem no meu queixo.
Eu chorava copiosamente. Lágrimas misturadas com ranho e baba escorriam pelo meu rosto vermelho. Meu pau, que antes latejava de tesão secreto nas fantasias, agora estava completamente mole, encolhido entre as pernas, balançando sem vida a cada estocada violenta na garganta. O medo era real. O pânico tomava conta de mim.
Depois de quase vinte e cinco minutos de boquete brutal, os quatro já tinham gozado uma vez cada: alguns na minha garganta, outros no meu rosto e nos meus cabelos loiros. Eu tossia sem parar, cuspindo porra, o peito arfando, a voz quase sumida.
— Agora o cu dele — disse o Baiano, frio.
Eles arrancaram o resto da minha roupa com violência. Fiquei completamente nu, só de meias e tênis. Tentei me cobrir com as mãos, tremendo.
— Por favor… eu não quero mais… me deixa ir embora… — supliquei, a voz falhando.
Eles riram alto.
— Agora quer ir embora, viadinho? Tarde pra caralho.
O Neguinho cuspiu na mão e passou quase nada no meu cu. Só um pouco de saliva.
O Chef foi o primeiro. Segurou minhas nádegas magras, abriu com força e posicionou a cabeça grossa do pau. Sem aviso, meteu a seco, de uma única vez, até o meio.
Gritei. Um grito agudo, animalesco, que ecoou pelo galpão inteiro.
— AAAAAAHHH! Tá doendo! Tira! Por favor, tira! Eu não aguento!
Ele não tirou. Segurou minha cintura fina e empurrou o resto com brutalidade, enterrando tudo. Meu cu virgem rasgou. Uma ardência insuportável, como fogo vivo, subiu pela minha espinha. Eu gritava e chorava, o corpo se debatendo inutilmente.
— Para! Por favor! Vocês vão me matar! Tá rasgando! Aaaahhh!
Meu pau continuava completamente mole, balançando entre as pernas enquanto eu era fodido com força. O Gordinho filmava tudo de perto, focando no meu rosto desesperado e no meu cu sendo arrombado.
— Olha o estado dessa puta… gritando que nem porca.
Eles se revezaram sem misericórdia. O Neguinho tomou o lugar do Chef, metendo ainda mais forte, batendo as bolas com violência contra minha bunda magra. Depois o Gordinho, com seu pau mais grosso, que me fazia berrar a cada estocada. O Baiano foi o pior: metia devagar, mas fundo, girando o quadril para me abrir ainda mais.
Eu estava destruído. De quatro no chão sujo, o corpo todo tremendo, suor escorrendo, lágrimas caindo sem parar. Implorava entre gritos:
— Eu não quero! Por favor, chega! Tá doendo muito… eu vou desmaiar… me solta!
Eles riam e continuavam. Viravam meu corpo de todas as formas: de quatro, de lado com uma perna levantada, deitado de costas com as pernas no ombro, encostado na parede enquanto dois seguravam meus braços. Gozavam dentro de mim um atrás do outro, porra quente e grossa enchendo meu intestino. Quando tiravam, outro entrava imediatamente, empurrando a porra mais fundo.
Meu cu estava inchado, vermelho vivo, escancarado, escorrendo porra misturada com um fio fino de sangue. Eu mal conseguia falar, só gemia rouco e chorava. A visão escurecia. Quase desmaiava de dor e exaustão a cada poucos minutos, mas eles davam tapas no meu rosto para me acordar.
— Acorda, viadinho. Ainda não terminamos.
Mesmo com todo aquele horror, meu pau permanecia mole, encolhido, sem nenhuma ereção. Só medo puro e dor.
Depois de quase uma hora e meia de foda sem parar, os quatro estavam suados e satisfeitos. Eu estava caído no chão, de bruços, o cu piscando aberto, uma poça de porra e sangue se formando embaixo de mim. Meu corpo convulsionava em soluços silenciosos.
Então o Neguinho sorriu, um sorriso sádico.
— Agora vem a melhor parte. Tizil.
Arregalei os olhos em puro terror. Tentei me arrastar para longe, as unhas arranhando o concreto.
— Não… não… por favor… não o cachorro… eu imploro… qualquer coisa menos isso… eu faço o que vocês quiserem… não!
O pânico era visceral. Eu tremia inteiro, lágrimas frescas escorrendo, a respiração em pânico total.
— Filma isso, Gordinho. Quero ver o viadinho levando rola de cachorro — ordenou o Baiano.
O Gordinho posicionou o celular, gravando em close.
Os quatro me seguraram com força. O Chef e o Neguinho prenderam meus braços para trás. O Gordinho abriu minhas pernas magras bem abertas, expondo meu cu destruído e melado. O Baiano chamou o cachorro.
— Vem, Tizil. Vem, garoto!
O vira-lata preto enorme se aproximou, farejando o ar. O cheiro forte de porra e sexo o deixou agitado. O pau vermelho, pontudo e longo já saía da bainha, pingando.
Entrei em desespero absoluto.
— NÃO! POR FAVOR! TIRA ELE! EU NÃO QUERO! ME SOLTA! SOCORRO! ALGUÉM ME AJUDA! — gritava, a voz falhando, me debatendo com todas as forças que ainda tinha.
O Tizil montou nas minhas costas. O quadril dele começou a se mover em estocadas rápidas, frenéticas e instintivas. O pau canino acertou primeiro na minha coxa, depois encontrou meu buraco escancarado e entrou de uma vez.
Soltei um grito gutural, longo e desesperado.
— AAAAAAHHHHHH! TÁ DENTRO! TIRA! POR FAVOR, TIRA ELE DE MIM!
O cachorro metia selvagemente, rápido, o pau fino mas comprido cutucando fundo. O nó inchava rápido na entrada. Eu sentia tudo: o calor diferente, a forma pontuda, a fricção insana. Chorava, gritava, me debatia, mas os quatro me seguravam firme.
— Isso… toma rola de cachorro, sua puta nojenta — o Neguinho ria, segurando minha cabeça para que eu olhasse para o lado.
O nó do Tizil entrou com força, travando dentro de mim. O cachorro ficou preso, empurrando ainda mais, jorrando porra quente e líquida direto na minha próstata. O volume era absurdo. Eu sentia minha barriga inchando levemente com a quantidade.
Eu soluçava, aterrorizado, o corpo inteiro tremendo incontrolavelmente.
— Tá me enchendo… ele tá gozando dentro… por favor… me mata… eu não aguento mais…
O nó ficou travado por quase vinte minutos. O Tizil tentava puxar, causando mais dor e esticamento insuportável. Eu quase desmaiei várias vezes, os olhos revirando, a boca aberta babando. O Gordinho filmava cada segundo: meu rosto de pavor, meu cu esticado ao máximo ao redor do nó vermelho, a porra escorrendo pelas minhas coxas.
Quando o nó finalmente desinchou e o cachorro saiu, um verdadeiro rio de porra canina jorrou do meu cu destruído, formando uma grande poça no chão. Fiquei caído, imóvel, apenas tremendo e soluçando baixinho. Meu cu estava grotescamente aberto, vermelho, inchado, pulsando.
Os quatro acenderam um beck, rindo enquanto olhavam o estrago.
— Olha o estado da putinha… Arrombada por quatro machos e agora por cachorro. Amanhã você volta, né Gael?
Eu não respondi. Só fiquei ali, destruído, com o olhar perdido, o corpo marcado, a mente quebrada.
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Comentários (1)
Insaciável: Tesão de conto continua mano
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