A casadinha evangélica lasciva
Antes mesmo de ir para essa igreja que frequento, e antes dessa história da irmã Lu e sua filha, eu já conhecia Marta. Não éramos próximos, mas tinhámos amigos em comum, sem ser da igreja. Marta, a qual passei a chamar de irmã Marta, já estava no segundo casamento, com um rapaz muito gente boa, trabalhador, mas diga - se de passagem um pouco inocente. Ela já tinha um filho quando casou novamente, e recentemente, coisa de um ano a um ano e meio, fora mãe novamente, agora desse segundo matrimônio. Seu esposo trabalha muito viajando, mas não para longe, sempre viagens na região, não chega a se ausentar muito de casa, nem dormir fora. O filho mais velho estuda e também frequenta a casa do pai biológico, tem uma alternância na guarda da criança que não sei bem explicar. Passei a ir pra mesma igreja que ela, e como já a conhecia, nos aproximamos, mas nada anormal, além de um boas vindas e cumprimentos com respeito. Mesmo sendo mãe recente, manteve seu corpinho magro, com a bundina empinada e o mesmo costume de sempre, de usar roupas justas, decotes e cores chamativas, apesar das reclamções dos dirigentes da igreja. Sempre a vejo mais de saia ou de vestido, colado, o que revela que a maternidade não alterou muito seu corpo. Marta, tem cabelos lisos e pretos, não muitos longos, deve tá na faixa dos 28 a 31 anos, mas como disse, ja a conhecia antes, e as informações sobre ela, é que começou a fuder ainda muito novinha, pois sua beleza chamava a atenção dos homens e até hoje, permance assim e ela faz gosto de manter, mesmo sendo casada e evangélica. Outro dia, fui até a casa dela. para conversar com seu esposo, sobre uns serviços e mercadorias que ele vende. Ficamos por lá por mais ou menos uma hora batendo papo. Ela muito atirada, entre cuidar da criança e me dá atenção, ficava pra lá e pra cá. Não pude deixar de notar, que ela estava com um vestido folgadinho, totalmente a vontade dentro de casa, e descaracterizada das roupas que ela veste para ir aos cultos. O irmão, muito solícito e inocente, nem percebia minhas olhadas para ela, cheio de má intenção e até sendo correspondido, com sorrisinhos de canto de boca, com olhares, cheio de malícia. O clima de sexo estava no ar. Marta estava com o bebê nos braços, o colocando pra dormir, enquanto eu conversava com seu esposo na sala. Ela se retira pro quarto, coloca o bebê no berço e escuto a água do chuveiro caindo. Passado uns 10 minutos, percebo que ela desligou o chuveiro. Um silencio no quarto deles, até que ela sai, deixando a porta entre aberta e senta em uma cadeira bem do lado da porta, ficando de frente pra mim, que estava sentado no sofá e dava pra ver o corredor, onde ficava o quarto. Seu esposto, no caso, estava de costas pra ela, eles se falaram a distancia mesmo e permaneceram cada um em seu lugar. Foi ai que Marta se mostrou quem era. De frente pra mim, ela ficava abrindo as pernas lentamente, mostrando a buceta, ora mostrava so a calcinha, ora mostrava a buceta, com a calcinha de lado. Eu fiquei com medo do irmão perceber, então olhava, mas não esbanjava reação, até que ele falou assim:
- Irmão, você me aguarda ai uns 20 minutos, que vou buscar o produto que você está precisando e volto logo.
Respondi:
- Tudo bem irmão, lhe aguardo.
Ele se levantou, pediu a Marta que fizesse um café pra me servir e saiu, dizendo que voltava logo. Assim que ouvi o barulho do carro dele, fui imediatamente na cozinha onde ela tava. E agarrando - a por trás, afastando seus cabelos molhados e beijando seu pescoço, falei:
- Irmã Marta, safada como sempre né.
Ela disse:
- Me come logo seu safado, que tou louca pra te dá, desde que te vi entrar naquela igreja. Apaga esse fogo vai. Ela ja tinha feito o café e não perdi tempo. Levantei o vestido de Marta, afastei a calcinha dela e meti sem dó. Estava meladinha. Ela recebeu minha rola com um urro e disse:
- Me fode rápido antes que esse corno chegue e que o neném acorde. Pode gozar dentro, não tem perigo de eu engravidar.
Estoquei com força e bombei até gozar na buceta dela. E disse:
- Marta sua puta gostosa. Era isso que voce queria?
Ela respondeu:
- Sim seu safado, cachorro. Pensa que nunca notei tu me olhando né. Deve tá passando o rodo na igreja.
E complementou:
- Tem uma irmã lá que tá doidinha pra dá pra ti (e nisso falou o nome da pessoa, que é justamente a mãe solteira que comi logo depois - próximo conto).
Nos recompomos, ela colocou café pra mim, e foi no quarto se limpar e ver o bebê. Foi quando o irmão chegou, e retomamos a conversa. Ela saiu do quarto, como se nada tivesse acontecido, com o bebê nos braços, sentou conosco na sala e conversou normalmente. Eu recebi a mercadoria, fiquei mais uns dez minutos, me despedi do casal e saí. Fui pra tratar de negócio e acabei comendo a irmã lasciva. No trajeto pra casa, fui so pensando em como chegaria nessa irmã que ela falou que queria me dá, novinha e mãe solteira. Conto no próximo.
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