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O coroa que me ensinou as virtudes de ser gay parte 6 - O dia que minha mãe saiu em minha defesa

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Rapaz Sensivel

Depois que voltei pra casa e minha mãe viu meu estado, ela voltou a trás e resolveu tirar satisfações com meu coroa negro

Os leitores parecem ter advinhado o que iria acontecer logo após o meu retorno pra casa depois da surra de pau que meu coroa me deu.
Depois que descansei minha mãe veio falar comigo e disse ter achado um absurdo que o coroa tenha me comido novamente no mesmo dia em que ela tinha descoberto tudo.
Ela durante a conversa foi ficando nervosa e pedeu a razão ao ver as marcas de taps no meu rosto.
Ela saiu enfurecida e disse que homem nenhum podia bater no filho dela e aquilo ia acabar de vez.
Saiu em disparada até a casa dele e eu fiquei muito apreensivo.
Depois de mais ou menos uma hora eu resolvi ir atrás dela, antes que ficasse muito perto da hora do meu pai voltar do trabalho e perceber alguma coisa.
Quando cheguei na casa dele e podia ouvir os dois batendo boca.
Fu sorrateiramente até a janela da sala e comecei a espreitar pela veneziana.
Podia ouvir os gritos acalourados da minha mãe e o meu coroa negro rebatendo as acusações.
Ela estava em cima dele gritando perto do seu rosto.
Ele estava sendo educado e ouvia, mas pedia ela paa se acalmar.
Eu não sabia se batia na porta e acabava com aquilo, mas acabei sentando na calcada em volta da casa e só voltei a prestar atenção mesmo quando o silêncio se estabeleceu no interior da sala.
Eu imaginei o pior e me levantei pensando em correr pra porta, mas ao olhar pela veneziana eu quase caí no chão novamente.
O safado do coroa estava beijando minh mãe na boca e patolando a mão na bunda dela por baixo do vestido dela.
Eu gelei com a cena.
Ele nitidamente agarrava ela a força e ela tentava escapar.
Ele é bem pequenina e magrinha e com certeza não conseguia escapar da pegada dele.
Já estava indo em seu auxílio quando ele levantou o vestido e exibiu a bunda dela com a calcinha toda cravada na bunda.
Ela tentou empurra ele para descolar as bocas e conseguiu e ouvi ela o xingando.
Ela aproveitou e projetou ele no sofa e de costas pra mim, eu vi sua bernuda sendo arriada até abaixo do joelho.
Nã podia ver a reação dela, mas sabia que ela tentaria tapar os olhos pra não ser obrigada a ver aquilo.
Mas quando ele foi caminhando até o sofa onde ela estava, a minha visão foi totalmente encoberta e tive que correr até a outra janela pra ter angulo pra ver o que estava realmente acontecendo.
Quando cheguei na janela, meu mundo despencou.
Ela estava olhando o pau dele, com a boca aberta mostrando espanto, mas já tinha o pau dele repousando na palma de uma de suas mãos, enquanto e outra alisava por cima.
com suas mãos minusculas de mulher , auele mostro ficava mais bruto ainda.
Eu torcia para que ela saísse daquele transe e corresse dali.
Mas quis o destino que eu visse o desgraçado colocar uma das mãos na cabeça dela e coduzir sua cabeça até perto do pau dele.
Ela deliberadamente começou a esfregar as bochecas de um lado do pau e depois do outro, como e estivesse comprovando a textura dele.
Depois ela passou a mãos que sustentava o pau dele, por debaixo das suas bolas e a outra que estava acariciando o pau por cima, passou a envolver e punhetar o pau daquele coroa.
Via o pau dele crescento como eu também sempre fazia.
El jpa estava fazendo uma curva pra cima de tão duro e então minha esperança de que ela acordasse daquele transe desapareceu completamente.
Ele levou o pau até a boca e começou a chupar ele.
Ele botou as mãos cruzadas acima da própria cabeça e jogou os quadris um pouco pra frente pra disponibilizar o máximo de pau pra ela.
Assista aquele boquete por uns vinte minutos e não acreditava naquilo.
Eu pensei em ir pra casa, não sabia o que sentia.
Lamentava pelo comportamento dela, mas também estava muito enciumado pelo meu coroa.
E muito triste pelo meu pau que ia tomar um par de chifres daqueles.
Não bastava ter o filho viado e ainda tava sendo corno.
Quando eu já estava saindo derrotado, eu resolvi olhar uma última vez e ele estava tirando o pau da boca da minha mãe e ajudando ela a se levantar.
Vi ele ajudando a suspender seu vestido e deixando ela só de calcinha e sutien.
Ele voltou a patolar a mão na bunda dela e cravar ainda mais sua calcinha dentro da bundinha.
Ele alizava e olhava por cima do corpo dela, por ser muito baixinha, o resultado da calcinha enfiada na raba.
Vi ele ensalivar o dedo médio e voltar pra sua bunda.
Puxou a calcinha de lado com uma das mãos e com a que tinha o dedo ensalivado foi enfiando no cuzinho dela.
Vi ela ficar nas pontas dos pés e apoiar as mãos nos ombros dele.
Acho que ela estava fazendo força para suspender o corpo além do que os pés permitiam, tentando impedir o dedo ensalivado dele de penentrar seu cuzinho.
Mas não era possível escapar e pude ver seu dedo sumir dentro do cú dela.
Mas notei que ele devia estar movimentando o dedo dentro do cú dela, por causa dos movimentos descoordenados que ela fazia reagindo ao seu toque.
Parecia não saber o que fazer, mas tentava fugir daquele dedo.
Quando cansavam os pés ele descia da ponta e dobrava os joelhos demonstrando estar sem forças nas pernas ou sentido snsações que faziam ela perder o controle.
O que foi mortal pra mim foi começar ouvir ele a pedir com a voz completamente rouca pra ele parar com aquilo.
Mas aquela tortura perdurou até ele se afastar um pouco dela porém sem tirar o dedo do cú e ela apenas arqueou o corpo e buscou abocanhar o pau dele novamente.
Ela estava praticamente rebolando a bunda no dedo delo enquanto chupava o pau do desgraçado.
Ele finalmente tirou o dedo do cú dela e começou a tirar de vez a calcinha dela, mas antes dela passar nos joelhos, ele começou a querer rasgar a calcinha dela.
Ele demorou um pouco até conseguir, mas rasgou sua calcinha.
Não acreditava que o desgraçado ia comer ela e ainda mandar ela de volta sem calcinha.
Quando ele já pensava em finalmente comer ela, ele tirou o pau da boca dela e a pegou pela mão e caminhou em direção a porta do quarto.
Quando ele soltou o braço dela para destrancar a porta do quarto e poder abrir, vi que minha mãe aproveitou e deliberandamente se livrou do sutien.
Pudia ver os biquinhs do peito muito pontudos, nem tinha reparado que eram tão bicudos.
Pareciam ter quase um cm de tamanho. Fiquei impressionado. Que tesão ela devia estar sentindo.
Claro que nesta altura eu já estav muito curioso e corri para a outra lateral da casa na esperança de continuar a ver como isso ia acabar.
Também estava muito preocupado com ela, pois ela é muito pequeninha perto dele e ele ia arrombar a boceta e cú com certeza.
Queria estar pronto pra agir se precisasse.
Quando cheguei na lateral da casa, não vi umas garrafas de cervejas velhas empilhadas e as chutei.
Pronto, o barulho havia revelado que havia alguém do lado de fora. Só deu pra correr o mais rápido para o portão, mas quando cheguei na varando ele abriu a porta e me viu.
Mandou eu voltar e entrar em casa.
Fechou a porta e me botou pra dentro do quarto.
Qundo minha mãe viu que era eu ela puxou olençol e se cobriu e falou que estava morrendo de vergonha epediu desculpas.
Eu não conseguia falar nada e ele também não falou comigo.
Apenas caminhou até a cama e puxou o lençol e descobriu o corpo dela.
Puxou ela pelo braço até que ela ficasse bem perto dos pés da cama e como se ela não pesasse nada, pegou ela pelas coxa e a suspendeu.
Ea se agorrou ao seu pescoço pra não cair e ele foi arruindo o corpo dela até ela estar deitada de costas na cama.
Afastou as pernas e foi de boca na boceta e começou a chupar.
Logo começaram os gemidos e pedidos pra parar.
A respiração começou a ficar ofegante e ela levou uma das mãos a sua cabeça, tentando projetar pra trá para que ele se afastasse.
A outra mão ela torciao lençol da cama.
Começou a gemer cada vez mais alto e jogar a cabeça de um lado para o outro.
Ela já começava a não gemer apenas, mas sim a choramingar a soltar gritinhos.
Ela não mais tentava empurrar a cabeça dela, mas acariciava sua nuca e usava as pernas dobradas para forçar e arquear o corpo do colchão.
Realmente não sabia se devia ou mesmo podia fazer alguma coisa, mas por ser filho e estar preocupado com a integridade dela, eu perguntei se estava tudo bem.
Ele gritou e mandou eu ficar quito e ela me olhou e apenas resmungou que tava tudo bem.
A lingua não parava e ele não sabia mais o que fazer pra fugir e olhando pra mim ela pediu desculpas mais uma vez e olhou pa ele pedindo: Me come, me fode toda por favor.
Eu abaixei a cabeça ao ouvir aquilo e botei as mãos nos ouvidos.
Não queria ver ou ouvir mais nada.
Mas não dava pra bloquear os sons e podia sentir que o pau dela entrava rasgando a bocea dela.
Eu tinha que olhar aquilo e acompanhei o pau delizando muito devagar pra dentro de sua boceta.
Reparei que ela se cuidava bem, pois tinha apenas aquele bigodinho e o resto era muito bem depilada.
A gente nem imagina que nossas mães são mulheres ativas sexualmente.
O fato de ser depilada detalha o quanto um pau daquela dimensão dilata a boceta durante a penetração.
Ela continuava a balançar a cabela de um lado pro outro e torcer o lencol com as mãos tamanho a dificuldade da penetração.
Mas eu podia ouvir o barulho típico de boceta muito molhada.
Quando ele acabou e penetrar inteiro dentro dela, ele pegou sua cintura com as duas mãos e começou a puxar o pau pra fora, fazendo ela se contorcer toda e depois socando tudo devagar e ela novamente joga a cabeça de um lado pro outro e torce forte o lençol.
Foi assim por algum tempo até ele começar a aumentar o rítmo e ela se abraçar ao seus corpo e jogar as pernas pro alto e mantê-las assim.
Ele começou a foder muito forte.
Pensei que loucura era aquela. Ele a fodia sem camisinha e ela podia ser engravidada por ele.
Isso me fez reagir a loucura e eu levantei, corri até a gaveta que sei que ele guarda camisinhas e fui até os pes da cama.
Jpguei a camisinha em cima da cama e disfarcei, demonstrando que estava ali apenas por curiosidade e total aceitação aquilo.
Vendo que ele apenas me olhou, eu comecei a alisar sua costas, sentndo aqueles pelos de macho e o relevo da sua musculatura.
Ele gostou e continuou fodendo ela.
Eu continuei e para ganhar sua confiança ainda empurrava seu quadril quando ele penetrava minha mãe como se falasse pra ele ir mais fundo.
Ele gostou da minha aceitação.
Eu sentindo que ganhei a sua confiança, pedi no seu ouvido pra ele tirar um pouquinho da boceta dela e deixar eu pegar no pau dele.
Ele rejeitou no início, mas vendo que eu insistia ele tirou o pau e deixou eu pegar nele.
Eu começar a masturbar ele e ele doido pra voltar a meter mandou eu soltar mas eu fui com a boca e comecei a chupar o pau dele.
Nessa altura é lógico que ela estava doida de tesão e começou a brincar com as bolas dele, e logo pediu mais pau.
Ele já ia voltar a meter, mas eu fui rápido e disse que também queria ser fodido.
Ele me olhou rindo e mandou eu tirar a roupa.
Eu me despi muito rápido antes que ele voltasse a foder ela e me deitei ao lado dele.
Ele já estava encaixando o pau na boceta dela, mas eu peguei uma camisinha e disse que ele botasse primeiro no meu cú, mas falei que quando ele voltasse pra boceta dela que era pra usar a camisinha.
Ele recuou e meteu no meu cú.
Lógico que eu me esforçava para continuar lúcido e ficar atento para a hora que ele fosse querer tirar do meu cú a voltar a foder ela, mas ele me deixa louquinho e assim que senti ele tirando o pau do meu cú eu já tava todo molinho que nem tive reflexo.
Mas por sorte acho que a ideia fez sentido na cabeça dele e vi ele dando a camisinha pra ela e mandando ele vestir nela.
Minha mãe deu um salto e rasgou a embalagem com a boca e com extrema habilidade vestiu a camisinha no mostro preto.
Ela dessa vez se posicionou de quatro na cama e ficou toda empunada e pediu pica.
Ele ficou louco ao ver a bunda dela que é muito redonda empinada na sua frente.
Foi uma botada seca e fez ela até se projetar pra frente pra escapar.
Depois só viz elepegar sua cintura e começar a foder.
O barulho das estocada e os gritinhos dela me indicavam com eram profundas aquelas cravadas de pau.
Ela arriou o tronco e colocou a cabeça de ldo no colchão e se abriu ainda mais pra ele e pediu pra ele foder o cú dela na careta.
Ele foi rápido. Tirou e meteu com habilidade no cú.
Vi ele se contorcer e chora de dor, mas não arregou.
Levou pica até ele gozar.
Eu fiquei puto que ele antes de gozar, tirou do cú dela e puxou a camisinha fora e voltou a meter no cú dela.
Tudo bem que ele não aprofundou muito, apenas penetrou a cabeça para encher o cú dela de porra.
Na hora pensei como eu fico vazando porra a noite toda quando ele goza dentro do meu cú.
E se meu pai quizesse fazer sexo com ela e visse o cú dela cheio de porra de outro homem. Com certeza ia dar merda.
Ele tirou e seu pau não amoleceu e ele voltou pra mim.
Pediu pra ela punhetar um pouco pau dele enquanto ele me ajeitava na posição de quatro também.
Eu ia levar pau do meu coroa de quatro na frente da minha mãe e ela parecia nem estar preocupada.
Pra minha surpresa ela ainda me ajudou a me posicionar.
pegou doi travesseiros e botou embaixo da minha barriga.
estranhei todo aquele cuidado, pois mais cedo ela achava um absurdo o filho dela estar dando o cú pra outro homem e agora ela até me ajudava a me posicionar pra ele.
Então senti ele pincelar a cabeça do pau na entrada do meu cú e arrancar de mim aquele gemido trêmulo de tesão.
O esquisito foi sentir as mãozinhas pequenas dela abrindo minha bunda pro meu coroa penetrar meu cú livremente.
Conforme o pau era introduzindo ele começou a acariciar minha cabeça como se soubesse o que aquele pau faz meu cú sofrer.
Meu gemido fica arrastado e isso comove ela mais ainda e ela solta de vez minha bunda e apenas se mantem alisando meus cabelos e segurando uma das minha mãos durante toda a dolorosa penetração.
Somente quando ela contempla que eu recebi o pau inteiro dentro do cú e procurei me ajeitar melhor do contorcionismo que fiz para suportar, é que ela relaxou e mantevesse apenas segurando na minha mão.
Ela sabia que eu precisaria de apoio pois ele ia começar a foder meu cú.
Agora era responsabilidade apenas dele me foder até ele gozar de novo.
Mas aquela situação louca estava se tornando muito excitante pra mim e ele acabou me fazendo gozar pelo cú no pau dele e isso deve ter deixado ela muito grilada, mas também tranquila de ver como eu gostava da coisa.
Ele vendo que tinha me feito gozar, quando estava prestes a gozar de novo, tirou o pau do meu cú e mandou eu e ela se ajoelhas no chão a sua frente e abrir as bocas.
Ele deu sua porra quente na boca de nós dois.
Assim que ele gozou, ficamos os três calados. Eu e ela sentados e encostados nos pes da cama e ele em pé a nossa frente com aquele pau pulsando e amolecendo aos poucos, despejando um fio de porra que acabou grudando na sua coxa musculosa e peluda.
Nada falamos mesmo. Apenas vi minha mãe envergonhada pegar um tupfo de papel higiênico no banheiro e enfiar entre as pernas como um absorvente, vestir seu vestido e calçando sua sandalinha e indo embora sem sua calcinha.
Eu fui ao banheiro, lavei o rosto e as mãos, me vesti e saídali, voltando pra casa logo depois.
Em casa, era um clima muito ruim.
Não sabia como ia ser com o papai chegando em casa.
Vou contar depois, mas não se preocupem que a reação da minha mãe foi ótima. Até hoje não sei como ela conseguiu se comportar como se nada tivesse acontecido naquela tarde.
Sei que vocês me pedem imagens do pau dele, mas as imagens que tenho são legítimas e fico com medo de expor ele. Vou pensar se coloco agumas no próximo relato.

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