Meu Irmão foi Meu Primeiro Homem, Sou Um Viadinho Submisso
Meu irmão Bruno não morava com a gente, por ser fruto do primeiro casamento do meu pai, morava com nossos avós e nos fins de semana e feriados vinha passar com a gente, nas férias também passava alguns dias conosco. Ele tinha 16 anos na época, não tinha um físico seco mas era bonito, nem magro e nem gordo, sua pele era clara e cabelo cacheado, voz grossa para a idade e bem inturmado com todos. Eu, por outro lado, sempre fui timido e na minha, sou bem branco e cabelo liso meio grande, corte parecido com o do Sam de Supernatural (na época eu adorava a série e cortava igual por ter o cabelo parecido), magro com a sintura larga e bunda grandinha (acredito que por andar muito de biscicleta eu acabei desenvolvendo minhas pernas e bunda, mesmo jovem meu pai me levava para fazer trilha com ele), era bem novinho e baixo. Muitos falavam do meu jeito meigo e educado, lia muito e quase não brincava com as outras pessoas. Bom, aqui acabo a contextualização, vamos para o relato de fato.
Em um fim de semana que ele veio passar com a gente, em uma sexta-feira, meus país ainda estavam trabalhando, ele chegou de manhãzinha pois não teria aula no dia, eu abri o portão e o abracei, era apegado a ele. Tomamos o café da manhã e fomos assistir filme, era um de terror e, senão me engano, era aquele chamdo Legião, que conta sobre os anjos que mais parecem demônios e vem atacar uma lanchonete de beira de estrada a procura de uma grávida e seu bebê. Enfim, sentamos no mesmo sofá de frente a televisão com coberta e começamos a assistir, eu pensava no Bruno desde o vídeo pôrno gay que havia visto uma semana antes, ele que havia me ensinado a bater punheta e ver os vídeos, mas somente os heteros. Quando eu descobri sobre os vídeos gays, sozinho e escondido, eu descobri um mundo novo e delicioso, na hora eu senti um calor diferente e comecei a pesquisar, vi vários vídeos e conselhos para a primeira vez e como satisfazer um homem, me identifiquei com os passivos e sabia que queria tentar. Me digam, quem melhor do que o irmão mais velho?
Já havia planejado tudo. Eu o convidaria para assistir um pôrno hetero, uma loira fazendo boquete, então eu perguntaria se era bom, independente da resposta, sugeriria para fazermos um no outro para experimentar. Era simples e muito fácil de o tiro sair pela culatra, mas eu estava determinado.
Com o decorrer do filme, eu acabei iniciando meu plano, logo aceitou e pegou o notebook para vermos o vídeo. Ele tirou seu pinto para fora, era incrivelmente grande se comparado ao meu — até hoje tenho pau pequeno, 13,6 cm, mas para quer ter um grande se o que eu uso mesmo é meu cuzinho? — seu pênis era lindo, grosso e grande, era peludo e meio escuro. Eu salivei lembrando das cenas em que o viado chupa seu macho enlouquecidamente, logo que ele inicou a masturbação eu puxei o assunto.
— Bruno, será que isso é bom? Alguma garota já fez em você? - perguntei tirando a bermuda.
— Ainda não, mas deve ser bom demais rsrs - ele disse rindo.
— Tenho curiosidade, a gente podia fazer um no outro em segredo. - falei sentindo a maior frio que eu já sentira na barriga, minha vista até embaçou de ansiedade.
— O que? - ele perguntou surpreso, me encarando.
Nesse momento, já não poderia dar para traz, afinal, dar era o que eu mais queria, mas não para traz.
— É. Sabe, é só não contar, eu só queria sentir como é a sensação e confio em você. Ninguém deve saber, só faço se for em segredo. Você têm que me chupar primeiro, afinal você é muito mais forte e pode me força se eu não quiser, já eu não consigo fazer o mesmo. Será 10 segundo, só para sentir como é alguém chupar a gente. - falei sem parar por conta da ansiedade, minha mão estava suada e eu pensei que iria desmaiar.
Ele apenas confirmou com a cabeça, o tesão já havia tomada conta dos nossos corpos. Ele subiu a bermuda dele e se ajoelhou em minha frente, eu segurei seus cabelos enquanto ele abocanhava meu diminuto pênis. Na época, devia ter por volta dos 10cm no máximo. Foi uma sensação boa, mas eu queria mesmo era estar na posição oposta. Ele se levantou sem falar nada, nem me olhava, abaixou sua bermuda e se sentou. Ao contrário dele, eu não subi minha bermuda e sim a retirei, estava pelado na frente do meu irmão. Ajoelhei com os dois joelhos, como um japonês faz quando fica nessa posição, abri suas pernas empurrando os joelhos em direções opostas e peguei no seu pau, a sensação era maravilhosa, era grande e macio, apesar de estar rigidamente ereto. Minha mãozinha nem se fechava completamente em volta daquele obstáculo, me animei e olhei para ele, ele olhava para mim como se eu estivesse o dominando. Fiz como os sites me ensinaram, coloquei minha boca em sua cabeça, abrindo o máximo possível para não o machucar e, enquanto isso, o encarava nos olhos. Não coube em minha boca, mas não seria impeditivo para mim, comecei a lambê-lo de baixo para cima e envolta de sua cabeça, continuava a encarar ele. Babei muito e, com delicadeza, tentava enfiar na minha boca de novo, abria a boca com enorme esforço e entrou, não tudo, mas chegou quase em minha guela. Retirei o pinto do meu irmão mais velho da minha boca e olhei em seus olhos.
— Foram dez segundos. Quer que eu pare? - falei com os olhos lacrimejando por ter quase engasgado com seu pênis.
Ele não respondeu verbalmente, mas fez sinal de não com a cabeça. Eu sorri e bati com seu pinto em minha cara, beijei-o e mordisquei a cabeça, depois com todo o ímpeto do mundo, chupei ele. Eventualmente ele gozou, nos sites falavam para beber sem nojo e olhar seu parceiro com desejo. Assim eu fiz, bebi cada gota de esperma enquanto o encarava. Levantei, aproximei meu rosto do dele e beijei sua bochecha.
— Obrigado pelo leite maninho, estava uma delícia. - falei orgulhosamente e sedutoramente, o máximo que alguém tão jovem conseguiria ser.
Fui para o banheiro quase requebrando a bunda como uma modelo, pelado e excitado. Lá eu terminei de me masturbar e tomei um banho. Naquele dia quase não conversamos mais, pensei que ele estava bravo ou irritado por eu ter feito aquilo, mas como poderia? Me digam, quem não gostaria de um boquete do seu irmãozinho mais novo, principalmente um tão gostosinho e viadinho como eu?
Bom, fato é que, uma semana depois, ele veio novamente passar o fim de semana com a gente e, novamente, chegou em uma sexta-feira que meus pais estavam trabalhndo, porém na parte da tarde. Almoçamos juntos e fomos assistir um filme, por sorte eu havia tomado banho e, há algum tempo, eu já enfiada dedo, pepinos e cabo de escovas de cabelo no cu, eu tambem fazia a chuca e nesse dia eu havia feito antes dele chegar.
No meio do filme, nós começamos a brincar de lutinha, eu acabei caindo no chão e ele se jogou em cima de mim por traz. Vi suas intenções e gostei delas, me sentia pronto para ser comido. Empurrei ele para traz com minha bunda e a empinei ao máximo, olhei para ele virando minha cabeça para traz.
— Se for me comer, pega pelo menos o hidratante. - falei quase sussurando, mas alto suficiente para ele escutar.
— O que? - ele falou me olhando.
— É! No seco dói, pega o vidro azul no guarda-roupas da minha mãe, joga na minha bunda e no seu pau e enfia devagar. - falei quase insistindo.
Ele correu. Em quanto isso, peguei as almofadas do sofá, coloquei em meus joelhos e um no meu rosto. Fiquei de joelhos e com o rosto nas almofadas, minhas mãos abrindo minhas nádegas e minha bunda levantada o máximo possível. Quando ele viu aquilo, ficou estático. Falei para ele vir logo e só assim que ele acordou e veio. Lambuzou minha bunda e seu pênis, enfiou devagar. Para minha supresa, não doeu nem um pouco, eu já havia acostumado o meu cu com os meus dedos, pepinos e cabos de escova de cabelo, apesar do seu pau ser consideralvelmente maior, a dor que eu sentia era visto como prazer pelo meu cérebro viadinho e submisso. Ele começou lentamente, mas aumentou o ritmo até um nível frenético, suas bolas batiam em minha bunda e as estocadas produziam um barulho relativamente alto. Estávamos suados e eu não parava de falar coisas como:
— Vai, fode seu maninho, diz que sou um vidadinho vai, me come amor. Me arregaça, me estupra. Não que que me coma, quero que me estupre Bruno. Vamos. - exemplos de coisas que falei durante a transa.
No final ele disse que iria gozar, eu falei para ele gozar dentro do meu cu e assim ele fez. Deitei-me acabado no chão, virei minha barriga para cima, nossos corpos suados, ele ainda ajoelhado me encarando.
— Você é uma puta Hugo. - ele falou sorrindo.
— Não - falei me sentando e aproximando meu rosto do dele — eu sou a SUA puta - conclui o beijando e fui correspondido por sua boca molhada e língua úmida.
Aquilo foi meu primeiro beijo. Meu irmão me tirou a virgindade oral, anal e da boca. Esse episódio me definiu, não demorou para que descobrissem que eu era gay, mas não o relacionamento com meu irmão.
Outra hora conto sobre meus outros relacionamentos com amigos, professor e até um homem mais velho (quando eu tinha 17 fique com um homem de 52, foi maravilhoso e eu gosto de homens mais velhos).
Se houver, desculpem os erros ortográficos, estou escrevendo pelo celular e estou com preguiça de revisar. A foto é do meu pau, só para provar que falo a verdade, está meio peludinho mas geralmente sou todo depiladinho, a faculdade está puxada e tenho tempo para nada rsrsr
Um beijo a quem quiser.
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